Mostrando postagens com marcador Posições perante a crise/grande apostasia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Posições perante a crise/grande apostasia. Mostrar todas as postagens

Francisco diz que todas as religiões levam a Deus, e 'abençoa' sem o Sinal da Cruz

E ENTÃO O PAPA disse que todas as religiões são iguais ou que todas são caminhos para Deus mais ou menos iguais, que todas nos levam a Deus e que todos nos encontraremos no Céu, afinal o Inferno está vazio. "O que vai dizer sobre isso?", alguém me pergunta.

    Bem, depois disso ele já andou inventando uma oração ou bênção genérica, ecumênica, que serve para todas as religiões e até para os ateus. Uma bênção sem o Sinal da Cruz...

    E então, o que eu vou dizer sobre isso? Falei na plataforma exclusiva, ajude-nos a manter os trabalhos deste apostolado. Assine por R$29,00, leia o artigo e Deus o recompense pelo bem feito.

Padre Wander de Jesus Maia avança um passo além. Um passo importantíssimo na direção certa.


"Pio XII foi o último Papa com fé católica integral. (...) Agora eles têm os templos. Os modernistas têm os templos. Os revolucionários, os cismáticos, os marxistas, eles têm os templos. Nós temos a Fé. Somos católicos apostólicos romanos, e o seremos até o fim. Esperamos a intervenção da Providência santíssima..." (Pe. Wander de Jesus Maia)


OS TEMPOS SÃO CHEGADOS, e os que têm verdadeira fé se veem, cada vez mais, obrigados a tomar coragem para fazer o que tem que ser feito. Será o Padre Wander "um novo Viganò"? Longe disso. É apenas mais um sacerdote que, movido de zelo pela Casa de Deus, vê-se forçado a romper com a igreja de mentira do conciliábulo do Vaticano II e a confessar a simples verdade, pelo bem das almas e por amor a Cristo. Assista.

DECLARAÇÃO COMPLETA de Sua Excia. Mons Carlo Maria Viganò, Arcebispo Interino de Ulpiana, Núncio Apostólico, sobre a acusação de cisma do Vaticano

REPRODUZIMOS ABAIXO A ÍNTEGRA da carta pública de Dom Viganò a respeito da acusação e do processo que sofre da parte do Santo Ofício por crime de cisma, o que pode representar um dos fatos mais impactantes para a Igreja na atualidade, com potencial para desdobramentos importantíssimos, que venham a mudar definitivamente os rumos da Barca de Pedro. Rezemos para que tenha chegado o tempo de reverter toda a desgraça em que temos vivido, e para que este evento realmente represente o início de uma reação em massa que cesse a apostasia e a adesão maciça de nossos pastores a um projeto de igreja que nada tem a ver com o Evangelho de Cristo. O texto de Dom Viganò é luminoso, belíssimo: transparece sua angustiosa fidelidade à Igreja de sempre e o que têm sofrido aqueles que tentam permanecer fiéis a ela. É longo, mas merece ser lido e refletido.

Precisamos falar sobre sedevacantismo




JÁ TRATAMOS POR AQUI a respeito deste assunto que assume cada vez maior importância, em uma série específica (veja). Mas com o agravamento da crise e o aumento dos escândalos da “nova igreja”, também chamada “igreja conciliar”, e diante da situação de mais e mais pessoas que vêm perdendo a fé nos últimos tempos, penso que realmente é preciso retomá-lo.

Constituição Dogmática PASTOR AETERNUS – de SS. o Bem-Aventurado Papa Pio IX

VIVEMOS TEMPOS DE APOSTASIA generalizada e grande confusão na Igreja, com ações e pregações aberrantes da parte daqueles que deveriam ser os nossos fidelíssimos pastores, mas que ao invés disso nos desnorteiam. Nestes tempos em que os leigos católicos, querendo se manter fiéis à "Roma Eterna" e à Sã Doutrina cristã e católica, desprovidos de uma autoridade confiável que os guie em segurança, dividem-se em grupos que sustentam posições diversas e opiniões conflitantes (como vimos em nossa série especial – acesse), identificamos que a grande dificuldade para se encontrar alguma solução está na questão da infalibilidade papal, mais do que em qualquer outra coisa.

    Todos concordam (e todo católico está obrigado a isso) que a infalibilidade do Papa é uma verdade de Fé, porém muitos não compreendem que essa infalibilidade não se restringe exclusivamente ao que é definido solenemente, mas também se aplica à condução da Igreja pelo Romano Pontífice em tudo que toca à doutrina e à moral: esta segunda verdade é constantemente posta em xeque nos nossos dias, justamente porque alguns não encontram essa definição da Igreja, ao menos exposta assim literalmente. Mas será que ela não existe?

Preciso de uma resposta clara e simples!

RECEBEMOS DE UMA LEITORA anônima a angustiada a mensagem que reproduzo abaixo, seguida de nossa resposta.

Olá! Sou novata como católica e eu fico muito aflita com toda essa confusão que eu vejo na igreja e as pessoas se separando em grupos. estou tentando estudar sobre tudo isso mas ´e muito complicado pra mim que não tenho tanto conhecimento como vocês jornalistas da área e tudo mais. Poderiam me explicar por caridade essa situação? Mas com um texto bem simples que seja fácil de entender se possível =D

É que eu tenho uns amigos que são sedevacantistas e dizem que estamos sem papa, e eles são católicos muito bons, outros dizem que eles são cismáticos, mas isso tudo é muito confuso porque tem de tudo na igreja de hoje e o padre da paróquia que eu estou indo é complicado? Não dá coragem de bater um papo com ele porque ele nem parece católico

Muito obrigada!

Crise ou grande apostasia, revolução ou autodemolição da Igreja... E nós, que faremos?



FIÉIS CATÓLICOS EM CRISE. Como diretor de apostolado e redator católico há 15 anos, vejo-me na obrigação de falar alguma coisa sobre o que está acontecendo na Igreja neste exato momento. Refiro-me ao “Sínodo sobre a sinodalidade”, as Dubia tornadas públicas pelos cinco Cardeais (veja), a exortação do Arcebispo Viganò para que consideremos a possibilidade de Francisco não ser verdadeiro Papa (veja) e a grande confusão que se passa entre os pobres leigos, que erram perdidos sem saber a quem recorrer, como ovelhas sem pastor. 

Diante da grande crise, o que podem fazer os leigos, concretamente?

RECENTEMENTE, O ARTICULISTA do portal espanhol Infocatolica, que assina como Bruno M., tendo em vista os apavorantes augúrios do iminente "Sínodo da Sinodalidade", publicou um texto no qual tenta resumir e listar as reações possíveis aos fiéis católicos mediante a crise sem precedentes que vivemos e as ideias contrárias à Fé verdadeira introduzidas na Igreja nas últimas décadas, já que o grupo dos católicos resistentes quase nada foi capaz de fazer para impedir toda essa desgraça. Diante do terror da situação, muitos se apavoram sem saber a quem recorrer ou aonde procurar ajuda, e as iniciativas dos que pretendem resistir à destruição generalizada, mantendo a fidelidade a Cristo e ao seu Evangelho, são ainda incipentes e desencontradas. Seguem as soluções propostas pelo autor, com tradução de Henrique Sebastião.

O "vaticanismo", por Evandro Pontes: reformas & revoluções

TRAZEMOS A INTERESSANTE conferência em forma de podcast do prof. Evandro Pontes sobre a crise da Igreja e temas relacionados, na qual apresenta sua tese que denominou "vaticanista".




Índice do vídeo

00:00:00 - Introdução - 00:02:50
00:05:48 - Sumário - 00:08:00
00:08:00 - Explanação inicial - 00:29:59
00:29:59 - Origens - Como se explicam essas coisas? - 01:16:28
01:16:28 - Origens - Há impacto disso para o Brasil? - 01:38:51
01:38:51 - Interlúdio - 01:53:43
01:53:43 - Reinado de Deus e Reinado dos Homens - 02:02:12
02:02:12 - Origens - Reforma Anglicana - 02:30:27
02:30:27 - Origens - A Heresia Galicana - 02:58:13
02:58:13 - Origens - Revoluções

Como se daria a deposição de um papa herege?

O PADRE MATTHIEU SALENAVE, radicado em Saint-Aignan-sur-Roë, França (atualmente afastado de Roma), compartilhou recentemente algumas reflexões bem didáticas sobre a situação atual da Igreja, nas quais expõe a reação necessária à ocorrência de um papa herege, à luz de São Roberto Belarmino, Santo Afonso de Ligório e São Francisco de Sales. Fala sobre sedevacantismo, sedeprivacionismo e acordismo (os bispos que têm verdadeira Fé católica mas nada fazem diante de toda a heresia e de todos os escândalos que assolam a Igreja, sem se importar em salvar as almas que lhes foram confiadas).

    A referência do vídeo é o estudo do Padre Louis-Marie O.P. Creio que vale a pena ouvir o que ele tem a dizer.




Bispo faz pronunciamento histórico sobre a grande crise da Igreja dos nossos tempos e o sofrimento dos verdadeiros fiéis católicos

DOM VITUS HUONDER, BISPO suíço (Chur) conhecido por seu zelo e fidelidade à Tradição, termina de fazer um poderoso – e, para muitos, surpreendente – pronunciamento público, endereçado a todo o mundo católico, pelo qual, entre outras coisas, sem poupar a ninguém expôs a grande crise da Igreja e indicou o único caminho para superá-la. Além de tudo, trata-se de uma pequena aula sobre a mesma crise e a história recente da Igreja, muito bem resumida e explicada em palavras simples.

    O Centro Dom Bosco prestou aos fiéis de língua portuguesa o favor de traduzir as partes principais (infelizmente, não a íntegra) desse pronunciamento histórico e absolutamente importante, diretamente do alemão, no vídeo que compartilhamos aqui. 

    Trará esse gesto alguma mudança? Terá algum efeito importante, ou passará em branco, como tantos outros semelhantes, feitos por Dom Viganò e outros prelados? Não sabemos, mas rezamos para que essa iniciativa provoque um saudável efeito cascata para o bem da santa Igreja, que tanto padece sob a tirania de verdadeiros traidores da Fé, herdeiros de Judas que sorrateiramente e aos poucos conseguiram ocupar todos os seus espaços e conquistar os seus mais altos postos de poder. Segue.


A Tese de Cassiciacum ou dos Materiais-Formalistas, chamada Tese Sedeprivacionista – conclusão

Leia a primeira parte deste estudo

Resumo da Tese de Cassiciacum


A TESE, COMO JÁ visto, é somente uma explicação teológica da situação da autoridade na Igreja depois do Concílio Vaticano II. Apresenta um sistema que 1) demonstra o motivo de os papas pós-Vaticano II não possuírem autoridade, e 2) demonstra como a linha interrupta de Papas desde São Pedro, ainda assim, prossegue. Ambas as coisas, como já vimos, são exigências do dogma católico.

A Tese de Cassiciacum ou dos Materiais-formalistas, chamada Tese Sedeprivacionista – parte 2


Leia a primeira parte deste estudo

ENTENDER A POSIÇÃO SEDEPRIVACIONISTA exige certo esforço intelectual – assim como ocorre em  relação a quase toda explicação teológica de cada um dos dogmas. O dogma da Santíssima Trindade, por exemplo, em sua apresentação, é simples: há três Pessoas em um só Deus. Ponto. Mas a explicação teológica sobre como podemos conceber essas três Pessoas em um só Deus é extremamente complexa (de fato, impossível de ser totalmente abarcada pelo intelecto humano). 

    A "Tese de Cassiciacum" de Mons. Guérard Des Lauriers é, em essência, nada mais que uma explicação para a situação da Igreja de hoje, a qual respeita as duas grandes exigências do dogma católico:

A Tese de Cassiciacum ou dos Materiais-formalistas, chamada Tese Sedeprivacionista – parte 1


NESTE ARTIGO, VEREMOS em detalhes a chamada Tese de Cassiciacum ou tese Material-formalista, ou ainda, como prefere a maioria, a Tese Sedeprivacionista (Sedeprivacionismo), uma posição teológica que vem ganhando adeptos e importância mediante a grande crise da Igreja dos nossos tempos (para muitos, com grande probabilidade de se tratar da grande apostasia profetizada desde os tempos antigos). 


    A tese foi proposta originalmente por sua Excia. Revma. Mons. Guérard Des Lauriers (foto)[1], reconhecido teólogo dominicano de atuação destacada durante o Pontificado de Pio XII, tendo sido  um importante conselheiro do mesmo Papa sobre o dogma da Assunção de Maria (proclamado na Constituição Apostólica Munificentissimus Deus); na mesma ocasião, ele desenvolveu ainda a doutrina do Magistério Ordinário Universal, que provava a infalibilidade do dogma. Foi também um dos principais teólogos que apoiaram a intenção de Pio XII de completar os dogmas marianos definindo a intercessão corredentora de Maria (uma biografia completa pode ser encontrada neste link). Sua Tese de Cassiciacum[2] trata de explicar a atual crise do Papado e da Igreja, e sobre qual posição pode-se adotar a respeito. 

Respondendo perguntas: crise, grande apostasia, autoridade do Papa, sedevacantismo, etc.


RECEBI DE UM CONSCIENCIOSO seminarista nosso leitor, o qual agora cursa Teologia em São Paulo e a quem infelizmente não poderei identificar, algumas perguntas, as quais respondi em particular. Pela utilidade das questões colocadas e pelo interesse geral, todavia, considero por bem compartilhá-las aqui. Como sugere o titulo, tem a ver com a nossa série de postagens sobre as posições possíveis perante a grande crise na Igreja (ou grande apostasia) e o sedevacantismo. Segue, portanto, esse conteúdo, com as minhas orações para que seja útil.

Sedevacantismo? Reconhecer e resistir? Qual a nossa posição perante a grande crise da Igreja?


EM NOSSA LONGA série de postagens sobre as posições possíveis aos fiéis católicos frente à grande crise que assola a Igreja dos nossos tempos (acesse aqui todos os artigos), iniciamos pelo início: reconhecendo que o problema existe, e que é gravíssimo. De fato é bem possível – e compartilham conosco deste ponto de vista alguns dos maiores teólogos da atualidade, bispos e cardeais notáveis e também Ratzinger/Bento XVI –, que estejamos vivendo a maior crise de toda a história: uma crise doutrinal, moral e disciplinar sem precedentes.

Que deve fazer o fiel católico nestes tempos de crise e apostasia? – parte 9 | RR e Sedevacantismo em debate


TEMOS RECEBIDO MENSAGENS de leitores solicitando uma previsão de prazo para a continuidade da nossa série especial sobre as posições possíveis aos fiéis católicos perante a crise/grande apostasia que reina na Igreja dos nossos tempos, intitulada "Que deve fazer o fiel católico nestes tempos de crise e apostasia?" (acesse) e pausada em sua parte n. 8.

Que deve fazer o fiel católico nestes tempos de crise e apostasia? – parte 8 | conclusão das reflexões sobre o Sedevacantismo


[AVISO: dentro deste tópico específico, tudo o que se afirma não representa necessariamente a posição da Fraternidade Laical São Próspero, mas expressa os pontos de vista defendidos pelos sedevacantistas, com o intuito de tentar esclarecê-los. Com este, encerramos a apresentação de suas principais argumentações, para posteriormente considerá-los segundo a nossa posição]

→ Leia a parte anterior desta série 

O Argumento Canônico


O Papa Paulo IV, ao perceber os graves perigos de sua época (1554) – pois naquele tempo já havia cardeais na Igreja promovendo o protestantismo –, por receio de que algum desses inimigos da Fé viesse a ser eleito Papa mediante alguma manipulação, produziu a célebre Constituição apostólica Cum Ex Apostulatus Officio (leia), determinando que fosse válida perpetuamente. Neste documento repousa, portanto, até o fim dos tempos, a Autoridade conferida por Cristo a São Pedro. Eis o que reza e determina essa Constituição:

Que deve fazer o fiel católico nestes tempos de crise e apostasia? – parte 7 | reflexões sobre o Sedevacantismo III


[AVISO: dentro deste tópico específico, tudo o que se afirma não representa necessariamente a posição da Fraternidade Laical São Próspero, mas expressa os pontos de vista defendidos pelos sedevacantistas, com o intuito de tentar esclarecê-los.]


VIMOS NO ESTUDO anterior (leia) sobre a gravidade de se querer fazer da Igreja uma espécie de república democrática, reduzindo toda a realidade sagrada do seu inefável Mistério à condição de uma organização meramente humana. O Concílio Vaticano II, todavia, foi ainda mais longe e garantiu a todos o direito à liberdade religiosa, baseando-se para isso na dignidade inalienável do ser humano.

Que deve fazer o fiel católico nestes tempos de crise e apostasia? – parte 6 | reflexões sobre o Sedevacantismo II

→ Leia a parte anterior desta série


[AVISO: dentro deste tópico específico, tudo o que se afirma não representa necessariamente a posição da Fraternidade Laical São Próspero, mas expressa os pontos de vista defendidos pelos sedevacantistas, com o intuito de tentar esclarecê-los.]


Um falso Papa à frente da Igreja: uma teoria absurda?

Existe hoje um sentimento e/ou uma compreensão generalizada de que a Igreja jamais, em tempo algum e em nenhuma hipótese, poderia ter um falso Papa, e que todos os que se atrevem a sequer considerar tal possibilidade são cismáticos ou loucos que não merecem nenhuma consideração. Mas é fato que a Igreja, ao longo de toda a sua longa história, já teve 42 antipapas (veja a lista completa). Destes, um dos casos mais notórios foi o do antipapa Anacleto II, que reinou de 1130 a 1138. Este foi  artificialmente implantado por uma eleição inválida, depois de Inocêncio II, o verdadeiro Papa, já ter sido canonicamente eleito. Apesar da falsidade, Anacleto II obteve o controle de Roma e o apoio da maior parte do Colégio dos Cardeais de seu tempo, e foi obedecido por quase toda a população romana por quase uma década, até que o verdadeiro Vigário de Cristo recuperasse o controle da cidade, no ano 1138[4].

Subir