Razões porque retornei à única Igreja de Jesus Cristo – parte 2


ESTE POST é a continuação de "Razões porque retornei à única Igreja de Jesus Cristo", depoimento de André Silva, autodeclarado "ex-evangélico", sobre sua experiência em comunidades autodenominadas "evangélicas".


11. Maria

Isabel, que ficou cheia do Espírito Santo com a visita de Maria, chamou-a "mãe do meu Senhor". Mas o "crente" a chama "mulher como outra qualquer". Isabel recebeu o Espírito Santo com a chegada de Maria, grávida de Jesus Cristo, Deus Todo-Poderoso. O "evangélico" fica cheio de ira quando se menciona o nome de Maria. João Batista, o maior dos santos, estremeceu no ventre de Isabel ao ouvir a voz de Maria. O crente se enfurece quando ouve o nome Maria. A Bíblia diz que Maria será chamada bem-aventurada por toda as gerações. O "crente" a chama de mulher pecadora como qualquer outra.

O protestante rasga os Textos Sagrados. E jura defender a Bíblia. Seguem o que querem e desprezam o que não lhes interessa.


12. O Sacramento da Confissão

A Bíblia é clara: aos Apóstolos foi dado o poder de reter e de perdoar pecados (Lc 20,21-23). Os apóstolos se foram, mas deixaram seus continuadores, para continuar a Igreja, que seria acompanhada por Jesus Cristo até o fim do mundo. Mas como eles poderão fazer uso desse poder e dessa autoridade de reter ou perdoar os nossos pecados se nós não lhes confessarmos? Desnecessário falar mais a respeito de coisa tão clara.


13. Fundação de "novas igrejas cristãs"

A Bíblia não faz qualquer referência à milhares de “igrejas”, diferentes e separadas, cada uma seguindo uma doutrina particular, pelo mundo afora. Mas para fundarem suas denominações, os "evangélicos" não fazem questão da tal da base bíblica de que tanto falam. A Escritura diz que devemos ser um só Corpo, com uma só fé e um só Batismo (Ef 4,5). Eles fazem o contrário. Dividem-se, subdividem-se, outra vez e outra e outra. Sempre que um "pastor" não concorda com outro, separa-se dele, deixa aquela congregação e funda uma nova "igreja".

Os "crentes" fazem a mesma coisa, seguindo o exemplo dos seus "pastores". Se uma igreja não etá agradando, procuram outra mais ao seu gosto; os mais espertos logo se declaram "ungidos", assumem o título de pastores e fundam as suas próprias igrejas, do jeito que acham mais certo (ou, em alguns casos, do jeito que dá mais lucro, pelo que percebemos), segundo a sua própria interpretação particular da Bíblia. E todos dizem que estão sendo guiados por Deus. Existe um Deus ou muitos deuses? Se é um só Deus, como tantas igrejas podem ensinar coisas diferentes, – e todas elas estão certas, menos a católica?

Eles fragmentam o Corpo e pulverizam a mensagem do Evangelho. Fazem o contrário do que o Senhor nos ordenou. Basta um "crente" discordar do outro, – e isso é a coisa mais fácil de acontecer, – que já surge uma nova denominação. Seus líderes podem ter "visões" ou “revelações” para fundarem novas denominações. E, de novo, somente as revelações católicas, aprovadas pela Santa Igreja, é que são completamente refutadas.

O "crente" acredita naquilo que deseja, e nada mais. Simples assim. E rejeita tudo o que é católico. Usam sempre dois pesos e duas medidas: o "pastor" falou que teve uma "revelação"; todo mundo engole. Nessa hora o “prove-me biblicamente” ou “mostre-me onde está na Palavra de Deus”, que tanto usam para confrontar os católicos, não tem qualquer importância.


Em cena antológica, famoso autodeclarado "bispo evangélico" literalmente adora o deus Mamom. A coisa deu tão certo que ele acaba de fundar o maior e mais luxuoso"templo evangélico" do Brasil, que chama de "templo do rei Salomão"(?)...

14. Julgamento dos homens

Embora nos Evangelhos Jesus Cristo nos ensine, – e insista muito nisso, – que não devemos julgar as pessoas, o que o "evangélico" mais faz é julgar os erros dos católicos, especialmente os que dizem respeito aos sacerdotes. Mais uma vez a Bíblia é desprezada. Fazem pior: ao mesmo tempo em que são implacáveis com os católicos, são tolerantes com as outras "igrejas evangélicas".

São muito, muito tolerantes para com os falsos profetas que se apoderam dos títulos de "bispo", "pastor" ou "apóstolo". Para falar destes, mesmo aqueles (muitos) que são comprovadamente desonestos, verdadeiros facínoras, as expressões mais usadas são: “Não critica o homem de Deus"; "Não toca no ungido do Senhor”; “Não podemos julgar quem faz a obra de Deus"... Lembram sempre que não devemos julgar as pessoas, e sim seguir a doutrina da "igreja evangélica" a, b ou c. Mas quando o problema é com um padre, essa lógica não vale. Pelo contrário, qualquer deslize de um sacerdote é usado para caluniar a Igreja inteira e atacar a própria doutrina católica (como se a conhecessem...). Como sempre, dois pesos e duas medidas.


15. A Doutrina da Trindade

Como eu citei no primeiro item, a maior falácia de todas é acreditar que só o que está escrito na Bíblia vale. Mas tem algumas quase tão ruins quanto esta. Por exemplo, dizer que "evangélico" entende o que ensina a Bíblia. Ou dizer que "evangélico" só pratica o que ensina a Bíblia. A Doutrina da Trindade, por exemplo, não está explícita na Bíblia. Mesmo assim, a grande maioria dos "evangélicos" a confessa. Só não sabem explicar o motivo. Se não está dito literal e explicitamente na Bíblia, deveria ser rejeitada por eles, por uma questão de coerência. Mas por que a maioria professa tal doutrina? Porque os Concílios Católicos assim definiram, e Lutero, ex-monge católico, os acatou.

É sempre assim. Alguns "evangélicos", em alguns momentos, seguem Lutero. Outros, em alguns outros momentos, o rejeitam. Depende da conveniência de cada "crente", em cada situação. O Purgatório também está implícito na Bíblia, e a maioria deles rejeita. A Doutrina da Trindade está implícita na Bíblia e a maioria acata.

No fim, é sempre o que o "evangélico" quiser, e nada mais. Eles criticam que a doutrina da Igreja Católica seja infalível, acham um absurdo crer que o Papa seja, assistido pelo Espírito Santo, infalível para definir a doutrina cristã. Mas cada "evangélico" se vê a si mesmo como infalível, como se fosse seu próprio "papa". Ele cria a sua doutrina particular a partir das escolhas que faz. Simples assim.

Ele decide que textos da Bíblia irá seguir e quais rejeitar. Ele escolhe o que quer seguir de Lutero, Calvino e Wesley. Junta tudo isso com a sua própria interpretação individual e também filtra aquilo que vem de outros "crentes" e outros pregadores, somando o que acha interessante, descartando o que não lhe agrada. Assim é que o protestante monta a sua própria religião, e, fazendo-se sábio aos seus próprios olhos torna-se o grande apologista de sua própria doutrina... A Verdade não importa. Entender o que a Bíblia realmente diz não importa. Só importa o que ele acha, o que ele escolhe acreditar.


16. Desunião

Tudo que o "evangélico" brasileiro comum mais despreza é a instrução. Então, eles inventam "cursos" e elaboram aulinhas em suas congregações, baseados, como sempre, no que eles "acham", e chamam isso de "curso de Teologia"...

Mas eles não fazem a menor ideia do que a palavra Teologia quer dizer. Hoje em dia, tem curso para "formar pastor" em três meses! Você faz o cursinho e já está apto para assumir uma comunidade religiosa, que vai segui-lo cegamente. Um bom sacerdote católico precisa estudar em média oito anos para assumir uma paróquia. Ele precisa se graduar em Teologia, Filosofia, vivenciar a experiência pastoral, ser testado psicologicamente, intelectualmente... E precisa saber ler a Bíblia nas línguas em que foi escrita, hebraico e grego. Para ser pastor? Basta se declarar "ungido" por Deus... Sempre tem quem acredita. E como tem!

Mas quando um "evangélico" não concorda com a doutrina da sua denominação ou do seu "pastor", ele logo vai seguir o sabor de um outro vento. Quando contrariado, troca a sua denominação por outra, com a maior facilidade, e não raras vezes funda a sua própria “igreja”. Divisão da divisão da divisão... assim por diante.


17. Pedro

Todo protestante, para contestar o catolicismo, abraça a interpretação literal das Sagradas Escrituras. No entanto, quando se refere a Primazia de Pedro, aí o "evangélico" vai buscar a deturpação e a abstração em infinitas traduções, elucubrações, reinterpretações e malabarismos de lógica para fazer a sua contestação. E, – claro, – a interpretação que o "crente" vier a escolher é a certa. Se precisar, ele vai buscar no grego arcaico traduzido do aramaico, no latim, no hebraico, nos textos de Lutero, de Calvino, nas opiniões de outros pregadores, nos livros de autores protestantes e assim por diante. Tudo, menos abrir os olhos e simplesmente ler o que está escrito muito, muito claramente lá no Evangelho segundo Mateus, capítulo 16, versículo 18...

Isso porque o mais importante para todo "evangélico" é nunca concordar com o catolicismo, e negar até a morte que Jesus tenha firmado sua Igreja sobre Pedro. Negam a autoridade que Jesus deu a Pedro e o poder das Chaves, que ele recebeu diretamente do próprio Senhor para ligar e desligar na Terra como no Céu. Negam estas verdades e tudo o que elas implicam. Nessa hora, pouco importa o texto bíblico. Os defensores da leitura literal da Bíblia de repente a desprezam. E fica tudo bem, afinal, todos eles são homens e mulheres de Deus. Só os católicos é que estão errados, sempre. Os "pastores" e "pastoras" estão todos certos, certíssimos, até mesmo quando ensinam o contrário do que a Bíblia ensina.


A cantora "evangélica" Ana Paula Valadão rasteja pelo chão e "profetiza" o fim da Igreja Católica num famoso "culto-show". Há 2000 anos, o "fim" da Igreja de Jesus Cristo vem sendo "profetizado"...


18. Povo de Deus

Todo "evangélico" denomina a sua própria comunidade como o “Povo de Deus”. E por extensão, considera como pertencente a este mesmo "povo" todo e qualquer crente de outra denominação. Todos são irmãos em Cristo. Não importa que doutrina o outro "evangélico" pregue ou pratique, desde que não seja católico.

Não importa nem mesmo se ele não conhece o outro "evangélico" ou a sua denominação, ele sempre o considerará um irmão. Mas um bom católico, ainda que viva uma vida santificada, nunca será considerado “irmão em Cristo” ou “Povo de DEUS” por essas pessoas. – O "crente" não só despreza a Bíblia, como também toma o lugar de Jesus como único Juiz e ainda antecipa o julgamento de todos os homens.


19. Obras de Lutero

Alguém conhece um protestante que tenha lido alguma obra de Lutero? A maioria nem sabe quem ele foi. Sumiram todas as “obras” de Lutero. Também, pudera! Foi Lutero quem chamou Jesus Cristo de bêbado e de adúltero (vide Tischeredden. Conversas à Mesa, 1472, edição de Weimar, volume II, p. 107, apud Franz Funck Brentano, Martim Lutero, editora Vecchi, Rio de Janeiro, 1956, p. 151).

Foi de Lutero que os "evangélicos" aprenderam o “só a Bíblia” e o “só a fé”, mas a maioria deles nem sabe disso.


20. A Eucaristia e o Espírito Santo

O Senhor foi claro: seu Corpo é verdadeiramente Comida. Seu Sangue é verdadeiramente Bebida (João 6,55). Quem se alimenta de sua Carne e bebe do seu Sangue tem a Vida Eterna. Ele próprio diz de Si que é o Pão Vivo que desceu do Céu. Está na Bíblia. Mas como de costume, na hora de renegar a fé católica, a Bíblia não importa. Despreza-se o texto bíblico e tudo bem.

Afinal, todos os "pastores" são "ungidos" e "profetas". Qualquer dorzinha que alivia na hora do culto é logo proclamada, aos berros, como "milagre". Com impressionante facilidade atribuem tudo o que se fala ou se faz durante o culto, como pular ou cair no chão, como "obra do Espírito Santo"... Não sabem que a Bíblia diz que o único pecado que não tem perdão é a blasfêmia contra o Espírito Santo?


www.ofielcatolico.com.br

8 comentários:

  1. Prezado,
    fiel católico;

    Quero lhe parabenizar pelos seus esclarecimentos sobre a doutrina da igreja Católica Romana, sou evangélico e tenho aprendido muito com as suas explicações.
    Embora as nossas divergências continuem,Lendo o testemunho deste ex-evangélico,quero lhe dizer ,que apesar de existirem erros e até heresias no movimento de reforma,existem evangélicos corretos e honestos,se não fosse assim a Santa Sé não teria convidado para participar
    do concilio Vaticano II várias denominações protestantes.


    Que Deus lhe abençoe

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    1. Prezado... Anônimo,

      Fique à vontade para procurar em qualquer de nossas postagens a afirmação de que nenhum "evangélico" é honesto. Não vai encontrar.

      Mas encontrará algumas dizendo que entre os ditos "evangélicos" há muita gente bem intencionada. Gente equivocada, sem a instrução necessária e sem o conhecimento teológico que as levaria de volta à Casa do Deus Vivo, mas gente de boa vontade.

      Uma observação importante ao seu comentário: existem diferenças gritantes entre as igrejas protestantes históricas e as seitas ditas "igrejas evangélicas". Não há como comparar os usos, os costumes, a história e a própria Teologia luterana ou calvinista com os da seita do Edir Macedo ou a do Valdemiro Santiago, só para citar alguns exemplos. – Por isso é que eu faço questão de usar o termo "evangélico" entre aspas: a história já começa errada no próprio nome, porque a verdadeira Igreja Evangélica é a Católica, que nos deu a Sagrada Escritura e os próprios Evangelhos de Nosso Senhor Jesus Cristo. Por isso mesmo, muitíssimo antes do surgimento das comunidades pentecostais, os católicos já eram chamados "povo evangélico" em cartas apostólicas.

      Abraço fraterno e a Paz de Nosso Senhor Jesus Cristo

      Apostolado Fiel Católico

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  2. Texto magnífico! Tem muita exatidão em suas palavras, creio q jesus não fundará nenhuma dita igreja, mas de devemos buscar o amor de Jesus Cristo! Lamento por crer serem verdadeiras suas palavras sobre tantas interpretações dos evangélicos! É uma religião de muito potencial, infelizmente por usarem da ignorância dos fieis para lucrar, dando descrédito ao cristianismo!
    Entretanto também nunca entendi bem porque tantos santos na igreja católica, não digo isso nem pela questão de idolatria, só não entendo bem o pq

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    1. Parece que você não entendeu bem o sentido do texto, Joaquim.

      Jesus fundou, sim, a sua Igreja, sobre o Apóstolo Pedro, e isso foi dito de maneira tão clara que não consigo entender como algumas pessoas que supostamente estudam a Bíblia sejam capazes de negar.

      "...Pois eu também te digo que és Pedra, e sobre esta Pedra EDIFICAREI A MINHA IGREJA, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela..." (Mt 16,18)

      Como alguém em sã consciência pode dizer "Jesus não fundou Igreja"?!

      A Bíblia também é claríssima em dizer que "a Igreja é o Corpo de Cristo" (Rm 12,5-16), que "a Igreja é a coluna e o fundamento da Verdade" (1Tm 3,15), que "é a esposa de Cristo" (Ap 21,2-3), etc, etc...

      Por tudo isso, "buscar o amor de Cristo", como você diz, é integrar o seu Corpo Místico, que é a Igreja.

      Outro ponto, veja bem que não existe "religião de grande potencial" e "religião de baixo potencial". Se existe uma só Verdade e um só Deus, então só pode haver uma religião verdadeira. Quem é pela Verdade, cedo ou tarde acaba descobrindo essa Verdade, e enveredando pelo único Caminho possível, que é o próprio Cristo, – que se doa por meio da Igreja que Ele mesmo nos deixou.

      Um abraço fraterno, e que Nosso Senhor o ilumine e salve

      Apostolado Fiel Católico

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    2. Para responder a parte final do seu comentário, Joaquim, sobre a questão dos santos, eu precisaria primeiro entender o que você entende por "santo". Só imagina alguma contradição entre o cristianismo e a veneração aos santos quem não entende os seus significados. De todo modo, indicaria a leitura do nosso estudo cujo endereço segue abaixo:

      http://www.ofielcatolico.com.br/2004/09/os-santos-podem-interceder-por-nos-ou.html

      Apostolado Fiel Católico

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    3. Henrique, Graça e Paz!

      Sinto falta dos nossos debates, mas agora sou professor e isso tem consumido muito do meu tempo. Tenho agora até um colega islâmico. Realmente, Cristo fundou sua Igreja, seu corpo neste mundo, e fora deste corpo não há salvação. Temos visões diferentes quanto ao significado disso, mas essa é a verdade.
      Que Deus nos abençoe.

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    4. Olá, Filipe. Não quero com isso iniciar um debate, mas sugiro que você, como é protestante, substitua o termo Igreja por 'Igrejas', já que não faz sentido, principalmente falando com católicos, que você admita que Cristo deixou uma Igreja e que você não faz parte dela. Talvez " Cristo fundou uma fé" ficasse melhor, por exemplo. A paz de NSJC!

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    5. Obrigado Petrivalianici, suas contribuições são sempre bem-vindas. Gosto de debater com você, por causa da sua coerência. Mas usar o termo Cristo fundou uma fé não me parece o melhor, pois o texto sagrado usa o termo Igreja. Eu tenho uma visão diferente, mas admito que há coerência na visão católica a esse respeito.

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