Pais são presos por não aceitarem "ideologia de gênero"

O casal Eugen e Luise Martens pode perder a liberdade porque sua filha se negou a participar das aulas obrigatórias de “educação sexual”


Eugen e Luise Martens

O QUE ESTÁ ACONTECENDO com o mundo? Satanás está solto e furioso? Os sinais dos últimos tempos realmente parecem mais do que claros. Vemos igrejas, símbolos religiosos e a própria Eucaristia sendo profanados de maneiras como nunca antes. Cristãos são perseguidos, flagelados, crucificados, mortos.

O socialismo, antes abertamente condenado pela Igreja (e nas aparições reconhecidas de Nossa Senhora), e que muitos consideram um mal debelado, agora se manifesta sob a sua forma mais tenebrosa: a cultura marxista, que parece tomar conta do mundo inteiro, com sua bandeira de ódio a Cristo, à família e a toda moralidade cristã erguida cada vez mais alto. Trema diante do caso desta família, lançada na cadeia por não querer que suas crianças sejam doutrinadas pelo Estado na ideologia de gênero, que sustenta que não existem diferenças reais entre os sexos, que seriam apenas meros construtos sociais, e que os pequenos precisam "escolher" se vão querer viver como meninos ou meninas.

Enquanto o Brasil, até aqui, resistiu bravamente à implantação legal da ideologia de gênero, alguns fatos ocorridos fora do continente podem ajudar a esclarecer ainda mais de que se trata essa grande farsa, concebida para destruir a sociedade, a família e o próprio homem.

Na Alemanha (num pequeno município da Renânia, Norte-Vestfália), um casal, pai de nove filhos, está ameaçado de perder a liberdade, simplesmente porque sua filha se negou a participar das aulas de “educação sexual” previstas para a escola primária(!). A polícia alemã já encarcerou Eugen Martens, em agosto de 2013, e só não prendeu ainda sua esposa, Luise, porque ela está amamentando o filho mais novo (veja matéria na íntegra). O agente policial que visita a família, no entanto, garante: “O escritório da promotoria fará aplicar a decisão do juiz”. Ou seja, mais dia menos dia, também a mãe será presa.

É verdade que, na Alemanha, “a escola é obrigatória, e se uma criança falta às aulas, a escola tem obrigação de denunciar os pais e o tribunal pode multar essa família”. Mas, até aqui, o casal não se tem mostrado negligente em relação à educação de suas crianças: elas têm ido à escola regularmente. Qual o crime cometido por Eugen e Luise? Apenas a filha recusando-se a receber aulas de gênero.

As aulas da chamada “educação sexual” têm um conteúdo perverso, como conta Mathias Ebert, fundador da Associação Besorgte Eltern (Pais Preocupados), fundada justamente para denunciar a corrupção dos seus filhos por parte do Estado: “Não só se ensina às crianças como funciona o sexo entre homens e mulheres, mas se coloca uma ‘variedade’ de práticas sexuais: sexo oral, anal e muito mais. A partir da escola primária, dizem aos meninos que o seu 'gênero' não está determinado, e que não podem saber se serão meninos ou meninas; que devem refletir”(!).

Ebert também afirma que a prisão da família Martens não é um caso isolado na Alemanha. “Não conheço o número exato de pais presos, mas só o pequeno grupo de pais da cidade de Paderborn tem passado, no total, 210 dias presos”, explica. “É um escândalo enorme, também, porque são justamente as crianças que querem sair da aula. Na cidade de Borken, por exemplo, em uma classe, a 'lição' perturbou tanto as crianças que seis delas desmaiaram”(!).


Filme produzido pela Associação Besorgte Eltern
sobre o caso de Eugen e Luise Martens


Não é preciso atravessar o oceano para descobrir uma situação tão ou até mais trágica do que essa. No Brasil, as escolas ensinam às crianças, desde a mais tenra infância, como acontece um ato sexual – chegam a fazer encenações ou demonstrações com objetos de plástico –, como usar um método anticoncepcional, como se masturbar etc. Com a ideologia de gênero, novas perversões estão sendo preparadas: além de aprender o sexo antinatural, as crianças precisariam questionar a própria “identidade” e, como nas escolas alemãs, ser levadas a “refletir” “se são meninos ou meninas”. Os pais "retrógrados" que não concordarem com tudo isso terão o mesmo fim de Eugen e Luise Martens: a cadeia.

É com esse enfoque que a Organização Mundial da Saúde trata da educação das crianças e adolescentes. O documento Standards for Sexuality Education in Europe ('Padrões para a Educação Sexual na Europa'), – após deixar bem claro que o seu "conceito de educação sexual” não tem nada a ver com “preparação para o casamento e para a família”1, – diz que a educação dos pais em matéria de sexualidade “é inadequada para a sociedade moderna”2, – como se coubesse ao Estado a decisão sobre a “medida de todas as coisas”, incluindo a educação de nossos próprios filhos(!).

Pensará a Igreja que a educação sexual não é importante? Pelo contrário: a Igreja reconhece a importância de que “crianças e os adolescentes (...) sejam formados numa educação sexual positiva e prudente, à medida em que vão crescendo”3. O que acontece na Alemanha, porém (e de igual forma em todo o Ocidente), é um desrespeito ao princípio da subsidiariedade. “A educação sexual, direito e dever fundamental dos pais, deve atuar-se sempre sob a sua solícita guia, quer em casa quer nos centros educativos escolhidos e controlados por eles”4, conforme o Papa João Paulo II. Ou seja, a sociedade e o Estado devem colaborar, na medida do possível, com a educação dos pais, e não o contrário. – São “os pais, que transmitiram a vida aos filhos, (...) seus primeiros e principais educadores”, e este direito-dever não só é essencial, mas também insubstituível e inalienável 5.

A fundação Besorgte Eltern tem realizado inúmeras manifestações na Alemanha, exigindo respeito não só ao papel primordial dos pais na formação de seus filhos, como à própria integridade das crianças. “Que não se deturpe os sentimentos das crianças”, pede Mathias Ebert. “Está claro que, se deixaram as aulas, é por causa do clima que respiram em casa. Mas isto é errado? É errado que um menino tenha determinados valores, transmitidos por sua família, e viva com base neles? Creio que não”.


** Não deixe de assistir, abaixo, ao documentário norueguês (2010) que desmontou de uma vez a polêmica e absurda "teoria do gênero", tão querida pelo movimento revolucionário (e pelo nosso atual governo). O vídeo mostra a luta de uma ideologia fabricada contra a mais pura e evidente realidade. – As pesquisas mostram como a suposta "igualdade de gênero" é um mito que não passa por absolutamente nenhum crivo científico.



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Referências:
1. Standards for Sexuality Education in Europe, p. 12
2. Ibidem, p. 21
3. Gravissimum Educationis, 1
4. Familiaris Consortio, 37
5. Ibidem, 36
www.ofielcatolico.com.br

14 comentários:

  1. Assustador! Sobre a situação da Igreja em nossos tempos, o interessantíssimo depoimento de um Revmo. Pe. Cristóvão, publicado no sítio Fratres in Unun, creio que fala por muitos fiéis católicos no presente:

    "...A Igreja não é como qualquer outra organização social. A dinâmica de seu organismo tem características muito peculiares, que a subtraem subitamente do alcance da ciência sociológica. Uma destas é a lentidão do seu metabolismo.

    Como sociedade guiada por anciãos, a autoridade de governo sobre ela nunca representa perfeitamente as tendências do seu tempo, excetuando-se os casos extraordinários de pastores visionários, que enxergaram muito à frente e conseguiram discernir que as mudanças, apesar de aparentemente convulsivas, são na verdade evanescentes e só ostentam a definitividade do eterno e imutável Deus, da verdade da fé, da indefectibilidade do catolicismo.

    Em síntese, “olhar para frente”, na Igreja, significa ultrapassar as modas e chegar àquilo que é estável, duradouro, perene…

    Contudo, quando tais visionários faltam, ficamos reféns de perspectivas de curto alcance e, embora estas se travistam de um otimismo efusivo, ao fim e ao cabo, todos percebem que são um delírio “quase” patológico.

    Este me parece ser o caso de Papa Francisco. Francamente, não há nada em sua postura que me evoque uma visão realmente de longo alcance. Ao contrário, ele parece mais alguém perdido no tempo, fixado naquele entusiasmo futurista típico dos anos 70 ou 80 do século passado… Ele representa bem aquela geração.

    E não é sem razão que é justamente a parcela da população que naquelas décadas já era adulta que se entusiasma ao ver a reedição de suas utopias de outrora, agora desempoeiradas e desfraldadas em plena Loggia de São Pedro.

    Os jovens, ao contrário, não têm feeling com Francisco. Com ele não se passa nem de longe o mesmo fenômeno dado durante o pontificado de Bento XVI, quando uma multidão de jovens, coroinhas, acólitos, seminaristas, néo-sacerdotes se encheram de vida ao ver o renascimento da Igreja de sempre, e agora têm de amargar goela abaixo a rotulação, dada por Francisco, de restauracionistas.

    Toda uma plêiade de jovens foi reduzida a uma mera classificação pejorativa em sua boca, o que demonstra bem o desatino de sua percepção pastoral, ferreamente encarcerada naquelas décadas confusas do pós-concílio. Definitivamente, Francisco não é o papa do futuro, mas do passado.

    É interessante notar como a admiração por sua pessoa – nunca pelo sublime ofício que ocupa – é despertada sobretudo entre incrédulos, comunistas, hereges, imorais, gays, abortistas, roqueiros, satanistas, fofoqueiros de plantão, enfim, personalidades boçais sem as quais o mundo televisivo nunca iria para a frente…, mas, na Igreja, os olhares dos fieis ainda brilham quando se vislumbra o vulto de seu predecessor.

    Francisco vive chamando Bento de vovô, mas, na verdade, embora a opinião pública o tenha estigmatizado, suas palavras ecoavam com a autoridade de um pai, enquanto seu sucessor é somente objeto de uma vaga simpatia, típica daquela devotada a um “avô”. Com efeito, ele se pôs rapidamente na posição de um bom velhinho, entusiasmado, com a irreverência de um Chespirito caricaturado e a poesia de um John Lennon do túnel do tempo, sem a gravidade requerida de um papa, a confiabilidade esperada de um pastor e a respeitabilidade suposta de um pai.

    Se há algo patente na reação dos jovens a Francisco é a sua total apatia, o desconcerto mal disfarçado, o mal-estar incontido, a nostalgia de uma referência forte, a perplexidade de quem se sente perdido dentro de casa e órfão de pai vivo.

    A única salvação para o “legado” de Francisco será o uso autoritário que ele faz de seu poder, pelo qual favorece ostensivamente a diplomacia vaticana. Com Francisco, a Igreja não se tornará mais pastoral, como propalam os progressistas; antes, ela está se tornando mais política do que nunca, e politicamente correta."

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    1. Segunda conclusiva parte da carta do Revmo. Pe. Cristóvão:

      "Ele não é o líder dos católicos, mas o porta-voz dos discursos da ONU, das ONGs, da Nova Ordem Mundial, dos Illuminati. Se algum católico não se deu ainda conta disso, as Fundações internacionais já o perceberam, e não cessam de usar o magistério franciscanista contra a própria doutrina da Igreja e contra a dignidade humana em geral. Falta apenas a alguns cristãos a clarividência de poderem verbalizar o que já sentem, simples assim: #FranciscoNãoMeRepresenta!"

      Ele só tem uma saída: o aparelhamento eclesial. Por isso suas movimentações grotescas, o fracasso na dissimulação de sua manipulação no sínodo e em tudo o mais, a pressa em remover seus inimigos (Piacenza, Cañizares, Burke, além de soldados de pouca monta) e nomear seus cúmplices. Em definitiva, aquilo que foi Lula para o Brasil, é Francisco para a Igreja.

      Contudo, contra eles corre um relógio inexorável: a ampulheta da vida. Alguém já disse que os maiores reformadores da Igreja são o infarto e o derrame cerebral. Talvez seja uma afirmação fisiológica demais…, não sei! Porém, uma coisa é certa: toda esta gente está confinada no surto de uma época que não convence mais.

      Ao contrário de Bento XVI, este sim, um visionário, que soube ler as ânsias do âmago da mocidade católica e despertar seus mais genuínos desejos de santidade, e fez escola!, Francisco passará para a história como um papa obtuso, cultivador das defecções de nossa civilização adoecida, também ele doente, de miopia histórica, refém de sua geração, réu do mesmo destino dos insanos, que não conseguem transcender sua própria biografia, reproduzindo compulsivamente os mesmos padrões de sua mentalidade tacanha, provinciana, que não consegue ir além da presumível “bondade” de umas intenções equivocadas.

      Não sou futurólogo, nem me agrada a adivinhação, mas talvez esta cafonice chegue ao seu fim, talvez seja o canto do cisne daquela primeira geração do pós-concílio, e que, no final deste pesadelo, voltemos à normalidade, tendo apenas de remover alguns deslocados que foram promovidos, os mesmos que estavam silenciados em sua insignificância e agora se inebriam com sua própria loquacidade ensandecida, mas que não serão capazes de lidar com as novas gerações que, cansadas deles mesmos, os farão sentir-se tais quais são: ridículos.

      No fundo, teremos de pagar pra ver. Mas não me parece impossível que, dadas estas circunstâncias, este seja um eventual desfecho."

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    2. Porque postei o texto acima? Porque acho que uma boa parte da responsabilidade pela atual calamidade moral mundial é do nosso Papa. Sim, porque se pelo menos os fiéis católicos estivessem bem dirigidos e assistidos pelo seu Pai espiritual terreno, tudo seria muito melhor. Alguém discorda?

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    3. Menos meu amigo bem menos."responsabilidade pela atual calamidade moral mundial é do nosso papa" você não acha que está exagerando não?

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  2. José Osivan Barbosa de Lima26 de novembro de 2014 23:47

    Tudo isso tem influência do movimente feminista e do gaysismo, por isso não há duvida, que quem realmente deve educar o seu filho para esse momento, são os pais, isso no momento certo.

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  3. Discordo, pois a calamidade moral mundial já vem de longa data, e não somente nestes últimos quase dois anos em que o Papa Francisco esta no comando da barca de Pedro. Bem antes do Papa Francisco estar no comando da barca de Pedro, já haviam estas manifestações medonhas, estas leis sendo impostas em todo mundo, portanto, não devemos joga tudo no colo do Papa Francisco como se ele fosse o culpado de tudo que esta acontecendo, pois nem adiantaria também ele ficar batendo na mesma tecla o tempo inteiro porque nada aconteceria, somente lembrando que os papas anteriores fizeram o mesmo e o mundo não os ouviu, por isto, abaixemos nossas armas contra o Papa e oremos mais ainda na intenção dele, para que ele faça um bom governo na Igreja para que depois ele poça diante de DEUS ouvir:

    " Muito bem, servo bom e fiel; já que foste fiel no pouco, eu te confiarei muito. Vem regozijar-te com teu senhor." (São Mateus 25, 21)

    Anonimo Sidnei

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  4. Caríssimos irmãos meus, não distorçam o que foi escrito no meu comentário. Não diz que A RESPONSABILIDADE é do Papa. Diz apenas que BOA PARTE DA RESPONSABILIDADE é do nosso Pontífice, e isso eu sustento, sim senhor.

    Porque se o Papa falasse com clareza e instruísse aqueles que lhe obedecem sem receios, se não insistisse tanto que ele não é ninguém para "julgar" (ele é o Papa, o líder da maior instituição religiosa do mundo!), se ele defendesse as verdades do Evangelho sem meios tons e sem respeito humano, isso faria uma importante diferença, pois ele é o líder máximo da maior instituição religiosa deste mundo.

    Ao menos é este o meu entendimento, senhores, que expresso com o respeito que devo à autoridade do Sucessor de Pedro, e decerto com humildade e grande pesar. Sou apenas mais um insignificante fiel católico, todavia, já que o próprio Papa tanto insiste que todos temos o direito de manifestar as nossas opiniões (até os pentecostais, aos quais ele pede perdão publicamente, humilhando-nos a todos), então eu estou simplesmente obedecendo.

    Pela primeira vez, tenho rezado mais para que o Papa se converta e ande no caminho reto, sem se desviar tanto para a esquerda, do que pelas suas intenções, porque não sei se confio nelas. Tudo confio em Deus, e tudo temo dos seres humanos, mesmo que seja o Papa. Sei que ele nunca desviará a Igreja de Cristo do seu rumo, pois não tem esse poder, mas as suas declarações informais, a sua postura e o seu modo de guiar o Rebanho são temerários, para dizer o mínimo.

    Agradecido

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    1. Lang, mesmo que o Papa colocasse a boca no trombone denunciando a isto tudo, você acha que vai adiantar alguma coisa?. Não meu amigo, o caso é que tudo esta perdido e não terá mais ninguém para salvar este caos todo, se nem os católicos mais escutam o Papa, verifique se os católicos ouviram as vozes dos pastores anteriores, os Papas João Paulo II e Bento XVI que tento lutaram contra estas aberrações, e os católicos se fizeram de cegos, surdos e mudos e preferiram mis ouvir ao mundo que ao Papa, que a Igreja, e com Francisco não será diferente, mesmo se o Papa Francisco bater de frente os católicos vão continuar caóticos.

      Anonimo Sidnei.

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    2. Concordo plenamente, L. Lang, infelizmente. Se os católicos vão obedecer ou não e´outro problema, que ele tem obrigação de falar a verdade sem meio temo, ele tem.

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    3. ..isto é, eu quis dizer falar a verdade sem meios termos, e também sem temor. Não adianta só humildade e só falar em paz, em paz sem comprometimento com a verdade.

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    4. Muita gente anda com essa sensação que as coisas estão meio deixadas assim de qualqeur jeito, meio desleixadas, não se prega mais a verdade diretamente como antes. Converso muito com meus pais e com amigos mais velhos e sei que de uns anos para cá está acontecendo um relaxamento muito perigoso, um descaso com as coisas santas e com a catequese. Não é que tudo era perfeito, mas agora nem os padres e bispos que deveriam ser os nossos guias, parecem mais confiáveis como antes. Cada um tem a sua própria doutrina, o "seu jeito" de celebrar a missa, etc. Nas confissões eles dizem que nada é pecado. Infelizmente tabém tenho andado muito inquieta com o nosso amado papa, mesmo gostando muito dele e achando ele muito verdadeiro acho que ele está querendo ser mais paízão do que o papa, o chefe de toda a igreja. Sei lá, parece que ele tem medo de exercer a autoridade que recebeu de DEUS.

      Queridos amigos, fiquemos todos unidos e rezando sempre pelo querido papa Francisco!

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  5. Caros irmãos fieis católicos

    Alguém já assistiu ao vídeo da semana em que o sábio Cardeal Raymond L. Burke, concede uma entrevista sobre o Sínodo dos Bispos?
    O que mais chamou à atenção como leigos da Santa Igreja Católica Apostólica Romana?
    Seja Louvado Nosso Senhor Jesus Cristo!

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    1. Eu fico é feliz demais de ver que nós ainda temos um cardeal desse tipo, André! Acho que precisamos rezar por ele e até dizer pra ele o quanto somos gratos pelo trabalho que ele e tá fazendo! Nunca mandei carta pro Vaticano, mas estou pensando seriamente.

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    2. Bem, André cxm, emociona-me ver este grande pastor de almas falando com tanta coragem, e tão abertamente defendendo as verdades de sempre do Evangelho de Nosso Senhor; sem se importar com represálias, sem ceder à pressão "politicamente correta" de alguns de seus pares, sem se preocupar em agradar o mundo.

      Lembra-me Dom Antônio Carlos Rossi Keller, Dom Henrique Soares da Costa e outros que nos conduzem por aqui, e que vêm se tornando exemplos cada vez mais raros. Rezemos muito, para que Deus nos mande mais como estes.

      Apostolado Fiel Católico

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