'First they killed my father': indicação de filme


Por Felipe Marques

O CAMBOJA, ESTADO soberano localizado no Sudeste Asiático, conhecido por abrigar em seu território belas paisagens e construções antigas, também já sofreu um banho de sangue devido ao comunismo. O Khmer Vermelho, liderado pelo sanguinário comunista (pleonasmo?) Pol Pot, deixou mais de 2 milhões de mortos em questão de 4 anos (1975-1979).

Ao melhor estilo marxista, o regime utilizou campos de trabalho forçados e inanição para dizimar um terço da população de seu país. Além de todo terrorismo característico dos "vermelhos", esses assassinos e torturadores treinavam as crianças para formarem um exército jovem capaz de apoiar os demais revolucionários na matança e destruição do próprio povo e outros povos que eram tidos como adversários.

 O filme "First they killed my father" conta a história da sobrevivente Loung Ung, que viveu sob a opressão e escravidão da "bota comunista". Um filme realista e triste, porém, eu o indico para apreciação de nossos leitores mesmo assim, visto que precisamos enxergar a terrível realidade dos regimes totalitários e evitar que tais desgraças alcancem o nosso povo.

Denunciando as falsas promessas de "libertação", algo característico dessas ditaduras, o longa está disponível no NetFlix e tem pouco mais de 2h de duração, onde desde o começo vemos o sonho de construir um "paraíso na terra" se tornar um verdadeiro inferno.
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3 comentários:

  1. Assisti ao filme, e chorei bastante, ao ponto de achar que o filme tinha menos de 2h de duração - ou seja, chorei muito, de verdade!

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    Respostas
    1. É um bom filme. Espero que tenha gostado!

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    2. Uma vez eu vi um sacerdote, nas redes sociais, falando: "A mão que ajuda é muito mais santa que a boca que reza."
      Eu fiquei relutante em concordar com essa frase.

      Quando assisti ao filme, na parte onde os "camaradas" estão gritando com os monges, eu fiz uma ligação dessa cena com a frase que esse sacerdote postou.

      Na cena, os "camaradas" dizem: "vocês, monges, não servem para nada, não produzem nada, são um peso.." algo desse tipo.

      E também fiquei pensando, depois... Temos diversos santos na Igreja que eram enclausurados. Então, seguindo a lógica dessa sacerdote, na realidade, esses santos não são nada?

      Se eu estiver errada, alguém me corrija.

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