Bento XVI rompe silêncio e fala sobre renúncia em livro

Em imagens recentes, a fragilidade do queridíssimo Papa Emérito que, em livro, falará sobre 'lobby gay' no Vaticano

O PAPA EMÉRITO Bento XVI, que renunciou ao governo da Igreja no ano 2013, conta ao jornalista alemão Peter Seewald os motivos que o levaram a deixar o comando da Igreja Católica, inclusive sobre o que ele chama "lobby gay" em pleno Vaticano e o que pensa sobre seu sucessor.

A publicação, uma espécie de autobiografia em forma de entrevista, será lançada mundialmente no dia 9 de setembro de 2016 e se chamará "Ultime Conversazione" ('última conversa').

Segundo o jornal italiano "Corriere della Sera", a obra trará trechos potencialmente polêmicos, e apresentará passagens da vida de Ratzinger sob o regime nazista na infância e os difíceis anos pós-guerra que enfrentou, sob a ótica pessoal e religiosa.

___
Ref.:
UOL Notícias, disp. em:
http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/ansa/2016/07/01/bento-xvi-rompe-silencio-e-fala-sobre-renuncia-em-livro.htm

Acesso 1/8/016
www.ofielcatolico.com.br

9 comentários:

  1. Comprei agora em julho, em Roma, o livro "Enseñar y aprender el amor de Dios", primeiro volume da série de 6 livros da coleção "Textos Selectos', de Joseph Ratzinger. Esse primeiro volume trata sobre o sacerdócio e tem introdução escrita pelo cardeal Gerhard L. Muller e prefácio do Papa Francisco.

    Como não poderia deixar de ser, é sensacional!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. sabe se tem traduzido para o português?

      Excluir
    2. Creio que ainda não, Lorena.

      Excluir
  2. O Papa Bento XVI mesmo andado com dificuldade, poderia ainda ter continuado ser nosso Papa, pois São João Paulo II foi até o fim em uma cadeira de rodas. Até hoje não vejo motivos de o Papa Bento XVI ter renunciado ao papado.

    Sidnei

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Cada um é cada um amigo.
      Não acredito que tenha sido problemas físicos que o tenha feito renunciar mas outras coisas, muito mais sérias.

      Excluir
    2. Eu acredito piamente nas Sábias palavras de renuncia do Grande Bento XVI, que são a pura verdade. Um Homem do naipe de Joseph Ratzinger jamais se utilizou de “meias verdades”.

      Excluir
    3. Pois... Mas os tempos são outros e nós não sabemos o que anda dentro do Vaticano ... Não devemos julgar mas rezar

      Excluir
    4. Pedro Henrique (Apostolado A Fé que Salva)15 de agosto de 2016 13:47

      É muito simples o motivo: A maçonaria usando a Igreja para estabelecer a Nova Ordem Mundial desde o maçom Papa João XXIII, quando este começou a implementar as mudanças com o Concílio Vaticano II. A Missa mudou, o clero mudou, a FÉ mudou. João Paulo I era modernista mas odiava a maçonaria e queria expulsar cardeais envolvidos em escândalos do Vaticano. Resultado: seu papado durou 33 dias! Meio suspeito, não? Joseph Ratzinger era meio termo, porém mais tradicional que moderno, era explícito isso nele, só em suas vestes já dava pra notar. Ele teve muita resistência em mudar a Igreja para o modernismo. Agora imagina a pressão dos maçons na cabeça do Papa pra ele fazer o que não queria fazer? Você aguentaria? Pois é, resta renunciar.

      Excluir
    5. Meu Deus! Quanta criatividade....
      Será o enredo da nova novela da Record do Edir Macedo
      Louvado Seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

      Excluir

** Assine a revista O Fiel Católico digital e receba nossas novas edições mensais em seu e-mail por uma colaboração mensal de apenas R$7,00. Ajude-nos a continuar trabalhando pelo esclarecimento da fé cristã e católica!


AVISO aos comentaristas:
Este não é um espaço de "debates" e nem para disputas inter-religiosas que têm como motivação e resultado a insuflação das vaidades. Ao contrário, conscientes das nossas limitações, buscamos com humildade oferecer respostas católicas àqueles sinceramente interessados em aprender. Para tanto, somos associação leiga assistida por santos sacerdotes e composta por professores doutores, mestres e pesquisadores. Aos interessados em batalhas de egos, advertimos: não percam precioso tempo (que pode ser investido nos estudos, na oração e na prática da caridade) redigindo provocações e desafios infantis, pois não serão publicados.

Receba O Fiel Católico em seu e-mail