Tabaco, álcool e Cristianismo: entre a razão e o puritanismo


Por Igor Andrade – Assoc. São Próspero e Movimento Somar para Vencer

DE MUITOS DEVE ser a dúvida pós-revolução "jujuba": o consumo do álcool e do tabaco é pecado? Resposta: Não. Muito obrigado, até a próxima!

Só isso? Sinceramente eu queria que sim, mas algumas coisas precisam ser trazidas à luz. Se olharmos para a história pós-descobrimento das Américas, veremos que já existiram muitas dúvidas sobre a postura pecaminosa diante de certos hábitos adquiridos com os povos estrangeiros. E uma das controvérsias foi sobre adivinhe o quê? Isso mesmo, o café!

Sim, o hábito de ingerir café foi aprendido dos maometanos. Muitos clérigos achavam que o café era uma invenção satânica (diziam isso por causa dos efeitos da cafeína, sobretudo em excesso, no corpo humano). Diz a tradição que, após alguns sacerdotes italianos insistirem que o papa Clemente VIII proibisse o consumo de café, este provou a bebida e, logo após, disse: O café é tão bom que não podemos deixá-lo para Satanás!


Futuro São João XXIII fumando seu tradicional cigarro

Isso aconteceu na época de Clemente VIII com o café e, por uma infantilização da sociedade, acontece hoje com o tabaco e com o álcool. Evidentemente, já houve outras controvérsias sobre o uso do tabaco. Do que estou falando? Não, não é sobre o fumo, mas sobre mascar tabaco antes e durante a celebração da Santa Missa. Na época, as pessoas viviam mais o primeiro Mandamento: amar a Deus acima de tudo. Isto mesmo: a Deus. Por isso estavam preocupados com a Liturgia e queriam saber se mascar tabaco era considerado uma quebra do jejum eucarístico. – Ah, quem dera fosse essa a preocupação dos cristãos de hoje!

 “Mas fumar provoca câncer e beber a embriaguez, além de que ambos os produtos viciam”, dirá algum leitor. Acalme-se, vamos arrumar essa expressão: ingerir tabaco e álcool em excesso pode provocar o vício e outros tipos de males. Ora, nesse caso, trata-se de idolatria (já que não se consegue manter o controle do hábito e põe-se a criatura, no caso o tabaco ou o álcool, como fim último), mas, veja que interessante, os mesmos que condenam o uso do tabaco e do álcool são desmesurados em muitas outras coisas, inclusive no vício da insensibilidade.

“Virtus in medium est”, disse Aristóteles; “a virtude está no meio”. No meio de quê? No meio termo entre dois vícios: A intemperança (ou gula) e a insensibilidade. A intemperança se dá quando se abusa de algo por excesso; a insensibilidade, quando se “abusa” da falta de algo, que é quando se trata a criatura como intrinsecamente má. Ora, isso é resquício de gnosticismo, uma parte dessa heresia que é combatida pela Igreja desde a era apostólica, vide a controvérsia da carne (conf. ICor 8; At 10, 14-15). Como disse Chesterton, “nenhum animal nunca inventou nada tão mau quanto a embriaguez – ou tão bom como a bebida”.

Este grande jornalista inglês (que também era um inglês muito grande), Gilbert Keith Chesterton, proclamado pelo Papa Pio XI Defensor da Fé Católica post mortem, também já dizia que na Igreja Católica o trago, o cachimbo e a Cruz podem andar juntos.

A regra sadia nessa questão parece ser a mesma de muitas outras regras saudáveis – um paradoxo. Beba por estar feliz, mas nunca por se sentir extremamente infeliz. Nunca beba quando estiver infeliz por não ter uma bebida, ou irá parecer um triste alcoólatra caído na calçada. Mas beba quando, mesmo sem a bebida, estaria feliz, e isso o tornará parecido com um risonho camponês italiano. Nunca beba por precisar disso, pois tal ato racional é o caminho para a morte e o inferno. Mas beba por não precisar disso, pois beber irracionalmente é a antiga fonte de saúde do mundo.


O grande Papa Emérito Bento XVI comemora seus 88 anos de vida (em 26/4/015) com o autêntico chope alemão, em caneca alta, à moda bávara

“Mas faz mal”, dizem alguns. Reproduzo aqui ipsis litteris as palavras de Sávio Breno, integrante do grupo "Escolástica da Depressão", que, em minha opinião são fundamentais: Fazer mal à saúde por si só não é o suficiente para tornar uma conduta pecaminosa. Fosse assim, ninguém poderia comer hambúrguer, beber refrigerante, morar numa grande metrópole ou mesmo jejuar.... São as circunstâncias desse dano à própria saúde que podem ou não o tornar ilícito (vários textos de bons autores católicos na internet explicam essas circunstâncias mais detalhadamente). O problema das drogas, na verdade é outro: a alteração de consciência que elas causam. O cigarro não causa esse tipo de alteração (o álcool só causa quando em excesso), portanto, em circunstâncias normais, seu uso é moralmente neutro. Ou seja, quem quiser dar uma de hobbit e praticar a "arte" da erva-de-cachimbo, pode fazê-lo sem peso na consciência.

Um último argumento que acho necessário tratar aqui é um que ouvi incontáveis vezes ao tratar de tal assunto: “Mas eu já tive problemas com bebida e cigarro”. Minha resposta a esse tipo de contestação é sempre a mesma: “e daí?”. Muito rude? Talvez. O problema é que nessa simples fala ('eu já tive problemas com bebida e cigarro"), em se tratando de normas de conduta de diversas pessoas, está subentendido que a regra de conduta é baseada naquele indivíduo, nas suas experiências, dificuldades, limitações e opiniões. Ora, se formos seguir por este caminho, teríamos que afirmar que não existe nem moral, nem Magistério e nem nada que seja exterior ao sujeito (filosoficamente, vou tratar deste assunto num outro artigo para o movimento 'Somar Para Vencer', onde tratarei da relação entre Ideologia e Senso Comum). Em suma, tal fala que visa ser regra para as ações de outros seres humanos é uma fala soberba e cátara (porque pressupõe que aquele indivíduo é puro, e todos os demais devem ser como ele).

Termino indicando a leitura do artigo "A Igreja Católica e o Tabagismo: Uma revisão histórica", que explica muito bem o assunto de um ponto de vista histórico. Indico também o artigo "O trago, o fumo e a Cruz podem andar juntos", do qual copio descaradamente o último parágrafo. Sendo assim, caro irmão católico, deixe de ser tacanha e protestante, e pare de julgar seus irmãos que nada estão fazendo de mal; tome uma taça de vinho, relaxe, ria, seja uma pessoa simpática e de bom convívio. O tacanhismo causa muito mais males à alma e ao corpo do que uma garrafa de cerveja trapista ou um fornilho cheio de Dunhill 965.

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Fontes:
• Hereges (Cap. VII), de G.K. Chesterton. Ed. Ecclesiae. Tradução: Antônio Emílio Angueth de Araújo e Márcia Xavier de Brito, disp. em:
http://blogdo.yurivieira.com/2014/04/g-k-chesterton-fala-sobre-o-verdadeiro-prazer-de-beber/
Acesso 15/4/016

• Demais artigos citados no texto.
www.ofielcatolico.com.br

39 comentários:

  1. Olá Henrique!
    Saudades desse blog.
    O que vocês acham das comercializações em nossas comunidades?

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  2. No caso do cachimbo parece que o risco é bem menor, a não ser que a pessoa fumar muito. Mas na embalagem de cigarro diz "não existe quantidade segura dessas substâncias". Ent~ao se o cigarro pode provocar câncer e eu fumo, mesmo que for pouco, eu não estou me expondo a uma ocasião de pecado, descuidando da minha saúde ou profanando o corpo que é templo do Espírito Santo?

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    1. Luis, o caso é que para além dos avisos do Ministério da Saúde nas embalagens de cigarro, o Catecismo da Igreja Católica não proíbe o fumo. Devemos ficar com a moral católica infalível e não com a pobre ciência humana moderna que tem muitas falhas como aquelas impostas por Galileu e Kant que querem forçar o objeto a se adequar ao método.

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    2. Excelente artigo! Não podemos fazer da nossa experiência a medida de todas as coisas. Sou cercada de certos protestantes "puritanos" gulosos e fofoqueiros...
      Fumo eventualmente e não bebo há quase 7 anos pois admiti meu problema com a bebida.
      Mas isso não faz de mim melhor ou pior do que ninguém.
      Viva a Santa Igreja!

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    3. Luis Antonio, o Ministério da Saúde é um aparelho ideológico. Não devemos levar tanto em conta o que eles dizem.

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  3. Não fumo porque não gosto. Desde criança (meu pai é fumante) considero o cheiro de fumaça insuportável. Também não consumo bebidas alcoólicas.

    E o quanto isto pesa em minha caminhada cristã? Nada! Trata-se simplesmente de uma questão de gosto. Uma vida de obediência aos Mandamentos, a recepção frequente dos sacramentos, a oração fervorosa, o "sentir com a Igreja", obedecendo, difundindo e estudando piedosamente sua doutrina: eis os elementos indispensáveis para uma vida santa. Quão danoso é o fumo, não sei. Mas é curioso observar que, em tempos de misericórdia, cristãos devotos sejam criticados por detalhes espúrios e irrelevantes para a salvação das almas.

    Aos objetantes que logo comentarão, e que fazem da religião uma síntese confusa de puritanismo e dieta balanceada, *leiam* atentamente o texto, que esclarece todas as dúvidas referentes ao assunto.

    Parabéns ao Prof. Henrique Sebastião por mais um excelente artigo.

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    1. Agradeço imensamente o elogio. E concordo plenamente contigo.

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    2. Só uma observação (importante), "Catolicismo...": o texto em questão é de autoria do Igor Andrade e não meu.

      A Paz de Nosso Senhor Jesus Cristo

      Associação São Próspero

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    3. Caríssimos,

      Peço desculpas pela falta de atenção. Obrigado pela correção. Parabéns, Igor Andrade, pelo excelente artigo. Não conhecia (até agora!) o seu apostolado.

      E obrigado, Henrique Sebastião, por compartilhar com os leitores de sua página artigos de excelentes apologistas e sites que muitos internautas (como eu) desconhecem.

      Graças a iniciativas como esta, temos acesso a excelentes fontes para uma formação cristã íntegra.

      Pax Christi!

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    4. Não tem motivo algum para desculpas, "Catolicismo...",

      Na realidade, Igor Andrade é um digno membro do nosso apostolado e co-autor deste site. Agradeço pelo incentivo e pelas gentis palavras.

      A Paz de Nosso Senhor Jesus Cristo

      Apostolado Fiel Católico

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  4. Caros amigos,

    Salve Maria!

    Sou, com a graça de Deus, um católico valoroso e fumante, enquanto há muitos imbecis puritanos por aí antitabagistas afastados da Igreja e mergulhados na heresia protestante sustentando bandidos pentecostais comuns de paletó; outros antitabagistas estão nas drogas ou na bebedeira e já não sabem o que é o sacramento da confissão há uns 20 anos, esses fariseus hipócritas.

    Peço que leiam o meu testemunho de um fumante católico aqui http://joaoemilianoneto.blogspot.com.br/p/testemunho-de-um-fumante-catolico.html?m=1

    ABRAÇOS!

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    1. Eu, ao contrário, sempre gostei do cheiro de cigarro desde muito jovem. Sentia o cheiro do cigarro fumado por minha madrinha de batismo ou o cheiro do cigarro de vizinhos de um prédio que residia no passado, e, meu Deus, que delícia! Serei mesmo fumante para a glória de Deus, enquanto eu viver.

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  5. Irmãos queridos,

    Sejamos práticos,

    Enquanto discutimos aqui neste espaço e em outros lugares na internet e no mundo real, nós católicos e demais cidadãos até mesmo médicos e cientistas honestos, se é que há algum probo, os esquerdistas vem há décadas com essa campanha antitabagista, enquanto fomentam a práxis marxista que é o atomismo de Demócrito, ou seja, que é o materialismo mais desvairado do projeto de poder total esquerdista que hoje se opõe ao tabaco para dar poder ao narcotráfico, o que já é de uma gravidade brutal, para amanhã jogarem no lixo esses seus aliados de ocasião e usar nós fumantes como aliados desde que sirvamos à gula por poder e poder total próprio dos marxistas.

    In Corde Iesu et Mariae, semper!

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  6. Um Santo desmancha-prazeres16 de abril de 2016 22:29

    ''O estômago, quando não é reprimido, destrói as virtudes da alma.'' - Papa Gregório Magno.

    ''A teoria de Sto. Tomás de Aquino, que acreditava que a gula era um pecado que depois de cometido poderia levar a pecar outros pecados como a luxúria e a preguiça, e esta teoria pode-se demonstrar na lenda medieval de João Beverly em que um homem fez um acordo com um demónio que lhe deu a escolher entre três pecados, a gula, o estupro (violar uma mulher) e o assassinato, o homem escolheu a gula e embebedou-se, bêbado, o homem entrou no quarto errado e encontrou uma mulher na cama dele, não percebendo que era a sua própria mãe impôs-se, mas foi interrompido pelo pai e de seguida matou-o. Resumindo, ao escolher a gula ele acabou por cometer também o estupro e o assassinato.''

    Isaías 5,11; 24,9
    Provérbios 31,4-7; 20,1
    Eclesiastes 2,24-25
    Eclesiastes 9,7
    Eclesiastes 11,9
    Mateus 11,21; 15,11
    Marcos 1,15
    Romanos 6,15
    Romanos 12,1
    Romanos 14,6-23
    Gálatas 2,20
    1 Coríntios 6,12
    1 Coríntios 15,33
    1 Timóteo 5,23

    https://verdadeiromododever.wordpress.com/2011/03/05/o-puritano-vs-o-asceta/

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    1. Você é um pobre demônio idiota que acha que desmancha prazeres. Nem todo fumante fuma de maneira exagerada, mas o fato é que o Catecismo da Igreja Católica aprova o fumo, desde que não haja excessos.

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    2. Querido irmão João Emiliano, a Paz do Nosso Senhor Jesus Cristo.

      Eu sou o seu anjinho da guarda que diz ''não faça isso'' (risos). Eu só estou ponderando a coisa, e acho temerosa essa liberalidade quanto ao álcool e cigarro, que causa sim muitos males. Não são todos que têm auto-controle, e até um fiel pode cair nessas ciladas, portanto é preciso olhar bem essa pedra de tropeço, fugir desse demônio que anda a espreitar. Eu conheço muitos ex-alcoólatras que têm amigos que bebem no fim de semana, mas esses amigos evitam beber em sua presença, por bom senso, dado o fato que o ex-alcoólatra pode ter uma recaída.

      Note que os libertários da maconha também usam esses mesmos argumentos, de que a maconha, se consumida de vez em quando, não prejudica a saúde, quando sabemos que não há quantidades seguras para se consumir dessa droga psicodélica e que causa problemas de memória e até esquizofrenia. Claro que o efeito do cigarro é totalmente diferente ao da maconha, droga essa que imbeciliza, mas eu conheço muitos fumantes que pelejam para parar, e que com o preço do maço do cigarro nas alturas gastam uma grana enorme se intoxicando.

      Nem todos os fumantes fumam (sic) compulsivamente, mas a nicotina vicia. Mas talvez eu seja mesmo um católico muito medieval, apaixonado pela moral católica também elaborada nos 7 Pecados Capitais. Você pode ler o texto que eu compartilhei sobre puritanismo e ascetismo. Acho exagerado o puritanismo em certas partes, mas também sou temeroso quanto a tolerância do álcool e do cigarro, mesmo não havendo excessos, quando esses podem desembocar numa coisa pior. Quem semeia vento colhe tempestade. Há que se ter cuidado com esses pecados veniais. Devemos exortar sobre os males que essas substâncias podem causar.

      Fulano toma umas ou gosta de fumar seu tabaco de vez em quando? Amém, faça-o para a Glória de Deus (cf. 1 Cor 10,31). Fulano não bebe, nem fuma, nem...? Procede bem, e dou mais amém ainda! Enfim, pode fumar seu cigarrinho sem culpa ou cantar como nas músicas ''Maneiras'' Do Zeca Pagodinho ou aquela ''Eu bebo sim'' de Elizeth Cardoso, que eu já parei e recomendo a parar de fumar e beber - eu que também já tive problema com drogas ilícitas.

      Muitos degustam um bom vinho moderadamente, como na Itália, o vinho que faz parte da dieta de muitos. O vinho contém anti-oxidante (o que é bom para a saúde), e São Paulo Apóstolo mesmo receitou vinho (e não suco de uva como dizem os bobalhões) a Timóteo. Mas o vinho, se consumido em altas doses, é escarnecedor, embriagando e muito. Porre de vinho é horrível. Enfim, adoro ser desmancha-prazeres.

      Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, como era no princípio, agora e sempre. Amém.

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    3. Anônimo, demônio ou seja lá quem um mero covarde como você que mão ousa dizer o nome você for, o fato é que diante do cigarro estamos diante de um fenômeno em que se não é possível assegurar que fará bem ou mal, pois há clamorosas exceções de pessoas como eu e outras absolutamente felizes que viveram mais de 100 anos fumando.

      Por enquanto só a droga é algo absolutamente infeliz e que imbeciliza mesmo àqueles que há muiot a largaram como o André mais acima e você, pois acham que podem e ainda usando a Religião compararem o cu com as calças ao colocarem o tabaco no mesmo nível das drogas.

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    4. De um santo desmancha-prazeres

      Meu querido, não apele à ignorância. O fumo pode causar sim muitos males e há exceções que não fogem à regra. Que haja exceções de pessoas que fumam há anos não garante que o fumo seja algo seguro e salutar ou que se recomende o seu uso, como o era no passado com a propaganda da Marlboro, cujos atores cowboys tiveram um triste fim, com doenças ligadas ao fumo.

      O meu finado avô, que verteu a alma a Deus aos 86 anos, fumou por anos, embora eu nunca o visse fumar - ele jamais deixou que os netos o vissem fumar, para que não fosse pedra de tropeço. Ele teve aneurisma, e depois da cirurgia nunca mais pôs um cigarro na boca e nem podia. Viveu muitos anos depois disso saudavelmente. Tomou antipatia por cigarro, como todo bom ex-fumante, o que não é imbecilidade coisa nenhuma! Imbecilidade é seguir os outros no que não é salutar. Assim como os alimentos são para o estômago e o estômago para os alimentos (1 Cor 6,13a), os pulmões são para o ar puro, não para a fumaça tóxica.

      Em nenhum momento eu coloquei o tabaco no mesmo nível da maconha. Mas temo que essa liberalidade seja usada contra nós católicos pelos maconheiros, pois como dizem eles, ''uma baseadozinho de vez em quando não faz mal a ninguém'', quando na verdade isso é inverídico. Por fim, quem já usou drogas (lícitas ou ilícitas), teve problemas, livrou-se delas e passou a repudiá-las, jamais pode ser chamado de imbecil.

      Por Cristo Nosso Senhor.

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    5. Em momento algum acima ou em quaisquer outros postes, falei que fui viciado em drogas, coisa que na vida castrense onde labutei há quase quarenta anos, é motivo de expulsão das fileiras.
      Procure um médico urgentemente...
      E fim de papo (ponto final). E aproveite e faça uma promessa a Santo Expedito no dia de hoje, que é o santo das causas impossíveis, a fim de deixar o seu horrível vício...
      Que Deus tenha misericórdia!

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  7. Me perdoe irmão não estou aqui a julgar a ninguém fui usuário de drogas nove anos fumei e bebi muito meu primeiro vício foi o álcool e o tabaco onde depois me aprofundei a drogas mais pesadas como a maconha e também a cocaína hoje faz seis anos que estou limpo depois de duas internações.
    Vou ser breve e cuidadoso acho que temos preocupações maiores dentro da Igreja Católica do que fala de tabaco e álcool, agora se é para falar sobre o assunto creio eu que deveríamos nos basea em número e estudos de pessoas honestas que conhece essa problemática como por exemplo o tabaco já tem matado mais que a primeira é segunda guerra mundial e o álcool é o maior destruirdo de lares no Brasil. Perdoe minha humilde opinião os tempos são outros, acredito eu que não dá para comparar épocas distintas que as drogas não eram tão consumidas como nos dias de hoje onde há uma grande preocupação, faço minhas as palavras de Jesus Cristo aquele que escandalizar um só desses pequeninos é melhor amarar uma pedra de mó e se lançar ao mar...

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    1. Você nos escandaliza com esse seu testemunho de um azarado como você que caiu no mundo das drogas que vem matando pelo menos mais de 50 mil brasileiros por ano no Brasil desde a ascensão do PT ao poder, por causa da aliança do PT com o narcotráfico (FARC) nos quadros do Foro de São Paulo. E não só aqui no Brasil, mas também na União Soviética, a união da Esquerda com as drogas sempre foi de praxe, leia o livro "Red Cocaine". Faça as contas, quem matou mais, então, os comunistas que mataram só no século XX mais de 100 milhões de pessoas, mais do que todas epidemias, guerras do passado distante e recente como as duas guerras mundiais citadas por você e só aqui no Brasil alguns milhões de brasileiros pereceram nas garras de vocês usuários de drogas e os beneficiários e beneficiados de vocês malucos viciados que são os bandidos narcotraficantes?

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    2. Belo testemunho caro Ricardo,
      Perdoem-me todos! Fico muitas vezes a me perguntar: O que de bom pode trazer o uso do tabaco a um ser humano, ativo ou passivo?
      Conheci uma senhora próxima da família que não fumava, mas respirava a fumaça do cigarro do marido por um longo período, e veio a falecer por problemas pulmonares (câncer), que ficou cientificamente comprovada a causa da sua morte: “fumante passivo”. Agora, o viúvo encontra-se com um câncer na laringe em estado terminal, mesmo “não abusando” o uso do tabaco.
      Pergunto: qual é a quantidade de cigarros que se pode usar diariamente, para não se configurar “abuso” (PECADO) e/ou não lesar a saúde do próximo que está próximo?
      Desculpem, nunca pretendi ser um católico puritano, até por que faço uso esporádico de vinho tinto seco há anos, por indicação médica e, principalmente, por apreciar bastante. “Assim eu concluí que nada é melhor para o homem do que alegrar-se e procurar o bem-estar durante sua vida; e que comer, beber e gozar do fruto de seu trabalho é um dom de Deus”. (Ecl 3, 12-13)
      Seja Louvado Nosso Senhor Jesus Cristo!
      Feliz e santa Páscoa a todos!

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    3. André, respirei a desde a infância colunas de fumaça cheirosa e deliciante de tabaco e não tive câncer e nem mesmo sequer um resfriado. É impossível decidir se os males do cigarro são reais ou não. Que que se vai fazer, né? Talvez nem orar ajude certas pessoas que se auto-proclamam católicas, açodadamente levam no nome o título de católicas, mas incoercivelmente não sairam do sono e infância dogmática imanentista de confiarem muito mais na ciência moderna viciosa empiricista radical, positivista e fisicalista do que crerem no que ensina o Catecismo da Igreja Romana, que, o que que se vai fazer, apóia EXPRESSANENTE a nós, os tabagistas.

      Tchau, queridos antitabagistas fanáticos.


      Nihil Christo praeponere.

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    4. Existem psicopatas (masoquistas), que usam a perversão caracterizada pela obtenção de prazer sexual a partir de sofrimento ou humilhação a que o próprio individuo se submete e se compraz, mas, usar o sentido do olfato para inalar colunas de fumaças desde moleque... Creio que nem a ciência tem respostas.
      Bem, se até agora ainda não apareceu nenhum problema de saúde que o identificasse, certamente o seu sentido “NOCICEPÇÃO” é inexistente.
      Procure um médico o mais rápido possível, haja vista, que nenhum catecismo vai lhe curar. Creia nisto!
      Seja louvado Nosso Senhor Jesus Cristo!

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    5. Nenhum catecismo pode curar o ateísmo, em mentes sãs, disfarçado de cientificismo e antitabagismo militante se não for do tipo fanático, aí para piorar além de ateus, são loucos.

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  8. Igor Andrade, o que você pensa sobre a comercialização de bebidas alcoólicas em festividades religiosas e outros eventos? Sei que existem várias dioceses proibindo esta prática. No carnaval desse ano, fui convidado para ajudar uma barraca da paróquia que comercializaria bebidas alcoólicas, mas como sabia da proibição diocesana e tenho posicionamento pessoal contra a venda de bebidas em nome da paróquia e por conseguinte da Igreja, não aceitei participar.

    A paz de Cristo!

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    1. Boa tarde, Tiago. Eu sou adepto do bom senso em diversas situações. Festas religiosas é uma delas.
      Creio que se a festa é feita para pessoas devidamente catequizadas e que sabem seu próprio limite, não vejo o menos problema na venda de bebidas alcoólicas, desde que sejam bebidas para o consumo saudável, não aquelas que são destinadas à embriaguez.
      Venho de paróquias de periferia, tomadas pela teologia da libertação, onde o povo não é catequizado. Paróquias que fazem festa para arrecadar dinheiro e onde vale tudo. Nesse caso, creio que o bom senso não permita a venda de certos produtos.
      Outro ponto que acho interessante tocar é que o que muitas pessoas acham que basta pra sanar o problema é proibir a venda de bebida alcoólica para menores de 18 anos. Isso é uma tremenda estupidez, tendo em vista que os "adultos" de hoje são irresponsáveis e que um jovem (de 16 ou 17 anos) bem educado será muito mais sensato e terá menos problemas com bebidas.

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    2. Bebida é algo que eu detesto, mas pelo menos uns cigarrinhos é o mínimo que em festas com nossos irmãos católicos teríamos o direito de desfrutar em nossas charlas santas.

      Poderíamos, outrossim, como outrora na Europa,, fumarmos durante a Missa quando se tratar do Rito Tridentino que é menos cansativo do que a Missa Nova que coloca o padre de costas para Deus e de frente para o povo a vigiá-lo.

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  9. Se a Igreja não condena diretamente, é uma opção de cada um. Cabe a cada um a sua escolha desde que não tenha o exagero. Até água se vc tomar demais faz mal.

    Td bem, até aí blz. Agora daí a pessoa fazer apologia do fumo, botar até foto do perfil com cigarro no beiço, criar blog "Católico fumante" já é demais pra minha cabeça. Haja paciência! Quer fumar fuma, meu filho , mas não faça propaganda e uma coisa que faz mal a tanta gente e vicia é uma certeza.

    Se pra vc nunca fez mal, ótimo. Graças a Deus! Mas lembre que tambem tem o outro lado, que a medicina diz que qualquer quantidade faz mal, e a Igreja nunca brigou com a ciência.

    Se vc quer fumar fique a vontade, mas não vem fazer propaganda meu filho. Nem todos tem discernimento das coisas, tem criança que vê isso e se sente influenciada. Tem muito hábito santo pra gente divulgar em vez do cigarro, como jejum, esmola, penitência, oração e tantos outros. Escolhe um e para de ser irresponsável.

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    1. De vez em quando, caríssimo Luis Antonio, aparecem certos “teólogos” psicopatas por aqui, mas logo percebem que não estão com esta bola toda e desaparecem, felizmente!
      Seja louvado Nosso Senhor Jesus Cristo!

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  10. "A virtude da temperança manda evitar toda espécie de exceção, o abuso da comida, do álcool, do fumo e dos medicamentos." (Cat., 2290)

    O Catecismo da Igreja Católica é claro: o pecado está no abuso do fumo, não no mero uso. E, como diz o adágio dos moralistas, "o abuso não tolhe o uso". O Catecismo não condena o uso do fumo, mas somente o abuso. Ora, se o abuso é tido como pecado, logicamente é porque não considera a Igreja que o mero uso o seja. Se a Igreja quisesse ensinar que o mero uso fosse pecado, não teria dito que o abuso o é, mas diria simplesmente que o uso já configuraria pecado. Não foi esse o ensino, porém.

    Por outro lado, a argumentação de que todo uso do fumo é abuso não procede, dado que está objetivando algo que é subjetivo. Em sendo abuso, ok, é pecado. Mas se existe abuso é porque também pode haver mero uso. Dizer que todo uso do cigarro é abuso é desvirtuar o próprio sentido de abuso, o que contraria toda a lógica da teologia moral clássica, notadamente a ensinada por Santo Tomás.

    Do excelente e ortodoxo manual "Teologia Moral", do Fr. Teodoro da Torre Del Greco, OFMCap:

    "À gula se refere a intemperança no beber até à perda do uso da razão (embiraguez), a qual, se é perfeita, isto é, se chega a impedir completamente o uso da razão, é pecado mortal 'ex genere suo', se causada sem motivo suficiente.

    Por graves razões, provavelmente, pode permitir-se a embriaguez, como por exemplo, para curar uma doença ou para com mais segurança submeter-se alguém a uma operação cirúrgica. Afastar a melancolia não é motivo suficiente para embriagar-se. A embriaguez que priva só parcialmente do uso da razão (imperfeita) é somente pecado venial, mas poderia tornar-se mortal pelo dano ou escândalo produzido, pela tristeza que poderia causar aos pais etc.

    Em relação ao uso dos entorpecentes (morfina, cocaína, heroína, clorofórmio etc) valem os mesmos princípios, isto é: usados em pequenas doses por motivo suficiente, por exemplo, para acalmar os nervos, dores etc, são lícitos. Sem motivo justo, porém, é pecado venial.

    Mas tomá-los em doses tais que privem o homem do uso da razão, é pecado grave, salvo se há motivo suficiente proporcionado; por exemplo, uma operação cirúrgica, dar alívio a um paciente de doenças muito dolorosas etc."

    Continua....

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  11. A conclusão é de que:

    a) o uso do álcool e de drogas, em si, não é pecado;

    b) o pecado está em algumas condutas, dependendo da finalidade;

    c) a embriaguez completa com justo motivo não é pecado;

    d) a embriaguez completa sem justo motivo é pecado mortal;

    e) a embriaguez incompleta é pecado venial;

    f) a embriaguez incompleta pode tornar-se pecado mortal por outros fatores (escândalo, atos pecaminosos, em si, produzidos por força da embriaguez ainda que parcial, etc);

    g) a embriaguez acidental não é pecado;

    h) o consumo do álcool sem embriaguez não é pecado (para afastar a melancolia, v.g., só é pecado se houver embriaguez; pode-se, outrossim, beber por quaisquer outros motivos não-pecaminosos - comemoração, alegria, motivos de saúde, acompanhar os amigos etc - sem embriaguez; havendo outros motivos pecaminosos - ganhar "coragem" para adulterar, para fornicar, para furtar etc -, há pecado mortal mesmo sem embriaguez, mas a causa do pecado não é o uso do álcool, e sim a intenção do ato posterior);

    i) o consumo de drogas em pequenas doses, com motivo suficiente, não é pecado;

    j) o consumo de drogas em pequenas doses, sem motivo suficiente, é pecado venial;

    k) o consumo de drogas em outras quantidades, com motivo grave e proporcionado, não é pecado;

    l) o consumo de drogas em outras quantidades, sem motivo grave e proporcionado, é pecado mortal;

    m) o consumo de drogas exige sempre justo motivo para ser lícito, ao contrário do uso do álcool, porque é de sua essência o entorpecimento, ao passo em que o álcool só o é acidentalmente.

    O caso do fumo (tabaco) é bem diverso, de vez que ele não é entorpecente nem embriagante. Noutros termos, fumar cigarro, cachimbo ou charuto não afeta a consciência da pessoa. Por isso, o juízo a ser feito em relação a ele não deve ser o mesmo das drogas e do álcool. Não podemos simplesmente "colocar tudo no mesmo saco". Aliás, se nem mesmo o álcool e as drogas, em si, são ilícitos (pois se há um uso lícito, não podem ser ontologicamente ilícitos, sendo, pois, neutros, havendo licitude ou ilicitude conforme o caso), apesar de seu efeito narcótico, muito menos o seria o tabaco, que não é embriagante nem entorpecente.
    Fonte: http://www.veritatis.com.br/apologetica/familia-sociedade/1435-o-uso-do-tabaco-nao-e-pecado

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  12. "Eu, quando parei de fumar, por graça e misericórdia de Deus, eu fumava três maços de cigarros por dia. Na minha cama, ao alcance de minha mão tinha o cinzeiro, o maço de cigarros e o isqueiro. Quando sentia que estava acordando, a mão já ia... Eu não levantava da cama sem fumar um cigarro. Nunca! E quando eu ia deitar que o maço tinha cinco ou seis cigarros, eu ficava desesperado. E se me faltar cigarro de noite, o que vou fazer?"
    (trecho da pregação: “Você nasceu para ser livre”)

    A vida é dom de Deus. Devemos usufruí-la, andarmos segundo os seus caminhos e confiar Nele, para que Ele realize em nós o seu plano de amor.
    Léo Tarcísio tinha que descobrir o caminho certo. Sua vida estava ameaçada pelo cigarro.

    "Deus quer que você pare com esse vício terrível. Os fumantes costumam indagar: 'O que tem de mais em fumar? Não estou prejudicando ninguém!'
    Eu era assim também. Aprendi a fumar em casa, com minha avó, com meus pais, minha mãe; mas é um vício terrível, mata o nosso corpo. O cigarro tem mais de quatro mil substâncias químicas que, pela circulação sanguínea, 'passeiam' no corpo, desde a sola do pé, até os fios de cabelo, aniquilando, adoentando o pulmão, respiração, estômago, intestino, órgãos e tecidos...O cigarro mata todo o corpo".
    (trecho do livro: “Na trilha da Cura”)

    Imagens horríveis estão sendo divulgadas pela Internet. Isso para nos mostrar o estrago que o tabagismo pode causar no corpo da pessoa. Nosso corpo é templo de Deus.
    Agora esse templo precisa ser demolido e reconstruído. Para reerguê-lo é preciso demolir tudo o que foi desgastado ao longo da caminhada.
    O Senhor fez obra nova na vida do padre Léo, restaurou, reconstruiu a vida daquele que foi visitado pela dor. Deus o livrou para viver a sua liberdade em Cristo Jesus.

    "Ao demônio dá-se dinheiro e ele devolve em cigarro. A Deus se dá amor e ele devolve em vida plena"
    (Pe. Léo).
    Fonte: http://www.padreleoeterno.com/2011/02/liberte-se-desse-vicio-terrivel.html

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  13. A respeito do tabaco, eu prefiro ouvir o Catecismo da Santa Igreja, prefiro ouvir aos conselhos de Santo Tomás de Aquino, dos moralistas clássicos e dos teólogos de peso do que a cantilena chata puritana do Reverendíssimo Padreco Léo, que ele descanse em paz.

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  14. João Emiliano Martins Neto, Bom Dia.

    Respeito a sua opinião, mas peço que respeite também quem foi o Padre Leo, pela memória e suas obras, quer fumar e acabar com seu corpo problema é seu, livre arbítrio, mas lembre-se que os Santos, a Doutrina da Igreja e os Apóstolos sempre considera(m) o Corpo é Templo do Espírito Santo. (Coríntios Cap. 6, 19-20: Ou não sabeis que o vosso corpo é templo do Espírito Santo, que habita em vós, o qual recebestes de Deus e que, por isso mesmo, já não vos pertenceis? Porque fostes comprados por um grande preço. Glorificai, pois, a Deus no vosso corpo).
    Sobre o Padre Leo:
    Pe. Léo foi ordenado Sacerdote em 1990, atuou como sacerdote na formação de novos religiosos e sacerdotes e também na área da educação. Fundou a Comunidade Bethânia em 1995, cujo carisma é o acolhimento de pessoas marginalizadas, dependentes químicos e prostituídos.

    Atuou como verdadeiro profeta do Coração de Jesus em vários meios de comunicação. Publicou 27 livros, atuou em programas católicos de televisão na Associação do Senhor Jesus, em Valinhos – SP e, posteriormente, no Sistema de Comunicação – Canção Nova, em Cachoeira Paulista – SP, onde ganhou fama nacional e internacional.

    Após 16 anos de sacerdócio, vivendo integralmente o seguimento de Cristo, Pe. Léo veio a falecer em 4 de janeiro de 2007, aos 45 anos, vítima de infecção generalizada por causa de um câncer no sistema linfático.

    Fique em Paz, Salve Maria Santíssima!

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    1. Ademilson, antes de respeitar a mim, respeite o Catecismo da Igreja Católica que não proíbe o fumo e respeite a memória de fumantes como santos e papas como Pio XI, o Papa Bom (São João XXIII), São João Paulo II e Santo Afonso Maria de Ligório que dizia que o fumo não quebrava o jejum eucarístico que é aquele período de 1 hora antes da Santa Missa durante o qual o fiel nada deve ingerir.

      Christo nihil praeponere.

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  15. olá Henrique. muito claras a suas respostas, parabéns. hoje venho aqui pedir para que voçe me esclareça sobre o batismo da nossa igreja católica. sou catolica, e muitos protestantes veem me falar que o batismo da iggreja catolica é errado, pelo o fato da criança receber o batismo ainda bebê, sem ter nem um pecado. Eles falam que o batismo é pra lavar os pecados, é um voto com Deus, e eu nunca sei exatamente explicar pra eles. queria que voçe me esclarecesse por favor.. quero provar pra essas pessoas ingênuas.. obg

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    Respostas
    1. Boa noite, ai segue o post sobre o batismo.
      http://www.ofielcatolico.com.br/2001/03/o-sacramento-do-batismo.html

      A paz do nosso senhor Jesus Cristo

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  16. Boa tarde!

    Sinceramente fico mais tranquila em ler este post, pois aprecio um vinho e me sinto mais a vontade em apreciar uma taça de vinho sem peso na consciência de que posso estar desagradando a Deus, claro que tudo tem seu limite. A paz!

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