Apostolado O Fiel Católico e editora Molokai: desconto na compra de grandes obras católicas


COM GRANDE ALEGRIA informamos aos nossos leitores que a Associação São Próspero, – responsável pelo apostolado que produz a revista e o site "O Fiel Católico", – firmou uma parceria com a Editora Molokai, especializada em clássicos da literatura cristã católica, com benefícios exclusivos para os assinantes de nossa revista e leitores em geral. A seguir, disponibilizamos uma brevíssima apresentação da editora, seguida da descrição do primeiro lançamento feito em conjunto. Que seja fecunda esta união!

Relativamente nova no cenário editorial, a Molokai já é bem reconhecida pela qualidade de suas publicações. Foi criada em 2013 pelo professor José Alberto de Siqueira Campos, sediada em São Paulo, SP. O nome é uma homenagem ao grande São Damião de Molokai, cuja história publicamos aqui. Ao longo destes últimos três anos, a Molokai vem promovendo a publicação de livros e livros-áudio com o objetivo de difundir a Sã Doutrina católica, estimular o cultivo das virtudes cristãs e a auxiliar na formação do caráter. Sua linha editorial tem como critérios os valores morais e intelectuais através de suas obras, sejam clássicas ou modernas, e a necessidade que o público brasileiro tem de conhecer de maneira mais aprofundada autores como Fulton Sheen, Tihamer Toth, Cardeal Newman, Bento XVI, Padre Paulo Ricardo e outros.

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Lançamento da obra do Cardeal Newman, 'Meditações e Devoções'

 – Por Henrique Elfes

Capa e diagramação de Henrique Sebastião

Você certamente já ouviu dizer que todo o cristão deve ter uma 'relação pessoal com Deus', uma religião pessoal, que não se reduza a um modo de pensar, conhecimentos mais ou menos abrangentes de Teologia e uma participação em cerimônias públicas. Ou que os leigos têm um papel fundamental na Igreja, não tanto por ajudarem na Liturgia mas porque procuram formar o seu caráter e assumir as suas responsabilidades familiares, profissionais e sociais como pessoas que vivem a intimidade com Cristo, dando um testemunho pessoal e sem se esconderem atrás de um rótulo coletivo de “católicos”. Ou, ainda, que a amizade é uma das principais escolas da caridade, – do amor a Deus, – e a melhor maneira de difundir o cristianismo na sociedade.

Todos já começamos a ouvir essas ideias, que graças ao Concílio Vaticano II se tornaram "moeda corrente" nos nossos dias. Todas elas pertencem ao cristianismo desde sempre, mas cada época vive apenas uma parte delas. Nós, os homens, somos muito limitados, e precisamos de tempo e maturidade para aprofundarmos e entendermos melhor o que Cristo já havia revelado; e aquilo que vale para cada um de nós vale para as sociedades e os períodos históricos.

Neste sentido, durante os séculos XIX e XX assistimos a uma renovação e a um aprofundamento do modo de compreender a Igreja e do papel de cada cristão dentro dela. O Concílio representou, até certo ponto, o auge desse processo e as tendências que se deve seguir; mas, se for preciso indicar uma figura que marque o seu início, será preciso apontar para o Bem-aventurado John Henry Newman.

Para entender bem a sua importância, precisamos distinguir entre a história real e a história aparente. Os movimentos políticos, as ideologias, a mídia, gostam de proclamações públicas, passeatas, polêmicas, agitação e propaganda; mas vinte ou trinta anos depois se desfazem e desagregam em dissensões internas, são suplantados, ou simplesmente se afundam ingloriamente na falta de interesse. A história real, em contrapartida, é feita pelo Espírito Santo e pelos santos, pessoas que mantêm as suas fidelidades por toda a vida, que sofrem e amadurecem as suas idéias em silêncio, e que influem naqueles que têm aos seu redor, porque sabem que as pessoas concretas valem mais que todas as teorias. Sem que se saiba bem como, sem toques de trombeta nem discursos ruidosos, se descobre que uma tendência, uma ideia, um modo de sentir a realidade mudou, que a ênfase e o modo de compreender as realidades mudaram.

Newman encarna em certo sentido esta história real. Desde a infância, conta, teve consciência da sua relação com Deus, e cunhou para si o lema “Deus e eu”. Sempre que percebeu um conflito entre os seus interesses e a verdade divina, decidiu-se sem condições por Deus, mesmo sabendo que isso significaria para ele perder a honra, a boa fama, o sucesso, o respeito dos amigos e concidadãos, e até os meios de sustento mais básicos. Passou a maior parte do seu tempo escrevendo e publicando coisas que fossem úteis para aqueles por quem tinha responsabilidade e orientando espiritualmente pessoas simples e humildes. E em tudo punha em prática o lema que escolheria para o seu escudo cardinalício: “O coração fala ao coração” – falava com Deus nas palavras, nos atos e na intimidade do seu ser.

Na sua obra já se encontram muitos dos principais temas espirituais e práticos do século XX. Nos seus sermões, descreveu de muitas maneiras a relação do fiel com Deus, a importância da santidade pessoal; e no livro Meditações e Devoções, compilado depois da sua morte, ficou registrado como essa alma santa se relacionava pessoalmente com o seu Deus. Analisou em vários livros os problemas e dificuldades que os protestantes levantavam com relação ao catolicismo, e assim teve de estudar todo o tema das heresias e da vinculação da Igreja com o cristianismo dos primeiros séculos, o que o levou à conversão. Ao falar das Universidades, desenha o quadro da formação pessoal, livre e responsável, e aos mesmo tempo humana e espiritual, que se requer do católico hoje. O exame dos temas científicos e da aparente oposição entre fé e razão, própria do protestantismo, o fez repensar a relação esses dois modos de conhecer a verdade. E em toda a sua obra está a preocupação sobre o modo de apresentar a fé a quem ainda está distante dela.

Como é próprio da história real, a influência de Newman dentro da Igreja espalhou-se lentamente, mas é duradoura e mas cada vez mais forte. Não há nenhum grande teólogo que não o conheça e o aprecie; João Paulo II e Bento XVI usaram extensamente as suas obras ao aplicar os ensinamentos conciliares; e cada cristão, talvez sem o saber claramente, está em débito para com ele na medida em que procura realmente a santidade e se esforça por difundir o amor de Cristo ao seu redor.
www.ofielcatolico.com.br

2 comentários:

  1. Salve Maria!

    Eu enviei-lhes um e-mail requerendo o desconto para a compra dos livros da editora Molokai. Entretanto ainda não tive um retorno. Ainda há descontos ou já se excedeu?

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    1. Caríssimo anônimo, retornamos no mesmo dia a todos os que nos solicitaram os cupons de desconto. Deve ter havido, então, algum desencontro. Queira retransmitir o e-mail, por gentileza, para que possamos verificar, porque ainda temos cupons para distribuir.

      Apostolado Fiel Católico

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