UMA NOVA E INACREDITÁVEL terrível notícia, agora no final de fevereiro de 2026, assolou os católicos ditos "tradicionalistas" (isto é, os que desejam observar aquilo que a Igreja, em todos os seus Santos, Doutores e Papas prescreveram como certo até o conc. Vaticano II): é que o arcebispo de Maceió (AL), dom Carlos Alberto Breis Pereira, OFM, simplesmente decretou que os fiéis que participarem da Missa Tridentina em locais não autorizados pela diocese incorrerão automaticamente em excomunhão por cisma(!).
O Fiel Católico | FLSP
O chamado silencioso das cinzas: beleza e mistério da preparação pascal
Do pó à vida eterna
Prezados irmãos em Cristo,
NO CALENDÁRIO LITÚRGICO da santa Igreja Católica, a Quarta-Feira de Cinzas surge como que um portal solene para o tempo da Quaresma, marcando o início de quarenta dias de preparação espiritual para a celebração da Paixão, Morte e Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo.
O conceito católico de epiqueia e a sagração dos novos bispos da FSSPX
A virtude da epiqueia (do grego epieikeia, também conhecida como aequitas, equidade em latim) é uma virtude moral que pertence à justiça, especificamente à justiça legal. Ela consiste na disposição de corrigir ou moderar a aplicação rígida da letra da lei quando esta, por ser universal e geral, não se adequa perfeitamente a um caso concreto particular, de modo a seguir o espírito da lei e o bem comum, em vez de sua formulação literal.
Minha noite escura — por que nosso apostolado está quase parando?
O APOSTOLADO "FRATRES IN UNUM", nosso velho parceiro, deixou de atualizar seu site em 18 de janeiro de 2024. Infelizmente, não há nenhuma explicação pública ou anúncio oficial sobre os motivos do cessar abrupto das suas atividades. O blog parou de receber novas postagens naquela data e desde então permanece inativo, sem qualquer comunicado de despedida, explicação do motivo ou transição para outro canal.
Pelo que se observa em fontes tradicionais católicas brasileiras, o silêncio é total. Vários leitores e comentadores notaram a parada repentina e expressaram lamentação, mas ninguém (nem os administradores visíveis, nem colaboradores conhecidos) deu quaisquer detalhes a respeito. Não há indícios de transferência para Instagram, YouTube, Telegram ou outro site.
Possíveis razões (especulações baseadas no contexto tradicionalista brasileiro) incluem o desânimo, um cansaço insuperável que só piora diante da situação da Igreja nestes tempos sombrios. Manter um apostolado como o "Fratres..." (desde 2008) ou como "O Fiel Católico" (desde 2007) — com postagens diárias ou quase, por tantos anos — exige um desgaste enorme, não só de tempo e energia, mas também emocional e espiritual. Chegar a um ponto em que a crise na Igreja (especialmente desde o pontificado de Francisco, com documentos como Amoris Laetitia, sobre a Fraternidade Humana em prol da Paz Mundial e da Vivência Comum, assinado em conjunto com o Grande Imã de Al-Azhar, Ahmad Al-Tayyib, Traditionis Custodes, Fiducia Supplicans e tantos outros, além de constantes pronunciamentos afirmando que todas as religiões dizem a mesma coisa, que nenhuma é melhor que outra, que "Deus não é católico", que é pecado querer converter os povos, etc., etc, etc... (aqui cabem reticências depois do 'etc', sim senhor), tudo leva a um cansaço profundo.
No meu caso, depois do esgotamento, passei a buscar a solução no oposto do que me fazia sofrer, e assim flertei com as correntes tradicionalistas mais radicais, incluindo o sedevacantismo, numa tentativa de combater o erro migrando diretamente de um extremo para o outro. E então me decepcionei novamente. Nada mais parecia fazer sentido... e sei que isso é algo que muitos católicos tradicionalistas no Brasil e no mundo estão vivendo nesses últimos anos. É uma espécie de "noite escura" coletiva para muitos que defenderam a Tradição com zelo durante décadas: a sensação de que o barco da Igreja está como que à deriva, que as vozes de alerta são ignoradas ou silenciadas, e que as soluções "puras" acabam se revelando insuficientes ou problemáticas.
Santa Teresa d'Ávila, São João da Cruz e até o próprio São Pio X passaram por fases de aridez espiritual e desânimo diante da crise da Igreja do seu tempo. O cansaço com a situação é, muitas vezes, o peso de carregar sozinho (ou quase sozinho) uma preocupação que deveria ser compartilhada pela hierarquia. Reduzir o ritmo por aqui é como uma forma de autopreservação. Tento manter o fogo aceso, baixo, ao invés de me queimar completamente.
Muitos que passaram ou se encontram nessa situação (inclusive figuras conhecidas no meio tradicional brasileiro) chegam à mesma conclusão: o sedevacantismo resolve a crise na teoria, mas na prática leva à fragmentação e a um isolamento que não edifica a Igreja. Outras posições mais moderadas (como uma resistência forte sem ruptura) também geram fadiga porque parecem uma luta sem fim. O que resta, para muitos, é uma fidelidade mais "interior": apegar-se à doutrina imutável, aos Sacramentos tradicionais (quando disponíveis), à oração pessoal e à formação de pequenos grupos de fiéis, apegando-se à virtude da paciência, sem esperar uma solução geral e definitiva imediata.
Nota aos leitores e amigos de O Fiel Católico
Caros irmãos em Nosso Senhor Jesus Cristo e na Ssma. Virgem Maria,
Desde 2007 este apostolado procura defender, pela graça de Deus, a Fé católica integral, tal como sempre foi ensinada pelos Apóstolos, pelos Mártires, pelos Doutores da Igreja e pelos Papas até o Concílio Vaticano II. Foram quase 18 anos de postagens diárias e quase diárias, revistas, cursos, respostas a dúvidas de consulentes, tudo feito por amor à verdade e às almas.
Nos últimos meses, porém, todos terão notado que nossas atualizações se tornaram mais raras. Não foi por preguiça, falta de material ou mudança de prioridades externas. Foi por um motivo bem mais profundo e doloroso: um cansaço espiritual que me atingiu com força e que, confesso humildemente, ainda parece longe de cessar.
Durante décadas acreditei — e ensinei — que a Igreja Católica é indefectível, que o Papa é o princípio visível da unidade, que a doutrina não pode mudar no seu conteúdo, que a infalibilidade papal e conciliar protege a Fé de contradições substanciais. Hoje vejo e ouço, com meus próprios olhos e ouvidos, declarações e atos dos Romanos Pontífices e de grande parte do episcopado que parecem contrariar frontalmente o que a Igreja sempre ensinou sobre a unicidade salvífica da Igreja, a gravidade objetiva de certas condutas, a imutabilidade da doutrina e da moral e o valor absoluto da liturgia tradicional.
Quando o próprio Papa diz ou deixa dizer — e não corrige — que “todas as religiões são caminhos para Deus”, que a evangelização (conforme praticada pelos apóstolos e por todos os Santos Mártires) é proselitismo e “um grave pecado”, que se pode abençoar uniões que a Santa Igreja sempre considerou objetivamente contrárias à lei natural, que a Missa de sempre pode ser restringida ou até suprimida… fica muito difícil ou praticamente impossível continuar repetindo, com a mesma convicção de antes, que “nada mudou” ou que tudo “é só questão de interpretação”, ou explicar "o que o papa realmente quis dizer", sempre em oposição àquilo que ele efetivamente disse...
Não estou aqui afirmando categoricamente que o Papa não é Papa (embora continue considerando que a dúvida pode ser honesta diante da situação concreta em que vivemos), menos ainda que a Igreja Católica deixou de ser a Igreja de Cristo. Isso seria cair em soluções extremas com as quais já compactuei e das quais me afastei por não encontrar nelas paz nem segurança, nenhuma união e nem a necessária caridade cristã e católica entre os muitos grupos existentes. Estou dizendo apenas que, para mim, a crise atual é de uma gravidade que eu jamais poderia imaginar que viveria algum dia. E que, diante dela, sinto-me muitas vezes sem palavras para continuar “explicando” o inexplicável ou “defendendo” o que é condenável, como se tudo estivesse perfeitamente normal, como fazem tantos. Minha honestidade não o permite.
Por isso decidi reduzir drasticamente as minhas publicações. Não quero escrever por escrever, nem fingir um entusiasmo que não tenho mais. Prefiro o silêncio à hipocrisia. Quando (e se) Deus me der novamente clareza e força, voltarei com mais regularidade. Por ora, mantenho o site no ar para que o material antigo continue ajudando quem precisar, e respondo, dentro do possível, mensagens privadas de quem busca orientação.
Peço a todos orações. Rezem por mim, pecador, para que eu não perca a Fé nem a caridade. E orem pela Igreja, pela conversão do clero, pelo triunfo do Imaculado Coração de Maria, pelo reinado total de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Não sei quando voltaremos ao ritmo antigo. Mas sei que Nosso Senhor não abandona os seus, mesmo quando tudo parece desabar. Nossa Formação Teológica continua e com a mesma qualidade, embora com ritmo mais lento, e continua sendo aquilo que sempre foi: um meio de auxílio para aqueles que desejam me ajudar a continuar em atividade.
Com afeto, em Jesus e Maria,
Henrique Sebastião
O Fiel Católico
Fevereiro de 2026
Glorioso São Sebastião (20 de janeiro) – história e oração
Astro de 'The Chosen' é impedido por padre de comungar do modo certo!
Se ele realmente fizer o que está dizendo que vai fazer, isto é, resistir aos bispos e padres irreverentes ao Santíssimo Sacramento que insistem em negar aos fiéis um direito que lhes é garantido, e continuar lá, ajoelhado, sem se mover e recusando-se a comungar na mão, então isso poderá se tornar o início de um santo movimento que faça quebrar essa dureza de tantos sacerdotes sem fé, os quais os pobres católicos devotos precisam enfrentar em suas próprias paróquias.
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"Porás n'Ele o nome Jesus, porque salvará o seu povo..."
O NOME JESUS vem do hebraico Yeshua (יֵשׁוּעַ), uma forma abreviada do antigo Yehoshua (יהושע), que significa literalmente "O SENHOR (YHWH) salva" ou "O SENHOR é a Salvação".
Etimologia: o Nome sagrado Combina "Ya" (abreviação de Yahweh, o Nome divino em Êxodo 3,14) com a raiz verbal "yasha" (salvar, libertar, resgatar). É o nome de Josué no Antigo Testamento (o sucessor de Moisés que levou Israel à Terra Prometida). No grego do Novo Testamento, virou Iēsous (Ἰησοῦς), depois, no latim, Iesus, e, finalmente, em português, Jesus.
A busca da data histórica do Nascimento de Cristo: 25 de dezembro é uma possibilidade factual
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REALMENTE NENHUMA EDIÇÃO da Bíblia Sagrada se compara com a da Realeza para quem se preocupa com fidelidade à Tradição da Igreja. Vou deixar um resumo aqui, já que é da minha obrigação enquanto editor católico.
A edição da Bíblia Sagrada com tradução do Pe. Matos Soares publicada pela Editora Realeza (parte da Associação Cultural Christus Regnat) é frequentemente considerada superior por muitos teólogos, estudiosos e fiéis católicos tradicionalistas, em comparação com as versões de outras editoras. Isso se deve a uma combinação de fatores teológicos, editoriais e de fidelidade à tradição da Igreja. Algumas das razões para isso são estas:
1. Fidelidade absoluta à Vulgata Sixto-Clementina (1932)
A Realeza republica a tradução original de 1932 do Pe. Matos Soares, feita diretamente da Vulgata Latina (edição oficial de Sixto V e Clemente VIII, promulgada em 1592/1598 e confirmada pelo Concílio de Trento como autêntica). Essa versão é vista como o ápice da obra do tradutor, com notas exegéticas baseadas exclusivamente nos Padres da Igreja, Doutores, Papas e teólogos pré-conciliares, sem influências de críticas modernas muitas vezes problemáticas.
Em contraste, por exemplo, a edição da Ecclesiae usa a edição de 1956, na qual o autor revisou o texto conforme os "originais" hebraicos e gregos disponíveis na época (influenciado pela encíclica Divino Afflante Spiritu de Pio XII, de 1943). Embora isso seja louvável para efeito de estudos acadêmicos, tradicionalistas argumentam que introduz variações sutis e uma abordagem mais "crítica" que pode diluir a autoridade da Vulgata, considerada o texto latino oficial por séculos. A Realeza é elogiada por preservar a "garantia eclesial de não ter erros contra a fé e a moral", como destacado em resenhas apologéticas.
2. Revisões e aperfeiçoamentos editoriais
A primeira edição da Realeza (2022) já foi um marco: após mais de 50 anos sem reedição fiel, dedicaram dois anos a um trabalho realmente meticuloso (sou parte disso), incluindo ilustrações clássicas de Gustave Doré (da La Grande Bible de Tours), que enriquecem a edição visual e devocionalmente.
A segunda edição (2024) esgotou rapidamente e trouxe melhorias como: diagramação em duas colunas, índice digital para buscas rápidas, lombada mais fina para melhor manuseio, e múltiplas revisões corrigindo até erros tipográficos da original, sem alterar o texto.
A terceira edição (lançada agora em novembro de 2025) é ainda mais aperfeiçoada: passou por mais cinco revisões minuciosas, adicionando novos anexos e recursos textuais/litúrgicos exclusivos (como índices expandidos, orações e referências litúrgicas tradicionais). Este volume vai conter, além do texto da Bíblia, o devocionário exclusivo do próprio Pe. Matos Soares (ilustrado com artes de Julius Schnorr), o Missal cotidiano e mais o Catecismo de São Pio X original de 1912 (o verdadeiro, recomendado pelo Papa Santo). Tudo isso a torna, sem dúvida, a melhor edição da Bíblia católicas já publicada em língua portuguesa, e é vista como um "tesouro para a Tradição".
3. Opiniões de teólogos e entendedores
Em círculos tradicionalistas (como blogs apologéticos e canais católicos tradicionalistas no YouTube, ex.: comparações entre edições), a Realeza é preferida por ser "a única tradução com imprimatur integral da Santa Sé (Pio XI) sem adulterações pós-Vaticano II". Críticos de outras edições apontam que a versão de 1956, recorrem à Vulgata como base, mas incorporam "dúvidas críticas" sobre interpretações, o que pode confundir leigos. A Realeza, por outro lado, é "um símbolo do compromisso com a Tradição bimilenar", ajudando fiéis a "mergulhar nas Escrituras com segurança e reverência".
Exemplos: Resenhas em sites como Apologética Católica chamam a Realeza de "extraordinária" por sua precisão e acessibilidade; estudos comparativos enfatizam que a Vulgata da Realeza é a "mais confiável para meditação litúrgica". Teólogos como os que citam São Jerônimo ('Ignorar as Escrituras é ignorar Cristo') veem nessa edição uma ponte direta à tradição monástica e patrística.
Em resumo, a superioridade percebida está na pureza doutrinal, revisões rigorosas e recursos devocionais que tornam a Realeza ideal para quem prioriza a Vulgata tradicional. Se você busca uma para estudo litúrgico ou pessoal, a terceira edição é mesmo imperdível.
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Santo Tomás de Aquino, o Místico
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