A Pedra sobre a qual se fundamenta a Igreja neste mundo

Cristo entrega as Chaves a Pedro, por Guido Reni (1575-1642): Jesus concedeu a Autoridade sobre a Igreja a S. Pedro

O ESTUDO abaixo é bem fundamentado e bastante esclarecedor, leitura recomendada para os que procuram instrução segura a respeito de um tema fundamental. Por tratar-se de uma discussão recorrente, torna-se ainda mais importante conhecer a verdade dos fatos. O artigo abaixo foi adaptado do original "Quem é a Pedra: Jesus ou Pedro?" de Karl Keating, traduzido por Carlos Martins Nabeto e publicado no site do apostoldo Veritatis Splendor.


O argumento a seguir representa uma das alegações usuais dos chamados "evangélicos", quando tentam argumentar que a “Pedra” citada por Jesus no Evangelho segundo S. Mateus (16,18) não seria o Apóstolo Pedro, mas sim o próprio Jesus, uma vez que as Sagradas Escrituras, em outras passagens, identificam o Cristo como “Rocha” e “Pedra Angular”.

Teologicamente, esta é, para dizer o mínimo, uma argumentação infantil. De fato existem passagens bíblicas em que os termos “pedra” e “rocha” se referem a Jesus. Mas é mais do que claro, - é óbvio, - que isso não significa que todas as vezes em que a Bíblia usa essas palavras está se referindo exclusivamente a Jesus. São inúmeros os exemplos e citações bíblicas que poderíamos usar para demonstrar o que estamos afirmando: o próprio Cristo proclamou-se “Luz do Mundo” em Jo 8,12. Mas Ele também disse aos Apóstolos que eles deveriam ser “Luz do Mundo” , como vemos em Mt 5,13. Vemos, então, que nem todas as vezes que a Bíblia fala em "luz" está se referindo exclusivamente a Jesus.

Da mesma maneira, é óbvio que nem todas as vezes que a Escritura fala em "pedra" está se referindo a Jesus. Além da passagem de Mateus, temos Isaías 51,1-2: nesta passagem, a pedra é Abraão. E também em 1 Pedro 2, 4-5, as Escrituras falam das "pedras vivas", que, neste caso, são o próprio Jesus juntamente com os cristãos fiéis.

É mais do que evidente que Jesus ser chamado "Pedra Angular" é uma coisa, e o fato de o discípulo Simão Barjonas ter sido feito, pelo próprio Jesus, a Pedra sobre a qual edificaria a sua Igreja, é outra coisa, totalmente diferente. Tanto isso é claro que até o nome do Apóstolo foi mudado para Pedra (Pedro).

Mais do que isso, o fato de Jesus aplicar a Simão Filho de Jonas um título que a Bíblia aplica também a Jesus, demonstra a intenção do Senhor em fazer de Simão um representante seu na Terra, assim como acontecera antes com Abraão. Também este teve seu nome mudado (antes era Abrão) quando foi escolhido para conduzir o povo de Deus na Terra, e também este foi comparado a uma pedra ou rocha, exatamente como Pedro. E Jesus Cristo ainda confirmou explicitamente sua intenção ao entregar a autoridade a Pedro, quando lhe dá as Chaves do Reino, que lhe permitiriam ligar ou desligar na Terra o que seria ligado ou desligado no Céu!

E além de tudo isso, convenhamos: se Jesus estivesse naquele momento falando de si mesmo, simplesmente diria "Eu sou a Pedra", assim como disse "Eu sou a Luz do Mundo", "Eu sou o Pão da Vida", "Eu sou a Ressurreição e a Vida" ou "Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida", por exemplo.

O Senhor Jesus Cristo, sem dúvida alguma, elevou Pedro como um "pai" para a família dos cristãos (Is 22,21), para guiar o seu rebanho. E o "Príncipe dos Apóstolos" é mais uma vez confirmado como o pastor terreno das ovelhas de Cristo logo após a Ressurreição do Senhor: em João 21, 15-17, por três vezes Jesus pergunta a Pedro se ele o amava, e por três vezes Pedro reafirma seu amor e comprometimento. E então o Salvador, à véspera de deixar os seus discípulos, confia a Pedro a guarda do seu rebanho, isto é, da Igreja, e é importante entender que, naquele momento, confiava-lhe o cuidado de toda a cristandade, fazendo questão de entregar a ele a guarda dos "cordeiros" e também das "ovelhas. “Apascenta os meus cordeiros”, repete o Senhor por duas vezes; e à terceira, diz: “Apascenta as minhas ovelhas”. “Apascentar” significa cuidar, conduzir, guiar, assumir a responsabilidade pelo rebanho; neste caso, é receber do Divino Proprietário a autoridade sobre o seu povo. Apascentar os cordeiros e as ovelhas é, portanto, governar com autoridade a Igreja de Cristo; é ser o condutor: é ter o Primado.

Como se não bastasse, além de tudo isso, o contexto do Novo Testamento demonstra que Pedro tinha a palavra final nos assuntos da Igreja primitiva, em diversas passagens:

# É Pedro quem propõe a eleição de um discípulo para ocupar o lugar de Judas e completar o Colégio dos Doze (At. 1, 15-22);

# É Pedro o primeiro que prega o Evangelho aos judeus no dia de Pentecostes (At. 2, 14; 3, 16);

# É Pedro que, inspirado por Deus, recebe na Igreja os primeiros gentios (At. 10, 1);

# Pedro realiza visitas pastorais às igrejas (At. 9, 32);

# No Concílio de Jerusalém, temos a prova definitiva: é Pedro quem põe um fim à longa discussão que ali se travava, decidindo ele que não se deveria impor a circuncisão aos pagãos convertidos, e ninguém ousou opor-se à sua decisão (At. 15, 7-12).

E esta autoridade de Pedro, assim como a de todos os Apóstolos, era e continua sendo transmitida de um homem para outro, sendo eleitos os novos sucessores pelo próprio Colegiado dos Apóstolos, através dos tempos. No caso de Pedro, as Chaves do Reino dos Céus, entregues por Jesus Cristo, vêm sendo transmitidas, nesses dois mil anos de história, através do papado. Dizer que a autoridade de Pedro morreu com ele seria o mesmo que renegar a Promessa do próprio Senhor Jesus Cristo: "Ide e fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado. Eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém".

Se o Senhor prometeu que continuaria com a sua Igreja até o fim do mundo, também a autoridade que ele concedeu à sua Igreja permanece, até o fim dos tempos. Esta é a doutrina católica. Esta é a Palavra de Deus, segundo as Sagradas Escrituras. Esta é a Tradição Cristã, de dois mil anos de história. Quem pregar o contrário, seja considerado anátema. Porque, "de fato, não existem 'dois evangelhos': existem apenas pessoas que semeiam a confusão entre vós, e querem perturbar o Evangelho de Cristo. Mas ainda que alguém, nós ou um anjo baixado do céu, vos anunciasse um evangelho diferente do que vos temos anunciado, que seja anátema" (Gálatas 1, 6-8). Graças a Deus.

Como os fatos que apresentamos até aqui, quando analisados de perto são inquestionáveis, numa tentativa desesperada de negar a realidade do Primado de Pedro alguns outros chegaram a criar uma outra interpretação (já bastante manjada), que podemos encontrar em diversos websites e redes sociais da internet:

** Argumento "evangélico": "Sim, a Pedra era Pedro, mas em grego a palavra para pedra grande é 'petra', que significa uma rocha grande e maciça. A palavra usada como nome para Simão é 'petros', que significa uma pedra pequena, uma pedrinha."

De fato, o argumento é tão fraco e desprovido de sentido que, nesse sentido, chega a dificultar a resposta: de tão absurdo, o difícil é saber por onde começar a desmantelá-lo. Principalmente, vemos o quanto são desunidas as denominações "evangélicas", e notamos como o único objetivo que elas têm realmente em comum é negar o catolicismo e a legítima Igreja de Cristo: se o Evangelho de Mateus não está se referindo a Pedro, mas ao próprio Jesus Cristo, então está chamando o Senhor de "pedrinha"!?

Em outras palavras, uma "igreja evangélica" acaba ridicularizando a teoria da outra, na tentativa de negar o catolicismo. Se houvesse mesmo essa alegada diferença nas expressões em grego (que não existe, como veremos), isto só serviria como uma comprovação a mais de que Jesus não estava se referindo a si mesmo nessa frase.

Porém, como sabem os conhecedores do grego antigo (não precisa ser católico), as palavras petros e petra eram sinônimos no grego do primeiro século. Essa diferença de significado pode ter existido séculos antes de Cristo, mas essa distinção já havia desaparecido no tempo em que o Evangelho de Mateus foi traduzido para o grego. Como podemos ter absoluta certeza disso? Simples: a diferença de significados existe apenas no grego ático, e o Novo Testamento foi escrito em grego koiné, um dialeto bastante diferente. No grego koiné, tanto petros quanto petra significam "pedra" ou “rocha”. Se Jesus quisesse chamar Simão de “pedrinha”, teria usado o termo lithos. É uma questão tão simples que até estudiosos reconhecidos das igrejas protestantes históricas o reconhecem: podemos citar, por exemplo, a respeitável obra de D. A. Carson e Frank E. Gaebelein, "The Expositors Bible Commentary".




*** Ignorando a explicação, insiste o "evangélico": "Os católicos pensam que Jesus comparava Pedro à rocha. Na verdade, é o contrário. Ele os contrastava: de um lado, a rocha sobre a qual a Igreja seria construída, o próprio Jesus ('Petra'). De outro, esta mera pedrinha ('Petros'). Jesus queria dizer que ele mesmo seria o fundamento da Igreja, e que Simão não estava nem de longe qualificado para tanto"...

A criatividade do homem não tem limites, e é impressionante perceber até onde chega a sua má vontade: os "evangélicos" adoram interpretar a Bíblia literalmente, em tudo que não faz sentido, como no caso da proibição às imagens, por exemplo (que já estudamos aqui e aqui), e em diversos outros casos. Mas quando é para negar o óbvio, o evidente, o explícito, aí eles vão procurar interpretações desnecessariamente complicadas a partir do texto em grego.

Com certeza é importante estudar os textos sagrados no original. E, por isso mesmo, não podemos nos esquecer que a origem dos Evangelhos não está na língua grega. As narrativas que possuímos hoje foram traduzidas do aramaico, já que esta era a língua falada por Jesus, pelos Apóstolos e por todos os judeus da Palestina. Era essa a língua corrente da região, e sabemos com certeza que Jesus falava aramaico, também, devido a algumas de suas palavras que foram preservadas nos próprios Evangelhos, traduzidas para o grego, como em Mt 27, 46, onde Ele diz, na cruz: Eli, Eli, Lama Sabachtani. Isto é aramaico, e significa, “Meu Deus, meu Deus, porque me abandonaste?”.

Os livros do NT de que dispomos hoje estão escritos em grego porque não visavam apenas os cristãos da Palestina, mas também os de outros lugares, como Roma, Alexandria e Antioquia, onde o aramaico não era falado, e é por isso que também os Evangelhos foram traduzidos. Muito importante: nas epístolas gregas de Paulo (por quatro vezes em Gálatas e outras quatro em 1Coríntios), preservou-se a forma aramaica do novo nome de Simão. Em nossas Bíblias, aparece como Cefas. Isto não é grego, mas sim uma transliteração do aramaico Kepha (traduzido por Kephas na forma helenística).

Então, sabemos o nome que Cristo realmente deu a Simão, na língua em que eles falavam. Seu nome era Simão, mas Deus lhe conferiu um novo nome, como fizera antes com Jacó e com Abrão, ao entregar-lhes suas missões fundamentais na História da Salvação. Foi assim que o Senhor fez com Simão, mudando seu nome, por ter sido ele o primeiro a confessar que Jesus era o Cristo: Jesus Cristo chamou-o Kepha. E o que significa Kepha, em aramaico? Significa rocha, uma pedra grande e maciça: é este o mesmo sentido de petra, em grego.

Já a palavra aramaica para uma pequena pedra é evna. O que Jesus realmente disse a Simão, numa tradução mais literal, em Mt 16, 18 foi: “A partir de agora tu és Rocha e sobre esta Rocha construirei a minha Igreja”. - O que, mais uma vez, é óbvio; afinal, como construir a Igreja sobre uma pedrinha?

Quando se conhece o que Jesus disse em aramaico, percebe-se que ele comparava Simão à uma rocha; não estava comparando a si mesmo com o Apóstolo, de modo algum; isso seria absurdo. Podemos ver esta realidade, vividamente, em algumas versões modernas e mais apuradas da Bíblia em língua inglesa, nas quais este versículo é talvez melhor traduzido: "You are Rock, and upon this rock I will build my Church". - Já em francês, sempre se usou apenas o termo pierre, tanto para o novo nome de Simão quanto para rocha.

O fato simples e concreto é que não é preciso se perder em estudos linguísticos complexos nem em traduções de línguas orientais antigas para entender a questão. Além de toda evidência gramatical, a própria estrutura da narração de Mt 16 15-19 não permite uma diminuição do papel de Pedro na Igreja, de modo algum. Basta observar a forma na qual se estruturou o texto. Haveria algum sentido em Jesus dizer uma frase mais ou menos parecida com esta: “Bendito és tu, Simão, pois não foi a carne nem o sangue que te revelaram este Mistério, mas meu Pai, que está nos Céus. Por isto eu te digo: és uma pedrinha insignificante, sem valor, e sobre a Rocha, que sou eu mesmo, edificarei a minha Igreja... Eu te darei as chaves do Reino dos Céus, e tudo o que ligares na Terra será ligado no Céu, e tudo o que desligares na Terra será desligado no Céu”!?..

Uma "tradução" deste tipo tornaria-se cômica, não é mesmo? Somente um indivíduo dotado de muita, mas muita má vontade para aceitar uma insanidade dessas. A verdade, que está na Escritura para quem quiser ver, é que Jesus abençoa Pedro triplamente, inclusive com o dom das Chaves do Reino. O Senhor coloca Pedro como uma espécie de comandante ou primeiro ministro abaixo do Rei dos reis, dando-lhe as chaves do Reino. Assim como em Isaías 22, 22, época em que os reis apontavam um comandante para os servir, em posição de grande autoridade para governar sobre os habitantes do reino. Jesus cita quase que verbalmente esta passagem de Isaías, o que torna claríssimo aquilo que Ele tinha em mente.

**** Numa útlima tentativa de argumentar, diz o "evangélico": "Então, se 'kepha' significa o mesmo que 'petra', porque a versão grega não traz 'Tu és Petra'? Por quê, para o novo nome de Simão, Mateus usa o grego 'Petros'?"

A resposta é simples: o tradutor de Mateus teve que fazer isso, simplesmente porque não teve escolha. Grego e aramaico possuem diferentes estruturas gramaticais: em aramaico, pode-se usar somente kepha na passagem de Mt 16, 18. Em grego, encontramos um problema: nesta língua, os substantivos possuem terminações diferentes para cada gênero. Em grego, existem substantivos femininos, masculinos e neutros. A palavra grega petra é feminina. Pode-se usá-la na segunda parte do texto, sem problemas. Mas não se pode usá-la para traduzir o novo nome de Simão, somente porque ele é homem, e não uma mulher. Ao traduzir para o grego, não seria possível usar um nome feminino para um homem. Foi preciso "masculinizar" a terminação do nome. Fazendo-o, surgiu o termo Petros, da mesma maneira que no português não dizemos "Apóstolo Pedra", já que o substantivo pedra é feminino. Também em português foi preciso criar o masculino de pedra, que deu em "Pedro".

Observação: no português, "pedra" pode ser usado tanto para uma estrutura gigantesca como a Pedra da Gávea, no Rio de Janeiro, quanto para uma pequena pedra que atiramos no rio para formar ondas. Por certo, na tradução do aramaico para o grego perdeu-se parte do jogo de palavras usado pelo Senhor, assim como na tradução para o português.
http://ofielcatolico.blogspot.com.br/

22 comentários:

  1. Nossa incrivel !!! gostaria que me tirasse uma duvida quanto ao mandamento do descanso semanal eu guardo o Domingo sou catolico mas tem uma seita do 7 dia que dis guardar domingo e sinal do anti cristo AFFFF nao vi nada aqui no site gostaria de ler sobre o assunto desde ja MUITO OBRIGADO...

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    1. Aproveitando o gancho...

      Gostaria que alguém pudesse me ajudar também com relação ao trabalho no domingo, tem uma empresa que pretendo trabalhar nela, só que é tipo trabalho de shopping, trabalha 6 dias folga 1, o domingo para a empresa é um dia como qualquer outro... Gostaria de saber se estaria infringindo alguma regra da Igreja aceitando esse trabalho.

      Agradeço desde já.

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  2. Resposta ao Eduardo Alvarenga e ao leitor anônimo:

    Basicamente, o que a Igreja prescreve é que se evite trabalhar nos domingos e dias de guarda, que devem ser santificados, isto é, guardados para o SENHOR.

    Se não for possível, entretanto, não será um pecado trabalhar, - desde que (atenção), - o trabalho não impeça o cristão de prestar culto a Deus nesse dia. Se você não pode evitar, que este trabalho não o impeça de participar da Santa Missa.

    Reproduzo abaixo o que diz o Catecismo sobre o assunto. Leiam com atenção, porque é um conteúdo riquíssimo e muito proveitoso:

    2177 - "A celebração dominical do Dia e da Eucaristia do Senhor está no coração da vida da Igreja. 'O domingo, dia em que por Tradição Apostólica se celebra o Mistério Pascal, deve ser guardado em toda a Igreja como dia de festa de preceito por excelência."

    'Devem ser guardados igualmente o dia do Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo, da Epifania, da Ascensão e do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, de Santa Maria, Mãe de Deus, de sua Imaculada Conceição e Assunção, de São José, dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo e, por fim, de Todos os Santos.'"

    §2187 - "Santificar os domingos e dias de festa exige esforço. Cada cristão deve evitar impor sem necessidades a outrem o que o impediria de guardar o dia do Senhor. Quando os costumes (esporte, restaurantes etc.) e as necessidades sociais (serviços públicos etc.) exigem de alguns um trabalho dominical, cada um assuma a responsabilidade de encontrar tempo suficiente de lazer (...)."

    §2188 - "Dentro do respeito à liberdade religiosa e ao bem comum de todos, os cristãos precisam envidar esforços no sentido de que os domingos e dias de festa da Igreja sejam feriados legais. A todos têm de dar um exemplo público de oração, de respeito e de alegria e defender suas tradições como uma contribuição preciosa para a vida espiritual da sociedade humana. Se a legislação do país ou outras razões obrigarem a trabalhar no domingo, que, apesar disso este dia seja vivido como o dia de nossa libertação, que nos faz participar desta 'reunião de festa', desta "assembléia dos primogênitos cujos nomes estão inscritos nos Céus' (Hb 12,22-23)"

    §2185 - "Durante o domingo e os outros dias de festa de preceito, os fiéis se absterão de se entregar aos trabalhos ou atividades que impedem o culto devido a Deus, a alegria própria ao dia do Senhor, a prática das obras de misericórdia e o descanso conveniente do espírito e do corpo. As necessidades familiares ou uma grande utilidade social são motivos legítimos para dispensa do preceito do repouso dominical. Os fiéis cuidarão para que dispensas legítimas não acabem introduzindo hábitos prejudiciais à religião, à vida familiar e à saúde.

    O amor da verdade busca o santo ócio, a necessidade do amor acolhe o trabalho justo."

    §2186 - "(...) O domingo é tradicionalmente consagrado pela piedade cristã às boas obras e aos humildes serviços de que carecem os doentes, os enfermos, os idosos. Os cristãos santificarão ainda o domingo dispensando à sua família e aos parentes o tempo e a atenção que dificilmente podem dispensar nos outros dias da semana. O domingo é um tempo de reflexão, de silêncio, de cultura e de meditação, que favorecem o crescimento da vida interior cristã."

    §2193 - "No domingo e nos outros dias de festa de preceito, os fiéis se absterão das atividades e negócios que impeçam o culto a ser prestado a Deus, a alegria própria do dia do Senhor e o devido descanso da mente e do corpo."

    Lembrando que na dúvida sobre qualquer assunto referente a preceitos, doutrina e conduta do cristão, consultem sempre o Catecismo da Igreja Católica (CIC), que possui um índice analítico que facilita muito a consulta sobre qualquer assunto. Aqui neste blog, na coluna à direita, há o link para download gratuito, tanto do Catecismo quanto do Compêndio do Catecismo, que é o mesmo resumido em perguntas e respostas.

    Estamos sempre à disposição para esclarecer e orientar.

    Apostolado Fiel Católico

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    1. Muito Obrigado pela resposta!

      Para que fique claro aqui, o trabalho pretendido me tomaria 6 horas do dia, não impediria de forma alguma minha ida ao Santo Sacrifício da Missa, até porque se impedisse de alguma forma, eu seria um ex-funcionário.

      Abraço, e que Deus nos abençoe.

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  3. Olá, o pessoal presbiteriano, segundo este link abaixo, querem contra argumentar que a pedra não é Pedro e sim o próprio Jesus. Gostaria do seu esclarecimento neste texto:

    "Em primeiro lugar, Jesus é o cabeça da igreja. Essa verdade está meridianamente clara em Efésios 5.23. Nenhum homem, por mais culto ou piedoso, poderia ser o comandante da igreja universal. Somente Jesus tem essa honra. Jesus é o dono da igreja, o Senhor da igreja, o cabeça que governa a igreja, o bispo universal da igreja."

    http://www.igrejapresbiterianadepraiagrande.com/#!jesus-o-cabeca-da-igreja/ckez

    Germano: Católico e com amor Senhor Jesus e ao Papa Francisco

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    1. Olá, Germano,

      Eles dizem que Jesus é o Dono da Igreja, o Senhor da Igreja, o Cabeça que governa a Igreja, o Bispo Universal da Igreja? Que bom! Nós, católicos, dizemos Amém a tudo isso.

      Justamente por acatarmos a autoridade suprema de Jesus Cristo, que é o supremo Pastor e Comandante da Igreja, é que nós acatamos à sua Vontade. Se o Senhor quis escolher um Apóstolo para pastorear a Igreja aqui na Terra, (evidentemente abaixo do próprio Cristo), - e a Bíblia está repleta de afirmações neste sentido, nós simplesmente aceitamos.

      Quem teima em renegar a Vontade e a determinação do Comandante supremo, para seguir a interpretação particular do "pastor" A, B ou C, contrariando a Sagrada Escritura (2Pd 1,20), é o quê? Traidor? Desertor? Apóstata? Herege?

      Escolha uma das alternativas...

      Abraço fraterno e a Paz de Nosso Senhor Jesus Cristo

      Apostolado Fiel Católico

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    2. Graça e Paz!

      Apesar das discordâncias, fico contente que todos estejamos buscando informações e discutindo ideias.

      Que Deus os abençoe!

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    3. Henrique Sebastião. Obrigado pelo esclarecimento. Preciso firmar este e outros conhecimentos para fortificar minha fé católica. Percebi que nunca fui católico realmente, pois não tinha noção da Verdade. Agora fortifico minha fé católica e vejo que nossa igreja de 2 mil anos está corretíssima. Preciso firmar estes entendimentos pois minha amada esposa é Protestante ( veja que desafio nós temos: respeitar a Verdade de um e de outro). Nós nos amamos e respeitamos o matrimônio por isso que combinamos que as diferenças religiosas não serão mais combatidas. Torcemos que o que nos une é maior do que o que nos separa! Abraço fraternal. Me ajude nesta caminhada me indicando uma bíblia católica que é fiel à tradução antiga. Indicaria a Bíblia de Jerusalém da Editora Paulus? Eu gostei do propósito dela ( ser fiel ás traduções ). Obrigado!

      Germano Girão.

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    4. Pois bem, Germano, ficamos felizes de poder ajudar a quem busca a Verdade, no conhecimento das coisas santas, nos fatos históricos e teológicos, assim cono nos exorta o próprio S. Pedro, primeiro Papa da Igreja:

      "Estai sempre preparados a responder, para vossa defesa, a todo aquele que vos pedir a razão de vossa esperança... (I Pedro 3,15)

      É para auxiliar os buscadores da Verdade que este apostolado existe. Acho que minha resposta anterior foi até bem sucinta, já que o próprio post, no meu entender, já esclarece bem esse tipo de questionamento da autoridade de S. Pedro.

      Sim, eu aconselho a Bíblia de Jerusalém, ainda a melhor Bíblia de estudos de que dispomos em língua portuguesa, e a tradução mais fiel.

      Gosto muito também da "Bíblia do Peregrino", uma adaptação para o português da tradução espanhola do Pe. Luis Alonso Schökel (Paulus, 2002), feita com muita seriedade e competência.

      A Bíblia de Jerusalém apresenta uma linguagem erudita de cunho histórico-literário, enquanto a Bíblia do Peregrino é uma tradução do tipo semântico-dinâmico, ambas com amplas notas de rodapé que explicam as opções da tradução e acostumam o leitor à semântica bíblica.

      Para quem pretende estudar e conhecer um pouco mais profundamente as Escrituras, o ideal seria adquirir as duas.

      Aviso muito importante: lembre-se de fugir da tal "Edição Pastoral" da Paulinas, uma verdadeira aberração, um vilipêndio à Sagrada Escritura, por diversos motivos que não cabem aqui. Até Dom Estevão Bettencourt tratou do assunto na excelente revista "Pergunte e Responderemos", num artigo que você pode ler no endereço abaixo:

      http://berakash.blogspot.com.br/2012/07/os-erros-da-biblia-edicao-pastoral-por.html

      Abraço fraterno e a Paz de Nosso Senhor Jesus Cristo

      Apostolado Fiel Católico

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    5. Germano, Graça e Paz

      Também passo por essa situação, pois minha futura esposa é católica. Ainda bem que, como vc disse, o amor que nos une é maior as diferenças.que nos separam. Por curiosidade, de qual denominação é sua esposa?
      Que Deus os abençoe!

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    6. Henrique Sebastião: Obrigado pelos esclarecimentos acerca da Bíblia. Na questão sobre Pedro ser a pedra e não Jesus, no Evangelho segundo S. Mateus (16,18), ficou claro e concretizado para mim que nossa Igreja Católica estava e está correta. Não é porque Jesus, em outros versículos é intitulado como " a pedra angular, a rocha,etc, que, Ele também se encaixava para este versículo de S. Mateus. Até os Apóstolos foram também nomeados como a " Luz do mundo" assim como Jesus também O era em outras passagens. Enfim, sou devoto de Nossa Senhora de Fátima e estou muito feliz.

      Filipe Santos em resposta a denominação da Igreja de minha esposa querida é Batista. Abraços.

      Att,

      Germano

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    7. Germano, obrigado.
      Conheço a Batista e gosto dela. Tenho um primo fazendo teologia e que provavelmente atuará como pastor dessa igreja.

      Deus os abençoe.

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    8. Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, governa a Sua Igreja na terra, por meio de seu Vigário ou representante, Pedro e seus sucessores, os Papas. Jesus fez com Pedro o mesmo que o Faraó fez com José no Egito(Gn 41, 38-43). A Igreja é o Reino de Deus na terra, onde Jesus é o Rei, e Pedro e seus sucessores, o Primeiro-Ministro.

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    9. Henrique, infelizmente uma das bíblias as quais eu tenho acesso é a da herética Edição pastoral.
      Já li nas notas de rodapé dessa bíblia que São Paulo era machista e contraditório, além de perceber insultos á Sagrada Gênese (Gênesis) nas mesmas notas. Felizmente, também possuo a Edição da Família, mas não sei se é recomendável ou não. A paz de NSJC!

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    10. Bem, Petrivalianici, para um cristão interessado como você, eu realmente acho mais do que recomendável que adquira um exemplar da Bíblia de Jerusalém, ou pelo menos um da Editora Ave-Maria, sendo a primeira uma edição de estudos, com a melhor tradução para o português, e a segunda uma edição pastoral, também com uma tradução muito boa.

      Sobre a famigerada Edição Pastoral da Paulus, que desgraçadamente é a mais vendida em nosso país, meu conselho é bem simples: não leia e não indique.

      Abraço fraterno e a Paz de Nosso Senhor Jesus Cristo

      Apostolado Fiel Católico

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    11. Obrigado, Henrique. Quando puder, vou adquirir. A paz de NSJC!

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  4. Como entender o número 424 do Catecismo da Igreja? não está contradizendo o que foi dito aqui?

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    1. É claro que não, anônimo, e este artigo mesmo, que você está comentando agora, o explica muito bem.

      Nem preciso responder à sua pergunta, porque o própria postagem o esclarece bem, e logo nos primeiros parágrafos. Como você parece não ter lido antes de comentar, vou reproduzi-los abaixo:

      "O argumento a seguir representa uma das alegações usuais dos chamados 'evangélicos', quando tentam argumentar que a 'Pedra' citada por Jesus no Evangelho segundo S. Mateus (16,18) não seria o Apóstolo Pedro, mas sim o próprio Jesus, uma vez que as Sagradas Escrituras, em outras passagens, identificam o Cristo como 'Rocha' e 'Pedra Angular'.

      Teologicamente, esta é, para dizer o mínimo, uma argumentação infantil. De fato existem passagens bíblicas em que os termos 'pedra' e 'rocha' se referem a Jesus. Mas é mais do que claro, – é óbvio, – que isso não significa que todas as vezes em que a Bíblia usa essas palavras está se referindo exclusivamente a Jesus. São inúmeros os exemplos e citações bíblicas que poderíamos usar para demonstrar o que estamos afirmando: o próprio Cristo proclamou-se 'Luz do Mundo' em Jo 8,12; mas Ele também disse aos Apóstolos que eles deveriam ser 'Luz do Mundo', como vemos em Mt 5,13. Vemos, então, que nem todas as vezes que a Bíblia fala em 'luz' está se referindo exclusivamente a Jesus.

      Da mesma maneira, é óbvio que nem todas as vezes que a Escritura fala em 'pedra' está se referindo a Jesus. Além da passagem de Mateus, temos Isaías 51,1-2: nesta passagem, a pedra é Abraão. E também em 1 Pedro 2, 4-5, as Escrituras falam das 'pedras vivas', que, neste caso, são o próprio Senhor Jesus e também os cristãos fiéis.

      É mais do que evidente que Jesus ser chamado 'Pedra Angular' é uma coisa, e o fato de o discípulo Simão Barjonas ter sido feito, pelo próprio Jesus, a Pedra sobre a qual edificaria a sua Igreja, é outra coisa, totalmente diferente. Tanto isso é claro que até o nome do Apóstolo foi mudado para Pedra (Pedro)."

      A Paz de Nosso Senhor Jesus Cristo

      Apostolado Fiel Católico

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  5. Caríssimos irmãos fieis católicos, eis um vídeo palestra de um convertido à Igreja de Jesus Cristo, publicado em 27 de jan de 2016 (legendado), de Steve Ray. Ele é uma das grandes vozes católicas nos EUA. No vídeo Steve conta a seguinte parábola:

    O Navio e as Jangadas
    Imagine um rei colonizador que construiu um navio incrível para levar pessoas para um novo país que ele descobriu do outro lado do oceano.
    Ele reúne as pessoas, ele as convida de uma forma especial. Alguns vêm, outro não.
    Aquele que vêm chegam no porto e vêem este belo navio, preparado para a travessia deles. Olhando para o mar, podem ver no horizonte o brilho da Cidade Celestial. Eles entram no navio e ficam felizes. Conhecem o capitão e os funcionários. Conhecem os equipamentos de navegação e os documentos que mostram onde estão indo e que estão em boas mãos. E hã comida e sala banho e muito mais que os ajudam a atravessar para o outro lado.
    O navio é a Igreja. O país de partida é o mundo. O capitão e o papa. O clero são os funcionários. Os equipamentos de navegação são as Escrituras e a Tradição. As salas de banho são o Batismo e a Confissão. A comida, Eucaristia. Todos esses benefícios.
    O navio parte e todo mundo está feliz. Aceleramos um pouco. O navio está na metade do caminho. Algumas pessoas ficam descontentes e dizem: “Quem é este capitão para dizer o que devo fazer”? Os funcionários estão ficando mandões. Alguns deles são maus. Alguns estão começando a feder. O Capitão me diz o que fazer dentro da minha cabine. Ele não pode me dar ordens assim.
    Eles fazem um plano. Eles descem até o porão do barco e encontram madeira e cordas e fazem jangadas. De noite, eles descem as jangadas e partem e agora eles estão livres! Eles não precisam mais se submeter a este capitão dizendo o que fazer e crer. Não precisam mais comer a mesma comida todo dia. Não precisam mais tomar banho e dize para o aquele cara o que fizeram de errado. Eles estão livres!
    Quantas jangadas existem hoje ao redor no navio?
    Trinta e três mil e talvez mais. Quem sabe? - Eu tinha uma própria.
    Quanto mais perto estas jangadas ficam do barco, mais chance elas têm de atravessar o oceano. E tudo de bom que existe na jangada.... veio de onde?
    Eu não sabia quando protestante que tudo de bom que eu tinha veio do navio. O cânone da Bíblia! Eu joguei fora cinco sacramentos, mas os dois que eu tinha vieram de onde? A Santissima Trindade e a união hipostática, as duas naturezas de Cristo. De onde vieram? Eu não inventei! Eu não inventei! Eu pequei do navio.
    Mais tarde eu percebi uma coisa. Eu não pulei fora do navio. Eu nasci numa jangada. Eu nem sabia que existia um navio. Eu pensava que Deus queria assim: “Subam em suas jangadas e nos vemos do outro lado. Boa sorte”
    E um dia eu vi esta coisa grandiosa no horizonte e eu pergunto às pessoas da minha jangada: - O que é isso? – Não queremos falar disso. Aí, eu gritei para a jangada do meu lado: - O que é aquilo ali?! – Não queremos falar disso! – Por que não? – Porque é o navio. – Que navio? Omo assim navio? O que que eu estou fazendo numa jangada se tem um navio?
    Vocês se lembram da tempestade de ontem? Paraí...

    Continua ...

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  6. Eu comecei a ler uns rabiscos de informação que tínhamos na jangada que pegamos do navio. Eu comecei a ler, pensar e fazer perguntas e, antes que me desse conta, eu voltei para o barco. 27 de maio de 1994. Eu e minha família voltamos para o barco.
    Eu fui direto ao capitão e disse: - “Capitão, tem um bando de protestadores”, Capitão, tem um bando de protestantes lá fora. Eles são rebeldes. Carregue os canhões e os afunde. Eu não disse isso, mas senti isso no meu primeiro ano, pois minha mulher disse, depois de sua primeira missa: - Eu estou com tanta raiva! – Por quê? – Eu estou com raiva porque meu pastor mentiu para mim. Mas eu estou com ainda mais dos católicos por nunca terem dito que estávamos errados. Eles nunca nos explicaram isso.
    Minha primeira reação no navio foi “Me dê o megafone mais barulhento que você tiver. Pois minha mãe e meu pai estão lá fora. Meus irmãos e irmãs estão lá fora. Meus irmãos e irmãs em Cristo estão lá fora. E alguns deles talvez amem a Deus mais que muitos no barco. Eles amam nossos fundadores, mas eles não conhecem o navio; e, se conhecem, mentiram para eles. Me dê o megafone!” E eu gritei, e vou gritar até morrer. Eu vou gritar a todas as jangadas que precisam voltar à totalidade da fé. Pois nesse navio temos um capitão, temos equipamento de navegação, temos a totalidade da fé e, se você quer ir pro Céu, se você quer levar suas famílias com você, é melhor estar no navio e nem pense em sair.
    Muito obrigado. Deus lhes abençoe!
    Assista toda palestra: https://www.youtube.com/watch?v=3yGo4ICiJxM
    Seja louvado Nosso Senhor Jesus Cristo!



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    1. Assisti a palestra do Steve Ray, realmente é muito boa André. Obrigado por compartilhar.

      Louvado seja o nosso Senhor Jesus Cristo!
      Max

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    2. Para sempre seja louvado!

      Salve Cheia de Graças!

      Ave Cheia de Amor!

      Salve Rainha do Meu Senhor!

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