Inquisição laica associa religião à violência

Porta-voz do episcopado espanhol aceita a laicidade, desde que positiva e integradora



MADRI – O secretário geral da Conferência Episcopal Espanhola (CEE), Pe. José Maria Gil Tamayo (foto), declarou que "o fato religioso está sendo submetido à suspeita" e associado à "violência e fundamentalismos", o que estabelece uma "inquisição laica" no mundo atual.

A declaração foi feita durante um encontro da iniciativa denominada “entreParéntesis”, dos jesuítas, como parte da qual o porta-voz do episcopado espanhol concedeu a conferência intitulada “A presença pública da Igreja”, e destacou que o espaço público pode estar sendo "ameaçado por fundamentalismos, mas também por um laicismo que exclui”.

Pe. Tamayo instou os cristãos a fazerem com que reine no espaço público uma "laicidade positiva e integradora", e que o fato religioso não seja relegado ao âmbito privado, a fim de "superar a invisibilidade da fé neste mundo".

Ele rejeitou ainda o "contágio da ideologização" da presença cristã, qualificando uns de progressistas (os que colocam a justiça em primeiro plano) e outros de conservadores. "Por que não passamos a mensagem completa em vez de fatiá-la ao gosto do consumidor?", indagou.

Por último, o Pe. Gil Tamayo lamentou que direitos como o da liberdade religiosa fiquem relegados a segundo plano, ou até sejam completamente ignorados, e que até chegue a se falar em "direito à blasfêmia" (veja aqui), o que é "um atentado à dignidade".

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Com a ag. Zenit
http://zenit.org/pt/articles/ha-uma-inquisicao-laica-que-associa-a-religiao-a-violencia
acesso 4/2/015

19 comentários:

  1. Olá, a paz!
    A menos de um mês tenho acompanhado este excelente site e me surpreendido com a qualidade dos posts e respostas aos comentários. Apesar de eu ser jornalista, não consegui compreender muito bem o que o Pe. Tamayo quis dizer. Alguém poderia me esclarecer?
    Tenho interesse no assunto pois tenho amigos que defendem ferrenhamente a laicidade do Estado. Eu, como católica, fico sem ter como defender um meio termo pra essa questão, já que sou a favor de que as decisões governamentais tenham sim embasamento no princípios cristãos. Por outro lado tenho receio da proliferação de Felicianos e Bolsonaros pelo mundo, pois o jeito que eles impõem sua visão de fé causa vergonha alheia e faz com que muitas pessoas associem a falta de laicidade 100% no Estado como uma coisa ruim.

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    1. Linda, há uma grande diferença entre laicidade (chamada "positiva", no texto) e laicismo, entendido este como o enaltecimento exagerado da condição laica do estado.

      Além do mais, estado laico não é estado ateu. O que se nota em 10 de cada 10 brasileiros que invocam o bordão "o estado é laico" é a tentativa de impedir a religião e os crentes religiosos de externar publicamente seus pontos de vista segundo sua (nossa) fé. A intenção, mal dissimulada, é "varrer" a religião para debaixo do tapete, retirá-la da visibilidade, para conveniência de ateus estúpidos cheios e cegos de intolerância.

      Não se trata, na minha opinião, de simples confusão a respeito do que é o estado laico. Trata-se, sim, de cinismo antirreligioso. Não duvido de que muitos laicistas sabem que o conceito de laicidade envolve o respeito à crença alheia e a garantia estatal de liberdade de culto. Eles sabem, sabem sim. O fato é que ficou facilzinho para eles calar um oponente em debate que envolva assunto de interesse da religião, aborto, por exemplo. Aí basta o ateu bocó repetir ad nauseam que "o estado é laico", até conseguir intimidar os menos preparados para essa armadilha.

      Ora, a religião, os crentes religiosos, numa sociedade democrática devem ter todo o direito de se manifestarem publicamente, de tornar conhecidos suas opiniões, seus princípios e valores e, nessa sociedade democrática, participarem ativamente nas decisões politicas que possam afetar a todos e religiões em particular. Nesse ponto, discordo da tal "proliferação de Felicianos e Bolsonaros", impondo visão de fé. Quer se goste deles ou não, são representantes de parcelas significativas do povo, que os recolocou no parlamento. E "impor sua visão de fé" é o quê? Se num debate você descrever o que defende sua religião, isso é impor? Veja só: Feliciano é protestante e nisso divirjo plenamente de suas crenças religiosas. Mas não sinto-me obrigado a aceitá-las apenas porque o deputado as manifeste em entrevistas ou redes sociais. Se algum dia ele insinuar algum projeto de lei que privilegie a doutrina protestante em meio à sociedade, aí, sim, será uma tentativa de impor o credo dele aos demais.

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    2. Eduardo

      Ótima resposta. Apenas um porém: o aborto, antes ou apesar de ser também uma questão religiosa, é uma questão de justiça e que remete à razão.

      Os laicistas abortistas tentam a todo custo caracterizar o aborto como uma questão somente religiosa (pecado) justamente para desqualificar aprioristicamente os argumentos racionais (filosóficos, morais, etc) que embasam sua condenação.

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    3. Concordo, Wagner!

      Grato pela observação.

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    4. Eduardo e Wagner, fico extremamente grata pelos esclarecimentos. Talvez tenha me equivocado na expressão "proliferação de Felicianos e Bolsonaros impondo sua visão de fé". De fato, ter uma opinião seguindo os princípios da própria fé não é uma imposição.
      O que estou procurando expor é de que eu, como católica, por mais que fique feliz porque há pastores defendendo causa cristãs comuns a várias Igrejas, inclusive a nossa, não me sinto bem em ter como ponto de argumento para defesa a figura de Felicianos e Bolsonaros. Preferia que fossem deputados assumidamente católicos. Isso se deve porque, ao meu ver, os políticos que são protestantes costumam extrapolar em suas defesas, passando a ideia de que todos os religiosos são alienados, não estão abertos ao diálogo e querem que os princípios religiosos sejam aplicados a qualquer custo, ignorando o embasamento jurídico para justificar suas proposições, levando em conta apenas embasamento religiosos.
      Acredito que os líderes católicos se saem bem melhor na tentativa de uma laicidade positiva. Porém o que vemos é, que apesar dos católicos serem maioria no Brasil, os pastores protestantes é que dominam as bancadas políticas. Talvez pela falta de tempo em conciliar duas funções, é que nossos padres quase não se candidatem à política.

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    5. Linda, não concordo que padres e bispos sejam políticos e concorram a cargos políticos como fazem entre os pastores das igrejas protestantes, a missão dos padres e dos bispos é de evangelizar, e não de se meter em política. Quem tem que ocupar este espação somos nós o laicato católico, mas como a imensa maioria dos católicos deste país é um verdadeiro desastre, que deixam espaço para estes lobos disfarçados de ovelhas ocuparem o espaço público, aí temos que aturar os protestantes o tempo inteiro dizendo que se não fosse por eles o aborto, o laicismo em geral, e tudo que não presta, já estaria implantado neste país. Também me incomoda ver que a defesa da família, da fé, e de todos os bons costumes estejam sendo feitos por pessoa que não me afeiçoo como estes pastores e o Bolsonaro, que é um boçal e de católico não tem nada, porque se puder, ele também implanta leis contrárias a moral católica no Brasil em um piscar de olhos, ó só deixar espaço para ele fazer isto, que ele não irá querer nem saber em ouvir a Igreja, os bispos os padre e até o Papa, ele vai passar como um tanque de guerra por cima de todo mundo e implantar o que ele quiser, é só ver para crer.

      Anonimo Sidnei.

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    6. Também dou meus parabéns ao comentário do Eduardo Araújo. Realmente, estamos vivendo tempos difíceis em a maioria do povo que segue uma religião esta sendo calada, e uma minoria que não segue religião alguma e que não crê em DEUS, esta tomando todos os espaços público, passando por cima da democracia, e tornado uma ditadura das minorias. O que temos que entender e fazer estas pessoas entenderem, é que, ou todos tem vez em uma nação de ter sua opinião e pensamentos próprios e até colocar isto em debates públicos quando surgem matérias e relevância, como por exemplo o casamento gay e o aborto, ou somente alguns é que poderão fazer isto, sendo que a grande maioria terão que ficar de boca fechada. Horas, se aqueles que defendem tais projetos como a Jandira Feghali, deputada comunista do Rio de Janeiro que defende o aborto, e o Jean Wyllys, deputado homossexual que defende a agenda gay, podem defender seus interesses e de seus grupos no congresso, porque os cristãos também não?, aonde esta a coerência democrática neste história toda?, só fica no papel?, então para que haver eleições para deputados e senadores para o congresso quando somente uma minoria é que terá voz e vez no mundo político enquanto que a maioria que perdeu tempo em filas para eleger um representante seu, agora terá que ficar calado, diante de uma minoria que quer implantar o que eles querem, não se importando e nem dando vez o que os outros dizem e fazem. O povo, principalmente os católicos, tem que acordar desta inercia, tem que deixar de se um monte de bestas, e partir para o ataque, ou fazemos isto, ou seremos dominados por uma minoria o qual nos colocará uma mordaça na boca e nunca mais poderemos falar nada, se manifestar em nada, pois caso isto acontecer, a cadeia será o nosso fim, aí será tarde de mais.

      Anonimo Sidnei.

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    7. Linda

      Compreendo e, em parte, comungo com seu desconforto. Há, porém, políticos protestantes menos estereotipados, como Eduardo Cunha.

      Que me conste, o Direito Canônico proíbe que sacerdotes e bispos se candidatem a cargos públicos.

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    8. Caros, Graça e Paz

      Belos comentários, muito esclarecidos.
      Gostaria de complementar com texto, de um site protestante que frequento:

      Os ateus, sob a alegação de terem seu “direito de não crer” violado, querem transformar de forma sutil, inteligente, maliciosa, discreta, imperceptível e intencional o “Estado Laico” em um “Estado ateu”. Ou seja, querem que o Estado se oponha a qualquer tipo de Religiosidade ou expressão religiosa. Querem proibir o uso de símbolos religiosos em repartições públicas, por exemplo. Mas, será que isso é uma reivindicação válida e justa? Sim e Não, eu diria. Vejamos:

      Sim, se o símbolo religioso tiver sido adquirido com dinheiro público, principalmente.

      Mas há ainda outras situações, mais gerais e abrangentes, que tornaria a reclamação dos Ateus e de, agora, “outros credos”, justa e válida:

      a) Se o símbolo religioso “peculiar” estiver ocupando área comum de espaço público. Exemplo: uma imagem de uma santa católica no pátio da Secretaria de Educação do Estado, ainda que não tenha sido adquirida com dinheiro público. Um protestante, certamente, não iria gostar de ver que um espaço que “também” lhe pertence está sendo usurpado por uma crença que ele definitivamente não concorda. Da mesma forma o ateu.

      b) Se o espaço público estiver sendo utilizado com o fim de divulgar uma “bandeira religiosa” específica. Exemplo: um evangélico que prega sua mensagem no metrô. Por mais que entendamos que a mensagem pregada é verdadeira, não dá pra conviver harmonicamente com esse tipo de prática num Estado Laico. O que os evangélicos achariam se um religioso do Candomblé resolvesse fazer um “despacho” no metrô? Essa é uma expressão religiosa tal qual sua pregação. Nesse caso, se o Estado Laico entende ou permite que o evangélico manifeste sua expressão religiosa, deve também assegurar o mesmo direito ao Macumbeiro.

      Não, se o símbolo religioso estiver sendo usado por um funcionário público ou mesmo por um contribuinte, no exercício pleno de sua liberdade religiosa e nos limites de seu espaço particular.

      A França, por lobby do ateísmo, proibiu até mesmo que alunas frequentassem aulas usando a tradicional “burca”, símbolo religioso do Islamismo. Isso não é, definitivamente, ato legítimo de um Estado Laico. Isso é decreto de “Estado Ateu”. É uma invasão e uma violação à liberdade religiosa e à própria liberdade, em si. Curiosamente isso ocorreu no país que é um dos mais importantes símbolos da Liberdade. Um verdadeiro retrocesso aos pressupostos conquistados pela “Revolução Francesa”.

      Nesse sentido, o funcionamento do Estado Laico é análogo ao de um condomínio. Ou seja, cada condômino tem total liberdade de encher seu apartamento com santos católicos ou da umbanda, por exemplo. Porém, ele não pode utilizar as áreas comuns do condomínio para fazer prevalecer seus símbolos religiosos ou ainda a cor de sua preferência individual, com a qual pinta seu imóvel.

      Fonte: http://bereianos.blogspot.com.br/2013/05/breves-reflexoes-sobre-laicidade-do.html#.VNuLgCyLXPc

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    9. Filipe,

      Essa argumentação desconsidera o aspecto cultural e histórico da sociedade. Se uma imagem de um santo não pode estar em um espaço público, então teríamos de tirar a imagem do Cristo Redentor no Corcovado, os crucifixos nos tribunais, as placas "Jesus salva" nas ruas de inúmeras cidades do interior, a inscrição "Deus seja louvado" ou "In God we trust" das notas de reais e dólares, as imagens ou exemplares da Bíblia em locais públicos, etc.
      Se eu comprar um apartamento (para ficar na imagem desse texto) em um edifício originariamente construído e habitado majoritariamente por judeus (e que ainda são maioria), não devo reclamar ou me importunar com a Estrela de David ou o Candelabro de sete pontas colocados no hall de entrada! Pelo contrário, devo valorizá-los como expressão de sua história e origem.

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    10. Esse artigo trazido pelo Filipe, além de relativista, é o que eu chamaria de "tiro no próprio pé"... Creio que o Dr. Ives Gandra liquidou muito bem a questão, no artigo que publicamos aqui:
      http://www.ofielcatolico.com.br/2005/02/estado-laico-nao-e-estado-ateu.html

      Apostolado Fiel Católico

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    11. As vezes da a impressão de que ateus e evangélicos andam de mãos dadas neste país quando o assunto é estado laico. Parece se incomodar muito com a presença de símbolos religiosos católicos, e querem porque querem retira-los a todo custo da esfera pública, porém o que ocorre com os protestantes, é que eles estão dando um tiro em seu próprio pé, eles compactuando desta forma com os ateus, assim que estes eliminarem de uma vez com a presença pública dos católicos irão se voltar contra o protestante e eliminá-los também, é só uma questão de tempo. Outra coisa, dentro de um metrô, ônibus, locais fechados e públicos não é lugar para se fazer pregações evangelísticas e até reza de terços e afins, eu como não dirijo e ando de ônibus todos os dias, ficaria muito incomodado se viessem um grupo de evangélicos fazendo pregações ou um grupo de senhoras rezando um terço, pois gosto de viajar na maior paz e sossego sem ninguém me incomodando ao meu lado, ouvindo musicas irritantes ou até querendo falar comigo, e ainda se vier gente querendo puxar um terço ou fazendo pregações evangélica, não dá. Porém ao contrário de pessoas fazendo algazarra religiosa dentro de um metrô ou ônibus, uma imagem em um espaço publico não fere a audição de ninguém, e até mesmo a visão, o que uma imagem de Maria pode afetar um protestante?, um ateu?, a sua fé que é diferente (no caso o protestante) ou na falta de fé (no caso o ateu), mas não leva em consideração que a maioria da população não se ofende com aquela imagem, e muito menos, não se ofenderia uma minoria católica em um país majoritariamente muçulmano e que ao chegar em um espaço publico se depara com diversas frases retirada do alcorão. O que se deve levar em conta e o respeito pela fé da maioria, se algum dia nós católicos nos tornarmos minorias, e os protestantes e ateus se tornarem maioria, e por meio de um plebiscito ou por força de lei o qual no congresso haverá uma maior representação de protestantes e ateus o qual formularem um lei para retirar todo e qualquer objeto católico do espeço público pois não há mais cabimento de se tê-los lá haja vista que o número de católicos se tornou minoria no Brasil, aí será outra história, agora, querer ignorar uma boa parte da parcela católica deste país, para estabelecer um pensamento ateu o qual de mãos dadas com os protestantes, querem retirar de todo espaço público a presença histórica e cultural da Igreja Católica, quando ainda há uma porcentagem de 60% de seguidores católicos neste país, parece um pouco cedo de mais para realizar este pleito.

      Anonimo Sidnei.

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    12. Após ler o abalizado artigo do Dr Ives Gandra Martins e logo em seguida o artigo medíocre carnavalesco evangélico ... É um tiro na própria cabeça!
      Poupe-nos caro Filipe destes seus artigos de sites evangélicos chinfrins.
      Com todo respeito!
      Deus seja Louvado!

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    13. Oi, André, achei esse artigo fantástico mas não entendi sua observação sobre o texto trazido pelo Filipe Santos... Tá certo que ele pode ser medíocre e chifrim, mas não entendi o porquê do carnavalesco... Aliás, o único post que vi nesse site sobre o carnaval foi o desse endereço aqui: http://www.ofielcatolico.com.br/2001/03/a-igreja-e-o-carnaval-o-cristao-pode.html. Grata pela oportunidade de participar.

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    14. Espero que não seja a Dona Capitu da escolinha do professor Raimundo, pois, por aqui, na Escola do Professor Henrique, será muito difícil apagar o quadro, kkkkk!!!
      Desculpe-me pela brincadeira!

      Veja, caríssima Capitu, no Nordeste Brasileiro, carnavalescamente falando, é algo feito de forma carnavalesca, pervertido, torpe, ou até mesmo maracatu (brega: fora de moda), entendeu?

      Que Deus vos abençoe!

      Seja louvado Nosso Senhor Jesus Cristo!

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    15. Kkkkkkkk, relaxe, André, sou abordada assim aonde quer que eu vá, já estou acostumada com essas brincadeiras. Mesmo não sabendo quem é esse tal de professor Henrique, garanto que não apagarei quadro algum (rsrsrsrs).
      Não conhecia esse uso da palavra carnavalesco, obrigada por aumentar minha bagagem cultural.

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    16. Muito obrigado por ter mandado “relaxar”, já estava temente, pois, existem caminhantes (comentaristas) por aqui, que nos faz coibição citando o Art 208 do Código Penal, por entender que em nossas refutações, estamos escarnecendo de alguém publicamente.

      Querida em Cristo, o criador deste website “O Fiel Católico”, é o Henrique Sebastião (carinhosamente Professor Henrique), pesquisador, redator, bacharelado em Teologia e Filosofia, jornalista, editor e pesquisador das religiões, em quem depositamos as nossas sinceras confianças, respeito e admiração, por nos mostrar as verdades cristãs.
      Rezemos por ele!

      Seja Louvado Nosso Senhor Jesus Cristo!
      Salve Maria!

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  2. Há agora eleito o Dep. Federal Flavinho, da comunidade Canção Nova. Abraço. Cristiano

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