Assine nossa Formação em Teologia católica tradicional
Ganhe um desconto exclusivo ao adquirir qualquer livro da editora Realeza (Obras Católicas) usando o cupom ofielcatolico
EM SEU DISCURSO do Angelus de 27 de julho (2025), o Papa Leão XIV falou sobre a necessidade de nós, católicos “evitarmos a crueldade com o nosso próximo se quisermos poder chamar Deus de nosso Pai”, nos seguintes termos:
Quando recitamos o Pai-Nosso, além de celebrarmos a graça de sermos filhos de Deus, também expressamos nosso compromisso de corresponder a esse dom amando-nos uns aos outros como irmãos e irmãs em Cristo. Refletindo sobre isso, um dos Padres da Igreja escreveu: 'Devemos lembrar... e saber que, quando chamamos Deus de 'nosso Pai', devemos nos comportar como filhos de Deus' (São Cipriano de Cartago, De Dom. orat. , 11), e outro acrescenta: 'Não podeis chamar de Pai o Deus de toda a bondade se conservais um coração cruel e desumano; pois, nesse caso, não tendes mais em vós a marca da bondade do Pai celestial' (São João Crisóstomo, De orat. Dom. , 3). Não podemos rezar a Deus como 'Pai' e depois sermos rudes e insensíveis com os outros.'
Por mais que se trate de uma piedosa exortação, ficamos nos perguntando o que o novo pontífice pretende fazer para lidar com uma das crueldades mais perversas do mundo atual: os ataques contínuos do próprio Vaticano à pura Fé católica, e a sua perseguição às almas que nada mais desejam do que praticar a Religião com fidelidade. Parafraseando São João Crisóstomo, no Angelus, Leão XIV poderá chamar a Deus de Pai se mantiver o silêncio reinante nas últimas duras décadas sobre essas crueldades insondáveis?
➞ Para ler a primeira parte deste estudo, acesse
O QUE É é um Concílio Ecumênico? Aqui chegamos ao mais lamentável equívoco cometido por certos católicos tidos como tradicionalistas, e que é defendido na conferência publicada em forma de livro citada na primeira parte deste artigo: a tese de que deveríamos aceitar, ou pelo menos sermos indulgentes, com o Vaticano II, porque este pode ser inserido numa “continuidade” com a Tradição e em relação a todos os Concílios precedentes da santa Igreja. Ora é impossível não reconhecer, se formos honestos e tivermos o mínimo conhecimento de causa, que tal tese é nada menos que falsa. Realmente não há como defender essa ideia quando se conhece a história por trás da coisa toda. A ruptura com a continuidade do Munus Docendi praticado pela Igreja desde sempre é tão absolutamente clara e tão radical que chega a tornar difícil considerar que aqueles que não a admitem – afora os casos de simples ignorância –, não o façam por pura má-fé.
“Escuto muito falar que o concílio Vaticano 2 foi ruim que fez um estrago enorme na igreja, mas eu não consigo saber que erros seriam esses (...) a secretária da minha paróquia é uma freira [e] ela falou que esse concílio foi uma grande primavera na igreja. Sei que eu tenho visto muita coisa errada acontecendo vocês poderiam tirar a minha dúvida mostrando qual é o erro do Vaticano II?”
PARTINDO DA COMPLICADA PREMISSA de que podemos, enquanto leigos, criticar e submeter ao nosso crivo particular um concílio legítimo (?) da Santa Igreja Católica, algo que em tempos normais não seria possível de modo algum, mas que se tornaria possível nestes dias de exceção em que estamos vivendo, devido à apostasia generalizada que grassa no seio da própria Igreja, consideramos válido oferecer a tantos que nos fazem a mesma pergunta o devido esclarecimento dessa questão fundamental.
A PARTIR DE AGORA já é oficial: Francisco, em acordo com Bispos de diversas partes do mundo, mudou as normas que regem o uso do Missal de 1962, o qual fora liberado por Bento XVI (como 'Rito Romano Extraordinário') há catorze anos. Foi publicado nesta sexta-feira (16/7/2021) o novo motu proprio, intitulado "Traditionis custodes", acompanhando-o uma carta na qual se apresentam as razões dessa decisão.
Não precisa do terceiro segredo (de Fátima) [...] e nem do Catecismo (n. 675) [...] para ver a grande apostasia. Basta abrir o olho para ver a grande apostasia! Se você ainda vive no mesmo mundo em que eu vivo... Pelo menos eu enxergo a grande apostasia. (aos 48:41 do vídeo)
Que nós já estamos diante de uma grande apostasia, acontecendo diante dos nossos olhos, disso não há dúvida nenhuma. (50:40)
![]() |
| Bula de excomunhão de Lutero "Decet Romanum Pontificem", de Leão X, de 3/1/1521 |




![]() |
| Imagem rara mostra o Santo Padre Pio de Pietrelcina durante celebração da Santa Missa tradicional |
“Os participantes da TLM doam cinco vezes mais, indicando que estes são muito mais comprometidos (concretamente falando) do que os participantes da NOM. Católicos TLM vão à missa todos os domingos, uma taxa 4 vezes e meia maior que seus irmãos NOM. Isso implica um profundo compromisso com a fé. A adesão quase universal à missa dominical retrata os católicos que estão profundamente apaixonados por sua fé e não podem imaginar a falta de seu privilégio dominical ”.