Nota Pastoral de Dom Antônio Rossi Keller sobre o risco da ideologia de gênero no PME


DOM ANTONIO CARLOS ROSSI KELLER
Pela Graça de Deus e da Santa Sé Apostólica
Bispo de Frederico Westphalen (RS)


O risco da ideologia de gênero no Plano Municipal de Educação

Prezados sacerdotes, diáconos, religiosos e religiosas, fiéis cristãos leigos em geral e demais pessoas de boa vontade da nossa Diocese de Frederico Westphalen (RS), 

Dirijo-lhes esta Nota Pastoral para expor um assunto da máxima importância nos nossos dias: a tentativa de implantação da perigosa, mas pouco conhecida, “ideologia de gênero” no Plano Municipal de Educação (PME) de nossos municípios.

Desejo, portanto, caríssimos irmãos, expor, em três pontos, uma breve orientação a fim de que cada um em seus meios lembre-se de que não fomos chamados à indiferença ante os problemas que nos afligem, mas, sim, a ser sal da terra e luz do mundo (cf. Mt 5,13-14), pois tudo o que, de algum modo, diz respeito ao homem de hoje, interessa à Igreja (cf. Gaudium et Spes n. 1).

1. Ideologia de gênero: em síntese, que é?

Para levar aos queridos diocesanos uma explanação segura sobre a ideologia de gênero, divido a exposição em dois breves tópicos, ou seja, o aspecto antropológico no qual se funda a doutrina do gênero e o aspecto teológico, aquele que mostra o quanto essa ideologia é malévola e contrária aos planos de Deus.

a) A face antropológica
O termo gênero (ou gender), que começou a ser difundido nas décadas de 1960 e 1970, visa revolucionar a antropologia apregoando que o sexo masculino ou feminino dado pela Biologia não tem valor, pois o que vale é a construção da identidade sexual psicológica dada pelas culturas nas diversas fases da história.

Assim, ser homem ou mulher não é característica inata, mas mero procedimento aprendido na família e na escola de cada nação, de modo que o homem poderia escolher ser mulher e vice-versa. Mais: decorre dessa ideologia tão denunciada por estudiosos de renome que “o mesmo indivíduo pode optar indiferentemente pelo heterossexualismo, pelo homossexualismo, pelo lesbianismo ou até pelo transexualismo. Não haveria, na origem de cada ser humano, um menino ou uma menina, mas um indivíduo”1.

Esse indivíduo escolheria – contra a Biologia – aquilo que deseja ser. No entanto, se a natureza biológica conhece somente o homem e a mulher, a ideologia de gênero apregoa que alguém pode ser homem, mulher ou neutro (nem um nem outro). Afinal, seria a sociedade com seus estereótipos que atribuiria a cada indivíduo suas funções, passando por cima das características fisiológicas de cada um.

Em suma, ninguém nasceria masculino ou feminino, mas apenas indivíduos que podem tornar-se masculinos, femininos ou neutros de acordo com a cultura de seu tempo ou com a educação recebida na escola ou em casa.

Aqui se entende a razão pela qual os ideólogos de gênero se interessam por se imporem nos planos de ensino, seja em nível nacional, estadual ou municipal: como sabem que as famílias, via de regra, abominam espontaneamente uma doutrina tão contrária à natureza, partem para a instrução artificial das crianças a fim de que elas, depois de bem doutrinadas pela ideologia de gênero, instruam seus pais e amigos... Seria o fim da família e do próprio ser humano reduzido à condição de mero "peão" em um sórdido "jogo de xadrez”2.

b) O aspecto teológico
No aspecto teológico, a ideologia de gênero é uma afronta ao projeto de Deus para a humanidade. É a criatura tentando tomar o lugar do Criador e recriar o ser humano com o sopro revolucionário mundano a fim de apagar nele, como se possível fosse, o Sopro divino insuflado na sua criação, conforme a linguagem bíblica de Gênesis 2,7.

Em seu discurso de 21 de dezembro de 2012 à Cúria Romana, o Papa Bento XVI já lançava, corroborando com o que dissemos acima, uma ampla advertência quanto ao uso do “termo ‘gênero’ como nova filosofia da sexualidade”. Dizia ele que...
...o homem contesta o fato de possuir uma natureza pré-constituída pela sua corporeidade, que caracteriza o ser humano. Nega a sua própria natureza, decidindo que esta não lhe é dada como um fato pré-constituído, mas é ele próprio quem a cria. De acordo com a narração bíblica da criação, pertence à essência da criatura humana ter sido criada por Deus como homem ou como mulher. Esta dualidade é essencial para o ser humano, como Deus o fez. É precisamente esta dualidade como ponto de partida que é contestada. Deixou de ser válido aquilo que se lê na narração da criação: ‘Ele os criou homem e mulher’ (Gn 1,27). Isto deixou de ser válido, para valer que não foi Ele que os criou homem e mulher; mas teria sido a sociedade a determiná-lo até agora, ao passo que agora somos nós mesmos a decidir sobre isto. Homem e mulher como realidade da criação, como natureza da pessoa humana, já não existem. O homem contesta a sua própria natureza.

O Papa Bento abordou a ideologia de gênero outra vez, quase um mês mais tarde, em 19 de janeiro de 2013, dizendo que “os Pastores da Igreja – a qual é ‘coluna e sustentáculo da verdade’ (1Tm 3,15) – têm o dever de alertar contra estas derivas tanto os fiéis católicos como qualquer pessoa de boa vontade e de razão reta”. Isso é o que, na condição de Bispo desta Diocese de Frederico Westphalen, faço com esta Nota Pastoral no cumprimento de um grave dever de consciência, diante de Deus, da Igreja e da sociedade em geral.

Também o Papa Francisco, na Audiência Geral de 15 de abril último, disse algo muito importante e pontual sobre o tema que estamos tratando. Falava ele:
Pergunto-me, por exemplo, se a chamada teoria do gênero não é expressão de uma frustração e resignação, com a finalidade de cancelar a diferença sexual por não se saber mais como lidar com ela. Neste caso, corremos o risco de retroceder. (...) A eliminação da diferença, com efeito, é um problema, não uma solução. Para resolver seus problemas de relação, o homem e a mulher devem dialogar mais, escutando-se, conhecendo-se e amando-se mais.”

Em suma, tentar distorcer os planos divinos nunca leva o ser humano à maior felicidade; ao contrário, o conduz a não poucos e nem pequenos desatinos, conforme os que vemos hoje em quaisquer noticiários, frutos amargos da rejeição de Deus em seus santos desígnios de amor para conosco.


2. O direito e o dever do católico se manifestar

É certo que ao tomarem conhecimento desta Nota Pastoral, alguns poderão repetir um velho chavão muito usado quando lhes convém. É o seguinte: no Estado laico não há lugar para a fala da Igreja ou dos fiéis católicos. Ora, a esse pensamento seletista e excludente – que não é laico, mas laicista ou perseguidor da religião – o Compêndio da Doutrina Social da Igreja responde, em seu n. 572:

O princípio da laicidade comporta o respeito de toda confissão religiosa por parte do Estado, ‘que assegura o livre exercício das atividades cultuais, espirituais, culturais e caritativas das comunidades dos crentes. Numa sociedade pluralista, a laicidade é um lugar de comunicação entre as diferentes tradições espirituais e a nação’3. (...) Infelizmente permanecem ainda, inclusive nas sociedades democráticas, expressões de laicismo intolerante, que hostilizam qualquer forma de relevância política e cultural da fé, procurando desqualificar o empenho social e político dos cristãos, porque se reconhecem nas verdades ensinadas pela Igreja e obedecem ao dever moral de ser coerentes com a própria consciência; chega-se também e mais radicalmente a negar a própria ética natural.
Esta negação, que prospecta uma condição de anarquia moral cuja consequência é a prepotência do mais forte sobre o mais fraco, não pode ser acolhida por nenhuma forma legítima de pluralismo, porque mina as próprias bases da convivência humana. À luz deste estado de coisas, ‘a marginalização do Cristianismo não poderia ajudar ao projeto de uma sociedade futura e à concórdia entre os povos; seria, pelo contrário, uma ameaça para os próprios fundamentos espirituais e culturais da civilização’.4

Portanto, argumentar que o Estado, sendo laico, não pode acolher a opinião das pessoas de fé e de boa vontade, é defender o laicismo mais agressivo e intolerante para com milhões de cidadãos consideradas por esses argumentadores como pessoas de segunda classe: serviriam para eleger seus representantes, mas não poderiam cobrar deles uma educação capaz de levar em conta a lei natural moral em um tempo no qual nossas crianças e adolescentes mais precisam de retas e sadias orientações.


3. Conclamação aos fiéis católicos e pessoas de boa vontade

Desejo, pois, com esta Nota Pastoral, conclamar a todos para, de modo respeitoso, mas firme, se oporem, à ideologia de gênero – tão contrária aos planos de Deus – a ameaçar as crianças e adolescentes de nossas escolas.

A Igreja não está e nem se posiciona contra pessoas, mas tem o dever grave de orientar a todos sobre os riscos e perigos que afetam o ser humano, como filhos e filhas de Deus.

Cabe aos fiéis católicos, aos cristãos em geral e às pessoas de boa vontade alertar parentes, amigos, vizinhos etc. a respeito dessa malévola doutrina exposta no item 1 desta Nota para que as muitas vozes contrárias à inserção da ideologia de gênero sejam ouvidas pelos ilustres representantes do povo e, consequentemente, excluída do PME (Plano Municipal de Educação) de nossos municípios.

Abençoo a todos com suas famílias, desejando que São José, defensor da Sagrada Família de Nazaré, interceda por todos nós hoje e sempre.

Frederico Westphalen, 01 de junho de 2015

†Antônio Carlos Rossi Keller
Bispo de Frederico Westphalen


_______
[1] D. Estevão Bettencourt, OSB. Pergunte e Responderemos n. 519, setembro de 2005, p. 392.
[2] Jorge Scala. Ideologia de gênero: o neototalitarismo e a morte da família, Katechesis/Artpress, 2011.
[3] JOÃO PAULO II, Discurso ao Corpo Diplomático (12 de Janeiro de 2004), 3: L’Osservatore Romano, ed. em Português, 17 de Janeiro de 2004, p. 7.
[4] CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ, Nota Doutrinal sobre algumas questões relativas à participação e comportamento dos católicos na vida política (24 de Novembro de 2002), 6: Libreria Editrice Vaticana, Cidade do Vaticano 2002, p. 15.

* * *

** Também Dom Pedro Carlos Cipollini, Bispo Administrador da Diocese de Amparo (SP), publicou nota pastoral a respeito da tentativa de inserção da chamada “ideologia de gênero” no Plano Municipal de Educação (PME), que pode ser lida aqui.
www.ofielcatolico.com.br

11 comentários:

  1. Sábias e belas palavras do nosso bispo e pastor. A Igreja é mãe e mestra Tem de orientar os seus filhos.

    ResponderExcluir
  2. É uma grande graça saber que ainda temos bispos dignos e verdadeiros como Dom Keller no meio de tanta apostasia, bispos comunistas, modernistas, etc. Aí tem um bispo de verdade!

    ResponderExcluir
  3. Magnífica carta de D. Keller!

    ResponderExcluir
  4. Caros, ficarmos só exaltando o belo e corajoso ato do Dom ANTONIO CARLOS ROSSI KELLER, acerca da sua Nota Pastoral, no que diz respeito a famigerada “ideologia de gênero” contida do Plano Municipal de Educação, e não sairmos da sonolência das nossas Pastorais Familiares, não estamos contribuindo em nada.
    Vejam a carta do Secretario Geral da CNBB aos Bispos do Brasil:
    https://s3.amazonaws.com/padrepauloricardo-files/uploads/7s9oovpc1eixeui8lvfc/2015-carta-PLANO-MUNICIPAL-DE-EDUCACAO.docx
    A Pastoral Familiar da nossa Paróquia já estar se engajando junto a Câmara Municipal, a fim de acompanhar o desenrolar da votação deste Plano, que tem (pasmem), até o dia 30 de Junho de 2015, para ser definido.
    Faz-se necessário que todos os fiéis católicos, sejam professores, estudantes, argentes de pastoral e principalmente os pais, contatem os vereadores dos seus municípios e exija deles uma posição contraria. Sabemos que existem vereadores que nunca ouviu falar em tal ideologia e muitos deles aqui no NE são semi-analfabetos.
    EIS UM TRABALHO IMPORTANTÍSSIMO DE UMA PASTORAL FAMILIAR PAROQUIAL, JUNTO A CÂMARA DOS VEREADORES DE CADA CIDADE.
    O TEMPO É CURTO!
    "Faz-me santo, meu Deus, ainda que seja à paulada. Não quero ser o peso morto da tua Vontade. Quero corresponder, quero ser generoso... Mas, que espécie de querer é o meu?" - São Josemaría Escrivá.
    Vejam mais sobre o assunto:
    1 - https://s3.amazonaws.com/padrepauloricardo-files/uploads/zswtgz7b7elxwvm30plt/VictorioGalli-21-maio-2015.doc
    2 - https://www.facebook.com/Flavinhocn/videos/vb.151706424885972/915975658459041/?type=2&theater
    "A família é o microcosmo da sociedade. Uma família na qual as crianças podem fazer quase tudo significa preparar uma sociedade na qual quase tudo é possível. Uma família desordenada significa uma sociedade caótica. Uma família cheia de ódio equivale a uma sociedade de pessoas que se odeiam. Uma família que está a ponto de se romper dá lugar a uma sociedade prestes a desmoronar." - Gordon Taylor.
    Seja Louvado Nosso Senhor Jesus Cristo!

    ResponderExcluir
  5. Deus salve nosso País. Uma minoria querendo decidir por uma maioria Cristã, seja católica protestante...

    O que me preocupa não é nem o grito dos corruptos, dos violentos, dos desonestos, dos sem caráter, dos sem ética... O que me preocupa é o silêncio dos bons.

    Martin Luther King

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Os bons também se manifestam !

      Excluir
  6. Urgente: Ideologia do gênero em Curitiba: https://www.cmc.pr.gov.br/ass_det.php?not=24884

    Por favor nos ajude a alertar os curitibanos. Já baixei o arquivo e analisei rapidamente, mas contém vários trechos claros da ideologia, por exemplo:

    DIVERSIDADE, EDUCAÇÃO E DIREITOS HUMANOS

    META 25: Assegurar, no prazo de dois (2) anos, a criação, a implementação, o desenvolvimento e a execução de um plano municipal, construído em conjunto com a sociedade civil, de prevenção e enfrentamento de desigualdades étnico-raciais, de gênero, de orientação sexual, identidade de gênero, geracional, às violências (doméstica/intrafamiliar, institucional e trabalho infantil), e respeito às diversidades (entre homens e mulheres; população LGBT, população negra, povos indígenas, população cigana, populações quilombolas, populações geograficamente excluídas, sujeitos privados de liberdade e em conflito com a lei, em cumprimento de medidas socioeducativas em meio aberto, sujeitos em situação de risco, extrema pobreza, população de rua, refugiados e migrantes), com vistas a garantir condições mais equânimes de acesso, permanência e sucesso em todos os níveis e modalidades de ensino, em instituições educacionais públicas e privadas no município de Curitiba.

    ResponderExcluir
  7. Erika Marluce Ellen Machado5 de outubro de 2015 22:53

    Olá irmãos e amigos!

    Gostaria de compartilhar com voces os últimos acontecimentos.
    Ontem de manhã fui a missa e depois levei minha filha para andar de patinete.
    Tentava acessar o Facebook pelo APLICATIVO no celular e não conseguia. Pensava que era a rede do meu celular que deveria estar com problemas.
    Depois de um tempo tempo tentei acessar o Facebook pelo Chrome instalado no celular, onde apareceu a 1a mensagem : eles "removeram uma publicação minha porque ela não segue os padrões da comunidade do Facebook".
    A publicação removida foi sobre a DENÚNCIA que eu fiz a respeito do "Guia do Professor Educação Sexual para CRIANÇAS de 0 à 10 anos" , essa mesma DENÚNCIA foi feita na página RJ CONTRA A IDEOLOGIA DE GÊNERO onde eu ERIKA sou a administradora principal.
    Pois bem, após clicar em continuar, apareceu outra tela com a informação "para remover tudo na página RJ CONTRA A IDEOLOGIA DE GÊNERO que não está de acordo com essa políticas."
    Logo abaixo para clicar sim ou não.
    Veja que o Facebook não é uma democracia há muito tempo!! Existem pessoas ainda iludidas!! Pedi a uma pessoa de confiança que desse uma olhada se a página é o meu perfil continuavam no ar, e a mesma disse que sim.
    Pedi para tentar avisar pelos comentários aos amigos que estava sem acesso e para divulgar o ocorrido e qual foi a surpresa de ver pessoas católicas defendendo a posição do Facebook?
    Realmente as pessoas tem que rever seus valores e crenças na Igreja Católica e ver também quais são as políticas de uso do Facebook.
    O Facebook NÃO É para ser usado por crianças.
    Todas as páginas CONTRA A IDEOLOGIA DE GÊNERO SÃO DE DENÚNCIAS. Nós não escrevemos tais livros, apostilas, não apoiamos aborto, não apoiamos o casamento homossexual.
    São crianças! Adultos podem escolher o que querem e vai dar conta para Deus. Mas as crianças devemos zelar por elas. Tenho filha, sobrinhos, filhos de amigos queridos e crianças que nem conheço. É por todas essas crianças que DIGO NÃO A IDEOLOGIA DE GÊNERO, NÃO AO ABORTO, NÃO AO INCENTIVO PRECOCE DA SEXUALIDADE EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES, NÃO A PEDOFILIA.
    Não tenho medo de nada e nem ninguém. Estou tentando entrar na minha conta. E caso não consiga farei outra e outra e várias páginas.
    Não vou desistir. Vou lutar e todos devemos fazer.
    Eu acredito em Nosso Senhor Jesus Cristo. Creio na Igreja Católica Apostólica Romana. Creio na oração do Santo TERÇO, não sou Santa, mas nem por isso vou desistir de entrar no Céu. Não vou abandonar as crianças.
    Estamos juntos irmãos. Os católicos tem que aprender a sair de cima do muro e darem a "cara a tapa". Jesus morreu por nós, ele poderia não ter passado por nada disso, poderia não ter morrido por nós e o que fazemos? Assistimos calados a degradação das crianças e de nossas famílias? Não fazemos nada contra esse governo CORRUPTO DO PT?
    Não! Não fico e não ficarei calada! É fácil apenas falar, quero ver ir para frente de batalha. Eu vou irmão, quem mais vai nesse país?
    Vamos mantendo contato. Obrigada pessoal pela amizade e compreensão de todos!!
    Fiquem com Deus!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Parabéns pela atitude Erika. 100% apoiada.

      Me entristece também ver que muitos "católicos" preferem se desviar destes assuntos (ideologia de gênero, aborto, sexualização das crianças etc.)

      Alguns chegam a dizer que é "teoria da conspiração". Infelizmente são de uma ignorância gritante. Quem tenta alertá-los sobre isso é taxado de radical, islã, etc.

      "Católicos" defendendo ferrenhamente o PT, o socialismo, na maior cara de pau (inclusive a CNBB). Por isso não é de se estranhar, some isso as campanhas da Globo e outros medias contra a Igreja, o marxismo cultural que toma conta do Brasil e do mundo. Muitos ainda nem conseguiram perceber que não são mais católicos, que foram doutrinados pelos inimigos da Igreja.

      Vivemos uma fase difícil, onde muitos católicos, são católicos-zumbis, são apostatas e não sabem, defendem heresias, defendem a cultura da morte, e parecem não saber.

      Muitos permanecem dizendo-se católicos só por herança, por que nasceram assim, mas nunca tiveram uma catequese decente, e nunca se interessaram em estudar a Igreja.

      É lamentável, triste, mas tem até "católicos" próximos a mim que ficam espalhando as mentiras de espíritas, protestantes e ateus contra a Igreja. Postando aquelas imagenzinhas toscas que Jesus não fundou religião, que Jesus é amor(mundano), e aquele bla-bla-bla de quem acha que todas as religiões são iguais. Pobres deles que ainda não sabem que Jesus é sim Amor, mas Amor-Caridade!

      Quanto ao Facebook, é de tempos sabido que é adepto a agenda criminosa da ONU/Fundações/Líderes mundiais. No lamentável episódio das bandeirinhas coloridas (onde a maioria socialistas/esquerdistas comemoraram uma lei do "tirano" EUA [É pra rir ou pra chorar?]), o Facebook promoveu uma clara superexposição das bandeirinhas. Pior "católicos" com a tal bandeirinha e comemorando que o "amor venceu". WTF!!!

      Curioso que nenhum comemorou a vitória da família tradicional aqui no Brasil.

      Confesso que é difícil, tenho que lutar contra meus defeitos, contra os maus hábitos que adquiri até abrir meus olhos, mas as vezes essa situação caótica que vivemos quase chega a desanimar. Somente Deus mesmo para nos dar força!

      Mas precisamos seguir perseverantes, e acreditar nas palavras de Nosso Senhor, pois Ele nos disse "E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela."

      Paz e Bem!

      Excluir
    2. Parabéns, Érika!

      Excluir
  8. ATENÇÃO: Alerta urgente Dilma introduz ideologia de gênero por decreto:

    http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Decreto/D8727.htm

    Sugiro ao O Fiel Católico, devido ao grande alcance que tem, que criem uma petição contra esta medida de nossa presidanta.

    Que Maria Santíssima proteja nosso País.

    Paz e Bem!

    ResponderExcluir

** Assine a revista O Fiel Católico digital e receba nossas novas edições mensais em seu e-mail por uma colaboração mensal de apenas R$7,00. Ajude-nos a continuar trabalhando pelo esclarecimento da fé cristã e católica!


AVISO aos comentaristas:
Este não é um espaço de "debates" e nem para disputas inter-religiosas que têm como motivação e resultado a insuflação das vaidades. Ao contrário, conscientes das nossas limitações, buscamos com humildade oferecer respostas católicas àqueles sinceramente interessados em aprender. Para tanto, somos associação leiga assistida por santos sacerdotes e composta por professores doutores, mestres e pesquisadores. Aos interessados em batalhas de egos, advertimos: não percam precioso tempo (que pode ser investido nos estudos, na oração e na prática da caridade) redigindo provocações e desafios infantis, pois não serão publicados.

Receba O Fiel Católico em seu e-mail