Papa decide encerrar venda de cigarros no Vaticano a partir de 2018


São João XXIII fumava cigarros (a imagem acima mostra, simplesmente, um santo fumando!). São Pio X e Pio XI fumavam charutos, ocasionalmente. O uso do tabaco tornou-se um problema durante as investigações de beatificação de S. José de Cupertino, S. João Bosco e Filipe Néri. Com os dois primeiros, os defensores do diabo argumentaram que a virtude heroica não se aplicava porque usavam tabaco. No caso de Filipe Néri, o exame de seu cadáver durante a investigação mostrou que os tecidos moles de seu nariz haviam desaparecido e, portanto, seu corpo não era incorruptível. Sugeriu-se que isso se deveu ao uso intenso de tabaco. Estes fraquíssimos argumentos contra a sua santidade foram, claro, facilmente derrubados. Mas eram outros tempos...



O PAPA FRANCISCO decidiu que o Vaticano vai encerrar a venda de cigarros para seus funcionários a partir de 2018. A informação foi anunciada nesta quinta-feira, 9, pelo diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Greg Burke.

Em declaração a jornalistas, Burke (nenhuma relação com o bravo cardeal Raymond Leo Burke) explicou que o motivo é simples: “a Santa Sé não pode contribuir para um exercício que prejudique claramente a saúde das pessoas. Segundo a OMS, todos os anos o fumo é a causa de mais de sete milhões de mortes em todo o mundo”. A declaração acrescenta ainda que, apesar da venda de cigarros aos funcionários e aposentados do Vaticano a preço com desconto ser fonte de renda para a Santa Sé, nenhum lucro pode ser legítimo se coloca em risco a vida das pessoas. 

Nota – Esta noticia, que seria impensável há alguns anos, antes do avanço da onda "politicamente correta" que assola o mundo, soa a muitos ouvidos como mais uma evidência de que uma parte cada vez mais significativa dos nossos pastores anda mais preocupada em seguir a agenda pseudo-humanista da OMS –, que vê câncer e problemas em tudo, exceto nos atos de fumar maconha e manter relações sexuais com pessoas do mesmo sexo –, do que em trabalhar pela defesa da Fé, lutar contra tantas heresias e confusões morais e litúrgicas em alta, mesmo no seio da Igreja, em especial no último século.

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Fontes:
Canção Nova, em:

https://noticias.cancaonova.com/especiais/pontificado/francisco/papa-decide-encerrar-venda-de-cigarros-no-vaticano
Folha de São Paulo, em:

http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2017/11/1934054-papa-francisco-proibe-venda-de-cigarros-no-vaticano-a-partir-de-2018.shtml
Acesso 10/12/2017

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18 comentários:

  1. Ha.

    Ha.

    Ha.

    Ha.

    Sério, um dia essas coisas ainda vão me fazer ter um derrame.

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  2. Olá Equipe do Fiel Católico. Sou o José Antônio. Sempre estou aqui, mas faz um tempo que não opino. Hoje o referido artigo me leva a participar.

    Sempre que possível constumo compartilhar os artigos que publicam. Todos os tipos. Muitos admiram e outros nem tanto. Há alguns dias venho compartilhado alguns textos e um amigo muito querido "Fiel Católico" mesmo tem chamado minha atenção. Em suma ele diz o seguinte: José não gosto deste site. Eles insistem em atacar nossos líderes, as vezes até de maneira escandalosa, como meio de esclarecer a Verdade. Não acho isso frutuoso. Causa mais brecha para o maligno. Devemos ter cuidado, ele completa.

    Irmãos, diversas vezes tenho dialogado com ele com base na minha opinião cristã formada. Sempre caminho tentando apresentar a ele não só a defesa sobre o que vocês postam, mas o esclarecimento dos fatos com busca na Verdade. Verdade essa que me fez ser melhor. Porém ele insiste em seu posicionamento e nas últimas vezes tem feito eu refletir.

    Sabe-se da omissão por parte do clero, das excessivas ênfases nos aspectos mundanos por parte de muitos... Mas observando a pastagem acima, vocês não acreditam, que meu amigo tenha razão em certo ponto? Vejam, não quero defender a OMS ou julgar suas más reputações. Mas vocês não acreditam que a intenção da Santa Sé não seja acertiva dessa vez? É evidente o grande mal que o fumo traz as pessoas. E vocês utilizarem exemplo de santos que fumaram não está soando bem, creio. Chega a caracterizar apologia à morte.

    Felipe, não quero que me interprete mal. Gosto das suas postagens. Me identifico com muitas. Mas será que as organizações estão completamente erradas em todos os aspectos? Não acho que a intenção do Santo Padre seja apenas a preocupação com o Politicamenre Correto. Trata-se de Saúde Pública, de Moralidade....

    Para finalizar essa opinião partilho esse ponto de São Josemaria, do seu livro Sulco 834: A santa pureza: humildade da carne! Senhor - pedias-Lhe -, sete chaves para o meu coração. E aconselhei-te que Lhe pedisses sete chaves para o teu coração e, também, oitenta anos de gravidade para a tua juventude... Além disso, vigia..., porque mais depressa se apaga uma fagulha do que um incêndio; foge..., porque aqui é uma vil covardia ser “valente”; não andes com os olhos esparramados..., porque isso não indica ânimo desperto, mas insídia de satanás. Mas toda essa diligência humana, junto com a mortificação, o cilício, a disciplina e o jejum, que pouco valem sem Ti, meu Jesus.

    Penso que a renúncia a esse vício, proposto pela Santa Sé, nosso querido Papa, seja um convite a mortificação, busca pela pureza. Acho válido e vocês?

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    1. Caríssimo anônimo, permita-me deixar a minha opinião sobre esse tema delicado e tão recorrente nos nossos dias (como diretor do apostolado, penso que devo fazê-lo).

      Como em praticamente tudo nesta vida, vejo que o que falta é moderação. Conheço muitas páginas de apostolados católicos mais tradicionais que realmente "batem" sem dó no Papa e me dão a impressão de que ficam esperando qualquer deslize do Pontífice para atacar. Falta caridade, falta amor filial, falta o mínimo respeito para com o sucessor de Pedro.

      Acho injusto classificar O FIEL CATÓLICO neste rol. Por aqui evitamos ao máximo as críticas injustas ao Papa, e quando entendemos que devemos compartilhar alguma notícia polêmica envolvendo o seu nome (infelizmente são muitas, ultimamente), em nossos comentários procuramos a brandura e o equilíbrio.

      (Neste exato momento, por exemplo, preparamos uma publicação de Igor Andrade que defende o Papa Francisco dos ataques injustos)

      Por outro lado, há um outro grupo de católicos (concordo em parte com o comentário do Luis Antônio, aí abaixo) que entende que os leigos não podem, em hipótese alguma, manifestar opinião contrária às decisões e/ou ações da hierarquia da Igreja. Entendem que o Papa, por ser o Papa, é não só infalível, como também impecável e incriticável.

      Na realidade, isso não só não é verdade como também é anticatólico! Curiosamente, nenhum outro Papa incentivou tanto a participação ativa dos leigos na vida da Igreja quando Francisco! Ele próprio sempre fez e faz muita questão de não ser reverenciado desta maneira por sua autoridade (dizia que não gostava nem de ser chamado de 'Papa').

      Nunca é demais lembrar o que diz a Doutrina da Igreja Católica:

      CDC – Cân. 212 §§2,3:

      "OS FIÉIS TÊM O DIREITO DE MANIFESTAR AOS PASTORES DA IGREJA AS PRÓPRIAS NECESSIDADES, PRINCIPALMENTE ESPIRITUAIS, E OS PRÓPRIOS ANSEIOS.
      De acordo com a ciência, a competência e o prestígio de que gozam, TÊM O DIREITO E, ÀS VEZES ATÉ O DEVER, DE MANIFESTAR AOS PASTORES SAGRADOS A PRÓPRIA OPINIÃO SOBRE O QUE AFETA O BEM DA IGREJA e, ressalvando a integridade da fé e dos costumes e a reverência para com os Pastores, e levando em conta a utilidade comum e a dignidade das pessoas, deem a conhecer essa sua opinião também aos outros fiéis."

      A Paz de Nosso Senhor Jesus Cristo

      Apostolado Fiel Católico

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    2. Anônimo, a resposta do Henrique Sebastião é mais que suficiente. Porém, creio que é meu dever também me posicionar sobre o que você expôs. Então, vamos lá:

      Não vou te interpretar de forma desordenada, como você mesmo solicitou. Do seu comentário, creio que vale ressaltar o fato de que não compreenderam a intenção de utilizarmos os exemplos do Santos. Não fazemos apologia à morte, muito pelo contrário! Estamos mostrando "o outro lado da questão" para que vocês, leitores, façam um julgamento melhor com base em informações mais completas. Por exemplo: saiu a notícia da proibição da venda de cigarros no Vaticano e muitos comemoram porque creem piamente que fumar é em si mesmo algo desordenado, um pecado. Ora, se assim fosse, por que São João XXIII é santo? De fato, repito, a Santa Igreja católica proíbe o vício e não o consumo moderado de bebidas alcoólicas e tabaco. Além disso, se quiserem proibir a venda de tudo que causa algum dano à saúde humana, seja um dano maior ou menor, em breve não veremos mais pizzas serem vendidas, ou então bacon ou picanha e por aí vai. Há tantas coisas que necessitam de maior atenção, como por exemplo: Os dúbias sem resposta, os abusos litúrgicos cometidos em todo mundo, a confusão que foi causada pela Amoris Laetitia na questão sobre a admissão à comunhão parte dos recasados... Não estamos condenando o Papa, estamos tentando mostrar aos leitores a realidade como tal para que a partir dela consigamos alcançar soluções que gerem bons frutos.

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  3. Para falar a verdade eu nem sabia que se vendia cigarros no Vaticano. Morro e não vejo tudo.

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  4. E cadê a proibição para as heresias que acontecem dentro das igrejas??

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  5. Esse papa me desanima tanto... É broxante a situação filosófica

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  6. Existem atitudes dignas de crítica, há também atitudes dignas de elogios e penso que esta atitude, em questão, é digna de elogios. O cigarro é uma droga, licita, mas droga, vicia, causa problemas de saúde no usuário e a outros a seu redor, e mata. Quem não conhece alguns casos de pessoas que mesmo sob severa advertência médica, tiveram dificuldades ou não conseguiram abandonar o vício? Quem decide começar a fumar exerce a liberdade que Deus lhe conferiu, mas lucrar com com a venda de substâncias entorpecentes, que causam dependência e males a saúde e tiram milhões de vidas todos os anos não coaduna com a missão assumida pela Igreja como defensora da vida.

    A paz de Cristo!

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  7. Acompanhando essa postagem aqui e no facebook vejo como uma coisa que muita gente esta´ dizendo é verdade: esse papa está dividindo a igreja.
    Podem ver como ele trouxe a divisão! Tem uma metade do povo católico que defende tudo que ele faz e tem um povo que critica o que ele faz de errado e eu acho que ele faz muita coisa errada.
    Fora os exageros dos dois lados, fica sempre essa divisão, que antes eu sinceramente não via pelo menos tão nítida assim.

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  8. "Felipe, não quero que me interprete mal. Gosto das suas postagens. Me identifico com muitas. Mas será que as organizações estão completamente erradas em todos os aspectos? Não acho que a intenção do Santo Padre seja apenas a preocupação com o Politicamenre Correto. Trata-se de Saúde Pública, de Moralidade....

    Para finalizar essa opinião partilho esse ponto de São Josemaria, do seu livro Sulco 834: A santa pureza: humildade da carne! Senhor - pedias-Lhe -, sete chaves para o meu coração. E aconselhei-te que Lhe pedisses sete chaves para o teu coração e, também, oitenta anos de gravidade para a tua juventude... Além disso, vigia..., porque mais depressa se apaga uma fagulha do que um incêndio; foge..., porque aqui é uma vil covardia ser “valente”; não andes com os olhos esparramados..., porque isso não indica ânimo desperto, mas insídia de satanás. Mas toda essa diligência humana, junto com a mortificação, o cilício, a disciplina e o jejum, que pouco valem sem Ti, meu Jesus.

    Penso que a renúncia a esse vício, proposto pela Santa Sé, nosso querido Papa, seja um convite a mortificação, busca pela pureza."

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  9. Caríssimos, obrigado pela participação de todos nesse post. É interessante a opinião de vocês e vou fazer uma pequena intervenção que vem como complemento ao que disse o Henrique Sebastião em um comentário acima:

    Sobre o uso de tabaco e consumo de bebidas alcoólicas, a Santa Igreja católica proíbe o vício, e não o seu consumo moderado. Temos um artigo do Igor Andrade sobre isso aqui no Fiel católico. Além disso, a OMS é um órgão que serve à muitas das agendas globalistas, que visam minar a liberdade das pessoas (estou me referindo ao sentido católico de liberdade, que é o contrário de libertinagem e endeusamento da vontade humana), controle de natalidade e etc. Se a atitude do Santo Padre é realmente nos fazer um convite à temperança e à pureza - certeza essa que eu não tenho -, então ótimo! Porém, não confio na OMS e continuarei não confiando.

    Pax

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  10. Olá pessoal. Agradeço a publicação da opinião e a oportunidade de partilha. Henrique e Felipe, não estamos com o intuito de desmotiva-los nos propósitos de anúncio do evangelho. De fato o site tem um posicionamento muito bom com respeito à defesa da fé. Compartilho das mesmas inquietudes de vocês e também acho que devemos agir conforme o Cânon 212 quando preciso.

    Só que a gente não percebe. Mas em alguns casos, sem percebermos damos ênfases para nossas "iras" devido a inércia de quem deveria nos pastorear e em algum ponto pecamos. Desculpe-me, mas pelo que li e interpretei sobre o artigo acima pude julgar como que não há problema algum a pessoa buscar santidade e caminhar com vícios humanos. Como encarar essa questão hoje, não sou jurista religioso para causas dos Santos e não conseguirei responder. Talvez uma parcela humana desses grandes homens de Deus não precisariam ser tomados como exemplos. É estranho para a atualidade compreender e causa confusão.

    Lembro da Padre Paulo Ricardo que há alguns anos teve que rever sua conduta em seu apostolado. As perseguições eram muitas devido a ira contra o marxismo. Ele observou àquilo e mudou. Está mais leve e continua firme na evangelização e está atraindo muito mais fiéis para o Senhor. Só precisou rever algumas coisas...

    Quando fazemos críticas construtivas penso que não pode ser o tempo todo. Nos tornamos amargos e não atraímos atenção. Seria bom se fizéssemos um esforço tremendo para focar na graça também. Observo as postagens e de dez pelo menos duas tem alguma crítica. Como disse, há coisas belas nesse pontificado e a falta de artigos nesse sentido aqui no site ajudam a caracterizar as perseguições.

    Espero que compreendam o que estou tentando passar.

    Abraço fraterno!

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    1. Agradeço a partilha e o interesse em contribuir com o nosso apostolado, José Antônio.

      Na maior parte das vezes eu procuro fugir das polêmicas, das críticas injustas e evitar a amargura. Tento orientar a todos os nossos articulistas a seguirem nesta mesma direção. E, honestamente, de boa consciência diante de Deus, acho que temos logrado êxito nestes objetivos.

      Mas também é verdade que não temos vocação para a passividade, nem nos resignaremos diante de tantos e tão graves escândalos. Não somos e nem seremos, jamais, um outro grupinho de "católicos jujuba" fingindo que tudo vai bem, publicando receitas de bolo e artigos suaves, pois a verdade é que estamos atravessando uma furiosa tempestade, e é preciso estar alerta.

      Às vezes, a ira é útil, e mesmo necessária. Digo mais: no dia em que o justo não se inflamar de ira santa diante da injustiça, nesse mesmo dia ele deixou de ser justo. Como não lembrar nosso Senhor expulsando os vendilhões do Templo abaixo de chibatadas?

      O citado Padre Paulo Ricardo é para nós uma inspiração e um amigo. Se ele baixou o tom das suas pregações, foi por prudência e por ter sido perseguido e ameaçado, dentro da própria Igreja, por aqueles que deveriam apoiá-lo e aprender com ele. São os herdeiros de Judas que infestam a Casa de Deus e agem livremente, sem ter quem os repreenda. Desgraçadamente, repreendidos são, hoje, os que procuram a fidelidade e a santidade.

      Mas o Padre não deixou de condenar publicamente o marxismo cultural, este verdadeiro câncer dos nossos tempos. Há pouco tempo, participei junto com ele de uma palestra aqui em São Paulo, e posso garantir que ele continua "baixando a lenha" sem dó nos traidores da fé. Não há como ser verdadeiramente católico e não condenar os erros. Isso seria como ser seco e molhado ao mesmo tempo.

      Só como complemento, digo que é preciso sempre lembrar, também, que cigarro ou bebida alcoólica não precisam ser, necessariamente, "vícios". Eu mesmo aprecio degustar um bom fumo de cachimbo, muito de vez em quando, e bebo socialmente. São apenas pequenos prazeres que amenizam as dores da luta.

      Mais uma vez, agradeço pela participação e partilha de ideias, que é sempre muito importante para todos nós.

      A Paz de Nosso Senhor Jesus Cristo

      Apostolado Fiel Católico

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  11. Irmãos, que o Senhor siga orientando vocês no que é do Seu Reinado, independente de qualquer linha de raciocínio. Quis dar esse feedback mesmo porque acho frutuoso esse apostolado. Compreendo perfeitamente as inquietudes de vocês.

    Particularmente, como leigo, não tenho muito discernimento nas lutas; ora foco na cena da chibatada diante dos vendilhões do templo; ora foco na cena de Jesus com os miseráveis. Talvez porque ainda não tenho tantas convicções. Estou em fase de crescimento.

    Em minhas buscas de formação espiritual sempre me deparo com atritos, seja em estudos de sites como esse ou em casas de formações como os maravilhosos recolhimentos da Opus Dei e em cada um costumo participar. Hoje tenho a sensação de que a segunda opção tem feito eu ser uma pessoa melhor, que agrega na vida das pessoas.

    Para finalizar minha participação, coloco só mais um ponto: seria bom encarar as substâncias que nos dão prazer como algo sem agressividade. Falo pelo álcool, fumo, comidas, etc. em nossas vidas. Como trabalho com diversos irmãos e irmãs escravos(as), das químicas não me resta outra opção senão radicalizar com a banalização do consumo. É a realidade que me encontro.

    Sem fugir da partilha, peçamos ao Senhor as luzes sobrenaturais que precisamos ter para bem caminhar.

    Abraço fraterno!

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    1. José, bom dia!

      Obrigado por ver frutos no apostolado. Eu te entendo bem, afinal de contas, eu também participei ativamente da Opus Dei. Você vai encontrar o equilíbrio católico e vai ver que misericórdia e a justiça não se anulam, antes se complementam. As chibatadas nos criminosos e o acolhimento aos que se arrependem de verdade são ações do mesmo Deus! Não há dicotomia.

      Assim como amamos Nosso Senhor e Sua Santa Igreja, devemos combater com força aqueles que querem destruí-La. Somos guerreiros de Cristo, e guerreiros precisam combater em todos os fronts de batalha: seja um front interior (pecados e vícios próprios), seja um front exterior (inimigos da Santa Igreja, por exemplo).

      Sobre o consumo dos bens: a Santa Igreja condena o vício e não o consumo moderado destes. Moro na Zona Leste de São Paulo e também sei como é lidar com pessoas viciadas e desmedidas. Para elas a proibição do consumo se deve ao vício que alimentam, e não à maldade dos bens. Porque sabemos que tudo o que Deus fez é bom, se temos problemas no consumo de álcool ou tabaco, ou problema não está nesses bens, mas em nós mesmos.

      Obrigado pela ótima partilha. Deus te abençoe e Nossa Senhora cuide de ti sempre, fique firma na caminhada e não desista da Santa Igreja Católica!

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  12. Caríssimos irmãos em Cristo Jesus

    Não sou um puritano da Fé e nunca pretendi ser, mas, concordo com tal proibição. Sabemos muito bem os malefícios que faz o uso do cigarro, mesmo aqueles fumantes ocasionais, não estão livres das consequências. Mais de 50 doenças são associadas ao habito de fumar cigarros.

    O Santa Sé proibiu a venda de cigarros no Vaticano, mas, o seu uso não, infelizmente.

    Seja Louvado Nosso Senhor Jesus Cristo!

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  13. Aos críticos da crítica, observem a desproporção da energia que vem sendo gasta contra o que afeta o politicamente correto (e até os danos materiais e corporais) e aquela (que não se gasta) contra os males que danam a alma.
    Não temais os que matam o corpo...
    Por óbvio que o corpo deve ser cuidado, mas muito mais a alma. Quando muito se cuida do corpo e da matéria e pouco dos danos às almas, algo está muito errado - e não pode ser chamado de bondade, mas de armadilha.
    Nunca esqueçam que Satanás é astuto, oferece sempre o bem - um bem menor, bem enfeitado, para que percamos os bens essenciais. "Não, não morrereis!"...

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    1. É exatamente isso que parece não ter sido bem compreendido por alguns leitores, Jesus Pereira, como notei por certos comentários recebidos aqui e no Facebook.

      O artigo não é meu, mas a análise é feita justamente a partir deste ponto de vista: a comparação entre o descuido para com a salvação das almas, por um lado, em contraste com a atenção cuidadosa para com a saúde do corpo, as causas ecológicas, os problemas sociais...

      Não se está criticando a atitude da proibição da venda do cigarro, em si. Isto pode ser algo bom ou não tão bom, mas é um outro assunto. O que se nota é, justamente, que as atenções hoje se encontram concentradas nos bens menores, enquanto que os maiores são deixados para segundo plano.

      A Paz de Nosso Senhor Jesus Cristo

      Apostolado Fiel Católico

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