Carregar a cruz e ser feliz!

HÁ ALGUNS MESES postei um artigo sobre as relações entre a Religião e as expectativas humanas de felicidade [leia] (fruto de uma entrevista que concedi a uma estudante muito agradável e gentil), que parece ter provocado um efeito profundo em algumas almas, a julgar pelas reações em forma de mensagens e até pedidos de ajuda que tenho recebido desde então.

    
Na última destas  mensagens, um leitor especial — um sacerdote que se identifica como sendo “da Tradição” —, questionou com veemência os meus escritos, lembrando-me que o Caminho cristão é um Caminho de Cruz, e, portanto, um caminho de dores, de tribulações, de renúncias e sofrimentos sem fim, num combate tormentoso que durará até o último dia de nossas vidas neste mundo. Só depois desta vida é que, enfim, se perseverarmos e guardarmos a fé até o final, receberemos o prêmio eterno, e então — somente então —, saberemos o que é felicidade. Insistiu ainda esse Padre que a recusa da cruz é garantia de condenação ao Inferno.

    Eu encontrei algumas pregações desse Padre em vídeo, e notei que são pesadíssimas, realmente sempre focadas na cruz, na dor, na miséria humana e na inutilidade de quaisquer sonhos ou projetos que tenhamos neste mundo. E achei que devia responder a ele.

    
A partir deste ponto, compartilho a resposta que enviei para esse Padre (muito digno por sinal), porque considero que as questões aí abordadas sejam de interesse geral. Segue...

Devoção aos Sagrados Corações: paralelos entre as aparições do Sacratíssimo Coração de Jesus e as de Nossa Senhora em Fátima

AOS 13 DE MAIO de 1917, como todos sabemos, Nossa Senhora apareceu pela primeira vez a três pastorinhos em Fátima, Portugal. Exatamente três anos depois – em 13 de maio de 1920 – Margarida Maria Alacoque, uma freira que recebeu visões de Jesus e de Seu Sagrado Coração, foi canonizada santa.

    Este providencial alinhamento de datas pode indicar que as visões de Santa Margarida Maria e as aparições de Fátima estão relacionadas. Como?

Novena Irresistível ao Sagrado Coração de Jesus

EM UMA DAS APARIÇÕES a Santa Margarida Maria Alacoque, Jesus disse: “Eis o Coração que tanto amou os homens, que não poupou nada até esgotar-se e consumir-se, para testemunhar-lhes seu amor. Como reconhecimento, não recebo da maior parte deles senão ingratidões...”.

Breves notas sobre o fascismo — o real, não o que seu professor inventou para atacar adversários ideológicos

Por Igor Andrade – Frater. Laical São Próspero

NAS (PRETENSAS) DISCUSSÕES sobre política que abundam nas redes sociais nos nossos dias – em boa parte das vezes empreendidas por homens e mulheres igualmente incapazes de enxergar um palmo à frente do nariz –, muito se usa um termo obscuro à grande maioria: o tal do "fascismo".

    Não explicarei a fundo o desenrolar e pormenores dessa ideologia por dois motivos: primeiro, como nenhuma ideologia presta, prefiro estudar as coisas que realmente fazem sentido; segundo, por não gostar do assunto, não dediquei o tempo e o esforço que seriam necessários para que pudesse esgotar  o tema, em todos os seus numerosos detalhes; assim, limito-me a apenas algumas breves notas sobre o que não pode ser ignorado.
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