Florista idosa pode perder tudo por não querer colaborar em "casamento gay"

Esta avó preferiu não participar, com seus arranjos, de uma cerimônia de
"casamento" gay, e está sendo duramente punida por isso

BARRONELLE STUTZMAN, uma florista de 70 anos de idade, do Estado de Washington, DC (EUA), é alvo de dois processos judiciais apenas por que não quis elaborar os arranjos para o “casamento” homossexual de um de seus clientes. Um juiz estadual determinou, no dia 8, que Stutzman deveria dar todo o apoio necessário a “casamentos” homossexuais, mesmo que isso seja contrário à sua fé cristã. 

Tanto o Estado de Washington quanto o par de homens, que se pretende um “casal”, exigem agora uma indenização que arruinará tanto o negócio quanto a vida pessoal da florista idosa. Tudo o que ela trabalhou para construir, incluindo sua casa, o negócio da família e suas economias, estão agora em risco. 

Stutzman está sendo assessorada juridicamente pela Aliança Defendendo a Liberdade (ADF). Seu advogado, Kristen Waggoner, comentou: “Leis que deveriam proibir a discriminação podem parecer boas, mas o governo as tem utilizado para ferir pessoas, – para força-las a se conformar, para silenciá-las e puni-las se elas se recusam a violar suas crenças religiosas”.

* * *

"O Fiel Católico" pergunta: a discriminação está proibida, e as vítimas protegidas por lei, nos EUA (como em diversos países  do mundo contemporâneo). Enquanto cristãos católicos, achamos que deve ser assim. Mas, o que é "discriminação"? Como é que a sociedade dos nossos tempos entende esta palavra? Em que casos se enquadra e como se caracteriza a discriminação? Discriminar homossexuais é crime, mas será que a discriminação contra os cristãos, ao mesmo tempo, está não só legalizada, como até patrocinada pelo Estado? Será um ato de justiça punir tão duramente uma amável vovó, por agir de acordo com a sua fé e sua consciência cristã?

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Fonte:
CNA, em
http://catholicnewsagency.com/news/grandmother-florist-may-lose-her-business-and-home-for-declining-gay-wedding-66410/
Acesso 24.2.015

** Saiba mais sobre o caso Barronelle Stutzman aqui (Alliance Defending Freedom)

*** Veja também: Pais são presos por não aceitarem 'ideologia de gênero'"

3 comentários:

  1. Terrível essa história. Creio que ela deve ter descoberto só depois que se tratavam de 2 homens, quando o contrato já havia sido fechado. Ainda assim, esse tipo de punição é muito covarde.
    Cabe à Igreja permanecer firme, mesmo que tenhamos que sofrer! Não podemos aceitar esse tipo de imposição!

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  2. Mais se o Papa aceitar a união entre gays o que nos catolicos devemos aceitar, a palavra ou a liderança da igreja?

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    Respostas
    1. O Papa simplesmente não pode aceitar nada que seja contra a Palavra de Deus, que se expressa nas Sagradas Escrituras, na santa Tradição e no Magistério da Igreja.

      Papa nenhum tem autoridade para mudar a Sã Doutrina da Igreja, que é imutável. A autoridade que ele tem é para guardar as verdades eternas da fé, que nunca poderão ser alteradas.

      Especificamente quanto a questão dos gays, uma coisa é simplesmente "aceitar" a união entre dois homens e duas mulheres. Se o Estado admite estas uniões formais, a Igreja não tem poder para mudar isso. Dois homens ou duas mulheres têm liberdade para se relacionarem, compartilhar bens e morar juntos. Cada um pode fazer o que quiser de sua vida, e não há como obrigar alguém a fazer isto ou aquilo. Até mesmo o crime é uma opção particular, e ninguém pode interferir concretamente. Isto é uma coisa.

      Outra coisa é apoiar, dizer que é certo, que não é pecado, e chegar a promover cerimônias de "casamento gay" como vem ocorrendo em diversas denominações ditas "evangélicas". Isto, sim, é um grave pecado, porque vai contra a imutável Lei de Deus.

      A Paz de Nosso Senhor Jesus Cristo

      Apostolado Fiel Católico

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