Nosso Senhor se sacrificou "por muitos" ou "por todos"?
NAS PASSAGENS DAS SAGRADAS Escrituras que narram a instituição da Eucaristia durante a Última Ceia, sempre reforçada na Liturgia cristã (cf. Mt 26,26-28; Mc 14,22-24), encontramos a formulação que se traduz de forma exata com a palavra "muitos". Nosso Senhor nunca disse que entregava seu Corpo e Sangue "por todos", mas por muitos:
Relatório do Vaticano revela que a maioria dos bispos não queria a repressão à Missa Tradicional

A JORNALISTA DIANE Montagna revelou, em reportagem recente (1/7/2025) que a avaliação geral do Vaticano sobre a consulta aos bispos, que se acreditava ter levado o Papa Francisco a implementar o motu proprio Traditionis Custodes em 2021, o qual suprimia a celebração da Missa de Sempre, demonstrou que a maioria dos bispos estava satisfeita com a implementação do Summorum Pontificum e a manutenção dos grupos tradicionais, e também acreditava que mudanças no motu proprio de Bento XVI faria "mais mal do que bem".
Cardeal Burke já pediu a Leão XIV pela restauração da Missa tradicional em latim
NOSSO VELHO AMIGO o Cardeal Raymond Burke declarou, durante a Conferência Sobre Fé e Cultura organizada pela Sociedade da Missa em Latim da Inglaterra e do País de Gales[1], na última sexta-feira (14/6/2025), que pediu ao papa Leão XIV pelo fim das restrições à celebração da Missa tradicional em latim impostas durante o pontificado de Francisco.
A mitra dos bispos e papas e o simbolismo pagão
“(...) uma coisa me deixou muito em dúvida. Vi um desses vídeos onde acusam a igreja católica de adorar o Deus Mitra e até distorceram uma explicação de um padre sobre o natal para comprovar o culto ao Deus mitra.
Até ai tudo bem estava me divertindo com as heresias ai então o autor falou que presta serviço a várias instituições catolicas e que a razão social da maioria começa com mitra e o nome da instituição comprovando o culto ao tal deus sol.
Fiz uma rápida busca e realmente percebi que varias dioceses tem o mitra antes do nome e também percebi o termo mitra diocesana.
Sei que mitra é o chapel cônico que os bispos e o papa usa.
Gostaria de saber qual o verdadeiro significado do termo mitra para igreja e se tem alguma ligação com o deus pagão e porque o nome aparece na frente do nome das dioceses."
Jesus, nossa Páscoa!
Santo Sábado de Aleluia
Vivência da Semana Santa, o Tríduo Pascal e o ápice do Ano Litúrgico, a Páscoa da Ressurreição
Por Felipe Marques – Frat. Laical São Próspero
Santa Sexta-feira da Paixão do Senhor
Quarta-feira de Cinzas e início da Quaresma
Indicações de leitura católica para a Quaresma e para o ano todo — livros excelentes com desconto
A EDITORA E LIVRARIA SANTA CRUZ está com uma bela campanha, de livros
excelentes voltados às práticas de devoção nesta Quaresma. Somos clientes
deles há tempos e sempre os recomendamos, sem ganhar nada em troca, porque
gostamos do serviço que prestam: são justos nos preços, pontuais na entrega e,
principalmente, muito felizes na escolha dos seus títulos.
Além do frete grátis para compras a partir de R$89,00 (para
Sul, Sudeste e Centro-Oeste) e R$149,00 (para Norte e Nordeste), para os nossos leitores e alunos conseguimos agora um desconto especial para
a aquisição de qualquer obra na loja da livraria, que já tem preços realmente
muito bons:
www.editorasantacruz.com.br
Os títulos escolhidos para a leitura na Quaresma
são todos indicadíssimos (veja aqui a lista completa), com destaque para
"O Combate Espiritual e o Caminho do Paraíso", do Padre Lourenço Scupoli , mas, além desses, recomendamos
especialmente o clássico
"O Combate da Pureza", escrito pelo Padre Hoornaert na década de 1920, quando a linguagem
da Igreja era clara (e que continua hoje mais atual do que nunca): uma obra
necessária para os nossos dias, que trata de um assunto sobre o qual muitos
jovens (e não só eles, infelizmente) nos consultam: como guardar a virtude da
castidade em uma sociedade cada vez mais erotizada, que eleva a gratificação
sexual ao nível de sinônimo de felicidade, com infinitos estímulos que se
traduzem em tentação constante?
Outra indicação realmente muito especial é a obra "A República Maçônica: Como Produzir a Corrupção Universal", um compilado de documentos reunidos pela Editora em forma de livro, que tem como finalidade principal alertar o fiel católico sobre os grandes males das sociedades secretas, em particular a Franco-Maçonaria. Esta obra se divide em três partes: na primeira trata sobre a Alta Venda e o Carbonarismo, duas das mais tenebrosas lojas maçônicas do início do século XIX. Na segunda parte, estão reunidos os documentos que procedem da Suprema Alta Venda, que no ano 1846 foram apreendidos pela polícia dos Estados Pontifícios e, mais tarde, publicados com a expressa aprovação do Papa Pio IX: são documentos que demonstram os planos verdadeiramente diabólicos contra a Igreja Católica, a Cúria Romana, os padres, as famílias cristãs e a juventude. Na terceira e última parte, constam os documentos pontifícios que condenam sem cessar a Maçonaria e suas ramificações, sendo o primeiro publicado já em 1738, por Clemente XII.
Há ainda duas últimas indicações especiais que fazemos questão de compartilhar, e com estas, de certo modo, retornamos a este tempo santo da Quaresma, mas são livros úteis para todo o ano e para toda a vida do cristão: um é o "Devocionário: Alimento da Alma Devota", que é um dos mais vendidos da editora, pela sua qualidade e precisão (o sumário com as orações e devoções pode ser consultado aqui), o outro é a "Coleção de Novenas", que não traz só uma série de novenas reunidas, mas uma seleção muito particular de Santos de predileção e que é um testemunho vibrante da nossa herança portuguesa, que venera Sto. Antônio e S. Sebastião como heróis nacionais. Provavelmente compilada com a ajuda do próprio Bispo de Mariana, D. Silvério Pimenta, que a aprovou em 1897, é um instrumento ímpar para conhecer melhor não só a história de alguns Santos, como também melhor compreender o espírito católico que formou a nação brasileira. As meditações propostas em cada uma das 45 novenas do livro são, além de inspiradoras, formativas.
Teríamos ainda muito para indicar, porque a loja inteira está
repleta de títulos excelentes, tanto para uso próprio quanto para presentear
alguém, e os livros têm ótima qualidade tanto nos projetos gráficos quanto
na revisão e nos materiais de capa e miolo. Vale a pena fazer uma
visita: www.editorasantacruz.com.br. Para obter o desconto exclusivo, no ato do fechamento da sua compra, é só
usar o cupom OFIELCATOLICO10.
Quaresma: um tempo único para a conversão
A PALAVRA QUARESMA vem do latim Quadragesima. Essa prática, que vem desde o século IV, designa o período de 40 dias que antecedem a Festa maior do cristianismo: a Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, celebrada na Páscoa Cristã.
Missa de Sempre ou Missa do Século XVI? – História da santa Missa dita 'Tridentina'
VEIO EM BOM MOMENTO o prof. Lucas Lancaster nos oferecer uma palestra de esclarecimento, em vídeo, a respeito deste tema sobre o qual já nos debruçamos e esclarecemos por aqui, há algum tempo. Afinal, em termos históricos e de história da liturgia, é correto dizer que a Missa dita tridentina é a Missa de Sempre, como sempre foi entendia e celebrada pela Igreja, ou essa Missa remonta ao século XVI? É correto afirmar que se trata um rito já em uso na Igreja desde os seus primórdios ou foi elaborada pelo Papa São Pio V?
Para aprofundar esta questão, com indicação de fontes e farta referência bibliográfica, leia o nosso artigo "'Missa de Sempre' – Faz sentido essa expressão?", acessando este link. Segue abaixo o vídeo do prof. Lancaster.
Por que a Igreja guarda o domingo e não o sábado?
![]() |
| 'As Três Marias e o Túmulo', Peter von Cornelius (1815/1822) |
“Mais porque mudarão o santo sábado do senhor para o domingo dos pagão, deus santificou e abençoou o sabado pará guardamos.”
Agradecemos pela pergunta, caríssimo Ednardo, porque nos dá oportunidade de esclarecer uma questão que de tempos em tempos retorna em diversas oportunidades, inclusive em outras publicações que se prestam ao esclarecimento da Sã Doutrina cristã e católica.
A força dos símbolos
![]() |
| Como foi que passamos disto... |
![]() |
| ...para isto?! |
Como era o culto da Igreja primitiva?
Nossos símbolos sagrados: a beleza perdida
HÁ COISAS QUE me entristecem profundamente no ser católico de hoje, em vista ao que foi ser católico ontem. Não falo por saudosismo e nem por algum sentimento de nostalgia, como o de algumas pessoas que, eternamente iludidas, consideram sempre melhor tudo o que havia no tempo passado do que aquilo que existe no presente. Não se trata disso. Eu falo de um sentimento de perda, que é real e bastante concreto.
O rito tridentino é dogma de fé? A Liturgia e a autoridade do clero posta em xeque
RECEBEMOS DO LEITOR Wesley Marcos Vicente, ao nosso artigo intitulado "'Missa de Sempre' – Faz sentido essa expressão?" o comentário que reproduzimos abaixo, seguido de nossa resposta, a qual julgamos que possa vir a ser útil para outros. O Bom Deus, pela intercessão da Santíssima Virgem, preserve-nos de ensinar ou induzir a qualquer erro.
O estudo de vocês é muito bom e profundo. Contudo, cabe ressaltar algumas perguntas.
A primeira: O Papa São Pio V criou um dogma quando determinou que o rito tridentino? Respondo: Não. Pois, sabemos todos que um dogma deve ser universal em relação a geografia (imutável em todo o mundo), tem que ser uma verdade atemporal (desde sempre, ou desde que Deus a criou ou a permitiu). Explico: Vocês mesmo tentaram com contorcionismo interpretativo dizer que o que ele determinou com "SEMPRE" não é bem assim ("Não quer dizer que exatamente aquele rito, com todas aquelas mesmas normas"), pois existem inúmeros ritos espalhados pelo mundo inteiro, como também a liturgia sofreu muitas mudanças ao longo do tempo ("Não se pode negar que houve um desenvolvimento da liturgia no correr dos séculos"). Então, se não é dogma, não vejo o porquê deste alvoroço em tratar a missa nova como válida, pois se vamos aceitar a reunião de milhares de bispos em um concílio e, no fim, ser apresentado um documento, aceito por todos, e adicionando uma reforma litúrgica como legítimo, não temos o que discutir, entretanto, se vamos considerar este concílio como "fumaça do demônio", então para o mundo que eu quero descer, pois não há nada mais herético e protestante que não acatar a decisão de bispos legalmente constituídos em um concílio legalmente instituído com documentos legais.
Segunda: O autor deste artigo te qual autoridade e formação? Acredito eu que ele é liturgista, teólogo, filósofo, historiador e sacerdote, pois achei muito pretensioso quando disse: "a chamada "missa nova" pode ser considerada um desvio completo e radical desse mesmo desenvolvimento orgânico presente em toda a história da Igreja". No texto cortado o autor determina que aquilo que foi legalmente constituído é radicalmente errado (Missa nova), enquanto o que outra Missa que também foi legalmente constituída é radicalmente verdade. Como ele identificou esse "erro" e esta "verdade"? Sabemos que aquilo que não é dogma pode ser modificado (como vimos na primeira pergunta), sabemos também que muitos outros pontos da vivência da Igreja sofreram alterações e evoluções ao longo do tempo, não vou aprofundar, mas a adoração Eucarística (com Jesus exposto) começou no segundo milênio, o monaquismo moldou a Europa, mas apareceu à posteriori, a forma de aplicar e exigir os sacramentos também foi sendo aperfeiçoado, etc. Então vejo uma certa rebeldia e precipitação por parte dos autores e dos tradicionalistas, talvez por isso alguns foram excomungados.
Por fim, temos uma hierarquia a seguir, e devemos seguir, enquanto um papa não declarar o contrário, precisamos seguir as determinações dos concílios e do magistério da igreja. Não sejam protestantes e por um conjunto de cismas abandonem a Igreja e a sua santa hierarquia.
Não estou defendendo abusos litúrgicos, mas temos que ser coerentes com o evangelho e com a sã doutrina.
Paz e bem,
Wesley Marcos Vicente
Páscoa da Ressurreição do Senhor e nossa
Perguntas e respostas simples e diretas sobre a Quaresma: penitência, jejum, abstinência e obrigações dos cristãos
A QUARESMA É O PERÍODO de quarenta dias de penitência que faz a Igreja em memória dos 40 dias e noites que Nosso Senhor passou jejuando no deserto antes de iniciar o seu Ministério, os quais precedem a Festa da Ressurreição do mesmo Cristo.
21/1/2023 | Cardeal Zen sobre restrições à Missa tradicional: "Por que humilhar o Papa Bento XVI?"
O BISPO EMÉRITO de Hong Kong, cardeal Joseph Zen, criticou firmemente as restrições do Papa Francisco à Missa tradicional em latim, bem como o Sínodo do Papa sobre a sinodalidade.






















