Uma história e um pedido de Henrique Sebastião


Querido fiel católico,


Aqui é Henrique Sebastião, autor e editor, além de jornalista e redator de profissão. Quero lhe contar uma história e fazer um pedido. Tentarei ser breve, mas peço que leia esta mensagem com atenção até o fim. É algo importante para mim.

Eu e Victor Sebastião, o pequeno
herdeiro de minhas dívidas

Desde a minha infância –, aqui começa a história –, eu tive Deus como o centro de tudo e como objetivo principal da minha vida. Nada me interessou mais do que conhecer a Vontade de Deus e os seus caminhos, porque desde cedo compreendi que a vida neste mundo é uma coisa efêmera, que logo termina, e que todos as posses, prazeres e vanglórias que este mundo tem a oferecer de nada valem. Prova disso é que qualquer coisa material muito desejada, quando conquistada, perde imediatamente o seu valor. A coisa mais importante que existe para nós é a vida eterna. A única coisa realmente importante. Mas como queremos Deus sem saber, continuamos inventando coisas e brinquedos para querer muito, para logo perdermos o interesse neles, assim que os possuímos. Porque quando queremos algo é porque ainda não o temos, mas quando  o temos deixamos de querer; é na falta de algo que reside a motivação do seu desejo: eis o segredo da alma que busca por Deus [a grande falta e o grande vazio que há em todos nós] sem saber.

No meu caso, por dádiva divina eu sabia, ou pelo menos eu intuía fortemente, que aquilo que eu queria mesmo era Deus. Assim, dediquei toda a minha vida a essa busca; estudei Teologia e Filosofia em quatro instituições diferentes, além de ter conhecido um sem número de mestres e estudado (em muitos casos, praticado) uma infinidade de religiões, antes de encontrar o meu caminho. Antes de encontrar O Caminho.


Não vou contar toda essa longa história aqui. Detesto falar de mim mesmo. Apenas dizer que, por fim, toda essa intrincada (e cheia de percalços) jornada me levou a entender, acima de qualquer dúvida, que a Verdade está na Igreja Católica Apostólica Romana (malgrado todos os problemas humanos que há nela). Inicialmente eu resisti a essa verdade, porque eu havia sido antes doutrinado no protestantismo, mas a certeza final me veio na forma de um avassalador Sinal do Céu – à época, o sacerdote meu confessor me orientou a não compartilhar tal acontecimento com outras pessoas, que era algo só para mim, pois alguns me considerariam um profeta e outros um louco, e em todo caso não seria bom. Vi que ele tinha razão, e obedeci.


Quinze anos se passaram, e desde então tenho dedicado todo meu trabalho, meu tempo e as minhas melhores energias ao apostolado, sabendo que não há nada mais importante para se fazer neste mundo do que ajudar o próximo, e não há ajuda maior nem melhor do que aquela que possibilita a encontrar o Caminho da vida eterna. Pois esta vida e o mundo presente são coisas que passam (e como passam rápido!), mas o tanto que logramos nos aproximar de Deus vai durar para sempre, e será a coisa mais valiosa quando esta breve existência terminar.


Lancei então (em 2007) este site O Fiel Católico, em forma de blog formativo e informativo, por meio do qual tentava (assim permanece até hoje) esclarecer aos fiéis as questões mais difíceis da Fé e favorecer a vida de piedade e santidade, além de desmistificar as grandes mentiras que sempre são ditas contra a Igreja, desmascarar seus caluniadores, divulgar bons livros, propagar as santas devoções e também auxiliar na boa formação dos católicos com estudos fundamentados na História, na Teologia, na Filosofia e na boa cultura em geral.


O site cresceu e se tornou bem conhecido nos ambientes católicos (chegamos perto dos 16 milhões de acessos ao final de 2021). Segundo os mecanismos de medição, lá no começo chegamos a ser a página que mais direcionava acessos ao site do Padre Paulo Ricardo, a quem muito divulgamos quando ele iniciava os seus trabalhos. 


Já em 2008, eu percebia que mais pessoas poderiam (e precisavam) ser alcançadas por outros meios. A paróquia à qual eu pertencia, na região central da cidade de São Paulo, era constantemente assediada por membros de comunidades pentecostais, que esperavam à saída das Missas com a distribuição de folhetos, livretos e revistas de todo tipo, convidando os fiéis a deixar à Igreja Católica. Alguns desses materiais eram muito bem feitos e continham pregações baseadas em passagens da Bíblia, as quais, mesmo distorcidas, chamavam a atenção dos mais simples. Aquilo me incomodava profundamente e eu percebi que tinha obrigação de usar dos dons que Deus me dera para trabalhar a favor do Seu Reino e contra os enganadores. 


Assim, foi lançada a primeira versão da nossa revista impressa, que inicialmente se chamava “Voz da Igreja”, mas depois precisou mudar de nome, por uma questão de direitos autorais. Tive dois padres como parceiros nesse projeto, mas, depois de um tempo, incentivado por eles próprios, percebi que esse tipo de trabalho, hoje, deve ser empreendido por leigos. É que nós vivemos  tempos difíceis, com muitos traidores do Evangelho inseridos na própria Igreja, e os bons padres são muitas vezes perseguidos: nestes dias de crise –, como já profetizara o Bem-Aventurado Arcebispo Fulton Sheen, lá na década de 1970[1] –, a luta pela restauração da Tradição na Igreja em grande medida cabe aos leigos, porque somente os leigos são livres para dizer as verdades inconvenientes que muitos não querem ouvir. – Liberdade esta que é garantida pelo Código de Direito Canônico da Igreja Católica, garantindo também que é um direito e um dever dos mesmos leigos manifestar "as próprias necessidades, principalmente espirituais, e os próprios anseios", e ainda "manifestar aos pastores sagrados a própria opinião sobre aquilo que afeta o bem da Igreja" (Cân. 212 §§ 2-3).


Por isso é que foi fundada a Fraternidade Laical São Próspero, um grupo de leigos ligados às comunicações e à catequese que, dirigidos por santos sacerdotes, compõem uma comunidade de evangelizadores e compartilham a mesma missão de anunciar a Cristo e defender a sua Igreja, por meio da disseminação da cultura, com caridade e verdade, e que trabalham diligentemente para este fim. 


Com o passar do tempo, obtivemos o valioso apoio de ilustres professores, autores, sacerdotes, bispos (entre os quais o grande Dom Antônio Carlos Rossi Keller). Sempre nos incentivou o apoio moral que recebemos de muitos colaboradores que consomem os conteúdos que produzimos. Pela Bondade de Deus, tivemos a imerecida graça de receber diversos testemunhos de pessoas que tiveram suas vidas transformadas pelos nossos esclarecimentos, pessoas que se desligaram de seitas perniciosas e voltaram a frequentar a santa Igreja, inclusive sólidas conversões (uma destas almas até terminou por descobrir a sua vocação para a vida religiosa!) e gente que conseguiu vencer em si o veneno dos malignos preconceitos plantados contra os católicos.


Nossa revista reuniu um grupo expressivo de assinantes espalhados pelo Brasil, muitos dos quais até hoje nos cobram o seu retorno. Mas, infelizmente, não conseguimos o alcance que planejáramos e os números necessários para manter o projeto ativo: os custos para manter um trabalho desse tipo são altos (redação, editoração, revisão, tratamento de imagem, diagramação, etc., além dos custos com impressão, embalagem, distribuição e envio, mais os necessários serviços de marketing…) e chegou um momento em que a publicação da revista, lamentavelmente, precisou ser interrompida.


Por algum tempo, mantivemos a publicação em formato digital, mas não era a mesma coisa… Com a revista impressa, conseguíamos atingir públicos e lugares que as mídias digitais não conseguem: por exemplo, pastorais de visitação a levavam para residências de pessoas afastadas da vida na Igreja e aos doentes em hospitais, e a distribuíam entre eles. Havia também padres que a distribuíam e catequistas de adultos que as usavam com os seus catequizandos.


O fato é que eu sempre soube que a revista impressa tinha que voltar. E eu bati em muitas portas, e também recebi muitos “nãos”, pelos mais variados motivos. Gente que poderia viabilizar o projeto, se quisesse, não enxergava a sua necessidade e até o seu potencial; a outros potenciais parceiros, dotados de boa vontade, faltavam recursos; outros, ainda, não tinham a necessária estrutura e organização de logística para viabilizá-lo… 



Assim foi, até o dia em que eu fui contratado pela editora Verso L’Alto, indicado pelo Centro Dom Bosco, para assumir o projeto gráfico do livro ‘Redimindo a Economia’ (John D. Mueller, 2021), e nessa ocasião tive oportunidade de conhecer o seu fundador e editor-chefe, o Filipe Delboni, este irmão em Cristo e grande empreendedor católico com quem, logo de início, percebi que havia um alinhamento de ideias e de propósitos. Vi aí uma promissora oportunidade de tentar fazer renascer a revista evangelizadora e formadora que se tornara o grande ‘produto’ da minha missão de vida. A proposta foi feita e, de imediato, aceita. 


Mesmo com todos os desafios envolvidos neste recomeço e o considerável risco a ser assumido, nosso maior desejo era que a coisa acontecesse, que desse certo; que esse instrumento de salvação e santificação retornasse e voltasse a iluminar almas. Arregaçamos as mangas e demos início ao trabalho. Contatamos mais uma vez nossos velhos colaboradores (professores Joel Gracioso, Guilherme Freire, Ricardo da Costa, José Lorêdo Filho, o Padre João Batista de A. Prado Ferraz Costa e outros) e todos aceitaram integrar nosso grupo nesta nova jornada.


Eis a história. Aqui estou eu, fiel católico, pedindo humildemente a sua assinatura e a sua participação nesta nova etapa dessa velha santa história. Assine a revista O Fiel Católico, tenha acesso a esta valorosa ferramenta de autêntica formação cristã, este instrumento tão útil para a nossa instrução e a dos nossos filhos. E saiba que com isso você nos ajuda a manter nossas atividades, pelo bem das almas e até da sociedade como um todo, pois “feliz é a nação que tem o SENHOR por Deus” (Sl 32,12). Deus o abençoe, conto com você!





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[1] "Quem salvará a Igreja? Não serão os bispos nem os padres nem os consagrados. Cabe-vos a vós, o povo leigo. Vós tendes as mentes, os olhos, os ouvidos para salvar a Igreja. A vossa missão é zelar para que os padres vivam como padres, os bispos como bispos e os consagrados como consagrados." (Fulton Sheen, Pregação no Santuário de Nossa Senhora de Czestochowa, Daylestown, aos 28 de maio de 1972, apud SCALIA, Elizabeth. How to restore a Church in scandal? Begin with a collective confession,  Word on Fire Institute, 2 de agosto de 2018, disp. em:
wordonfire.org/articles/fellows/how-to-restore-a-church-in-scandal-begin-with-a-collective-confession)



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Súplica pela Fraternidade São Próspero e apostolado 'Fiel Católico' e Consagração dos seus trabalhos a Deus, Nosso Senhor


Meu DEUS e meu SENHOR Jesus Cristo, meu Tudo, meu Sumo Bem,

Por Vós eu tenho procurado por toda a minha vida, de dia e de noite, gemendo e suspirando, sem conseguir me manter de pé e firme no Caminho, tropeçando e voltando sempre a cair. Tenho buscado vossa Face com meus olhos, mas, ai de mim, não vos encontrando, tenho distraído meu olhar e meus pensamentos em vossos dons, e feito dos prazeres do mundo um pavoroso substituto para o Prazer dos prazeres, que eu desejei encontrar somente em Vós. Pequei muitas vezes, por pensamentos e palavras, atos e omissões, por minha culpa, minha máxima culpa.

Desejo ver a vossa Justiça, anseio pelo vosso Amor, mesmo sabendo que não sou digno de vossa Misericórdia e ainda menos de vosso Amor. Não sou puro, paciente, amoroso, persistente, sensato, fiel ou tranquilo como quisera ser e como deveria ser. Tenho sido infiel por toda a minha vida, e mesmo assim nunca deixei de sentir o vosso Amor infinito a me proteger, a me cercar e me fortalecer, porque para Vós nada é impossível.

E se não vos cansais de me amar e de me perdoar, não posso eu me cansar nem desistir jamais de implorar pelo vosso perdão, e ainda mais, não posso deixar de crer que ainda me perdoarás, por mais impossível que isso me pareça, tamanhas as minhas infidelidades. Por isso, aqui estou, meu Amado e Incompreensível DEUS Misericordioso, novamente suplicando o vosso perdão e pela vossa restauração.

DEUS meu, se nunca poderei ser aquilo que escolhi, se nunca serei capaz de honrar integralmente minha adesão ao Evangelho e à vossa Igreja, ao menos me consola saber que, no fim, fareis justiça, por mim e ainda que contra mim. Depois de tudo, se cumprirá a vossa santa Vontade. Sois justo, e eu creio que vossa Justiça se cumprirá infalivelmente. Entrego-me entretanto a Vós, meu DEUS, para que me tomeis como coisa vossa e para que me useis como vosso instrumento. Não permitais, meu SENHOR, que o trabalho que me destes se perca, o trabalho que verdadeiramente é vosso antes de ser meu, que é para a vossa Glória e para o bem das almas.

Cumpri em mim plenamente a vossa Vontade, meu SENHOR, retirai de mim o medo, que me escravizou por toda a vida, assim como toda inclinação para o que vos desagrada e todo apego às coisas do mundo.

Confessando meus incontáveis pecados e minha constante infidelidade, entrego minha alma e minha vida inteira a Vós. Que tudo que eu desfrutar, conquistar, superar, vencer, seja para a vossa Glória. A Vós eu entrego e consagro todas as minhas alegrias, vitórias e conquistas, e que tudo que eu padecer e tiver que sofrer seja igualmente para a vossa Glória; a Vós igualmente eu entrego e consagro todas as minhas dores, sofrimentos e decepções.

E ouso implorar mais uma vez, eu que sou tão indigno, confiante no Nome de meu SENHOR e meu DEUS, Jesus o Cristo: perdoai-me, iluminai-me, fortalecei-me para ser um digno soldado vosso. Quero lutar ao lado de vossos santos Anjos, nem que seja como mero instrumento, um traste qualquer que sirva, como uma pedra suja e sem valor, mas que pode ser lançada contra o inimigo. Quero vos servir, acima de tudo, porque sois propriamente a Origem, a Fonte e a Razão de todos os bens. Fazei de mim conforme vossa santa Vontade, meu Deus, e apenas humildemente vos peço: guardai o meu trabalho, salvai a missão que me destes, fazei com que vença o apostolado que eu indignamente dirijo e que a Vós eu agora entrego e consagro, ó, PAI, FILHO e ESPÍRITO SANTO, sob a intercessão da santíssima Virgem concebida sem pecado:

Que a voz d'"O Fiel Católico" não esmoreça, não se cale, não seja esquecida, antes cresça e ganhe força sempre redobrada, sempre ao vosso serviço, a serviço da Verdade e da verdadeira Caridade. Capacitai-me para o bom combate e o bom trabalho; iluminai-me sempre para que eu possa fazer e proclamar o que é certo, em Vós; fortalecei-me para dizer "não" quando for preciso e "sim" quando for justo.

Capacitai-me, rogo insistentemente, para que eu sirva como instrumento vosso, do vosso Amor, da vossa Verdade, da vossa Justiça. Não sou digno, de mim nada espero, mas, em Vós, em tudo confio.

Em vosso Nome, ó, Cristo, Jesus, DEUS e SENHOR meu. Em Nome do PAI, do FILHO e do ESPÍRITO SANTO. Amém.

Ó, Maria, Concebida sem Pecado, Refúgio dos pecadores, Tabernáculo da Nova e Eterna Aliança, Mãe da Igreja: humilho-me diante de vossa grandeza. Rogai por mim a Deus, pelo trabalho que me foi confiado. Amém.

A revista O FIEL CATÓLICO impressa está de volta – Assine agora!


COM GRANDE ALEGRIA em Nosso Senhor, nesta Festa da Conversão de São Paulo Apóstolo, estamos oficialmente retomando a publicação de nossa reconhecida revista “O Fiel Católico” impressa, agora em parceria com nossos irmão da Editora Verso L'Alto e em versão ampliada, formato fascículos, com 32 páginas de riquíssimo conteúdo produzido por professores gabaritados como Joel Gracioso, Guilherme Freire e Ricardo da Costa, e sacerdotes fidelíssimos como o Revmo. Pe. João Batista de Almeida Prado Ferraz Costa.

    Há quatorze anos exercemos o nosso apostolado, preocupados em formar e preparar espiritualmente os fiéis leigos para que saibam se defender bem dos ataques do mundo e dos inimigos da verdadeira Fé.


    Hoje, as ameaças cresceram e se proliferaram; o inimigo ganha terreno e nós precisamos, cada vez mais, assumir também a nossa responsabilidade civil: tanto na Igreja quanto no mundo, há um trevoso processo de transformação em pleno curso, com a apostasia que se alastra e agentes revolucionários dominando os meios de comunicação e de produção de cultura, tornando-se uma força política muito bem articulada e perigosíssima. Não é mais possível continuar alheio, indiferente: a boa formação genuinamente católica se faz cada vez mais necessária como talvez nunca antes.

    Assine nossa revista, ajude-nos a continuar trabalhando e receba todos os meses no endereço de sua preferência uma nova revista que lhe servirá como útil instrumento para sua formação e certamente ajudará a melhor combater o bom combate. Que Deus nos conduza, pois a luta é árdua e está só começando.


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A mulher 'revestida de sol' (Apocalipse 12) é Maria, Israel ou a Igreja?


A INSTITUIÇÃO DA "RAINHA Mãe" surge, pela primeira vez, na descendência davídica, nos reis que sucederam a Davi.

    Na narrativa bíblica sobre a entronização do rei Salomão, percebe-se a reverência do rei pela mãe, Betsabé, quando esta vem visitá-lo, concedendo-lhe todas as honras e um trono para que ela se assentasse à sua direita (1Rs 2,19).

Glorioso São Sebastião (20 de janeiro) – história e oração

Habituado a ver S. Sebastião seminu, atado
a um tronco, corpo crivado de flechas?

O NOME SEBASTIÃO deriva do grego sebastós, que significa "divino": pois, pela divina Providência, foi dado a um grande Santo, escolhido por Deus para uma missão verdadeiramente nobre. Nascido em Narbonne, França, filhos de pais italianos e ele próprio cidadão de Milão, Sebastião foi mártir, assassinado durante a cruel perseguição aos cristãos promovida pelo imperador Diocleciano.

Entre muitas novidades instituídas por Francisco, ministério do Leitorado e Acolitado é pela primeira confiado a leigos e leigas

EM 23 DE JANEIRO de 2022 será celebrado o terceiro "Domingo da Palavra de Deus", instituído pelo papa Francisco (saiba mais). Durante a celebração presidida por ele na Basílica de São Pedro, com início às 9h30, horário local, pela primeira vez, o ministério do Leitorado e do Acolitado será confiado a leigos e leigas.

O Rei dos reis quer que sejamos felizes junto d'Ele


Cristo cura os enfermos em Betesda, por Carl H. Bloch (1834-1890)


OH! SE NOS COMPENETRÁSSEMOS destas palavras: 

Por que até padres e bispos se escandalizam com os milagres de Cristo?


OUVINDO NÃO POUCOS padres, teólogos e alguns prelados, seria de se supor que os milagres  o milagre literal, como fenômeno que desafia (ou mesmo contraria) as leis da natureza  envergonham certos supostos "cristãos adultos", que os consideram pouco mais do que símbolos e mitos típicos da uma experiência de fé "imatura".

Que deve fazer o fiel católico nestes tempos de crise e apostasia? – parte 8 | conclusão das reflexões sobre o Sedevacantismo


[AVISO: dentro deste tópico específico, tudo o que se afirma não representa necessariamente a posição da Fraternidade Laical São Próspero, mas expressa os pontos de vista defendidos pelos sedevacantistas, com o intuito de tentar esclarecê-los. Com este, encerramos a apresentação de suas principais argumentações, para posteriormente considerá-los segundo a nossa posição]

→ Leia a parte anterior desta série 

O Argumento Canônico


O Papa Paulo IV, ao perceber os graves perigos de sua época (1554) –, pois naquele tempo já havia cardeais na Igreja promovendo o protestantismo –, por receio de que algum desses inimigos da Fé viesse a ser eleito Papa mediante alguma manipulação, produziu a célebre Constituição apostólica Cum Ex Apostulatus Officio (leia), determinando que fosse válida perpetuamente. Neste documento repousa até o fim dos tempos, portanto, a Autoridade conferida por Cristo a Pedro. Eis o que reza e determina essa Constituição:

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Deus lhe pague!


Escolas católicas estão promovendo a maior rede de clínicas de aborto do mundo


UM RELATÓRIO da organização americana pró-vida Students for Life (Estudantes pela Vida) divulgado em dezembro (2021) revelou que, de 784 instituições de ensino cristãs investigadas, 103 escolas, 22 das quais católicas, estavam ligadas a Planned Parenthood, a maior multinacional de abortos do mundo(!).
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