:: Sobre nós


A Fraternidade Laical São Próspero* é um grupo de leigos fiéis católicos orientados por sacerdotes, que dirige um apostolado da Igreja Católica Apostólica Romana, sediado atualmente na cidade de São Paulo (SP) e que tem por missão e objetivo principal a evangelização por meio da formação, da catequese e na defesa e propagação da fé, da espiritualidade e da sã e imutável Doutrina da Igreja de Cristo.

O website “O Fiel Católico” existe desde o ano 2007; a revista digital homônima circula desde o ano 2009 (até 2013 com o título ‘Voz da Igreja’); são ambos projetos de Henrique Sebastião – pesquisador e autor, colaborador do jornal "O São Paulo" (órgão de comunicação oficial da Arquidiocese de São Paulo), editor-chefe da editora Molokai e licenciando em Filosofia pela Faculdade de São Bento de São Paulo.

A produção e distribuição da revista em formato impresso foram patrocinadas até o ano 2015 pelo padre Michelino Roberto –, pároco de Nossa Senhora do Brasil, teólogo mestre e doutor, diretor do jornal "O São Paulo" –, que permanece um incentivador do projeto, ao lado de outros sacerdotes como os Padres Francisco Reginaldo Henriques de Miranda, Adilson Oliveira e João Batista de Almeida Prado Ferraz Costa (Associação Civil Santa Maria das Vitórias – Anápolis, GO).

O Prof. Dr. Joel Gracioso –, Mestre e Doutor em Filosofia pela USP, membro da Sociedade Brasileira de Filosofia Medieval e professor na Faculdade de São Bento (SP), no Seminário Maria Mater Ecclesiae do Brasil e no Instituto de Teologia Bento XVI –, é consultor, orientador e parceiro do projeto. Integram ainda a equipe de nossos colaboradores o Prof. Dr. Ivanaldo Santos, Prof. Rudy Albino de Assunção (Escola Superior de Criciúma), Igor Andrade de Maria, Felipe Marques, Vitor Erni Matias Figueiró, Silvana Sebastião.

A revista é hoje produzida em formato digital (PDF). São no mínimo 32 páginas (sem nenhuma publicidade), com artigos ricamente ilustrados e linguagem descomplicada, conteúdos aprofundados, fundamentados na doutrina da Igreja e acompanhados de fontes e farta indicação bibliográfica. Os temas transitam entre Teologia, História e Filosofia.

Atualmente, com a Graça de Deus, o apostolado vive uma fase de franca expansão e preciosos frutos. Além de um público-alvo altamente interessado e participativo, contamos com um grupo crescente de assinantes, que contribuem com um pequeno valor mensal (R$9,50) e recebem as novas edições todos os meses em suas caixas de e-mail ou pelo Facebook.

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O website "O Fiel Católico" é uma criação de Henrique Sebastião, pesquisador, redator e bacharelando em Filosofia, concretizada com o apoio do Revmo. Pe. Profº Pe. João Batista de A. Prado Ferraz Costa, professor de Filosofia pela Faculdade Católica de Anápolis (GO) e diretor da Associação Civil Santa Maria das Vitórias.

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Veja abaixo uma amostra da nova revista 'O Fiel Católico'

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A heráldica (brasão) de nossa Fraternidade


O escudo e a espada: centralizados, representam o bom combate (2Tm 4,7) que todo cristão fiel precisa enfrentar neste mundo, especialmente em tempos de crise moral generalizada, como os atuais. São também e especialmente uma alusão direta a Nosso Senhor Jesus Cristo, que disse: "Não julgueis que vim trazer a paz à terra. Vim trazer não a paz, mas a espada" (Mt 10,34). A espada invertida é ainda o símbolo da Sagrada Cruz, pela qual todo cristão deve viver e morrer.

O escudo ao centro é de cor escarlate, alusão ao Sangue do Cordeiro, e traz estampada uma frondosa árvore, que tem muitos significados: a árvore que nasce da semente de mostarda, pequenina como o nosso apostolado, mas que germina e torna-se "a maior das hortaliças" (Mc 4,31-32); representa também a Árvore da Vida, citada no primeiro e no último Livro das Sagradas Escrituras, dos frutos da qual o Senhor dará de comer àqueles que lhe forem fiéis (Gn 2,9; Ap 2,7) e, por fim, a própria santa Árvore da Cruz, o "Lenho sem rival".

A moldura: a cor do contorno semicircular é azul, representando a cor tradicional do manto da Santíssima Virgem Maria – do manto da Padroeira do Brasil, do manto e faixa de Nossa Senhora das Graças e da faixa à cintura de Nossa Senhora de Lourdes.

As bordas e detalhes: em cor dourada, simbolizam a Realeza de Cristo e a glória da Igreja que é seu Corpo.

A flâmula: com os dizeres "In Nomine Veritatis", ou "Em Nome da Verdade", é o nosso lema, que define a missão de todo apologista: lutar em defesa das verdades da fé e da própria Verdade que é o mesmo Senhor, Jesus Cristo.

A cruz: acima de todo o conjunto, evidentemente, representa a santa e salvadora Cruz do Filho de Deus, nosso Salvador, símbolo máximo da Igreja e pela qual fomos resgatados.

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* São Próspero de Aquitânia (ou Tiro Próspero), santo leigo nascido no ano 390 (outras fontes dizem 403), estudou a Teologia em sua cidade natal, Aquitânia, atual Limoges (França), tornando-se influente escritor e brilhante teólogo. Há certa controvérsia sobre ter sido ou não casado, embora se saiba que não teve filhos. Passou a viver no mosteiro de Marselha a partir de 426, mantendo-se leigo até a morte. No meio dos sacerdotes marselheses, Próspero viu o crescimento das heresias apregoadas por Pelágio, que negava o Pecado Original e a necessidade da Graça divina para a salvação.
  Logo, tornou-se um dos mais importantes defensores da fé ortodoxa contra as doutrinas heréticas, destacando-se, sendo leigo, entre os próprios padres ungidos pelo Sacramento da Ordem, contra os inimigos de Cristo.

São Próspero foi discípulo direto de Santo Agostinho – chamado "o melhor discípulo de Agostinho" – com quem se correspondia. Foi secretário do Papa São Leão Magno, a quem chegou a ditar as cartas contra Eutyches. O Pontífice encarregava dos assuntos mais importantes da Igreja. Nosso santo esmagou a heresia pelagiana, que recomeçava a levantar a cabeça em Roma: de fato, Photius atribui a derrota final dos hereges ao zelo, capacidade intelectual e esforços incansáveis ​​de Próspero. Marcelino, em sua crônica, cita-o ainda vivo no ano 463.
  São Próspero de Aquitânia não foi mártir nem patrocinou algum grande prodígio, entretanto a Igreja o venera como
Professor da Fé. Por motivos bastante evidentes, é nosso dileto santo patrono
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