NO DIA 4 de OUTUBRO de 2025, o Papa Leão XIV publicou sua primeira exortação apostólica, intitulada Dilexi Te ('Eu te amei'), documento que se propõe a refletir sobre o amor pelos pobres, inspirado nas palavras de Cristo. À primeira vista, o texto parece uma meditação piedosa sobre a caridade cristã, invocando figuras como São João da Cruz e São John Henry Newman. No entanto, para tradicionalistas fiéis à Doutrina imutável da santa Igreja, essa escolha inaugural revela uma continuidade no mínimo preocupante com o legado altamente problemático (para dizer o mínimo) de seu predecessor, Francisco, priorizando questões temporais e sociais em detrimento da urgente necessidade de reafirmar as verdades eternas da Fé.
5/5/2025 | Conheça melhor os Cardeais votantes no Conclave: somente uma intervenção divina direta pode nos salvar agora!
O PROF. LUCAS LANCASTER vive a mesma experiência que nós, por aqui. É a sina de todo diretor de apostolado: tentar abrir os olhos ao grande público católico e perceber que a alienação é geral. Afora um pequeno grupo que mantêm o zelo pela Casa de Deus e que busca se conscientizar, com honestidade, da verdade dos fatos, a maioria segue alheia e nem sequer imagina o tamanho da gravidade da crise que estamos atravessando.
Cardeal denuncia: Macron tenta manipular o Conclave contra a eleição de Sarah!
Por Lorenzo Lazzarotto — História e Fé Católica
EMMANUEL MACRON, o ultra-progressista presidente da França, foi denunciado pelo Cardeal Péter Erdö, da Hungria (considerado um 'papável'), pela sua aproximação com os Cardeais franceses visando influenciá-los a impedir a eleição do Cardeal Sarah.
Essa denúncia é extremamente importante e nos ajuda a entender um pouco mais sobre o conflito de interesses nos bastidores de um conclave.
E caso você pense simplesmente que ‘o Papa é eleito pelo Espírito Santo’, - como eu até recebi um comentário essa semana dizendo que o conclave é infalível - tenho uma reflexão interessante do cardeal Joseph Ratzinger.
Índice do vídeo:
Assistir pornografia reprograma o cérebro

PORNOGRAFIA É COISA muito antiga na história humana. Arqueólogos descobriram centenas de afrescos e esculturas sexualmente explícitas nas ruínas do Monte Vesúvio em Pompeia, Itália, por exemplo, assim como em esculturas do século X na Índia, e a arte japonesa do shunga já retratava casais em cenas de sexo explícito no século XVII.
Crianças continuam sendo sacrificadas ao demônio no Brasil

Por Ana Campagnolo, professora e historiadora
ACREDITE VOCÊ OU NÃO no mundo espiritual, o fato é que sacrifícios humanos continuam sendo levados a cabo por quem se devota aos poderes das trevas. Essas práticas motivadas por “crenças alternativas” não são brincadeira.
Recentemente (7/2024), no Brasil, uma mulher decapitou o próprio filho em um ritual satânico. A vítima: um menino de apenas 6 anos. Pouco tempo depois, na cidade catarinense de Brusque, uma bruxa de 70 anos foi capturada por crime semelhante após passar mais de uma década foragida. Ela foi condenada pelo abuso sexual seguido de assassinato praticado contra um menino de 8 anos. O garoto foi morto com 40 punhaladas. Essa barbárie foi parte de um ritual de magia negra conduzido pela mulher.
20/5/2024 | Mais sinais no céu: meteoro(?) ilumina espetacularmente os céus de Portugal e Espanha.
Lembrando que, há uma semana, uma imensa e raríssima Aurora Boreal iluminava a Europa [saiba mais] e que têm sido observadas atividades anômalas do Sol nos últimos meses, o que pode culminar inclusive com risco de apagões e interferências nas nossas comunicações [veja aqui e aqui]
Há um prenúncio no ar? Muitos nos lembram as profecias de Fátima e de outros grandes videntes e místicos que se referiram aos nossos tempos e sinais como estes. Estamos diante de mais um sinal do Céu? Uma intervenção divina? Um grande castigo se aproxima? Mais informações no vídeo do IPCO, abaixo.
5/2024 | Sinais nos céus: mero fenômeno natural, prenúncio ou alerta divino?
Segundo postagem da Gaudium Press no Instagram, "é importante notar que as luzes que agora iluminam os céus em todo o mundo são quase inéditas, muito mais intensas do que as que foram vistas antes da Segunda Guerra Mundial". Claro que temos e teremos sempre os velhos catastrofistas de plantão, prontos a gritar aos nossos ouvidos que o fim do mundo chegou, e nós não nos incluímos nesse grupo, de modo algum. Mas não se pode honestamente ignorar nem dizer que se trata de puro alarmismo que tais sinais se deem às vésperas do 12 de maio, nestes tempos em que a Rússia promove a guerra e quando o risco de um novo conflito mundial é uma possibilidade assustadoramente real; nestes tempos de pestes e grandes calamidades que se sucedem; nestes tempos em que assistimos, estarrecidos, a abominação da desolação posta no lugar santo.
Semana Santa 2024 | "O Cristo de Sevilha" não só nos ultraja: lança-nos em face a dura verdade dos nossos tempos
Pio XII confirmou que o Segredo de Fátima prevenia sobre a apostasia na Igreja, mas foi ignorado por seus sucessores
UM TESTEMUNHO NOTÁVEL, embora de relevância indireta, é o do Cardeal Eugenio Pacelli – antes de se tornar o Papa Pio XII – quando era Secretário de Estado do Vaticano durante o reinado de Pio XI.
Falando ainda antes de a Irmã Lúcia ter escrito o Terceiro Segredo, o futuro Pio XII fez uma profecia espantosa sobre uma futura convulsão na Igreja:
As mensagens da Santíssima Virgem a Lúcia de Fátima me preocupam. Essa persistência de Maria sobre os perigos que ameaçam a Igreja é um aviso do Céu contra o suicídio de se alterar a Fé na Sua liturgia, na Sua teologia e na Sua alma. (...) Ouço à minha volta inovadores que querem desmantelar a Capela-Mor, destruir a chama universal da Igreja, rejeitar os Seus ornamentos, fazê-la ter remorsos do Seu passado histórico.[1]
Um pontificado com mão de ferro: dez anos de punições e afastamentos de todos os que ousam discordar
NÃO FORAM SOMENTE Strickland ou Burke. A longa série de bispos destituídos prematuramente pelo Papa Francisco acelerou no último ano e meio: a tão falada misericórdia só é aplicada para os inimigos declarados da Igreja. Todo aquele que se atreve a questionar as direções atuais ou defender a sagrada Tradição e o Magistério perene da Igreja – mesmo que respeitosamente –, é punido, como que para servir de exemplo ao demais. Até quando?
Cada caso individual é sempre desconcertante, mas o número total é chocante e impacta profundamente os rumos da Igreja para o futuro. Por isso, resolvemos publicar aqui a informação atualizada. Confira abaixo a lista dos bispos severamente defenestrados por discordar ou questionar o projeto de uma nova igreja “conciliar” e “sinodal” que está em pleno curso.
O último caso flagrante foi o castigo autoritário e totalmente constrangedor aplicado ao Cardeal Raymond Leo Burke (saiba mais), pouco tempo depois de Dom Joseph Strickland, que vinha sofrendo pressão do Núncio para a sua demissão “voluntária”, ter sido afastado de sua diocese sem qualquer motivo justo ou sequer explicação, já que não há registro de qualquer escândalo financeiro ou sexual contra ele, muito menos de que fosse culpado de heresia. Strickland parece ter sido punido simplesmente pelo crime de pensar como sempre pensaram todos os bispos fiéis da Igreja, assumindo posições que desagradaram ao que já está sendo chamado “o politburo eclesiástico”[1]: coisas como resistência às políticas sanitárias que cerceassem o direito de culto, oposição à bênção de duplas homossexuais, resistência à proibição da Missa de Sempre. Além disso, ele é culpado daquele “vício imperdoável” de insistir em manter numerosas vocações e um grande número de seminaristas em sua diocese.
Esse “vício” Strickland partilha com outro Bispo posto na lista negra: Dom Domique Rey, de Fréjus-Toulon, em cuja diocese as ordenações sacerdotais foram simplesmente congeladas, há mais de um ano, sem nenhum motivo razoável. A solução, segundo o jornalista Jean-Marie Guénois, seria uma “saída honrosa para o Mons. Rey e para o seu trabalho pastoral”: a nomeação de Dom François Touvet, Bispo de Châlons en Champagne, como “coadjutor” da diocese; uma espécie de diarquia durante os quatro anos que separaram Rey dos seus fatídicos 75 anos. Sendo realistas, se pensarmos no que aconteceu ao Bispo de Albenga-Imperia, Dom Mario Oliveri, isso seria um congelamento das faculdades do Bispo ordinário. É bastante difícil compreender como é que o pleno poder de jurisdição de um bispo sobre a sua diocese poderia ser assim dividido com um coadjutor ao gosto do Papa.
Essa longa série de afastamentos e punições exemplares, porém, começou com a terrível destituição, em 25 de setembro de 2014, do Bispo de Ciudad del Este, Paraguai, Dom Roger Ricardo Livieres Plano, que se recusava a renunciar sob pressão da Santa Sé. Várias críticas absurdas graves e comprovadamente falsas pesaram então sobre ele: ter acolhido um padre norte-americano acusado de abuso de um jovem (maior de 18 anos), cujo caso foi posteriormente arquivado por falta de provas e má gestão dos fundos da diocese; além disso, o “grande crime” de querer erigir um seminário independente na sua própria diocese.
Depois veio o dia 8 de novembro de 2014, com a destituição do já citado Cardeal Burke do cargo de Prefeito do Tribunal da Assinatura Apostólica, o mais alto órgão judicial da Santa Sé, para nomeá-lo patrono da Ordem dos Cavaleiros de Malta, um título puramente formal e que lhe destituía de qualquer poder, na prática. Mas também desse cargo ele foi demitido no dia 19 de junho de 2022, quando ainda não tinha 75 anos, para ser substituído pelo cardeal Gianfranco Ghirlanda, de 81 anos.
A seguir foi a vez do referido Bispo de Albenga-Imperia; em 1 de setembro de 2016, a sua renúncia foi aceita por Francisco, depois de Monsenhor Oliveri ter sido obrigado a dividir o seu poder de bispo e suas responsabilidades, durante mais de um ano, por um coadjutor, que ao final o substituiu efetivamente.
Também no dia 1º de setembro, Monsenhor Josef Clemens, prefeito do Pontifício Conselho para os Leigos, que durante muitos anos foi secretário pessoal do Cardeal Ratzinger, ficou sem cargo após a decisão de Francisco de abolir o referido Conselho.
Em 1º de julho de 2017, o Cardeal Gerhard Müller, Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé à época, foi demitido no final do seu mandato de cinco anos e, a seu pedido, não recebeu nenhuma outra missão.
Em 24 de outubro de 2018, uma defenestração relâmpago, para os padrões da Igreja: o Papa destituiu o Bispo de Memphis, Dom Martin David Holley, nomeado apenas dois anos antes. A série longa de remoções por “questões administrativas” havia começado.
Em 2018 começam os expurgos argentinos. Primeiro, o Arcebispo de La Plata, Dom Héctor Aguer, despediu-se menos de uma semana depois de completar 75 anos, ficando sem teto. Depois foi a vez de Dom Pedro Daniel Martinez Perea, Bispo de San Luis que, em 2017, havia se posicionado contra a abertura da polêmica Amoris Lætitia; em dezembro de 2019, a Santa Sé ordenou uma visita apostólica à sua diocese e, em 13 de março do ano seguinte, foi convocado a Roma: em 9 de junho de 2020, foi anunciada a aceitação da sua renúncia pelo Papa. Nenhuma explicação, nenhuma possibilidade de defesa. Dom Perea também foi mandado para casa sem designação.
No caso de outro prelado argentino, Dom Eduardo Maria Taussig, Bispo de San Rafael, uma intervenção do Prefeito da Congregação para o Clero, Cardeal Beniamino Stella, obrigou-o a encerrar o então próspero seminário diocesano em 2020, e em 2022 ele foi “encorajado” a deixar o cargo, com apenas 68 anos de idade. O Papa aceitou sua renúncia.
Em 17 de janeiro de 2019, o Papa decidiu extinguir a Pontifícia Comissão Ecclesia Dei, e o seu secretário, Dom Guido Pozzo, foi enviado, com apenas 68 anos, para ser o superintendente económico da Pontifícia Capela Sistina Musical, um cargo meramente honroso.
Depois foi a vez de D. Francesco Cavina, Bispo de Carpi, nomeado em 14 de novembro de 2011, que, depois de menos de oito anos, foi forçado a entregar a sua demissão, depois de ter vivido a tragédia do terremoto e de ter trabalhado arduamente pela reconstrução; aos 64 anos, ficou sem qualquer trabalho e até hoje vive em casa de sua família, “desempregado”.
Não houve a tão alegada “misericórdia” para outra “vítima do terremoto”. Na verdade, 2020 foi o ano da demissão de Monsenhor Giovanni D’Ercole, que também foi pressionado a apresentar a sua demissão. Envolvido no trágico terremoto de L’Aquila (2009), onde foi Bispo auxiliar, encontrou-se depois na linha de frente, como Bispo de Ascoli Piceno, após o terremoto de Amatrice-Norcia-Visso (2016-2017). Também no caso dele, não houve nenhuma explicação oficial. Ficou, no entanto, bastante claro que o seu vídeo, no qual mostrava que não gostava das contínuas restrições à vida sacramental da Igreja devido à histeria coletiva causada pelo surto de Covid, pesou na decisão.
Novembro de 2021. O Arcebispo de Paris, Monsenhor Michel Aupetit, foi acusado por um semanário francês de ser demasiado atencioso para com uma mulher, nove anos antes. Os promotores franceses abriram uma investigação preliminar por agressão sexual contra uma pessoa vulnerável. Aupetit, aos 70 anos, apresentou a sua demissão, que foi imediatamente aceita pelo Papa. Admitiu ele que aceitou sob pressão da comunicação social, porque, segundo disse, “um homem difamado já não tem condições de governar”. O processo foi encerrado em setembro de 2022 por inexistência do crime.
Do mesmo modo, no último ano e meio, seis prelados foram atingidos em cheio pela “misericórdia” de Francisco. Já o Mons. Giacomo Morandi, depois de nem cinco anos como Secretário da Congregação para a Doutrina da Fé, substituiu Mons. Massimo Camisasca na diocese de Reggio Emilia-Guastalla: uma provável recompensa pelo Responsum sobre a bênção de duplas homossexuais.
9 de março de 2022: Francisco destituiu o Bispo de Arecibo (Porto Rico), Dom Daniel Fernández Torres, com apenas 58 anos de idade, após este se recusar a renunciar. As razões são claras, mas não publicamente admissíveis: recusa em assinar primeiro uma declaração conjunta dos bispos porto-riquenhos, que obrigava como um dever católico a polêmica vacina; depois, as declarações contrárias à limitação das Missas no rito antigo. Torres também se recusou a enviar os seus seminaristas para o recém-aprovado Seminário Interdiocesano. Não foi sinodal o suficiente e foi cortado do pontificado da misericórdia que acolhe a todos – menos aqueles considerados “muito católicos”.
Depois disso, o mesmo destino se abateu sobre outros dois secretários do Papa Bento XVI : Monsenhor Georg Gänswein, literalmente expulso de Roma e enviado para a Alemanha, sem posto; e Dom Alfred Xuereb, enviado como núncio na Coreia e na Mongólia, com término do cargo no momento em que se preparava a Viagem Apostólica de Francisco(!): 64 anos, desempregado.
As bombas que ceifaram as atuações de Strickland, Rey e Burke, fecham (por enquanto) esta longa série de atos totalitários e injustos. Recordemos ainda o tratamento dispensado ao Cardeal Giovanni Angelo Becciu, a súbita demissão de Dom José Rodríguez Carballo, o tratamento dispensado a Dom André Léonard, com a supressão da Fraternidade Sacerdotal dos Santos Apóstolos que ele fundou. O fato cada vez mais evidente é que este Papa não pretende “fazer prisioneiros”, apesar de pregar a tolerância, o acolhimento de todos e a a sinodalidade “democrática” na Igreja. Mais preocupantes são as remoções forçadas de bispos comuns, sem que as razões sejam conhecidas, não só pelo público, mas sequer por eles próprios. Outro sinal perigoso de uma plenitudo potestatis mal compreendida . E de uma pastoral nada – realmente nada – misericordiosa, inclusiva ou tolerante. É a política do “golpear um para educar cem”.
Que será da Santa Igreja? Quando Nosso Senhor voltar, ainda encontrará a Fé sobre a Terra? Rezemos e ofereçamos sacrifícios pela restauração da santa Igreja, e por um Papa e Bispos fiéis e santos.
** Assine nossa Formação Teológica clássica (Dogmática, História da Igreja, Bíblia, Ascética & Mística e Introd. à Patrologia e Patrística) e receba acesso aos módulos mensais + nosso Curso de Sagradas Escrituras completo (material com mais de 1.500 páginas em 12 volumes/PDF) + a coleção completa da revista O Fiel Católico digital (43 edições) + materiais exclusivos e atualizações frequentes, tudo por R$29,00.
___________
[1] Politburo (ou Bureau Político), é o nome dado ao comitê executivo dos partidos comunistas, o órgão de tomada de decisão mais importante do partido. O primeiro politburo foi criado na Rússia pelo Partido Bolchevique em 1917. Ficou caracterizado pelo uso da força e repressão radical, especialmente durante o período de Stalin, onde desempenhou papel central na execução sumária de milhares de inocentes e na perseguição de seus opositores políticos.
Referência para este artigo:
SCROSATI, Luisella. “The pontificate of purges: ten years of defenestrations”, para o New Daily Compass, disp. em:
https://newdailycompass.com/en/the-pontificate-of-purges-ten-years-of-defenestrations
Acesso 30/11/2023.
11/2023 | Mais uma aberração: culto pagão 'homenageia' deuses astecas em solo sagrado
NUM DOS VÍDEOS mais impactantes produzidos por Lorenzo Lazzarotto até aqui, fica exposta mais uma vez a abominável traição da Fé e do Evangelho perpetrada por aqueles que deveriam defendê-la até a morte, se preciso. No inacreditável escândalo da vez, o solo sagrado foi profanado com homenagens a antigos demônios assassinos (não é exagero) adorados pelo povo asteca antes da colonização espanhola. Respire fundo antes de assistir.
Francisco pretende mudar as regras da eleição papal
Professando “voltar à Igreja primitiva”, a ideia seria fazer com que os cardeais eleitores, a maioria dos quais o papa Francisco escolheu, formassem setenta e cinco por cento dos votos, enquanto os restantes vinte e cinco por cento seriam compostos por leigos, mulheres e religiosas, nomeados pelo mesmo Francisco antes de a Sé Apostólica ficar vaga.
(Diane Montagna para o OnePeterFive)
Francisco respondeu às Dubia dos cinco Cardeais?
NO MESMO DIA em que os cinco Cardeais (Brandmüller, Sandoval Íñiguez, Burke, Sarah e Zen Ze-kiun) tornaram público o fato de terem encaminhado a Francisco sua apreensão com os rumos que a Igreja vem tomando em forma de Dubia, sem obter resposta, e advertindo também publicamente os leigos quanto aos perigos envolvendo o "Sínodo da sinodalidade", o novo Cardeal Victor Manuel Fernandéz "Tucho" anunciou ao mundo – em texto publicado no Vatican News (veja) –, que o Papa tinha respondido às Dubia, dando a entender que o assunto estava resolvido. Mas o que ele fez foi apenas tornar públicas as respostas evasivas dadas em julho, às quais os Cardeais reagiram reformulando suas perguntas, conforme noticiamos por aqui (veja).
Agora, com essas respostas cheias de termos dúbios (pois é), que de fato nada respondem, podemos dizer, como diria meu falecido pai, que o Papa (ou o assessor que redigiu o texto) foi, como de costume, "mais liso do que um bagre ensaboado". Trata-se de um obra-prima da arte do falar sem dizer absolutamente nada: uma coleção de "poréns", "todavias" e "entretantos" que fazem com que tudo possa ser interpretado e reinterpretado de muitíssimas formas, ao gosto de quem lê. Assim como tudo o que se faz desde o catastrófico Conc. Vaticano II. Rezemos e nos penitenciemos.
2/10/2023 | URGENTE! Cinco Cardeais advertem publicamente aos leigos quanto ao perigo do Sínodo!
DIANTE DOS CLARÍSSIMOS CASOS de contradição, negação da fé e heresias apresentados para o "Sínodo da Sinodalidade", cinco Cardeais da Igreja – os Revmos. Cardeais Brandmüller, Sandoval Íñiguez, Burke, Sarah e Zen Ze-kiun –, apresentaram questionamentos a Francisco em forma de Dubia.
Ago/2023 | Carta de Dom Strickland, Bispo do Texas, alerta sobre o Sínodo
NESTE TEMPO DE GRANDE TURBULÊNCIA na Igreja e no mundo, devo falar com coração de pai para vos advertir dos males que nos ameaçam e para vos assegurar a alegria e a esperança que temos sempre em Nosso Senhor Jesus Cristo. Uma mensagem má e falsa invadiu a Igreja, diz que Jesus é apenas um entre muitos e que não é necessário que a sua Mensagem seja partilhada com toda a Humanidade. Essa ideia deve ser refutada e rejeitada.
3/ago/2023 | Jovens rezam em reparação a "missa" LGBTQ e o padre chama a polícia! Entrevista ao vivo

PADRES QUE PROMOVEM heresias e escândalos; jovens leigos que defendem a Fé de sempre. Duas posições inconciliáveis, porque representam duas religiões diferentes: o modernismo e o Catolicismo.
Assim podemos analisar o ocorrido no último dia 3 na igreja paroquial N. S. Senhora da Encarnação da Ameixoeira, em Lisboa, Portugal. Ali, o "dominicano" frei José Nunes celebrou uma "'missa' LGBTQ" organizada pelo "Centro Arco-Íris", um grupo que está "acolhendo" jovens "católicos LGBTQ" (e seja lá quantas letras mais completem esta sigla) que vieram para a Jornada Mundial da Juventude.
O Sínodo Orwelliano
Traduzido e adaptado por Henrique Sebastião do artigo de Larry Chapp para o Catholic World Report
NA MINHA JUVENTUDE, frequentei um seminário conservador em minha formação de graduação. Eu estava bem com isso, já que, teologicamente, eu era um jovem conservador, cheio do zelo que geralmente vem com o idealismo juvenil. Era a época da insanidade antinomiana (só a fé basta) pós-conciliar, e parecia que a Igreja havia se tornado o refúgio preferido dos clérigos canalhas de todas as convicções teológicas dissidentes. Mas João Paulo II acabara de ser eleito, então também parecia haver esperança de que um jovem católico conservador como eu poderia realmente encontrar um lar e um porto seguro na Igreja.
Mas eu estava errado.
"Para que serve a JMJ?" Jovem católico responde a bispo supostamente preocupado em acolher os jovens...

Por Lorenzo Lazzarotto
"Nós não queremos converter os jovens a Cristo": com essas palavras, saídas da boca não só de um bispo, mas do organizador da Jornada Mundial da Juventude 2023, assustaram o mundo católico e levaram fiéis a se perguntar: "Por que homens assim estão no clero?".
Com efeito, as palavras de Dom Américo Aguiar não são frases de uma "voz única" que constitui exceção entre as fileiras eclesiásticas. A recente nomeação deste prelado como Cardeal da Igreja pelo Papa Francisco – que também elevou Dom Fernandez 'Tucho', o "arcebispo beijoqueiro", à púrpura cardinalícia, mostram que tais homens de fato seguem o caminho apontado pelo próprio Francisco.
Mai/2023 | Católicos alemães são obrigados a escolher: financiar Caminho Sinodal ou ficar sem Sacramentos
![]() |
| "O que será de nós?"... Crianças vestidas tradicionalmente assistem à Missa de Corpus Christi na matriz de Crostwitz, Alemanha. |
Com informações de ACI Digital
CADA VEZ MAIS católicos alemães vem se manifestando contrários ao Caminho Sinodal Alemão – bispos e uma organização de leigos católicos que já aprovou a proposta de abençoar uniões homossexuais, ordenar mulheres e acabar com o celibato sacerdotal (saiba mais) –, e não querem financiá-lo. A única maneira de boicotar a heresia, porém, é desfiliando-se oficialmente da Igreja, uma vez que, na Alemanha, a Igreja é financiada com parte dos impostos de quem se declara católico, repassada pelo Governo.
Mar/2023 | Caminho Sinodal vota a favor do homossexualismo, da ideologia de gênero e da ordenação de mulheres
OS DELEGADOS DO CAMINHO SINODAL Alemão aprovaram recentemente um pacote de medidas radicais para pressionar a Igreja a incorporar a ideologia de gênero e a ordenação de mulheres ao diaconato sacramental. A votação ocorreu no último dia da assembleia de encerramento do processo, ocorrido em Frankfurt, de 9 a 11 de março/2023. Nos últimos dias, os delegados votaram majoritariamente a favor das bênçãos de uniões homossexuais, de normalizar a pregação leiga na missa e de pedir a Roma que "reexamine" a disciplina do celibato sacerdotal.
















