A Igreja e o Islã, uma crítica da Evangelii Gaudium – parte I

Introdução e tradução por João Marcos – Associação São Próspero

DIANTE DA ONDA de atentados terroristas cometidos por islâmicos, julgo oportuno traduzir um texto sobre a Exortação Apostólica Evangelii Gaudium, um dos primeiros documentos escritos pelo Papa Francisco. O texto trata de esclarecer algumas afirmações sobre o Islã feitas na Exortação, afirmações estas que confundem o entendimento dos católicos sobre a religião islâmica. Para não cometer nenhuma injustiça, achei por bem traduzir todo o texto, e não apenas a sua parte crítica. O autor do texto é o padre jesuíta egípcio Samir Khalil Samir, especialista em Islã e Oriente Médio, professor por 12 anos do Pontifício Instituto Orientale em Roma. Mora no Líbano há 30 anos[1].



Samir Khalil Samir
Há muitas coisas positivas na Evangelii Gaudium: seu chamado para uma relação de amor e verdade entre islâmicos e cristãos, trabalhar pela paz, acolher imigrantes... Mas também há pontos que provocam críticas: o Deus “compassivo e misericordioso” islâmico é realmente o mesmo Deus da Trindade? E Jesus e Maria, são os mesmos no Corão? O fundamentalismo cristão é igual ao fundamentalismo islâmico? O que é realmente urgente – como sugere o Papa – é uma “interpretação adequada do Corão”, algo que os islâmicos resistem a fazer.

Beirute – A Exortação Apostólica Evangelii Gaudium é apresentada como o programa pastoral do Papa Francisco. Ela revela a alma aberta, amigável, positiva e alegre deste Papa na sua missão de espalhar a mensagem cristã no mundo atual. 

Pela minha experiência de contato constante com o Oriente Médio, eu fiquei muito impressionado com a seção sobre diálogo inter-religioso (parágrafos 250-254). Mas depois de reler e analisar essas passagens algumas vezes, especialmente aquela destinada ao Islã (252-253), eu pretendo destacar alguns pontos importantes, ao mesmo tempo em que abordo alguns aspectos problemáticos da relação com o Islã. Na Evangelii Gaudium, o Papa é muito otimista sobre o que é realmente benéfico em nossa sociedade globalizada.


Exigências de um diálogo genuíno

1. Amor e Verdade (n. 250)

A primeira coisa que deve caracterizar as relações com outras religiões está no parágrafo 250: “Uma atitude de abertura em verdade e amor”. Isto é importante porque vivemos num mundo globalizado, em contato frequente com outras religiões. O Papa sublinha que o caminho correto para dialogar requer amor e verdade: não existe amor em tomar posições inflexíveis, não existe verdade em diálogos ambíguos e vagos. Esta é a atitude correta, frequentemente em falta hoje em dia.

2. Diálogo e Anúncio (n. 251)

O mesmo tema está no n. 251: “Neste diálogo, sempre amável e cordial, nunca se deve descuidar o vínculo essencial entre diálogo e anúncio”.

Algumas vezes, ao dialogar, quando chega a hora do anúncio parece que nossos parceiros se desagradam, acusando-nos de fazer proselitismo. Mas isso não tem nada a ver com proselitismo, e sim com amor: é por amor que eu proclamarei a boa notícia que me liberta e me dá a felicidade. E você também deve me oferecer o bem que há em sua fé. Temos que evitar artimanhas, argumentos e práticas que visam conquistar o outro, e passar a dar testemunho da verdade.

Além do mais, os termos “proclamação” e “boa notícia” estão na Bíblia e no Corão. “Boa notícia”, do grego euanghelos, é encontrada em Isaías, Marcos, Lucas... No Corão, encontramos o verbo bashshara, ou seja, “trazer as boas notícias”. É dito frequentemente que Maomé foi enviado para “trazer as boas notícias” (mubashshiran). E é Cristo, de acordo com o Corão, que diz aos israelitas: “Eu vim para trazer as boas notícias (mubashshiran) de um profeta que virá depois de mim, chamado Ahmad”. Os islâmicos interpretam “Ahmad” como Maomé .

O ato de trazer boas notícias é tabshir em árabe, e é uma função típica de profetas. Islâmicos usam essa palavra para criticar os cristãos, acusados de fazer tabshir no sentido de proselitismo, distorcendo o significado da palavra árabe. O verso 61,6 do Corão é frequentemente citado como prova de que o próprio Jesus anunciou a vinda de Maomé. O proselitismo deve ser criticado, porque é um meio de conquistar uma pessoa com truques. Mas a proclamação é o propósito da fé que me libertou, e você, por sua vez, deve proclamar sua verdade a mim.

Cada um de nós está convencido de que trazemos as “boas novas” à humanidade. O islâmico, a comunidade islâmica, têm a obrigação de propagar o Islã através da Da’wa, do “chamado” para se tornar islâmico, de forma que todo estado islâmico tem um ministro de Da’wa. Da mesma forma, o cristão e a comunidade cristã têm a obrigação de proclamar a fé, de convidar outros a descobrir o Evangelho (as Boas Notícias). Compreendida corretamente, a proclamação é um ato de amor pelo outro. É por isso que o Papa nos chama a proclamar o Evangelho em diálogo, num gesto de amor e verdade. Já o sincretismo não respeita nem o amor, nem a verdade. Por isso o Papa condena o sincretismo: “Um sincretismo conciliador seria, no fundo, um totalitarismo”.

3. Acolher os imigrantes islâmicos (n. 253)

O Papa falou corajosamente: “Nós, cristãos, deveríamos acolher com afeto e respeito os imigrantes do Islã que chegam aos nossos países”. Esta é a consequência do “amor e verdade”: devemos acolher os imigrantes, não fechar nossas fronteiras com acontece frequentemente no Ocidente.

Ele mesmo deu o exemplo ao ir à Lampedusa, em julho de 2013, onde fez um discurso que começa com as seguintes palavras: “Emigrantes mortos no mar; barcos que em vez de ser uma rota de esperança, foram uma rota de morte. Assim recitava o título dos jornais. Desde há algumas semanas, quando tive conhecimento desta notícia (que infelizmente se vai repetindo tantas vezes), o caso volta-me continuamente ao pensamento como um espinho no coração que faz doer. E então senti o dever de vir aqui hoje para rezar, para cumprir um gesto de solidariedade, mas também para despertar as nossas consciências a fim de que não se repita o que aconteceu. Que não se repita, por favor”

4. Os países islâmicos devem acolher os cristãos (n. 253)

Ao mesmo tempo, o Papa diz (no parágrafo 253): “Rogo, imploro humildemente a esses países que assegurem liberdade aos cristãos para poderem celebrar o seu culto e viver a sua fé, tendo em conta a liberdade que os crentes do Islão gozam nos países ocidentais”.

O Papa teve coragem de dizer aos países mais ricos do mundo, Arábia Saudita e alguns países do Golfo, a garantir liberdade de culto. Mas ele não menciona liberdade de consciência ou de conversão. A liberdade de culto é importante, visto que há mais de 2 milhões de cristãos na Península Arábica sem direito de ter ao menos sua própria capela!

Parece-me óbvio que a liberdade de consciência é garantida em todos os países ocidentais. Cedo ou tarde teremos de pedir liberdade de consciência até mesmo nas nações islâmicas: esta é a condição para uma verdadeira coexistência, respeitosa do indivíduo, em verdade e amor.


O propósito do diálogo

1. A serviço da paz (n. 250)

O propósito do diálogo inter-religioso é garantir a paz no mundo: “Este diálogo inter-religioso é uma condição necessária para a paz no mundo e, por conseguinte, é um dever para os cristãos e também para outras comunidades religiosas.” Mais adiante o Papa continua: “Com este método, poderemos assumir juntos o dever de servir a justiça e a paz, que deverá tornar-se um critério básico de todo o intercâmbio”. Serviço é um dever, particularmente o serviço da paz e justiça. É um dever a todos os cristãos.

Na minha opinião, a palavra “juntos” é muito importante. Diálogo não é “eu falo e você escuta” e depois “você fala e eu escuto”, mas é nos colocarmos “juntos” a serviço da paz e da justiça. Esta é a visão prática e pastoral do Papa.

Finalmente, o uso das palavras “justiça” e “paz” é notável. Não se pode alcançar a paz sem justiça. Enquanto alguém se sentir injustiçado não haverá paz. Penso no conflito entre palestinos e israelenses. Os primeiros pensam que o fato de uma grande parte do seu território, onde eles viveram por séculos, ter sido tomada deles, sem culpa de sua parte, e dada a outros, é uma injustiça. Enquanto essa injustiça não for reconhecida e reparada, não haverá paz!

2. Aceitar as diferenças de cada um (ns. 250-252)

Uma consequência prática desse diálogo é o respeito pelas diferenças.

Ele diz no parágrafo 250: “Assim aprendemos a aceitar os outros, na sua maneira diferente de ser, de pensar e de se exprimir”. Este aceitar das diferenças é, para mim, crucial. Por ele, “ambas as partes encontram purificação e enriquecimento.”

O diálogo não deve ser usado para atacar o outro, ou humilhá-lo, mas para me purificar e enriquecer. A diferença é vista de um ângulo positivo.

Este tema aparece várias vezes. Por exemplo, ao falar dos islâmicos, o Papa diz algumas coisas muito positivas: “É admirável ver como jovens e idosos, mulheres e homens do Islã são capazes de dedicar diariamente tempo à oração e participar fielmente nos seus ritos religiosos” (n. 252).

Como cristãos, devemos aprender deles a devotar tempo à oração. O Papa enfatiza a positividade do testemunho islâmico diante de um certo relaxamento da Cristandade Ocidental.

Ele elogia também a religiosidade islâmica, sua dependência de Deus: “Muitos deles têm uma profunda convicção de que a própria vida, na sua totalidade, é de Deus e para Deus”. Isto devia servir de exemplo ao Ocidente, tentado pelo individualismo.

No parágrafo 253, o Papa lembra uma condição para o diálogo: “Para sustentar o diálogo com o Islã é indispensável a adequada formação dos interlocutores, não só para que estejam sólida e jubilosamente radicados na sua identidade, mas também para que sejam capazes de reconhecer os valores dos outros, compreender as preocupações que subjazem às suas reivindicações e fazer parecer as convicções comuns”.

O que o Papa diz do Islã é verdadeiro, e é vivenciado por muitos islâmicos. Por exemplo, muitos deles levam as orações bem a sério. Poucos dias atrás eu estive com uma família islâmica de Tripoli, no Líbano. Toda a família – pais e 2 filhos – respeitava os horários de oração. Foi apenas em respeito a mim que eles não interromperam suas atividades para rezar. Mas o seu celular sempre tocava na hora da oração, para lembrá-los do momento.

O sentimento religioso é mais forte entre os islâmicos do que entre os cristãos. E Bergoglio enfatiza esses aspectos positivos do Islã para corrigir omissões entre os cristãos.




________
1. Nota do Editor: conforme explicado pelo autor, este é um artigo opinativo sobre um documento papal. As opiniões aí expressas não estão diretamente ligadas aos dogmas ou à Doutrina da Igreja; também não representam, necessariamente, as opiniões do nosso apostolado. Por se tratar de assunto tão espinhoso e delicado, sabemos bem que a polêmica é inevitável. As considerações de Samir Khalil Samir servem, entretanto, como válidos pontos de partida para uma reflexão mais madura a respeito dos pontos essenciais contidos nesta Exortação apostólica.
www.ofielcatolico.com.br

3 comentários:

  1. IMPOSSÍVEL DIALOGAR COM QUEM NOS ODEIA HÁ QUASE 1400 ANOS, CONTINUA IRREVERSÍVEL, IRRETRATÁVEL!
    ... o Papa sublinha que o caminho correto para dialogar requer amor e verdade: não existe amor em tomar posições inflexíveis, não existe verdade em diálogos ambíguos e vagos. Esta é a atitude correta, frequentemente em falta hoje em dia".
    Muito bem, mas o problema com que nos deparamos é que os islãmicos já demonstraram até dentro do Vaticano que pretendem conquistar até Roma, colocarem todos a ferro e fogo sob o Islã, e em recente resposta seus membros mais radicais ao PROPRIO PAPA FRANCISCO declararam que odeiam o cristianismo!
    Eles são pagãos, e de como pode haver paz com esses se não converterem? A deusa da lua Alah poderá ou tem a paz em si, assim como Baal, moloc, Refan, Thor?
    Os vermelhos e o Islã são aliados de momento contra o Ocidente e o cristianismo, portanto da maçonaria e o grande incentivador disso é George Soros que é o pai de todos os dois que querem é confusão para poderem implantar o globalismo material-ateísta!
    Lembram das advertencias de Dom Amel Nona, arcebispo caldeu de Mosul, em fuga para Erbil? “Nossos sofrimentos de hoje são um prelúdio daqueles que também vós, europeus e cristãos ocidentais, padecereis no futuro próximo”!
    Idem, D Lafebvre e Bento XVI sobre receber os maometanos aqui e deixar os cristãos às feras do Islã?
    Não existe Islã moderado pois ambos sorvem da mesma fonte: o livro do odio, o pagão Alcorão!
    "Não se ponham em jugo desigual com descrentes. Pois o que têm em comum a justiça e a maldade? Ou que comunhão pode ter a luz com as trevas?
    Que harmonia entre Cristo e Belial? Que há de comum entre o crente e o descrente?.
    *DÊEM UM CONFERIDA NO ABAIXO:
    Hoje no Dailly Caller é mostrado um email vazado da Open Society Organization (organização de Soros) que diz que a Europa deve ser financiada no sentido de aceitar que a crise do refugiado é o "novo normal" e que essa crise oferece "novas oportunidades" para a Organização.
    A Organização tem um programa de financiamento chamado "International Migration Initiative" que procura influenciar políticas migratórias.
    O email vazado diz que a Organização está financiando políticos para determinar políticas migratórias.
    O site Zero Hedge faz um bom resumo da história e dá mais detalhes sobre as atividades de Soros de financiamento da "justiça social".
    E tem muita gente que pensa que esquerdismo é coisa de gente pobre"
    *thyselfolord

    ResponderExcluir
  2. HÁ ALGUMA POSSIBILIDADE DE DIÁLOGO COM QUEM NOS COMBATE FEROZMENTE POR QUASE 1400 ANOS E NÃO CEDE JAMAIS?
    "Constatarás que os piores inimigos dos fiéis, entre os humanos, são os judeus e os idólatras. Constatarás que aqueles que estão mais próximos do afeto dos fiéis são os que dizem: Somos cristãos!, porque possuem sacerdotes e não ensoberbecem de coisa alguma" Suratra 5,82.
    “Ó fiéis, não tomeis por amigos os judeus nem os cristãos; que sejam amigos entre si. Porém, quem dentre vós os tomar por amigos, certamente será um deles; e Alah não encaminha os iníquos” - Alcorão, Suratra 5,51.
    E ai dos muçulmanos em seus países que quiserem pesquisar, muito menos porem em dúvida os ensinamentos "sacratíssimos" ou mesmo sairem da "religião"!
    E essa lavagem cerebral do Alcorão é posta SOB EXTREMA PRESSÃO na cabeça das crianças desde a mais tenra idade, para as dinastias se sucederem no poder e se imporem sobre os cidadãos sem serem incomodadas!
    Nas tvs palestinas, crianças vestidas de roupas de combate:
    "Que farão quando crescerem? Vamos explodir judeus e cristãos! Não basta?!
    MAIS "PÉROLAS" DO ALCORÃO "PACÍFICO", com alguns trechos do Alcorão que revelam o verdadeiro islã:
    Matai-os onde quer se os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram, porque a perseguição é mais grave do que o homicídio. Não os combatais nas cercanias da Mesquita Sagrada, a menos que vos ataquem. Mas, se ali vos combaterem, matai-os. Tal será o castigo aos incrédulos.
    3:151 - Infundiremos terror nos corações dos incrédulos, por terem atribuído a Alá, sem que Ele lhes tivesse conferido autoridade alguma para isso.
    5:33 - O castigo, para aqueles que lutam contra Alá e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo.
    .5:73 - São blasfemos aqueles que dizem: Alá é um da Trindade!, portanto não existe divindade alguma além do Alá Único. Se não desistirem de tudo quanto afirmam, um doloroso castigo açoitará os incrédulos entre eles.
    7:4 - Quantas cidades temos destruído! Nosso castigo tomou-os (a seus habitantes) de surpresa, enquanto dormiam, à noite, ou faziam a sesta.
    9:5 - Mas quanto os meses sagrados tiverem transcorrido, matai os idólatras, onde quer que os acheis; capturai-os, acossai-os e espreitai-os; porém, caso se arrependam, observem a oração e paguem o zakat, abri-lhes o caminho. Sabei que Alá é Indulgente, Misericordiosíssimo.
    9:29 - Combatei aqueles que não creem em Alá e no Dia do Juízo Final, nem abstêm do que Alá e Seu Mensageiro proibiram, e nem professam a verdadeira religião daqueles que receberam o Livro [judeus e cristãos], até que, submissos, paguem o Jizya.
    9:34 - Ó fiéis, em verdade, muitos rabinos e monges fraudam os bens dos demais e os desencaminham da senda de Alá. Quanto àqueles que entesouram o ouro e a prata, e não os empregam na causa de Alá, anuncia-lhes (ó Mohammad) um doloroso castigo.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Boa noite!

      Isso sem contar a Taqqyia (dissimulacao) , onde o muculmano esconde a parte 'ruim' da Religiao (din) para atrair novos fieis!
      O Papa Francisco esta muito mal assessorado!
      O Islam e uma civilizacao, uma ideologia! Contem tudo: exoterico e esoterico! Nao necessita de acrescimos ou reformas(assim e pregado e se cre!), tanto que o Alcora afirma que profetas como Abraao eram muculmanos - mesmo o Isla surgindo cerca de 2500 anos depois dele!
      Outra falacia e o Sufismo. Tal surgiu antes do Islam - alguns autores afirmam - porem, houveram diversos martirios ( e ainda ha) de Mestres Sufis! Muitos se diziam Cristaos Secretos...e acabavam mortos por apostasia!
      Nao conciliacao teologica entre o Islam e o Catolicismo Romano!
      Sou um Cristao Secreto e prezo a Verdade!
      Que Jesus Cristo possa nos abencoar e proteger!

      Excluir

** Assine a revista O Fiel Católico digital e receba nossas novas edições mensais em seu e-mail por uma colaboração mensal de apenas R$7,00. Ajude-nos a continuar trabalhando pelo esclarecimento da fé cristã e católica!


AVISO aos comentaristas:
Este não é um espaço de "debates" e nem para disputas inter-religiosas que têm como motivação e resultado a insuflação das vaidades. Ao contrário, conscientes das nossas limitações, buscamos com humildade oferecer respostas católicas àqueles sinceramente interessados em aprender. Para tanto, somos associação leiga assistida por santos sacerdotes e composta por professores doutores, mestres e pesquisadores. Aos interessados em batalhas de egos, advertimos: não percam precioso tempo (que pode ser investido nos estudos, na oração e na prática da caridade) redigindo provocações e desafios infantis, pois não serão publicados.

Receba O Fiel Católico em seu e-mail