ONU pressiona a Irlanda pela legalização do aborto

“Direito ao aborto” não existe em nenhuma legislação internacional


Em 2013, milhares de mulheres saíram às ruas
de Dublin na "Vigília pela Vida"

AS ASSOCIAÇÕES pró-vida irlandesas respondem à ONU, que continua a dizer que a legislação de Dublin sobre o aborto viola as normas internacionais sobre direitos humanos. Desde julho, Frances Fitzgerald, ministro da Justiça da Irlanda, vem sendo pressionado pelo Conselho para os direitos humanos das Nações Unidas em Genebra.

O Conselho considerou insuficiente o compromisso da Irlanda, assumido no ano passado, quando, para cumprir as exigências da ONU, alterou sua legislação sobre o aborto, com a aprovação de uma lei denominada The Protection of Life During Pregnancy Act, que acrescenta uma passagem relativa aos riscos para a mãe: em casos de condição física precária, e até se houver risco de suicídio da mãe, o aborto pode ser permitido. Isto foi considerado pouco pelo Conselho, segundo o qual a legislação irlandesa continua a "criminalizar" as mulheres grávidas, negando-lhes poder recorrer ao aborto" – que é definido como um “direito”. Yuval Sahny, relator da acusação, destacou que a Irlanda nega o acesso à "interrupção da gravidez, mesmo em circunstâncias em que nós, Estados, (membros) julgamos que tenha que ser uma obrigação permitir o aborto legal e seguro".

A ONU, no entanto, tem se encontrado com interlocutores nada dispostos a concordar com a concepção do aborto como um "direito da mulher". Esteve presente na discussão em Genebra Lorcan Price, advogado e representante da Campanha Pro-vida, associação irlandesa em defesa da vida. Price contestou a interpretação das Nações Unidas do conceito de direitos humanos: "Não existe nenhum 'direito ao aborto' na legislação internacional”. Portanto, não está só na Irlanda, mas em todo lugar a discordância com essa noção de direitos humanos. “Hoje, o riquíssimo lobby pró-aborto" – disse Lorcan – tenta enganar a Comissão de Direitos Humanos, argumentando que um ser humano ainda não nascido não tem direito de viver! Esta afirmação é completamente contrária às leis sobre direitos humanos!".

O Lobby referido por Lorcan tem nomes e sobrenomes. "Espero com todo o coração", – continuou ele, – "que o Comitê defenda o direito à vida e rejeite a pressão internacional dos grupos estadunidenses como o Center for Reproductive Rights, que querem impor a todo custo o regime do aborto na Irlanda. (...) Se a ONU assumisse uma posição explicitamente a favor do aborto, causaria um dano incalculável à sua credibilidade como organismo em defesa dos verdadeiros direitos humanos”.

Duro foi também o comentário da vice-presidente da Pro-Life Campaigne, Cora Sherlock, à agência Lifenews, que definiu a audiência da Comissão com a Irlanda como "uma farsa", porque as Nações Unidas demonstraram ser "extremamente tendenciosas em favor do 'aborto". Como exemplo, Sherlock lembrou que da parte da ONU “nem mesmo um murmúrio de preocupação se levantou por causa das terríveis situações de países como a Inglaterra, onde as crianças que sobrevivem de um aborto não recebem assistência médica e são abandonadas à morte nos cantos”. Ainda sobre a Inglaterra, disse ela, o Conselho “não falou nada sobre o recente caso documentado em que os restos de 15 mil crianças abortadas foram queimados para produzir calor nos hospitais (!) ou que as gravidezes podem ser interrompidas por razões de deficiência do feto até no momento do parto”.

Sim. Estamos diante de uma farsa destinada a continuar. Espera-se agora que o Conselho se reúna novamente, para fazer um novo teste em base às declarações recolhidas e emitir assim suas observações conclusivas, daqui a duas semanas.
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A perseguição aos cristãos no Iraque, um crime contra a humanidade


O SECRETÁRIO-GERAL da ONU, Ban Ki-moon, o Papa Francisco e o Bispo auxiliar caldeu de Bagdá, Mons. Saad Syroub, se manifestam sobre a clamorosa situação dos cristãos perseguidos por islâmicos no Iraque.

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A perseguição aos cristãos no Iraque: um "crime contra a humanidade"

Ban Ki-moon
O SECRETÁRIO-GERAL da ONU, Ban Ki-moon, falou sobre o tema no domingo (21/7)), enquanto Mossul continua sendo alvo de sucessivos ataques à Igrejas e residências de cristãos.

Fortes palavras de condenação à perseguição de cristãos de Mossul, por jihadistas do Estado islâmico, foram proferidas pelo secretário-Geral das Nações Unidas. Ele afirmou que "os ataques sistemáticos contra civis por causa de sua afiliação religiosa constituem um crime contra a humanidade, do qual os autores deverão prestar contas”.

Na mesma nota Ban Ki-moon se declarou particularmente impressionado com as notícias que chegam da segunda maior cidade do Iraque, da qual centenas de famílias cristãs foram forçadas a fugir. Antes de 2003, cerca de um milhão de cristãos moravam no Iraque, sendo que a comunidade de Mossul era particularmente florescente e numerosa, estabelecendo-se para além do limiar das 60 mil pessoas.




Mons. Saad Syroub
Sobre a questão da perseguição dos cristãos em Mossul falou também o Papa, no domingo (20/7), ao final do Angelus. Palavras que Mons. Saad Syroub, Bispo auxiliar caldeu de Bagdá, comentou na Rádio Vaticano. – "O apelo do Papa chegou no momento certo", disse Mons. Syroub, "porque os cristãos estão sendo realmente perseguidos: foram expulsos de suas casas, das suas terras, da sua cidade, só porque são cristãos!”.

O Bispo diz que os cristãos expulsos fugiram para o Curdistão, Erbil e planície de Nínive, onde algumas aldeias cristãs ainda resistem. "Encontram-se em uma situação muitíssimo difícil, porque não têm nada”, prosseguiu Mons. Syroub. "Destas famílias foram tirados seus carros, seu dinheiro, suas casas, seu trabalho. E não podem voltar!”.

Roubos e vandalismos foram praticados pelos jihadistas, que não pouparam edifícios sagrados. "Muitos mosteiros foram saqueados por estes grupos, que expulsaram os monges", disse ainda Mons. Syroub. "Tomaram o Mosteiro de São Jorge, a Casa das Irmãs do Sagrado Coração, o mosteiro dos dominicanos, o mosteiro dos siro-católicos, todos em Mossul”.

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Fonte:
Agência Zenit, em
http://www.zenit.org/pt/articles/a-perseguicao-dos-cristaos-no-iraque-um-crime-contra-a-humanidade
acesso 22/7/014

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Tragédia no Iraque – islamistas incendeiam Mitra Diocesana de Mossul e tomam mosteiro histórico




21 Jul – A situação dos cristãos no Iraque vai se tornando cada vez mais dramática. Neste último final de semana, a Mitra Diocesana de Mossul foi incendiada, e o Mosteiro de Mar Behnam, a dez minutos da cidade de Qaraqosh, foi tomado pelos fundamentalistas do ISIL (Estado Islâmico do Iraque e Levante), os mesmos que na semana passada obrigaram os fiéis a fugirem de Mossul depois de marcar suas casas com a frase “imóvel de propriedade do ISIL”.

O mosteiro é dedicado ao príncipe mártir assírio Behnam e a sua irmã Sarah, e data do século IV, sendo um dos lugares de culto mais antigos e venerados pelos cristãos locais. A notícia do incêndio foi dada pelo patriarca da Igreja Católica Síria, Ignace Joseph III Younan, à Rádio Vaticano, depois de reunir-se no sábado, na Santa Sé, com o Secretário para as Relações com os Estados, Dom Dominique Mamberti.

O Arcebispo siro-católico de Mossul, Dom Yohanna Petros Moshe, denunciou à agência Fides: "Neste domingo (20/7), os milicianos jihadistas do ISIL, que há algumas semanas proclamaram o 'Califado Islâmico' nos territórios que controlam no Iraque e na Síria, tomaram posse do antigo mosteiro de Mar Behnam, a dez minutos da cidade de Qaraqosh, onde vivem monges siro-católicos". Os fundamentalistas islâmicos “obrigaram os três monges e umas poucas famílias que viviam no mosteiro a ir embora, deixando as chaves”, indicou ainda o Arcebispo.

A agência Fides assinalou que, por agora, não há mais notícias confirmadas sobre o que esteja acontecendo no mosteiro, mas a situação é gravíssima. Temem-se mais atos de violência, vandalismo e profanação, como os que já se registraram em outros lugares de culto cristãos tomados pelos jihadistas.

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Fonte:
ACI Digital com EWTN Noticias
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Acorda, meu Brasil, que já passou da hora...


A DERROTA HUMILHANTE da seleção de futebol do Brasil para a da Alemanha, possivelmente a mais vexatória da história de todas as copas, representa muito mais do que o resultado surpreendente de um simples jogo. Representa a vitória da competência sobre a malandragem! Serve de exemplo para gerações de crianças que terão uma chance a mais de aprender que quem quer vencer na vida precisa estudar, treinar, se esforçar...

** Ler a crônica na íntegra
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Acorda, meu Brasil, que já passou da hora...


A DERROTA HUMILHANTE da seleção de futebol do Brasil para a da Alemanha, possivelmente a mais vexatória da história de todas as copas, representa muito mais do que o resultado surpreendente de um simples jogo. Representa a vitória da competência sobre a malandragem! Serve de exemplo para gerações de crianças que terão uma chance a mais de aprender que quem quer vencer na vida precisa estudar, treinar, se esforçar...

Já passou da hora de acabar com essa história de jeitinho malandro, da "malebolência" do brasileiro, que ganha jogo com o seu "gingado", ganha dinheiro sem ser suado, vira presidente sem ter estudado. O grande legado desta copa de futebol é o exemplo para as gerações do futuro. Que um país campeão e decente é feito por uma população honesta, trabalhadora, e não por uma população transformada em parasita por um governo que nos ensina a receber o alimento na boca e não a lutar para obtê-lo. 

A Alemanha ganha com maestria e merecimento. Que nos sirva de lição! É a vitória não da habilidade natural (nesse quesito provavelmente somos superiores), mas de uma cultura, da qual temos muito a aprender. A "Pátria amada Brasil" tem que ser amada todos os dias, no nosso trabalho, no nosso estudo, em nosso comportamento, nossas posturas, nossa honestidade. Amar a pátria em um jogo de futebol e no outro dia roubar o país, num ato de corrupção (que chamamos de 'malandragem'), seja qual for, furando uma fila, sonegando impostos, passando por cima da lei... Que amor à pátria é este?! Já chega! 

O Brasil cansou de ser traído por seu próprio povo! Que esta derrota épica sirva de lição para que nos agigantemos não para conquistar uma taça, mas para construirmos um país melhor, um tijolo por dia. Educar os nossos filhos para não chorar por um gol sofrido; ensinar que trata-se de apenas um jogo, uma parida esportiva, uma causa que não vale tanto sofrimento, tantas lágrimas. A construção de uma verdadeira nação honrada, que se orgulhe do seu povo, e não só do seu futebol, é a causa que merece nossas lágrimas, nosso suor e nosso sangue!

Adaptado de texto anônimo que circula na rede
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Papa Francisco defende fim do trabalho aos domingos


O PAPA LAMENTOU o abandono da tradicional prática cristã de não se trabalhar aos domingos, chamando atenção para o impacto negativo que tal perda causou às famílias e à vida social. O Pontífice, que viajou no último dia 5 para Molise, sul da Itália, disse que o funcionamento de lojas e outros negócios aos domingos não é benéfico para a sociedade.

O Papa disse que a prioridade deveria ser "não econômica, mas humana", com foco nas relações familiares e de amizade, não nas comerciais. Argumentou que o fim do trabalho aos domingos seria uma medida benéfica para todos, já que passar o domingo com a família e os amigos é um "código ético" tanto para fiéis como para os que não têm fé. "Gastem tempo com as crianças", exortou o Papa, acrescentando que gostaria de perguntar aos pais se eles "brincam com seus filhos".

Francisco, aos 77 anos, parecia recuperado de uma série de enfermidades que o levaram a cancelar alguns compromissos recentemente. Ele viajou a Molise de helicóptero para um dia repleto de atividades, incluindo um (emocionante) almoço com pobres e uma visita a uma prisão. – O Pontífice mostrava-se cheio de energia e sorria ao cumprimentar o público. O Vaticano descreveu os problemas de saúde como "moderados" e não deu mais detalhes.

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Fonte:
O Dia Online, disponível em:
http://odia.ig.com.br/noticia/mundoeciencia/2014-07-06/papa-francisco-defende-fim-do-trabalho-aos-domingos.html
Acesso 8/7/014
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