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Blasfêmias, sacrilégio, profanação do sagrado em toda parte, enquanto colégios católicos e sabão em pó promovem feminismo e ideologia de gênero

...Para onde vamos? Ainda será possível um caminho de volta?




SABÃO EM PÓ OMO faz campanha pró-ideologia de gênero... Difícil acreditar que estou dizendo isso, mas em um "Comunicado urgente para pais e mães" (você não leu errado) a marca da Unilever conclama a todos que compartilhem um vídeo (que fazemos questão de não reproduzir aqui) abarrotado de chavões que procuram incutir nas mentes a famigerada ideia de que nenhum de nós tem sexo, algo que não passaria de uma construção social, e que as crianças deveriam ser livres para escolher o próprio "gênero".

Quando tantas barbaridades acontecem a um só tempo –, tanto que já não damos mais conta de denunciar a todas –, com "artistas" inconformados com a reação popular negativa à exposição do banco Satan-der fazendo multiplicar outras mostras com conteúdo criminoso, de profanação aos nossos símbolos sagrados e de apologia à pedofilia (sim, chegamos a isso!) como a do MAM-SP e outras que continuam surgindo, como a mais nova, em Belo Horizonte, que consegue ser ainda pior do que todas as outras (veja), e professoras estimulando alunas do Colégio Bandeirantes a aparecer despidas e mostrando axilas peludas em vídeos feministas...  Constatamos, estupefatos, que já chegaram os dias em que precisamos provar ao mundo que a grama é verde.

A grama é e sempre será verde. Mas o futuro se anuncia em tons do mais profundo negro.

Que fazer? Simplesmente a nossa parte, cada um de nós, segundo nossas forças. Importa saber e lembrar que, se todos o fizermos, isso já será mais que suficiente. Que tal começar negativando o vídeo da Omo no Youtube? Clique aqui e marque o vídeo com "não gostei".
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Uma gigantesca multidão de católicos da Polônia literalmente abraça o país para rezar o Rosário


QUANDO A SITUAÇÃO parece desesperadora, e alguns chegam a perder as esperanças, surgem manifestações de fé tão tremendas que servem como uma nova e poderosa injeção de ânimo àqueles que perseveram. O povo da Polônia –, esta nação admirável –, literalmente reuniu-se no último sábado, dia 7 de outubro – Dia de Nossa Senhora do Rosário –, para uma demonstração realmente impressionante de fé.

Ao longo de toda a fronteira do País (cerca de 3500 quilômetros!) encontraram-se centenas de milhares de pessoas (algumas fontes se referem a mais de 1 milhão) que juntas rezaram o Rosário, numa cena de piedade de proporções bíblicas. A iniciativa, denominada 'Rosário nas Fronteiras', teve como fim pedir à Santíssima Virgem que interceda no sentido de "abrir os corações dos nossos compatriotas à Graça de Deus".

A organização relembrou ainda o aniversário da Batalha de Lepanto, na qual a Liga Santa derrotou o Império Otomano, impedindo a invasão muçulmana da Europa.

As imagens são de tirar o fôlego de qualquer cristão e falam por si mesmas. Demos graças a Deus e peçamos com maior insistência pelo restabelecimento ou fortalecimento da nossa fé, que está bem viva e deve ser maior do que todos os problemas, dificuldades e traições. Os portais do Inferno não triunfarão contra a santa Igreja e, no fim, o Imaculado Coração de Maria, nossa Mãe do Céu, triunfará!















Esquizofrenia social


Por padre Gabriel Vila Verde

VIVEMOS NUMA ÉPOCA em que querem que os padres se casem e que os casados se divorciem.

Querem que os héteros tenham relacionamentos líquidos sem compromisso, mas que os gays se casem na Igreja.

Que as mulheres tenham corpos masculinizados, vistam-se como homens e assumam papéis masculinos; querem que os homens se tornem “frágeis” e delicados (com trejeitos afetados, melhor ainda) como se fossem mulheres.

Uma criança de apenas cinco ou seis anos de vida já tem o direito de "decidir" se será homem ou mulher pelo resto da vida, mas um jovem homem de dezessete anos não pode responder pelos seus crimes.

Não há vagas para os doentes nos hospitais, mas há o incentivo e o patrocínio do SUS para quem quiser fazer "mudança de sexo" ou (ainda que não assumidamente) um aborto.

Há acompanhamento psicológico gratuito para quem deseja deixar a heterossexualidade e viver a homossexualidade, mas não existe nenhum apoio deste mesmo SUS para quem deseja sair da homossexualidade e viver a sua heterossexualidade. Aliás, se algum doutor o tentar fazer, é crime.

Ser à favor da família e da religião é "ditadura", mas urinar em cima de crucifixos é "liberdade de expressão".

Se isso não for o fim dos tempos, deve ser o ensaio.

Belíssimo texto e desabafo. Formularíamos, nós, ainda mais algumas perguntas:

Quando, além de tudo, perdem-se nossos escassos pontos de referência, que faremos?

Quando a bússola da Igreja, antes muito confiável, agora já não aponta sempre e infalivelmente o Norte, como nos guiaremos?

Quando a rocha antes sólida, aquele ponto de apoio que outrora fora a nossa firmeza, agora mostra-se movediça e estável, onde nos apoiaremos?

Quando a boia de salvação dos náufragos também afunda, junto com o navio, de que modo escaparemos nós de perecer no fundo deste oceano de trevas?

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'First they killed my father': indicação de filme


Por Felipe Marques

O CAMBOJA, ESTADO soberano localizado no Sudeste Asiático, conhecido por abrigar em seu território belas paisagens e construções antigas, também já sofreu um banho de sangue devido ao comunismo. O Khmer Vermelho, liderado pelo sanguinário comunista (pleonasmo?) Pol Pot, deixou mais de 2 milhões de mortos em questão de 4 anos (1975-1979).

Ao melhor estilo marxista, o regime utilizou campos de trabalho forçados e inanição para dizimar um terço da população de seu país. Além de todo terrorismo característico dos "vermelhos", esses assassinos e torturadores treinavam as crianças para formarem um exército jovem capaz de apoiar os demais revolucionários na matança e destruição do próprio povo e outros povos que eram tidos como adversários.

 O filme "First they killed my father" conta a história da sobrevivente Loung Ung, que viveu sob a opressão e escravidão da "bota comunista". Um filme realista e triste, porém, eu o indico para apreciação de nossos leitores mesmo assim, visto que precisamos enxergar a terrível realidade dos regimes totalitários e evitar que tais desgraças alcancem o nosso povo.

Denunciando as falsas promessas de "libertação", algo característico dessas ditaduras, o longa está disponível no NetFlix e tem pouco mais de 2h de duração, onde desde o começo vemos o sonho de construir um "paraíso na terra" se tornar um verdadeiro inferno.
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Polônia, exemplo a ser seguido


Por Felipe Marques – Fraternidade São Próspero

POLÔNIA, NAÇÃO ADMIRÁVEL! Deste país nos vem um exemplo marcante de grande homem, o rei da Polônia Jean Sobieski III (1629 - 1696).

Esse digno soberano, já em idade avançada, participou da Batalha (Cerco) de Viena, que aconteceu em setembro de 1683, quando Viena vinha sendo sitiada por tropas do Império Otomano há dois meses.

Podemos afirmar com certeza que a batalha contra os islâmicos só foi vencida porque Sobieski III liderou os católicos na dura luta. Tal batalha teve desdobramentos tão incomuns que ganhou um filme. Em uma época onde as nações eram extremamente desunidas, e os católicos pareciam de fato bem frouxos, o Rei Polonês mostra de que modo um verdadeiro monarca deve agir em defesa da fé católica e das vidas de seres humanos, mesmo que essas pessoas sejam de outros países.

Jean Sobieski III foi e permanece um exemplo de homem de fibra. Mais atualmente, a Polônia sofreu com a opressão comunista de duas grandes potências diferentes: a Alemanha nazista e a União Soviética comunista. Porém, mesmo sendo invadida e violentada pelos "vermelhos", os cidadãos da nação Polonesa nunca desistiram da luta.

Essa luta, que trouxe a vitória aos poloneses, pode ser um pouco mais compreendida, de forma didática, no link a seguir:


Encerro com a frase de Witold Urbanowicz, que expressa bem o motivo da vitória dos poloneses em meio ao abandono por parte de muitos do Ocidente e à exploração dos comunistas: "Porque nós não imploramos por liberdade, nós lutamos por ela".

Para nós, católicos brasileiros, a Polônia é mais que um exemplo a ser seguido. Abaixo, o mesmo vídeo com legendas em português, oferecidas pelo canal "Terça Livre":


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Você não vai ver na Globo: pesquisadores da Associação Americana de Psicologia reconhecem: 'a orientação sexual é fluida e não imutável'


UMA DAS PRINCIPAIS pesquisadoras da Associação Americana de Psicologia (APA, na sigla em inglês), e que é também uma importante ativista lésbica nos EUA  e no mundo, Dra. Lisa Diamond, reconheceu que pessoas gays "não nascem desse jeito".

Dra. Lisa Diamond
Diamond é co-editora-chefe do "The APA Handbook of Sexuality and Psychology" (Manual de Sexualidade e Psicologia da APA) e é considerada um dos mais respeitados membros dessa Associação. Ela define que "a orientação sexual é fluida e não imutável". A mesma doutora declara –, em capítulo do referido Manual (veja), em alguns de seus livros e em conferências publicadas no YouTube –, que o velho argumento "nasci desse jeito e não posso mudar" não tem fundamento. Diamond está pedindo aos ativistas LGBT, em nome da simples verdade dos fatos, que "parem de promover esse mito".

Contrário ao argumento típico de que homossexuais "nascem gay" como "algo que são" e que jamais poderão mudar, a própria APA oficialmente reconhece, desde 2011, que a orientação sexual comprovadamente muda, como se confirma em muitos casos estudados, e que, portanto, pode mudar. De fato, são inúmeros os exemplos de pessoas assumidamente homossexuais que, em algum ponto de suas vidas, tornaram-se heterossexuais, e vice-versa. 

Diamond resumiu descobertas relevantes em uma palestra na Cornell University, em 2013, quando demonstrou que abundantes pesquisas vêm estabelecendo, com sólida precisão científica e clínica, que a orientação sexual – incluindo atração, comportamento e auto-identificação – é fluida tanto para adolescentes quanto para adultos, em ambos os sexos. Logo, pode ser revertida, caso a pessoa queira fazê-lo. Em outras palavras, ninguém deveria ser socialmente obrigado a ser gay para o resto da vida, se não quiser sê-lo, com base apenas na determinação arbitrária de um grupo específico que atualmente domina a mídia e o meio acadêmico.

Tais manifestações da APA e de diversos profissionais de medicina ao redor do mundo (como é o caso da AMD, no Brasil) ganham força em face de recentes leis promovidas quase que diretamente por grupos ativistas –, organizados e financiados por instituições riquíssimas –, que pressionam para a aprovação, em muitos Estados, da proibição e mesmo criminalização de quaisquer terapias que busquem ajudar pacientes que experimentam atração pelo mesmo sexo e queiram mudar a sua orientação (vimos recentemente, aqui no Brasil, a reação absolutamente desproporcional e apaixonada da grande mídia, capitaneada pelas organizações Globo, em face da liminar de um juiz do DF que simplesmente permitia a profissionais de medicina atender pacientes homossexuais que queiram reverter a sua condição).

A justificativa afirmada pelas leis anti-terapia reparadora é que qualquer um que sinta atração pelo mesmo sexo não é apenas gay, mas nasceu gay, sendo que sua homossexualidade é um fator inexorável e indiscutivelmente imutável, perpetuamente. Sendo assim, a "terapia reparadora", argumentam eles, seria não só infrutífera, como cruel. O argumento base é o de que "ninguém pode mudar aquilo que é". Cabe acrescentar, neste ponto, que existem homossexuais assumidos que concordam com esse ponto de vista, mas há igualmente um outro grande grupo que não concorda. A estes últimos, por algum motivo obscuro, ninguém quer ouvir: você nunca verá um deles expondo suas razões em algum programa da rede Globo.

O argumento 'nasci desse jeito' é político, não científico; a orientação sexual está sujeita à mudança, entre outros. (...) A revelação de que a orientação sexual não é imutável tem muitas implicações sérias nas ações políticas dos últimos anos, basicamente invalidando quaisquer apelos à ciência para justificar a legislação recente em áreas de sexualidade, tais como a imposição do acesso a banheiros baseado na auto-identificação dos indivíduos ou em seus sentimentos sobre seu sexo e a restrição da liberdade de escolher opções terapêuticas, especialmente para menores de idade, em áreas de atração indesejada pelo mesmo sexo, confusão sexual ou disforia.
(Hieromonk Mark para o American Orthodox Institute)

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Fontes:
• LifeSiteNews, APA researcher explodes myth: Gays aren’t ‘born that way’, disp. em:
https://lifesitenews.com/news/psychology-researcher-lesbian-blows-the-doors-off-born-gay-theory
Acesso 2/10/2017
• American Orthodox Institute, American Psychological Association Course Correction: Sexual Orientation and ‘Gender Identity’ Not Fixed After All, disp. em:
http://aoiusa.org/american-psychological-association-course-correction-sexual-orientation-and-gender-identity-not-fixed-after-all/
Acesso 2/10/2017

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Em ação exemplar, pais e mães de família interrompem agenda LGBT em escolas públicas do Peru


LifeSiteNews – Uma associação de pais no Peru venceu uma ação judicial crucial para o impedimento de o governo daquele país doutrinar seus filhos na ideologia de gênero, de acordo com a mídia local. 

A Primeira Câmara Civil do Tribunal Superior de Justiça de Lima posicionou-se ao lado do grupo Pais em Ação e anulou parte do "Currículo Nacional de Educação Básica" (ou Base Nacional Comum Curricular) que encoraja os professores a apresentar o "gênero" como uma mera construção psicológica, que pode ser mudada ao bel-prazer do indivíduo.

 A corte anulou um trecho do currículo onde se lê, "Apesar de aquilo que consideramos ser feminino ou masculino estar baseado em uma diferença biológica sexual, essas são noções que estamos construindo dia a dia em nossas interações". O tribunal decidiu que a afirmação viola a Lei Geral de Educação do país, que requer que as políticas educacionais sejam desenvolvidas "em cooperação com o Estado e com a sociedade," e que "a sociedade tem o direito e a obrigação de contribuir para a qualidade e equidade da educação". 

A decisão da corte pressionou o Ministério da Educação a criar um mecanismo "específico, democrático, deliberativo, transparente e efetivo" permitindo aos pais e a sociedade em geral que "participem de diferentes modos na formulação das políticas públicas na educação." "Nós vencemos a ação judicial! Um dia para celebrar #ODireitodosPais de intervir na educação de seus filhos", anunciou o Pais em Ação em sua página do Facebook.

 "Nós reiteramos nossa requisição ao Ministério da Educação de parar imediatamente a arbitrária doutrinação ideológica das crianças", o grupo expôs, convocando o ministério a iniciar um diálogo "com os pais e a sociedade civil para definir uma aproximação à sexualidade baseada na realidade, ciência, virtude, e na cultura da vida e da família que é parte da identidade cultural da maioria dos peruanos". 

A decisão segue uma luta prévia entre o Ministério da Educação e ativistas pró-família em 2016, que resultou em protestos do lado de fora das instalações do Ministério e levou à uma retratação de um plano de educação para 2017 que incluía a ideologia de gênero. Apesar da linguagem no atual Currículo Nacional de Educação Básica, o Ministério da Educação reclama que ele não ensina ideologia de gênero, e tem previamente pontuado sua intenção de apelar se a corte tomar decisões contrárias a isso, embora não haja relatórios a respeito de tal apelo.

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Fonte:
https://www.lifesitenews.com/news/parents-organization-halts-gender-ideology-indoctrination-in-perus-public-s
Acesso 1/9/2017

Sobre a nomeação do Cardeal Burke à Cúria Apostólica


FOI RECENTEMENTE DIVULGADO pela Sala de Imprensa da Santa Sé (30/9/2017) que o Papa Francisco nomeou o Cardeal Raymond Leo Burke como membro da Signatura Apostolica (Suprema Corte da Santa Sé), após três anos de sua demissão da Prefeitura desta mesma corte (junto com Burke foram nomeados os Cardeais Vallini e Menichelli). O Cardeal Burke é mundialmente reconhecido por ser um dos autores das Dubia que questionam pontos heterodoxos ou dúbios da Amoris Laetitia

A recente nomeação, entretanto, é apenas para juiz-membro do Supremo Tribunal da Assinatura Apostólica. É usual que cardeais sejam membros de várias congregações romanas, mas este não é o caso de Burke: desde que deixou o comando do supremo tribunal da Igreja, o purpurado americano foi também afastado da Congregação para o Culto Divino, (em novembro de 2016, imediatamente após a divulgação dos dubia)

Com a nomeação do arcebispo Angelo Becciu como delegado especial do Papa para a Ordem de Malta, a Burke restou somente o título de "cardeal patrono", sem nenhuma função efetiva. Burke, com apenas 69 anos (relativamente jovem para a função), já é tratado como cardeal aposentado. Dos outros quatro nomeados juntamente com ele, por Bento XVI, três são já eméritos.

O Cardeal Burke atuou como prefeito do Tribunal durante seis anos antes de ser destituído, em 2014, e nomeado patrono da Ordem de Malta, um cargo predominantemente cerimonial. Na ocasião, era bastante incomum destituir um cardeal de posição hierárquica tão elevada sem designá-lo a responsabilidades compatíveis em algum outro lugar.

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Fontes e ref.:
• Instituto Bento XVI, em:
http://institutobentoxvi.blogspot.com.br/2017/09/urgente-cardeal-burke-de-volta-curia.html
Acesso 2/10/2017
• Apostolado Fratres in Unun, em:
https://fratresinunum.com/2017/10/02/burke-de-volta-a-assinatura-apostolica-mas/
Acesso 2/10/2017
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Empresa transforma embriões humanos em anéis, brincos, pulseiras e pingentes

Nota do Editor: estamos sendo submergidos por uma onde de mentiras, ideologias completamente desconectadas da simples realidade objetiva, loucura e confusão demoníaca talvez sem precedentes. A ideologia de gênero, que tem por objetivo destruir a identidade do indivíduo e a instituição da família, é mais um dos sintomas de uma doença caracterizada pelo desprezo pela dignidade do ser humano. Quanto mais o homem se afasta de Deus, mais se afasta de si mesmo, visto que nossa dignidade procede do sermos criados "à imagem e semelhança de Deus". Se chegarmos ao ponto em que para a maioria não exista o Deus Bom e Santo, no qual aprendemos a crer, e o homem seja encarado como um simples acidente da natureza e evoluções biológicas sem causa e sem sentido, além de um mero produto de construções sociais, cada pessoa não será mais vista como pessoa, mas simplesmente como um objeto que pode ser descartado, uma coisa que pode até mesmo ser transformada em um simples souvenir. Por que não? É um sinal dessa nova ordem mundial que vemos na notícia a seguir.



Embriões humanos congelados, produzidos por fecundações in vitro, estão sendo usados na confecção de joias


A BABY BEE HUMMINGBIRDS é uma empresa australiana que transforma placenta, cordão umbilical, cabelos, cinzas ou até mesmo leite materno em joias, que se tornam lembranças de um filho ou um ente querido. A prática já é questionável de um ponto de vista ético, mas a nova possibilidade oferecida pela empresa ultrapassou qualquer limite ético: transformar em joias embriões excedentes de fecundações in vitro. 

 Belinda e Shaun Stafford, que geraram três filhos através de fecundações in vitro, optaram por transformar os embriões não implantados, que estavam congelados, em joias. O caso foi relatado pelo site australiano Kidspot – que celebrou como “inovadora” a “solução” para os embriões descartados. 

“Eu queria ter mais filhos, mas o 'custo emocional', além do financeiro, era muito alto”, disse Belinda, que afirmou que para ela e seu esposo doar os embriões “não era uma opção”. 

“Ouvi falar de que algumas pessoas plantam (sic) os embriões no jardim, mas nós nos mudamos com muita frequência, de modo que isso não era possível. Precisava deles comigo”, disse Belinda. 

 O seu pedido foi atendido pela empresa. “Agora eles estão sempre comigo em uma bela lembrança”, afirmou. Seus sete embriões se tornaram um pingente em formato de coração. A fundadora da empresa, Amy McGlade, comemorou o seu pioneirismo no ramo. “Que melhor forma de celebrar seu presente mais precioso, seu filho, do que com joalheria?”, disse. Segundo McGlade, a empresa já fez 50 peças a partir de embriões. 

 “A desumanização de pessoas humanas em etapa embrionária continua a nos surpreender”, disse à Aciprensa Gabriela Moya, doutora em biomedicina e pesquisadora do Instituto de Bioética da Universidade Católica Argentina. 

 “Os seres humanos congelados em etapa embrionária estão vivos! Apenas se detém o seu desenvolvimento no tempo. Os processos metabólicos que permitem o seu desenvolvimento são desacelerados para mantê-los em um estado quiescente, sem tempo, sem futuro. Uma vida dependente da decisão dos pais de trazê-los ao presente”, disse Moya. 

“Hoje, temos a possibilidade de não considerar nossos filhos como um dom que devemos cuidar e ajudar que se desenvolvam, mas transformá-los em um bem meramente material que enfeite nossa vida”, criticou a pesquisadora. 

 Para Jennifer Lahl, presidente do Centro de Bioética e Cultura, na Califórnia, a solução para os embriões congelados não é transformá-los em joias, mas “deixar de criar embriões excedentes”, disse. “Não tenho categoria para classificar alguém que pense que isso pode ser algo bom”. No site da empresa, é possível ver que um anel feito de “cinzas de embrião”, dependendo do modelo, pode chegar a custar 550 dólares australianos, o equivalente a cerca de 1290 reais. 

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Com informações de Actuall e Kidspot. Link da notícia: 

http://semprefamilia.com.br/blog-da-vida/horror-empresa-transforma-embrioes-humanos-em-aneis-e-pingentes/
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Devemos nos dar as mãos na oração do Pai-Nosso, durante a Missa?

Artigo baseado em explicação do Revmo. Pe. Henry Vargas Holguín



RECEBEMOS DE UM LEITOR que se identifica com o nickname "Sociocaritativo Afonsoeiro" a pergunta que reproduzimos abaixo, seguida de nossa resposta. O Bom Deus nos auxilie para que seja útil para muitas almas.

Dar as mãos no pai nosso- esta é a minha duvida devemos ou não fazer? este gesto esta instituído pela Santa Igreja? ou é um besto que vem do protestantismo? alguém me podia esclarecer?

A prática de dar as mãos na hora de rezar o Pai-Nosso vem do mundo protestante. Infelizmente, nos últimos tempos, cada vez mais práticas dos protestantes vêm sendo usadas na Igreja Católica, ao mesmo tempo em que práticas genuinamente católicas vêm caindo em desuso. Como os protestantes não têm em seu culto a Presença Real de Nosso Senhor Jesus Cristo (Eucaristia), isto é, não têm uma comunhão real que os una entre si e com Deus, fazem de gestos simbólicos como o dar as mãos uns aos outros um momento de comunhão na oração comunitária.

Nós, católicos, na santa Missa temos dois momentos de maior importância: a Consagração e a Comunhão. É na Missa que temos a nossa unidade; nela nos unimos a Cristo e em Cristo, por meio do sacerdócio comum dos fiéis. Dar as mãos, no nosso caso, serve apenas para nos distrair dessa comunhão real e infinitamente mais profunda. Católicos unem-se íntima, profunda e espiritualmente na Comunhão, e não dando as mãos.

Não há nada na Instrução Geral do Missal Romano que indique que a prática de dar as mãos deva ser adotada. Na Missa, cada gesto é regulado pela Igreja, e é por isso que existem partes nas quais nos ajoelhamos, outras nas quais nos levantamos, partes nas quais nos sentamos; e não há menção alguma nos documentos que diga que precisamos dar as mãos para rezar o Pai-Nosso.

Portanto, essa prática deveria ser evitada durante a celebração da Missa. Todavia, se alguém quiser fazê-lo, que faça, como exceção à regra, com alguém de sua convivência ou confiança, sem forçar ou constranger ninguém, sem incomodar o outro e sem a intenção de que isso se transforme em uma nova norma litúrgica para todos.

É preciso levar em consideração que nem todo mundo quer segurar a mão do vizinho ou se sinta à vontade com isso, e tentar impor esse gesto, mesmo com toda a boa vontade, pode acabar sendo incômodo e perturbar a concentração necessária à oração, à piedade e ao recolhimento dos quais precisamos para falar com Deus. A santa Missa é, por excelência, a prática de entrar em intimidade com Deus, de ouvir o que Deus nos quer falar e ensinar, e comungar intimamente com Ele de um modo que não é possível por meio de nenhuma outra piedade ou devoção.

Confraternizar com os irmãos pode ser muito bom e agradável, mas isso pode ser feito em inúmeros outros momentos mais próprios. Desperdiçar a chance de viver alguns instantes de profunda Comunhão com Deus para concentrar a nossa atenção no irmão ou irmã ao nosso lado é, no mínimo, um grande desperdício e a perda de uma oportunidade incomensurável em nossa vida de piedade.

* * *

Outra coisa diferente é a oração comunitária fora da Missa. Quando se reza fora da Missa, não há problema algum em segurar a mão de alguém, pelo contrário, isso pode ser um gesto de caridade e carinho fraterno muito belo e até recomendável. Um gesto emotivo e simbólico que pode servir para unir e solidificar a relação de irmãos que devemos ter uns com os outros.

Esta, assim como outras atitudes, é a exaltação de um sentimento de amor, de ternura. Já a nossa participação na santa Missa, como vimos, é algo infinitamente maior e mais elevado, que vai muito além das sensações e sentimentos. O estar em Comunhão com Deus e com os irmãos, na santa Missa, para o fiel católico não consiste tanto em gestos externos, e sim no fato de se estar com o sacramento da Confissão em dia, estar em em estado de Graça e estar, portanto, preparado para a Eucaristia.

Se o gesto de dar as mãos fosse necessário, importante ou conveniente para toda a Igreja, os bispos ou as conferências episcopais já teriam enviado uma petição a Roma, há muito tempo, para que tal prática fosse implantada.



Para finalizar esta reflexão, cabe ainda uma outra observação: algo que também se vê muito quando se reza o Pai-Nosso, na chamada "missa nova", é que as pessoas levantam as mãos, assim como o padre faz (ou deve fazer), e isso tampouco é correto, pois não cabe aos leigos, durante a Missa, fazer as orações ou os gestos reservados ao sacerdote, confundindo o sacerdócio comum dos fiéis com o sacerdócio ministerial.

Só os padres estendem as mãos; é melhor que os fiéis permaneçam como estão ou rezem com as mãos unidas, pois a fé interior é o que Deus vê. Os gestos externos do padre na santa Missa existem para que os fiéis vejam que o sacerdote é o homem designado do meio da comunidade, que intercede de modo especial por eles.

Estender os braços na oração já era habitual na Igreja primitiva, mas no contexto de um círculo de oração, na oração privada ou em outro encontro não litúrgico. Os gestos na Missa são precisos, tanto para o padre quanto para os fiéis; cada um faz a sua parte e os fiéis não devem copiar os gestos do sacerdote. Os gestos dos fiéis na Missa são suas respostas e suas posturas.

Se alguém perguntar se fazer isso é pecado, a resposta é não: certamente não há pecado em segurar a mão de alguém ao rezar ou erguer as mãos durante a oração. Apenas não é a postura ideal nem a mais correta dos fiéis na sagrada liturgia. Fiéis católicos, como filhos amados de Deus, procuram sempre ser bons filhos, o melhor que puderem e tanto quanto puderem, em todos os detalhes: seja na liturgia, nas devoções particulares ou no cotidiano de suas vidas.

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Ref.:
HOLGUIN, Henry Vargas. Pai-Nosso na missa: de mãos dadas?, disp. em:

https://pt.aleteia.org/2014/12/29/pai-nosso-na-missa-de-maos-dadas/
Acesso 30/9/2017
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