Que deve fazer o fiel católico nestes tempos de crise e apostasia? – parte 5 | reflexões sobre o Sedevacantismo I



→ Leia a parte anterior desta série

Após uma pausa forçada de duas semanas nas atualizações desta série, por motivos de acúmulo de trabalho em outras frentes (aguardem novidades do nosso apostolado para muito breve), retomamos nossa análise sobre a grande crise na Igreja e as posições que, em razão dela, apresentam-se aos fiéis católicos.

TRATAMOS NESTA SÉRIE sobre as diferentes posições que se apresentam aos fiéis católicos frente à crise terrível que assola a Igreja, assumindo realmente as principais características daquilo que poderíamos esperar da grande apostasia, profetizada desde os tempos antigos e descrita até mesmo no novo Catecismo.


    A primeira posição, já aqui abordada, é a do grande grupo que se comporta como se nada de errado estivesse acontecendo. Já dissemos e demonstramos, também, que tal postura é completamente absurda (veja porquê).


    Na continuidade destes estudos, em sequência, apresentamos a posição denominada “Reconhecer e resistir”, adotada pelos grupos que consideram que não se pode deixar de reconhecer a legitimidade e a autoridade do Papa atual (e consequentemente de todo o clero do Novus Ordo), assim como o Concílio Vaticano II (CVII) como verdadeiro e válido Concílio da Igreja, mas, ao mesmo tempo, creem e ensinam que a gravidade da crise torna necessário resistir ao Papa, bem como a certos ditames do Concílio (o próprio Papa já declarou que os que não seguem o Concílio não estão com a Igreja)  (entenda).


    Chegamos assim à terceira posição possível perante a crise/grande apostasia que grassa na Igreja em nosso tempo: o Sedevacantismo. Dentre todas, esta é sem dúvida a mais polêmica e a mais radical. Em linhas gerais, essa corrente crê que a Sé de Pedro atualmente está vazia, vaga (donde o termo sedevacante), porque o homem que se parece com um Papa católico romano, vestindo-se e se apresentando como tal, ensina o contrário do que ensinaram todos os outros (ao menos os anteriores ao CVII) e, bem mais do que isso, professa e ensina heresia. E o faz não por lapso ou descuido, ou ainda em algum ato isolado, mas de modo contumaz. Portanto, não pode ser um Papa legítimo e nem o verdadeiro Vigário de Cristo sobre a Terra; já que sabemos infalivelmente, desde o início da Igreja, que qualquer um que pregar um Evangelho diferente daquele dos Apóstolos é anátema (cf. Gl 1,8s) –, está excomungado, excluído, fora da Comunhão –, então deixou de ser verdadeiro católico. Por óbvio, quem nem sequer é católico, não poderia ser o Papa de todos os católicos. Para entender melhor (em tópicos), acesse este link

    Agora, elaboramos algumas análises quanto a questões como a possibilidade, as razões e as dificuldades dessa posição radical. Aos interessados, advertimos desde já que evitaremos os juízos rasos e demasiado fáceis, tanto os deste tipo: "Hereges! Cismáticos malditos!", quando os deste outro: "São eles os únicos católicos verdadeiros!"...

    Nosso primeiro passo não poderia ser outro a não ser a análise objetiva da justificativa mais essencial do Sedevacantismo: a simples conclusão de que todo e qualquer herege perde imediatamente a comunhão com o Corpo de Cristo, a santa Igreja. Deixa de ser católico, e portanto não pode ser Papa. Será assim tão simples? Ou estamos diante de um problema mais complexo e mais difícil de resolver? Vejamos.

    Antes de tudo, fique claro que qualquer conclusão a que possamos chegar só pode merecer apreciação ou consideração se estiver fundamentada sobre o tripé Escrituras, Tradição e Magistério, apoiada nos documentos da Igreja. Ninguém fale nada por si: apenas se repita o que a Igreja sempre ensinou e perenemente ensina. Pois a prédica da doutrina católica é privativa da Hierarquia eclesiástica (CDC [1917], cân. 1.328), sendo que essa mesma Hierarquia não pode jamais se contradizer a si mesma, ou ensinar uma doutrina e uma moral em um tempo e depois pregar algo que lhe seja oposto.


Razões e argumentos dos sedevacantistas


[A partir deste ponto, dentro deste tópico específico, tudo o que se afirma não representa necessariamente a posição da Fraternidade Laical São Próspero ou a minha própria, mas expressa os pontos de vista defendidos pelos sedevacantistas, com o intuito de tentar esclarecê-los.]


A vacância da Se Apostólica por eventual heresia pública (apostasia) não é excluída pela doutrina da Igreja, que a prevê explicitamente em diversos documentos magisteriais. Sim, a Igreja proíbe que um herege público obtenha ou ocupe o cargo de Papa. Assim prescreve – solene e perpetuamente – a Bula Cum Ex Apostolatum Officio (1559) do Papa Paulo IV. De fato, este documento é tão importante na discussão do assunto em questão que merecerá um artigo específico. Por ora, apenas citaremos um trecho importante daquilo que ele (de modo exaustivo pela insistência) determina, reafirma e decreta (negritos nossos):

...esta Nossa Constituição, válida perpetuamente, contra tão grande crime [pôr a perder as almas por um ensino contrário ao que determina a santa Tradição] –, que não pode haver outro maior nem mais pernicioso na Igreja de Deus –, na plenitude de Nossa autoridade Apostólica, sancionamos, estabelecemos, decretamos e definimos que pelas sentenças, censuras e castigos mencionados (que permanecem em seu vigor e eficácia e que produzem seu efeito), todos e cada um  dos Bispos, Arcebispos, Patriarcas, Primazes, ou de qualquer outra dignidade eclesiástica superior; sejam Cardeais, Legados, condes, barões, marqueses, duques, reis, imperadores, que até agora  (tal como  se declara precedentemente) tiverem sido surpreendidos, ou houverem confessado, ou estejam convictos de se terem desviado [da Fé católica], ou de haver caído em heresia, ou de haver incorrido em cisma, ou de ter suscitado ou cometido; ou também os que no futuro se apartarem da Fé católica, ou caírem em heresia, ou incorrerem em cisma, ou os provocarem, ou os cometerem, ou os que forem surpreendidos ou confessarem ou admitirem haver se desviado da Fé Católica, ou haver caído em heresia, ou haver incorrido em cisma, ou tê-los provocado ou cometido, dado que nisto resultam muito mais culpáveis que os demais, fora das sentenças, censuras e castigos, enumerados, (que permanecem em seu vigor e eficácia e que produzem seus efeitos), todos e cada um dos Bispos, Arcebispos, Patriarcas, Primazes, ou de qualquer outra dignidade eclesiástica superior; sejam Cardeais, Legados, condes, barões, marqueses, duques, reis, imperadores, caíram privados também por essa mesma causa, sem necessidade de nenhuma instrução de direito ou de fato, de suas hierarquias, e de suas igrejas catedrais, inclusive metropolitanas, patriarcais e primazes; do título de Cardeal, e da dignidade de qualquer classe de Legado, e ademais de toda voz ativa e passiva, de toda autoridade, dos mosteiros, benefícios e funções eclesiásticas, com qualquer Ordem que for que tenham obtido por qualquer concessão e dispensação Apostólica, seja como titulares, ou como encarregados ou administradores, e nas quais, seja diretamente ou de alguma outra maneira houverem tido algum direito, ou os houverem adquirido de qualquer outro modo; caem assim mesmo privados de qualquer beneficio, rendido ou produzido, reservados ou assinados para eles. E do mesmo modo serão privados completamente, e em cada caso, de seus condados, baronias, marquesado, ducado, reino e império, e de forma perpétua, e de modo absoluto.


    De igual modo, o cânon 188 do Código de Direito Canônico de 1917, em seu parágrafo 4º, é claríssimo em impedir que todo herege ou apóstata ocupe qualquer cargo na Igreja. Para estar apto a receber a ordenação, é primeiramente necessário (como é mais do que óbvio) ser católico (cânon 985); um não católico é, sempre e necessariamente, inepto. Assim também, se um escolhido do Conclave não estiver, antes de tudo, apto para a Ordem, não poderá receber o pontificado. Isto ensinou também o Papa Pio XII (Ao Segundo Congresso Mundial do Apostolado dos Leigos, 5/10/1957)[1]. Ainda que os modernistas possam argumentar que este Código tenha sido suplantado por outro, mais atual, nada pode mudar na Igreja com relação à Sã Doutrina e as leis morais, às quais justamente se refere este parágrafo.


    Também é verdade que diversos Doutores Santos, Papas e grandes teólogos da Igreja, assim como muitos prelados ilustres, ensinaram que é possível a vacância da Sé Romana por apostasia, negação da Fé e/ou heresia pública de um Papa.


    São Roberto Belarmino, Cardeal e Doutor da Igreja, com razão é sempre citado nessa discussão, pois em sua obra De Romano Pontifice ensinou com total clareza (grifos nossos):

Um Papa que se manifeste herege, por esse mesmo fato (per se) cessa de ser Papa e cabeça, assim como pelo mesmo motivo deixa de ser um cristão e membro da Igreja. Portanto, ele pode ser julgado e castigado pela Igreja. Este é o ensinamento de todos os Padres antigos, que ensinavam que os hereges manifestos perdem automaticamente toda jurisdição.
Este princípio é do mais certo. O que não é cristão não pode de maneira alguma ser Papa, como disse Caetano. A razão disto é que ninguém pode ser cabeça daquilo que não é membro. Agora bem, aquele que não é cristão não é um membro da Igreja e um herege manifesto não é cristão, tal como é claramente ensinado por S. Cipriano (lib. 4, epist. 2), Sto. Atanásio (Cont. aria.), Sto. Agostinho (lib. De grat. Christ.), S. Jerónimo (contra Lúcifer), e outros; logo, um herege manifesto não pode ser Papa.
(Op. cit. II, 30)


    Outro grande Doutor da Igreja, São Francisco de Sales, o confirma, ensinando exatamente o mesmo:


Agora, quando ele [o Papa] é explicitamente herege, cai ipso facto de sua dignidade e põe-se fora da Igreja.[2]


    Já de Santo Antonino, Arcebispo e teólogo papal do Concílio de Florença, temos o seguinte ensinamento:

No caso em que o Papa se convertesse num herege, se encontraria, por esse único fato e sem nenhuma outra sentença, separado da Igreja. Uma cabeça separada de um corpo não pode, sempre e quando se mantenha separada, ser cabeça da mesma entidade da qual foi cortada. Portanto, um Papa que se separasse da Igreja por heresia, por esse mesmo fato em si deixaria de ser o cabeça da Igreja. Não pode ser um herege e permanecer sendo Papa, porque, desde que está fora da Igreja, não pode possuir as chaves da Igreja.[3]


    Aí estão, sem dúvida, algumas fortes razões dos sedevacantistas. Consideram-se, assim, que não estão simplesmente a “julgar” que o Papa não é Papa, um direito que não lhes assistiria, mas reconhecem que o Papa, enquanto for realmente Papa, não pode ser julgado por ninguém. Porém, se ele incide em heresia pública, se ele cair no erro (e pior, ensinar o erro) em matéria de Fé, aí sim pode ser reconhecido como aquilo que pública e reconhecidamente é de fato, pois ele mesmo é que se afastou do ofício. Assim ele não precisa ser julgado por outros, ele mesmo é quem se desliga do cargo.


    De fato, não há documentos inúteis no Magistério. A Igreja não publicou os documentos aqui citados para que fossem depois descartados, escondidos ou "varridos para debaixo do tapete" em nome de uma nova religião instalada onde antes havia a Igreja de Cristo, mas para a instrução perpétua dos fiéis. Nos casos em questão, para que pudessem se precaver contra os falsos pastores, mesmo que fosse um falso Papa. Se a Igreja previu explicitamente a hipótese da vacância –  um Papa tornar-se herege ou, antes, quando um herege for (invalidamente) eleito – é porque, sim, isso pode ocorrer, como está ocorrendo agora, diante dos nossos olhos.

    Os fiéis devem, então, tomar muito cuidado e ter muita atenção para evitar todo tipo de engano. Deve o católico se manter sempre prudente e conservar a fidelidade, e jamais se portar como um fantoche ou idiota que se faz cego e se deixa guiar por falsos pastores igualmente cegos. Sim, vivemos em um cenário terrível, impensável até há pouco tempo, mas que pôde se tornar real nestes tempos de exceção da grande apostasia em que vivemos. Pois o fiel católico deve ser, ao mesmo tempo, puro como a pomba e prudente (ou astuto) como a serpente (Mt 10,16), não um tolo que se deixa levar para longe do Pastor dos pastores, Nosso Senhor Jesus Cristo.


    Não é sinal de orgulho nem de infidelidade seguir o Magistério da Igreja de sempre, refutando toda novidade que contrarie o seu Ensinamento perene. Logo, questionar se um Papa é mesmo verdadeiro não pode ser considerado – ao menos não necessariamente – como um ato de traição ou apostasia, mas de uso do discernimento que nos é dado por Deus; é obedecer ao próprio Salvador, pois Ele, providentemente, nos preveniu: "Acautelai-vos dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores". E mais:

Pelos seus frutos os conhecereis. Colhem-se, porventura, uvas dos espinhos e figos dos abro­lhos? Toda árvore boa dá bons frutos; toda árvore má dá maus frutos. Uma árvore boa não pode dar maus frutos; nem uma árvore má, bons frutos.
(Mt 7,15-18)


    Não é apenas uma permissão para questionar as coisas, em circunstâncias extremamente perigosas para a nossa salvação como as que vivemos agora: mais do que isso, que nos acautelemos, que sejamos cautelosos, é uma ordem divina direta. Estejamos sempre atentos contra todo erro, Nosso Senhor insiste nisso (cf. Mc 8,15. 13,33.37; Mt 26,41; Lc 21,36, etc.), e assim também os seus Apóstolos (1Cor 16,13; 1Pd 4,7.5,8; 2Jo 1,8; At 20,31, etc.). Assim, a posição sedevacantista é uma posição teológica respeitável; deve ser ao menos considerada como tal.

Na continuação, veremos os argumentos eclesial, doutrinal, canônico e escatológico favoráveis e contrários ao Sedevacantismo.


______

[1] Cf. Aos Participantes do II Congresso Mundial do Apostolado Laico (5 de outubro de 1957). 'Alguns aspectos fundamentais do apostolado leigo, Hierarquia e apostolado'. Disp. em: 
vatican.va/content/pius-xii/fr/speeches/1957/documents/hf_p-xii_spe_19571005_apostolato-laici.html

[2] The Catholic Controversy, ed. inglesa. Londres: Catholic Way Publishing, 2015, 
pp. 305-306.

[3] 
Summa Theologica, apud Actes de Vatican I. V. Frond pub.

[4] Antiga Enciclopédia Católica, 
Vol. 1, verb. «Anacleto». Albany: Robert Appleton Company, 1907, p. 447.



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5 comentários:

  1. Respostas
    1. Agradeço por demonstrar aqui, com um comentário tão simples, o perfeito exemplo dos que assumem a primeira posição já apresentada por mim: tudo está bem, não existe crise nenhuma e qualquer pessoa que se atreva a usar o dom do discernimento que recebeu do Alto para tentar entender os problemas da Igreja de hoje (imaginários, claro), não passa de um "infiel". Essa expressão, aliás, é mais usada pelos seus queridos irmãos muçulmanos... Fez bem em usá-la, afinal, siamo tutti fratelli, certo? Sim, todos irmãos, menos os malucos infiéis que ainda se apegam a essa velha bobagem de Escrituras, Tradição e Magistério.

      Deus o ilumine e recompense com justiça
      Frat. Laical S. Próspero

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  2. Parabéns por retornar ao assunto. Aguardaremos pelas próximas análises.

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  3. Que Deus nos proteja nesses tempos tão difíceis! Que Nosso Senhor Jesus Cristo sustente sua Igreja com a Força e Ação do Espirito Santo!

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  4. O SEDEVACANTISMO TERIA SURGIDO DO VATICANO II POR DISCORDÃNCIA POR SEUS NOVOS ENSINAMENTOS E AMBIGUIDADES, CONFERINDO-SE AOS ANTERIORES DE 2000 ANOS, AOS PRIMEIROS PADRES APOSTOLARES, COMO A S INÁCIO DE ANTIOQUIA, S AGOSTINHO ETC!
    O nada admirável sedevacantismo foi uma das piores conseqüências e mais inconvenientes provindas da crise que ocorreu após a conclusão do Vaticano II com seu doutrinário em partes sujeito a interpretações diversas e ambiguidades, inclusive de não condenar formalmente o comunismo que já assolava a humanidade com suas perversas e devassas ideologias marxi-niilistas mundo afora que, já àquela época, disseminava-se assustadoramente em diversas nações e, por aqui, na América Latina, destinou-se essa perversidade e desserviço à esquerdista Teologia da Libertação - melhor, da Libertinagem - alinhada aos comunistas do PT e aliados, como o PC do B e mais PCs associados!
    Dessa forma agindo, o Vaticano II deu forças para os vermelhos ficarem mais à vontade e inclusive aproveitaram da situação - oportunistas, como sempre, vivem disso - para esses perversores material-ateístas infiltrarem a Igreja e seus futuros sacerdotes e bispos promoverem escândalos para dispersarem os fiéis, enquanto aqueles apenas errônea e patologicamente bitolados consideram-se que neles está a verdade e não aceitam de forma alguma confrontação, querendo se colocarem como deuses a "guiarem" a humanidade - porém, rumo ao precipício - ao material e principalmente ao espiritual!
    Nós, no entanto, atemo-nos à Revelação, ao Magistério infalível da Igreja, da vida e da liturgia dos Santos Padres desde os primórdios da Igreja e que foram conservados intactos até ao Vaticano II.
    Sabe-se que após a morte de S João Paulo II tentavam colocar no papado um que atendesse aos interesses da Máfia de Sankt Gallen, denunciado por um lapso verbal ou propositadamente pelo D Gofrieds Cardeal Daneells e por escrito à hora da morte, mas deram-se mal com Bento XVI e teriam-se esforçado para o destituirem do papado e colocarem a D Jorge Cardeal Bergoglio, sobre o qual dispensam-se comentários, bastando ouvir a D Viganò, D Athanasius Schneider, o Cardeal D Burke etc., especialistas em comentários sobre certos procedimentos que seriam incorretos e/ou heréticos!
    A respeito de Francisco, percebe-se que as demoníacas maçonaria e as esquerdas gerais da qual são suas tributárias, regozijaram-se sobremodo com sua eleição e ambas manifestaram-se que, doravante, a Igreja católica manteria com elas um "diálogo" de forma bastante amistosa!
    Assim como sucede nos ótimos relacionamentos em relação ao relativista e alienante protestantismo e os grandes proprietários de imensas denominações, considerados aliados, embora os frequentadores das seitas estejam totalmente desinformados dessas alianças; uma prova disso é do co-fundador dos TJs, o pastor Charles Taze Russel, enterrado em Ross, EUA, por sobre seu túmulo haver uma pirâmide maçônica - sinal que possuía determinados alinhamentos com eles - porque a diabólica maçonaria do G.A.D.U. não homenageia a ninguém aleatoriamente!

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