NÃO VEJO ASSUNTO mais importante que este, no momento presente. Vejo com muita clareza que estamos vivendo um momento chave na história da Igreja, e que chega rápido o momento em que essa cisão mal-disfarçada entre luz e trevas no seio do Rebanho de Cristo vai ficando mais e mais nítida, o abismo cada vez mais profundo e, muito em breve, a continuar assim, não será mais possível contorná-lo; a convivência entre esses opostos vai se tornando insuportável e algo realmente importante deve acontecer logo: será impossível ao verdadeiro católico continuar "vivendo de aparências".
ENTRE MUITOS OUTROS, podemos certamente dizer que um dos fatores que mais contribuem para os problemas no mundo de hoje é a falta de ensinamentos consistentes e contundentes sobre a existência do Inferno e também do Purgatório, e sobre o consequente sofrimento intenso que aguarda a grande maioria de nós após a morte. Muitos crimes, ofensas, agressões e destruições deixavam de ser praticados, em outros tempos, porque as pessoas tinham mais medo dessas coisas.
Em defesa da doutrina católica sobre o Purgatório, São Roberto Belarmino explica as consequências da descrença no Purgatório:
NESTA LIVE COM O PADRE Françoá Costa, nosso parceiro de apostolado Lorenzo Lazzarotto faz perguntas fundamentais e recebe respostas esclarecedoras. A definição das diferenças entre "progressistas", "conservadores" e "tradicionais" na Igreja, segundo os significados que estes termos ganharam nos últimos tempos na ordem eclesial, merece especial atenção. Do mesmo modo, a clareza na identificação da raiz do problema e a sua solução apresentada pelo Padre, que é precisa e corretíssima. Vale a pena ouvir com atenção.
A geração da época parece não ter se apercebido exatamente do que estava acontecendo...
RECENTEMENTE, EM UM GRUPO de estudos católico no qual participo, surgiu uma questão particularmente interessante, que julgo conveniente compartilhar com os nossos leitores. Alguns membros levantaram a seguinte questão: se houve mesmo a tão comentada descontinuidade da Fé católica — na doutrina, na moral, nos costumes e na disciplina da Igreja—, com o advento do concílio Vaticano II, então porque, conversando com pessoas que viveram durante esse momento de transição, vemos que elas parecem não ter notado algo assim tão crítico?
O BOLETIM MENSAL deste dezembro de 2024 do Priorado Padre Anchieta de São Paulo (SP) da FSSPX traz algumas considerações importantes que nos levam a refletir sobre questões realmente fundamentais para a Igreja de hoje e de sempre. Traremos a seguir alguns comentários e desdobramentos a respeito de certos temas abordados aí. Segue.
POUCO TEMPO DEPOIS de Francisco, com o Cardeal Matteo Zuppi, considerado seu potencial sucessor, terem aprovado evento LGBT+ para o Jubileu de 2025 — incluindo uma "peregrinação" passando pela Porta Santa da Basílica de São Pedro[1], o portal norte-americano LifeSiteNews convidou seus leitores a participar de uma novena dedicada à conversão do Papa Francisco e à restauração da Igreja Católica.
Organizada pela Confraria de Nossa Senhora de Fátima, a novena acontecerá de 8 a 17 de dezembro, aniversário de Francisco.
“Estamos fazendo isso com o máximo respeito e preocupação pelo nosso querido Santo Padre. Como católicos, devemos rezar ardentemente por ele e pela sua alma eterna antes que seja tarde demais”, disse Christopher Wendt, diretor internacional da Confraria. “Imagine o que significaria para a Igreja se o Papa Francisco retornasse à Verdadeira Fé, retratando quaisquer declarações duvidosas ou heréticas e abordando aquelas ações disciplinares ou nomeações que causaram danos”.
MAIS DE UMA DÚZIA de ativistas pró-vida ainda estão na prisão ou aguardando sentenças por acusações feitas pelo Departamento de Justiça dos EUA (DOJ, na sigla em inglês) simplesmente porque protestaram em frente a clínicas de aborto. O que houve com a tal "Terra da Liberdade"?
O MOMENTO MAIS IMPORTANTE do ano para um cristão é a Semana Santa. Nela recordamos com devoção os principais acontecimentos da Paixão, Cruz e Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo. A Semana Santa é a razão de ser da Quaresma, este tempo de penitência e oração tão propício para a nossa conversão.
COMO TODOS OS ANOS, mantendo aquilo que já se tornou uma desgraçada tradição nacional, lá vem a CNBB com mais uma esdrúxula "campanha da fraternidade" que visa qualquer coisa menos a santificação e a salvação das almas. Na realidade, os temas propostos deturpam o sentido da Quaresma e desviam os fiéis do sentido da oração, da penitência e da conversão que são a razão de ser deste tempo, redirecionando tudo para alguma causa meramente social, sempre a partir de uma visão ideológica esquerdista.
Os bravos leigos do Centro Dom Bosco, mais uma vez, levantam-se para combater o mal e exortar aos outros leigos que façam o mesmo. De fato, como já dissemos por aqui muitas vezes, ao contrário do que se imagina os leigos sempre tiveram papel fundamental em todas as grandes crises que a Igreja enfrentou, inclusive quando os clérigos hesitaram. Que agora os leigos têm que resistir a esses maus pastores, não dar dinheiro a eles, não colaborar com eles de modo algum, são fatos insofismáveis. Mas "frequentar a missa tradicional mais próxima" e buscar "paróquias verdadeiramente católicas" para ajudar, como sugere o vídeo (abaixo), convenhamos, isso está cada vez mais difícil, para não dizer impossível, na medida em que o próprio papa (?) vem tratando de afastar – e o faz com assombrosa competência – qualquer padre ou bispo que insista em preservar a Tradição ou se manter fiel ao Evangelho recebido de Nosso Senhor. Cada vez mais, essa solução simples vai se tornando inviável.
Como este trabalho existe para servir de auxílio aos fiéis católicos, gostaríamos de conhecer a sua opinião a respeito, fiel leitor: sirva-se do espaço para comentários logo abaixo deste post e compartilhe conosco o seu pensamento.
A DOUTRINA DE NOSSO Senhor Jesus Cristo está repleta de verdades que aos desavisados podem às vezes parecer antagônicas, mas que, entretanto, examinadas com atenção, longe de se desmentirem umas às outras, completam-se reciprocamente, formando uma harmonia maravilhosa. É este o caso, por exemplo, da aparente contradição entre a Justiça e a Caridade divinas.
AS ABERRAÇÕES DA APOSTASIA GENERALIZADA que testemunhamos hoje na Igreja realmente superaram todos os níveis do tolerável: a Fiducia Supplicans parece ter sido a última gota d'água que fez transbordar o tacho da indignação, provocando reações inimagináveis. Agora, três dos principais editores da Espanha se uniram para pedir a imediata deposição de Francisco, a quem chamam abertamente "Falso Profeta", bem como a anulação de todas as suas decisões, para a urgente eleição de um Papa legítimo. Por mais que saibamos da improbabilidade de tal gesto resultar em alguma ação concreta, não há como não considerar a sua gravidade e o seu peso simbólico enquanto manifestação corajosa partindo de formadores de opinião importantes. Segue o conteúdo da cara tornada pública, com tradução de Henrique Sebastião. Que Deus Nosso Senhor, pela intercessão da Santíssima Virgem. nos ajude, como Corpo Místico que somos, a salvar sua Igreja!
HAY QUE CONVOCAR UN CÓNCLAVE. Editorial conjunto, por
Nós, representando três grupos digitais católicos que englobam boa parte da opinião pública católica na Espanha, apelamos aos senhores Cardeais e Bispos que não reconheçam o Falso Profeta como Papa; que não estejam unidos “una cum” Bergoglio e que permaneçam fiéis à fé em Nosso Senhor Jesus Cristo, e devotos à Sagrada Eucaristia, para que possam assumir as tremendas circunstâncias deste momento histórico de apostasia geral.
GRAÇAS AO BOM DEUS, as reações à verdadeira aberração intitulada Fiducia Supplicans têm sido maravilhosas, vieram rápido e continuam acontecendo. A situação escala a um ritmo alucinante e são muitas informações chegando ao mesmo tempo, de modo que temos dificuldade em noticiar tudo. Em comunhão com as Conferências Episcopais do Cazaquistão, do Malawi, da Zâmbia, do Zimbawe, de Camarões, da Ucrânia e da Polônia, também os Bispos da Nigéria concluíram o mesmo, declarando em nota pública:
A Conferência Episcopal Nigeriana assegura a todo o povo de Deus que o ensinamento da Igreja Católica sobre o Matrimónio permanece o mesmo. Portanto, na Igreja não há a possibilidade de se abençoar uniões e atividades entre pessoas do mesmo sexo. Isso iria contra a Lei de Deus os ensinamentos da Igreja, as leis da nossa nação e as sensibilidades culturais do nosso povo.[1]
Já a nota da Conferência dos Bispos da Polônia destacava o seguinte:
Evitar a confusão e o escândalo é virtualmente impossível se a Igreja abençoa relações homossexuais. (...) Como a prática de atos sexuais fora do casamento, isto é, fora da união indissolúvel entre um homem e uma mulher aberta à transmissão da vida, é sempre uma ofensa à vontade e à sabedoria de Deus expressa no sexto mandamento do Decálogo, as pessoas que estão em tal relacionamento não podem receber uma bênção. Isso se aplica em particular a pessoas em relacionamentos do mesmo sexo. (...) Uma bênção só faz sentido quando uma pessoa a pede de boa fé quer reorganizar a sua vida de acordo com a vontade de Deus expressa nos Mandamentos.
Poucos dias depois, a Conferência Episcopal de Angola e São Tomé (CEAST) determinaram que não sejam dadas bênçãos a casais do mesmo sexo e nem a a "casais irregulares" (veja). Além de tantos Bispos dignos, vimos como a importante Congregação dos Padres da Imaculada Conceição da Santíssima Virgem Maria tomaram uma firme decisão no mesmo sentido, publicando uma carta que rechaça o documento do Vaticano (veja), assim como a Confraria do Clero Católico da Província Britânica de St. Gregory, the Great, que fez o mesmo (veja), e a Confraria de Clero Católico dos EUA, que igualmente respondeu com um sonoro "não" ao projeto revolucionário de Francisco e "Dom 'Tucho'":
"O comportamento pecaminoso e as inclinações desordenadas nunca podem ser abençoados ou tolerados. Mesmo a aparência de endosso de qualquer mal moral deve ser evitada a todo custo, para que não se infira que aquele que dá a 'bênção' seja também um cooperador formal no mal, o que é sempre proibido." (Fonte)
Ainda em tempo, juntamente com inúmeros padres ao redor do mundo, como o Mons. Charles Pope, reitor e da Arquidiocese de Washington, DC, que já tornou público que, como sacerdote, tem o dever de proteger seus fiéis de confusão e do erro teológico, por isso não irá fazer bênçãos a duplas gays e a casais irregulares (veja), também o Arcebispo-Maior Sviatoslav Shevchuk, líder da Igreja Greco-Católica Ucraniana, declarou à CNA que “O discernimento pastoral nos exorta a evitar gestos, expressões e conceitos ambíguos que possam distorcer ou deturpar a Palavra de Deus e o ensinamento da Igreja” (veja).
Logo depois veio a reação do Cardeal Arcebispo de Montevidéu, Uruguai, Dom Daniel Sturla, mais um a se posicionar publicamente da mesma maneira, declarando que a Fiducia Supplicans não pode ser efetivamente obedecida, pois abençoar um par homossexual "não é mais uma bênção de pessoas, mas desse 'casal', e toda a Tradição da Igreja, inclusive um documento de apenas dois anos atrás, diz que não é possível fazer isso", e concluiu alertando para a grande "confusão" que o documento está provocando, lamentando especialmente que isso tenha acontecido no tempo santo do Natal. Disse ainda o Arcebispo, um tanto enigmaticamente, que o famigerado documento “está dividindo as águas dentro da Igreja” (veja).
Acrescente-se a forte declaração do bispo de Moyobamba, Peru, Raphael Escudero Lopez-Brea, que escreveu uma carta contra o documento sem meias palavras. Disse ele por exemplo:
Não minimizemos as consequências destrutivas e míopes resultantes deste esforço de alguns hierarcas da Igreja para legitimar tais bênçãos, em alguns casos com boas intenções e noutros com a intenção de destruir o Depósito Sagrado da Tradição da Igreja[2].
Abaixo, em vídeo, nosso parceiro de apostolado Lorenzo Lazzarotto atualizava (em 29/12) as reações ao redor do mundo, incluindo alguns que se manifestaram favoravelmente, em contraste com as muitas conferências episcopais, além de bispos e cardeais que se manifestaram contra, e demonstram bem a separação entre joio e trigo que será forçosa daqui para diante. Tudo isso por enquanto. As boas novas não cessam, graças à Misericórdia divina. Rezemos.
_____ [1] Nigerian Catholic Bishops Clarify Pope’s Declaration, Say No Blessing For Same-sex Unions, Marriages As ‘They’re Against God’s Law, Teachings’, em Sahara Reporters, disp. em:
https://saharareporters.com/2023/12/21/nigerian-catholic-bishops-clarify-popes-declaration-say-no-blessing-same-sex-unions
Acesso 28/12/2023.
[2] A declaração de Dom Escudero completa está disponível no InfoCatolica, artigo "Mons. Rafael Escudero: Fiducia supplicans 'daña la comunión de la Iglesia'", disp. em: https://www.infocatolica.com/?t=noticia&cod=48384 Acesso 3/1/2023.
DE TODO MAL, DEUS tira um bem maior: assim é que prefiro começar este artigo, de modo invertido, pela sua conclusão final. Porque quanto mais explícita for a traição a Cristo, ao seu Evangelho e a todo o Magistério perene, à sagrada Tradição e às sagradas Escrituras, mais explícita e irrecusável se torna a obrigação que cabe a todos os nossos pastores que ainda mantêm a Fé católica não apenas de resistir, porém, mais do que isso, de se levantarem e proclamarem que Bergoglio é um herege em cisma com o Papado e que não podemos nos submeter a esse simulacro de igreja que se instalou na Sé Apostólica.
A página inicial do site mostra que em apenas um dia as Dubia já foram corretamente respondidas por 1.194 fiéis católicos de 54 países diferentes.
NUM TESTEMUNHO MUNDIAL e inédito da Fé Católica, mais de mil fiéis católicos de 54 países diferentes assumiram a responsabilidade de responder às recentes Dubia enviadas por cinco Cardeais ao Papa Francisco sobre áreas-chave da doutrina que vêm sendo minadas atualmente nos mais altos níveis da hierarquia da Igreja. Organizada pela campanha Missae pro Missa, esta iniciativa popular apelou a todos os católicos para que dessem as respostas corretas às Dubia, reafirmando assim a Fé católica que é imutável, “independentemente da boa vontade do Sumo Pontífice para o fazer”; afinal, a Igreja é o Corpo de Cristo e a continuidade histórica do mesmo Cristo no mundo, tendo recebido sua assistência diretamente do Céu, e o papa, mesmo sendo a sua cabeça visível é, afinal, um servidor da mesma Igreja, nunca seu dono e senhor.
O MAIOR PRESENTE que um pai pode dar aos seus filhos é lhes proporcionar uma sólida educação católica. Hoje muito se fala em "educar para o Céu", o que é uma expressão magnífica. Mas como praticá-la? Será que uma educação Católica consiste apenas em inserir no currículo de uma escola algumas aulas de Catecismo e ensinar as crianças a rezar?
BERNARDO KÜSTER STRIKES again, com uma nova série de vídeos autorais que visam formar os cristãos, especialmente católicos, para que saibam defender bem a Fé verdadeira diante do apavorante cenário que nos rodeia – de diminuição geral da influência da Igreja perante o mundo, do crescimento de seitas satânicas e dos ataques cada vez mais violentos que os cristãos vêm sofrendo da parte de grupos diversos (LGBT etc., ateístas, relativistas, comunistas, etc., etc.).
“Atenção! Está no ar O Fiel Católico! O desejo de todo católico é fazer Cristo reinar no mundo!”
Seria mais ou menos assim que iniciaria uma chamada clandestina para uma rádio católica em tempos de perseguição. E tal podemos pensar porque foi assim que iniciou uma chamada da "Rádio Libertadora", uma rádio comunista clandestina no tempo da ditadura militar (que era mais mole que dura, diga-se de passagem).
Antes de mais nada, permito-me explicar a razão de minha comparação entre uma ação católica com uma ação comunista. Não, amigo, não vim aqui fazer um discurso de teólogo da libertação, mostrando “elementos revolucionários” no cristianismo. Ao contrário, vim separar o joio do trigo. Vim trazer divisão, levantando um muro entre nós e eles para que possamos nos reagrupar e agir como católicos que somos.
NESTE MOMENTO DE DOR e terrível frustração, surgem reações diversas, mas praticamente nada se faz de realmente útil e concreto para que possamos, no futuro, reverter a situação.
Alguns dizem que a desgraça aconteceu porque não rezamos o suficiente, e que, agora, só se pode aceitar a dor e oferecer o sacrifício a Deus. De minha parte, digo que não tenho como estimar se as orações foram suficientes ou não. Mas sei que as orações às vezes são atendidas, outras não, por muitas razões. E sei que rezamos muito: houve cruzadas de Rosários, correntes de oração e novenas suplicantes por toda parte.
Mais de um milhão de pessoas na Praça Tahrir do Cairo, Egito, manifestaram a sua vontade com determinação férrea, no início da "Primavera Árabe": uma onda de protestos e manifestações ocorridas no Oriente Médio e norte do continente africano em que a população foi às ruas para derrubar ditadores, numa das mais emblemáticas ações populares da História, que resultaram em transformações radicais nos rumos da política mundial.
NESTE MOMENTO HISTÓRICO inquietante e que certamente resultará em mudanças realmente muito importantes para o nosso país, não há como se tratar de outro assunto que não seja o panorama político e social do Brasil. Observando as principais dúvidas levantadas em grupos católicos, tentamos reunir algumas informações, dentre as mais importantes do momento, para tentar esclarecer questões essenciais neste breve artigo em formato de perguntas e respostas simples.
APARECIDA 2022: Depois de padres de extrema-esquerda vergonhosamente fazerem de tudo para tentar impedir fiéis católicos de – pasme o leitor! –, rezar o Rosário contra o comunismo, num ato que fora previamente organizado pelo Centro Dom Bosco, caíram as escamas de muitos olhos que ainda não enxergavam a profundidade da malícia desses eclesiásticos que traem seus votos sagrados para servirem à obra do demônio na Terra.
Gostaríamos de dizer o que houve com termos mais brandos, mas esta é a mais simples verdade dos fatos. Testemunhos sobre o que ocorreu em Aparecida, como o feito pelo Sr José Carlos Sepulveda, seja em seu canal, seja no canal PHVox, percorreram o Brasil denunciando a atitude dos redentoristas capitaneados por dom Orlando Brandes – o mesmo arcebispo que, hipocritamente, diz que "a direita é violenta" e que recentemente alertou contra o fictício perigo de um tal "dragão do tradicionalismo" que só ele enxerga.