Introdução à Bíblia ou às Sagradas Escrituras - estudo III

EM NOSSO ÚLTIMO estudo desta série vimos como a formação e canonização da Bíblia cristã que conhecemos hoje dependeu diretamente da autoridade da sagrada Tradição e do Magistério da Igreja. Veremos agora de que modos o SENHOR se utilizou destes dois instrumentos (Tradição e Magistério) para nos comunicar o que hoje temos como o Livro sagrado dos cristãos.


A Septuaginta ou Versão dos Setenta (LXX)

Durante o reinado de Nabucodonosor1, as Escrituras Sagradas hebraicas foram perdidas, por ocasião do cativeiro imposto ao povo judeu, que em aproximadamente 587 a.C. foi deportado de Jerusalém para a Babilônia. As Escrituras foram novamente constituídas no tempo do Profeta Esdras, durante o reinado de Artaxerxes (cf. Esd 9,38-41).

O conjunto de manuscritos hebraicos mais antigos que chegaram até o nosso tempo é conhecido como Texto Massorético. Nesta compilação das Escrituras, o texto foi transcrito com a omissão das vogais. Com origem no séc. VI, o Texto Massorético possui este nome por ter sido desenvolvido por um grupo de judeus conhecidos como Massoretas; estes, deste então, tornaram-se os responsáveis em conservar e transmitir o texto bíblico hebraico.

Bem anterior ao Texto Massorético, conservou-se até nosso tempo a versão Grega das Escrituras Hebraicas conhecida como Septuaginta ou Versão dos Setenta (LXX). Vertida aproximadamente no séc. III a.C. para o grego a partir dos mais antigos manuscritos hebraicos (hoje não mais disponíveis), o valor histórico da Septuaginta é, como se pode facilmente supor, inestimável e de profundíssima importância não só para o estudo histórico-arqueológico do judaísmo e do cristianismo e para o conhecimento das coisas santas, como para a própria identificação do Cânon Bíblico Cristão.


Origem da Septuaginta

Ptolomeu II Filadelfo (287-247 a.C.), rei do Egito, encomendou especialmente para sua Biblioteca em Alexandria2 uma tradução grega das escrituras sagradas dos judeus. Esta foi a primeira tradução feita dos livros hebraicos para uma outra língua. A tradução do hebraico para o grego, segundo antiquíssima tradição, foi feita por 72 escribas durante 72 dias, – por isso o nome Septuaginta, – que significa literalmente “Tradução dos Setenta”.

Ptolomeu II Filadelfo
A primeira menção à versão da Septuaginta encontra-se em um escrito chamado “Carta de Aristeias”. Segundo esta carta, Ptolomeu II Filadelfo havia estabelecido recentemente uma valiosa biblioteca em Alexandria. Ele foi persuadido por Demétrio de Fálaro, este constituído o responsável pela biblioteca, a enriquecê-la com uma cópia dos livros sagrados dos judeus. Para conquistar as boas graças deste povo e por conselho de Aristeias (oficial da guarda real, egípcio de nascimento e pagão por religião), Ptolomeu emancipou 100 mil escravos de diversas regiões de seu reino. Enviou então representantes (entre os quais Aristeias mesmo) a Jerusalém, e pediu a Eliazar (Sumo Sacerdote dos judeus) para que fornecesse uma cópia da Lei, e judeus capazes de traduzi-la para o grego.

A embaixada obteve sucesso: uma cópia da Lei ricamente ornamentada foi enviada para o Egito, acompanhada por 72 peritos no hebraico e no grego (seis de cada Tribo3) para atender o desejo do rei. Estes foram recebidos com grande honra e durante sete dias surpree rsilvananderam a todos pela sabedoria que possuíam, demonstrada em respostas que deram a 72 questões; foram então levados para a isolada ilha de Faros e ali iniciaram os seus trabalhos, traduzindo a Lei, ajudando uns aos outros e comparando as traduções conforme iam terminando. Ao final de 72 dias, a tarefa estava concluída.

A tradução foi lida na presença de sacerdotes judeus, príncipes e povo, reunidos em Alexandria; foi reconhecida por todos e declarada em perfeita conformidade com o original hebraico. O rei ficou bastante satisfeito com a obra e a depositou em sua biblioteca.

Comumente se acredita que a Carta de Aristeias tenha sido escrita por volta de 200 a.C., 50 anos após a morte do Rei Filadelfo. Não há entre especialistas um consenso sobre a origem e autenticidade desta carta que, embora seja pela maioria considerada fantasiosa, provavelmente possua fundamento histórico oculto sob detalhes lendários. Por exemplo, hoje se sabe com certeza que o Pentateuco foi mesmo traduzido em Alexandria.


Difusão e revisões

Pelo fato de serem pouquíssimos os Judeus que ainda possuíam conhecimento da língua hebraica, especialmente após o domínio helenista (entre os séculos IV e I a.C.) onde o koiné (grego popular) era o idioma falado, a Septuaginta foi bem acolhida, principalmente pelos judeus alexandrinos, que foram os seus principais difusores entre as nações onde o grego era falado. A Septuaginta foi usada por diferentes escritores e suplantou os manuscritos hebraicos na vida religiosa4.

Em razão de sua grande difusão no mundo helênico (tanto entre judeus como também entre filósofos gregos e cristãos), as cópias da Septuaginta passaram a se multiplicar, dando origem a variações contextuais.

Orígenes, motivado pela necessidade de restaurar o texto à sua condição original, dá origem à sua revisão, que ficou registrada em sua famosa obra, conhecida como Hexápla5. Luciano, sacerdote de Antioquia e mártir, no início do séc. IV publicou uma edição corrigida de acordo com o hebraico; tal edição reteve o nome de koiné, edição vulgar, e, às vezes, é chamada de Loukianos, após o nome de seu autor.

Finalmente, Hesíquio, um bispo egípcio, publicou, quase que ao mesmo tempo, uma nova revisão, difundida principalmente no Egito.


Os Manuscritos

Os três manuscritos mais conhecidos da Septuaginta são: o Vaticano (Codex Vaticanus), do séc. IV; o Alexandrino (Codex Alexandrinus), do séc. V, atualmente no Museu Britânico de Londres; e o do Monte Sinai (Codex Sinaiticus), do séc. IV, descoberto por Tischendorf no convento de Santa Catarina, no Monte Sinai, em 1844 e 1849, sendo que parte se encontra em Leipzig e parte em São Petersburgo. Todos foram escritos em unciais, isto é, em letras maiúsculas.

O Codex Vaticanus é considerado o mais fiel dos três; é geralmente tido como o texto mais antigo, embora o Codex Alexandrinus carregue consigo o texto da Hexapla e tenha sido alterado segundo o Texto Massorético. O Codex Vaticanus é referido pela letra B; o Codex Alexandrinus pela letra A; o Codex Sinaiticus, pela primeira letra do alfabeto hebraico Aleph, ou S.


Os livros contidos na Septuaginta

Os livros presentes na Septuaginta, conforme a ordem original, são: Gênesis, Éxodo, Levítico, Números, Deuteronômio, Josué, Juízes, Rute, 1 Samuel (1 Reis), 2 Samuel (2 Reis), 1 Reis (3 Reis), 2 Reis (4 Reis), 1 Crônicas (1 Paralipômenos), 2 Crônicas (2 Paralipômenos), 1 Esdras, 2 Esdras (Esdras e Neemias), Ester, Judite, Tobias, 1 Macabeus, 2 Macabeus, 3 Macabeus, 4 Macabeus, Salmos, Odes, Provérbios, Eclesiastes, Cântico dos Cânticos, Job, Sabedoria, Eclesiástico (Sirac), Salmos de Salomão, Oséias, Amós, Miquéias, Joel, Obadias, Jonas, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias, Malaquias, Isaías, Jeremias, Lamentações, Baruque, Epístola de Jeremias, Ezequiel, Suzana6, Daniel, Bele o Dragão7.

Importante: inevitavelmente notamos que o conjunto de livros da Septuaginta é bem maior do que qualquer versão do AT disponível nas Bíblias Católica, Ortodoxa ou Protestante. O que isto necessariamente significa? Será que o catálogo da LXX corresponderia a um cânon bíblico conhecido e utilizado pelos antigos judeus? Jesus e os Apóstolos utilizaram este catálogo mais amplo de Escrituras Sagradas? Vejamos...


Iluminura medieval anônima retrata
Cristo ensinando na sinagoga

As Escrituras Sagradas utilizadas no tempo de Jesus

Frequentemente é veiculada a informação (principalmente em páginas da internet e livros de origem protestante) de que Jesus e os Apóstolos não utilizaram a versão grega da Septuaginta, mas que manusearam as Escrituras do AT em manuscritos disponíveis em hebraico8. Isto se deve, basicamente, ao fato da Septuaginta possuir livros considerados apócrifos pelas confissões protestantes. Desta forma, a tese propõe que Jesus e os Apóstolos não manusearam esta versão grega das Escrituras.

Os cristãos creem que Jesus foi concebido pelo Espírito Santo no ventre da Virgem Maria. A referência mais conhecida à doutrina da Concepção virginal de Maria está no Evangelho segundo S. Mateus 1,18-23.

Mateus, após relatar que a mãe do Senhor concebeu por obra do Espírito Santo, antes de coabitar com José, e que, então, um anjo do Senhor apareceu a José em sonhos para informar que este não deveria recusá-la como sua esposa, pois o Filho que ela concebera era Obra do Espírito Santo (cf. versículos 18 a 21), nos versículos 22 e 23, escreve: “Tudo isto aconteceu para que se cumprisse o que o SENHOR falou pelo profeta. Eis que a virgem conceberá e dará à luz um Filho, que se chamará Emanuel, que significa 'Deus conosco'”.

Mateus transcreve aqui Isaías (7,14). Conforme podemos observar, a tradução em língua portuguesa apresenta a expressão “Eis que uma virgem conceberá”.

Alguns pesquisadores defendem a tese de que Mateus citava Isaías 7,14 conforme a versão da Septuaginta. Como defesa, afirmam que na versão em hebraico, o adjetivo aplicado àquela que conceberá é almah, que significa "jovem", pois o adjetivo mais apropriado para virgem seria "b'tulah"; enquanto que na Septuaginta, o versículo apresenta o adjetivo grego parthenos, que significa virgem.

De fato, é possível o adjetivo almah significar “virgem”, e o termo b'tulah também pode significar “mulher casada” (cf. Joel 1,8). Por exemplo, “almah” aparece pelo menos sete vezes no AT: Gn 24,43; Ex 2,8; Sl 68,25; Pv 30,19; Ct 1,3; 6,8 e Is 7:14. Em todas as primeiras seis referências, tem o sentido de virgem ou mulher solteira que era virgem. Aliás, em Ct 6,8, o sentido de virgem é bastante claro: fala sobre 3 classes de mulheres: as rainhas, as concubinas e as donzelas ('almot', plural de 'almah'). A mesma Rebeca, que é chamada “'b'tulah', a quem varão não havia conhecido”, em Gênesis 24,16, é chamada, no mesmo capítulo de almah.


Há citações da Septuaginta no NT?

Vários estudos atestam que os Apóstolos e Evangelistas usaram a Septuaginta, “pois, como se sabe, muitas citações (e alusões) do Antigo Testamento no Novo Testamento procedem diretamente da clássica versão grega” (SOCIEDADE BÍBLICA DO BRASIL, 2oo3, I). Das 350 citações que o NT faz do AT, pelo menos 300 provêm da versão grega (BÍBLIA, 1974, III; BIBLEREARCH, 2006).

Temos provas de que o Senhor Jesus usou a Septuaginta. Em Sua resposta ao diabo, em Mateus (4,4), Ele disse: “Está escrito: 'Não só de pão vive o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus'”. O Senhor referiu-se a Deuteronômio 8,3, onde na versão hebraica a expressão usada é “da boca do SENHOR”, enquanto que a Septuaginta traz “da boca de Deus”.

Nos capítulos 6 e 7 do Livro dos Atos dos Apóstolos, lemos que Estevão foi levado ao Sinédrio9 “pela multidão (cf. At 6,12). Dirigindo-se a seus acusadores, conta-lhes como Jacó trouxe seus 75 descendentes para o Egito (cf. At 7,14-15). Porém os textos hebraicos dizem que Jacó trouxe 70 descendentes para o Egito (cf. Gn 46,26– 27; Dt 10,22 e Ex 1,5). O Sinédrio conhecia bem a Proibição divina de acrescentar ou retirar algo dos Livros sagrados (cf. Dt 4,2; 12,32; Sl 12,6-7 e Pr 30,6), mas não ousou acusar Estevão de estar pervertendo as Escrituras, ordenando matá-lo porque foi contraditado na defesa de Cristo.

A Septuaginta cita cinco nomes a mais que o Texto Massorético hebraico em Gênesis (46,20), onde Makir, filho de Manassés, e Makir, filho de Galaad (=Gilead, no hebraico), são apontados, posteriormente, como os dois filhos de Efraim, Taam (=Tahan, no hebraico) e Sutalaam (=Shuthelah, no hebraico) e seu filho Edon (=Eran, no hebraico).

Outro exemplo é o nome de um deus pagão citado por Estevão em At 7,43. Estevão citou-o como Renfão. Esta citação é de Amós 5,26. No texto hebraico o nome do deus é Quijum. Estevão citou a versão da Septuaginta, que traz Renfã e não o Quijum do texto hebraico. Isto significa que o uso da versão da Septuaginta era também comum entre os judeus da Palestina, derrubando a tese de que somente os judeus de Alexandria aceitavam esta versão.

Pelo fato de a Septuaginta ter sido amplamente usada pelos Apóstolos e presbíteros da primitiva Igreja, a Tradição Cristã conferiu-lhe lugar especial (SOCIEDADE BÍBLICA DO BRASIL, 2003, V).


Trecho manuscrito do Livro de Isaías, Museu de Israel, Jerusalém
(dos manuscritos do Mar Morto)

As descobertas do Mar Morto

Partes da Septuaginta foram encontradas na Judeia, entre os manuscritos do Mar Morto, descobertos em Qumran, sendo anteriores ao ano 70 d.C. Alguns exemplares foram encontrados na caverna 4 (119LXXLev.; 120papLXXLev.; 121 LXXNum.; 122LXXDeut.), um texto não identificado da Septuaginta grega encontrado na caverna 9 (Q9), e existe um fragmento de papiro, escrito em grego, encontrado na caverna 7 (LXXExod.).

A caverna 7 produziu ainda muitos pequenos fragmentos em grego (da Septuaginta), cujas identificações permanecem em discussão ou sem classificação.

Em grego foram encontrados fragmentos de: 4Q478 [Tobias], 4Q383, 7QLXXEpJer. [Epístola de Jeremias]; em hebraico foram encontrados: uma cópia do livro do Eclesiástico [manuscrito 20Sir.], “A História de Suzana” (correspondente ao capítulo 13 do livro de Daniel) [manuscrito 4Q551] e fragmentos do livro de Tobias [manuscrito 4Q200]." Em aramaico foi encontrado um fragmento do livro de Tobias [manuscrito 4Q196-9].

Uma cópia do livro do Eclesiástico, em hebraico, foi encontrada nas ruínas de Masada e é datada como do início do século I a.C. Estas evidências comprovam que os livros deuterocanônicos eram conhecidos e manuseados pelos Judeus da Palestina.

Não é possível afirmar que todo conjunto de livros da Septuaginta foi considerado sagrado pelos judeus alexandrinos, judeus palestinenses ou por Jesus e seus Apóstolos. Só podemos afirmar que era conhecido e utilizado por todos eles por constar na versão bíblica por eles citada. O tempo levaria a sinagoga e a Igreja a escolherem alguns livros da Septuaginta como canônicos e a rejeitarem outros. Nesta decisão, a sinagoga saiu na frente, como veremos no próximo estudo desta série. 

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Notas:

1. Foi Reida Babilônia no séc. VI a.C.
2. Fundada por Alexandre, o Grande tornou-se o grande centro culturale comercial do império helênico.
3. Por ordem divina opovode Israel foi classificado em 12 Tribos, cada umatendo origem em dos filhos do Patriarca Jacó (cf. Gn49).
4. JAEGER, Werner. Cristianismo primitivo e paideia grega, Lisboa: Edições 70, 1991, p.19
5. Recebe este nome por dispor do texto do AT em 6 colunas distintas, cada uma conforme uma tradução (hebraico, a LXX, versão de Áquila, versão de Símaco, versão de Teodocião e outra de menor importância). Foi perdida, restando dela em nossos dias somente alguns fragmentos.
6. 'História de Suzana', que consta como apêndice do livro de Daniel nas Bíblias Católicas e Ortodoxas.
7. SOCIEDADE BÍBLICA DO BRASIL, Antigo Testamento Poliglota, hebraico, grego, português, inglês. São Paulo: Vida Nova, 2oo3
8. O Protestantismo de forma geral procura crer que o cânon hebreu já estava definido antes de Cristo e que corresponde à atual Bíblia Hebraica, uma tese que de modo algum se sustenta. Este assunto será abordado em postagem futura.
9. Conselho nacional que no tempo de Jesus tinha autoridade entre os judeus para julgar casos religiosos ou civis. Jesus foi condenado primeiramente pelo Sinédrio e depois levado a Pôncio Pilatos.

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Fonte:
LIMA. Alessandro Ricardo. O Cânon Bíblico: a origem da Lista dos Livros Sagrados, Brasília: ComDeus, 2007.
www.ofielcatolico.com.br

2 comentários:

  1. Mais um belissímo trabalho. Muito enriquecedor. Parabéns pela linguagem simples, transparencia e objetividade em mostrar a ESSENCIA do estudo.
    Gostaria fosse feito um post, sobre o Rei James e a Bíblia; uma vez que está versão é muito usada pelo protestantes.
    -Disse Jesus: "Mas, quanto a vós, bem-aventurados os vossos olhos, porque vêem! Ditosos os vossos ouvidos, porque ouvem!" Mateus 13,16

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  2. Ótimo post.Eu gostaria que fosse feita uma análise de Apocalipse 12, pois muitos dizem que a mulher representa Israel, outros dizem que é Maria e outros dizem que é a Igreja.

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