A Igreja Católica mudou a Bíblia? – Introdução


O LEITOR ANTÔNIO Medeiros, da minha queridíssima cidade de Itajaí, SC, enviou-nos a seguinte pergunta:

Concluí, pela Internet, o curso bíblico O Apocalipse de João. No epílogo, Dom José deu ênfase ao fato de não se alterar nada do que foi escrito, citando Dt 4,2; 13,1; Pr 30,6 ; Ecl 3,14. Com a mudança do item referente à guarda do sábado, a Igreja não infringiu as citações acima? Devo dizer que sou católico e não se trata de uma pergunta provocativa, mas elucidativa. Obrigado pela atenção.

Aí está um assunto importante, Antônio, um tema simples e complexo ao mesmo tempo. Simples na essência, mas talvez de complexa explicação. É sempre assim quando se tratam de calúnias, e a pergunta que você faz tem origem em uma calúnia fortemente difundida. Sei bem que você não é um caluniador; ao que me parece, é um católico honesto em busca de conhecimento, fazendo uma pergunta honesta. Mas a dúvida que apresenta certamente deriva –, direta ou indiretamente –, das acusações que nos fazem os protestantes/“evangélicos”. Sobre a questão específica do sábado, já tratamos por aqui, no post que pode ser lido no link abaixo:

– Por que a Igreja guarda o domingo e não o sábado?”

Indo além, entretanto, nós realmente gostaríamos de aproveitar a oportunidade de aprofundar o tema, porque recebemos, igualmente, dúzias de mensagens acusando a Igreja de “mudar a Bíblia”, insistindo que a Bíblia não pode ser mudada e coisas desse tipo. Quero começar dizendo que, quase sempre, é muito mais fácil caluniar do que esclarecer as coisas. Vejamos um exemplo simples e prático desta simples realidade: alguém poderá, mentindo, dizer a uma determinada esposa que o marido dela é infiel no casamento. Pode fazer isso de modo anônimo, como por um telefonema a partir de um aparelho público, por exemplo, ou então pelo envio de um e-mail. Algo muito fácil de fazer. E aquela mulher poderá acreditar ou não na denúncia anônima. Se ela não confia no marido, mesmo que não tenha motivos para tanto, vai perder a paz de espírito. Provavelmente vai armar uma grande confusão, talvez vá esperá-lo chegar em casa pronta para a briga, poderá envolver os filhos e parentes... Uma esposa alucinada seria bem capaz de destruir roupas e pertences do pobre marido e partir para a agressão física, o que, por sua vez, poderia até terminar em tragédia. Tudo por causa de uma calúnia.

Mas, se a esposa confia no marido, então não vai dar ouvidos à mentira; vai tentar reagir como pessoa adulta, não vai acusá-lo ou começar uma briga sem lhe dar, ao menos, uma chance de se defender. Vai dar mais importância à palavra do marido do que à de um(a) estranho(a) que faz uma acusação sem provas. Mesmo assim –, e esta é a parte importante dessa história –, é bem provável (talvez quase certo) que ela fique cismada, e passe a desconfiar do marido inocente. Possivelmente passará a prestar mais atenção nos seus hábitos, querer saber por onde ele anda, investigar o celular, visitá-lo inesperadamente no trabalho, segui-lo pelas ruas...

Assim são as coisas: é fácil inventar uma calúnia, uma falsa acusação que poderá manchar a honra de um inocente; é muito mais difícil, ao acusado, provar que não tem culpa. Muitas vezes, basta uma acusação falsa para destruir uma carreira profissional, um relacionamento, uma vida. No caso que ora analisamos, tudo é ainda pior, porque a acusação de que a Igreja teria mudado a Bíblia é dita e repetida muitas e muitas vezes, à  exaustão. Em algum momento, essa afirmação falsa, por se tornar comum, acaba penetrando no inconsciente das pessoas. A célebre frase atribuída ao ministro da propaganda nazista, Joseph Goebells, não deixa de ter sua razão de ser: "Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade"1.

Claro que uma mentira jamais se tornará verdade. Uma mentira será sempre mentira, ainda que o mundo inteiro repita que é verdade, e ainda que quase todos creiam firmemente que seja verdade. Todavia, de tão comum e tão repetida, muitas vezes uma mentira passa a se parecer com verdade.

Ora, nós vivemos agora tempos em que a grande mídia já convence uma parcela importante da população (e cada vez maior) de que é perfeitamente saudável – e até louvável – que uma pessoa não aceite o próprio corpo, o próprio sexo, e queira mudá-lo por meio da ingestão de hormônios, cirurgias radicais e etc. Oficialmente não se pode mais dizer que isso é algum tipo de desvio mental ou psicológico. Uma novela popularíssima, exibida no Brasil e em outros países pela Globo –, a segunda maior rede de TV do mundo –, apresenta uma jovem mulher que diz que não aceita o próprio corpo, que odeia especialmente seus seios, os quais tenta esconder, e chega a espancá-los violentamente. Apesar de não se "sentir" mulher, ela é apaixonada por um rapaz, e a explicação da psicóloga de fantasia é a de que ela seria uma mulher trans-masculina-homo-lésbica – ou alguma coisa parecida com isso. Em outras palavras, ela seria uma homem que nasceu em corpo de mulher(?), mas um homem homossexual(?!).

A primeira reação involuntária é rir, e rir muito. E se você parar e pensar um pouco mais a fundo sobre a situação do nosso mundo, se contemplar a quê as nossas crianças e nossos jovens estão sendo expostos, a reação mais normal é chorar por dentro. Toda a trama da novela, claro, é meticulosamente planejada e montada para que essa personagem apareça como uma pobre vítima da sociedade, uma menina muito simpática, muito boa e compreensiva com todos, mas que não é compreendida, e jamais alguém que apresenta dificuldades (sejam físicas, psicológicas ou psiquiátricas) graves. A uma mulher nessas condições, hoje, simplesmente não se pode sequer sugerir que procure ajuda, porque isso caracterizaria "preconceito" e crime(!). Se algum psicólogo ou psiquiatra disser que pode ajudar um homossexual que queira –, se ele quiser, voluntariamente –, deixar de sê-lo, será impiedosamente perseguido e mesmo criminalizado(!), como aconteceu há pouco tempo com a Dra. Rozângela Alves Justino.

Fato no mínimo curioso é que, em nossa sociedade, se um homem diz que "não se aceita" como homem e que "se sente" um cachorro, e passa  a andar de quatro, latir e urinar nos postes, será (ainda) considerado um ser humano que precisa de ajuda, e será certamente encaminhado para a ajuda médica. Mas se ele diz que, apesar de ter nascido homem, "sente-se" como mulher, então isso não pode, de maneira nenhuma, ser considerado algum desvio, mas sim um direito sagrado e idolatrado, contra o qual não se pode dizer absolutamente nada.

A situação é tão complicada e tão grave que já temos até bispo dizendo que um homem se vestir de mulher e tomar hormônios para se parecer com uma delas não é pecado e nem doença, e sim um "dom de Deus"(veja aqui e aqui!).

Mas, afinal, se eu uso deste exemplo tão impactante –, o do chamado "gayzismo", que por si já renderia uma série de artigos maiores do que este –, é só para demonstrar que, muitas vezes, de tanto dizer e insistir em alguma coisa, por mais louca e absurda que seja, as pessoas passam a imaginar que seja mesmo real.

Assim, em razão da complexidade sempre presente ao se tentar esclarecer questões como as que nos trouxe o leitor Antônio Medeiros (ainda que sejam no fundo muito simples), adotaremos a estratégia mais inteligente e realmente funcional, que é atacar a fera diretamente no coração.


Uma mentira inventada por fanáticos

Dialogar com um “evangélico” fanático é exatamente como seria lutar contra a Hidra de Lerna, se ela existisse. A Hidra é um monstro mitológico terrível, o qual, a cada vez que se lhe decepava uma cabeça, nasciam duas no lugar. Tentar dialogar com pessoas que sofreram uma verdadeira lavagem cerebral contra a Igreja Católica (eu sei do que estou falando, já estive do lado de lá) é tão desesperador quanto enfrentar a Hidra. Quando um deles ataca o uso das imagens sacras, por exemplo, e explicamos porque as usamos, demonstrando o seu fundamento teológico e bíblico, ele então ataca a veneração à Virgem Maria; quando, da mesma forma, explicamos isso também, ele vem com a doutrina do Purgatório; quando esclarecemos essa questão, ele apela para a lorota de Constantino paganizando a Igreja de Cristo2, e por aí vai... E ainda que, por fim, consigamos fechar o círculo e esclarecer com embasamento e razão a todas as suas dúvidas, mesmo assim ele não se conforma, e então retorna novamente à primeira questão já respondida, recomeçando toda a discussão.

Sei que é assim, por uma longa experiência de vida e debates com pessoas desse tipo. Como costumo dizer, aos cegos por opção é impossível que recuperem a visão, até que queiram. Enquanto não quiserem ver, não verão, mesmo que a verdade seja balançada bem diante dos seus narizes.

Ataquemos, então, a fera, diretamente no coração, porque tentar cortar cada uma das suas cabeças será impossível: a cada cabeça cortada, crescerão duas no seu lugar. E qual é o coração da fera? Ocorre que o problema todo está em ver a Bíblia Sagrada como uma espécie de entidade própria, dotada de vontade e pensamento independentes; uma entidade que é capaz, sozinha, de nos fornecer todas as respostas infalíveis.

É exatamente assim que os ditos "evangélicos" enxergam a Bíblia: uma espécie de "gênio da lâmpada mágica" capaz de nos dar, instantaneamente, todas as respostas que procuramos. Mais do que isso, eles veem a Bíblia como um tipo de instrumento que obrigaria Deus a comunicar as suas verdades profundas e inefáveis a quem quer que a leia. Entendem que, quando uma pessoa simplesmente diz que "aceita Jesus" e se põe a ler a Bíblia, automaticamente o Espírito Santo irá se manifestar a ela e lhe revelar, infalivelmente, todos os mistérios e profundidades da salvação em Deus. Eles consideram absurda a fé na infalibilidade doutrinal do sucessor de Pedro –, a quem o Senhor Jesus Cristo pessoalmente concedeu autoridade –, mas creem em si mesmos como infalíveis nas suas interpretações (via de regra rasas e literais) da Bíblia.

Vou deixar aqui um breve testemunho pessoal. Eu li a Bíblia, pela primeira vez, aos meus 14 anos de idade. Eu era um adolescente típico, descobrindo a vida e cheio de dúvidas e inquietações; minha família atravessava então uma grande crise, que culminou na separação de meus pais, e eu não tinha quem me ouvisse e compreendesse. Buscava a saída em Deus. No começo, passei a ir às Missas, mas eu, que assim como milhões de outros da minha geração, não recebi uma formação cristã adequada, não entendia nada e voltava para casa frustrado. Cometi então um erro clássico (e fundamental): resolvi comprar uma Bíblia, e passei a lê-la como se fosse um livro qualquer, como quem lê um romance (outro erro clássico e fundamental): abri no primeiro capítulo do primeiro livro, o Gênesis, e comecei dali.

Não seria preciso dizer que quase enlouqueci. O Antigo Testamento não é, de modo algum, leitura para crianças e/ou jovens despreparados, nem jamais deveria ser feita por ninguém sem uma boa formação prévia. Esta é a verdade. O leitor desavisado se verá perdido em um pavoroso cenário de carnificinas, mortes violentas, dilapidações, bebês sendo atirado contra rochas, e tudo em nome de um Deus irascível e ditador que "escolhe" um povo para proteger, em detrimento de todos os outros de sua própria criação... E ordena a matança de estrangeiros. "Assim diz o SENHOR dos Exércitos (...): 'Vai e fere a Amaleque; e destrói totalmente a tudo o que tiver, e não lhe perdoes; porém matarás desde o homem até à mulher, desde os meninos, até aos de peito, desde os bois até às ovelhas, e desde os camelos até aos jumentos'" (1Sm 15 2,3).

Tenho certeza de que não é preciso dizer que passagens como esta e muitíssimas outras, semelhantes, precisam de uma séria preparação para serem digeridas e, melhor, situadas em seu devido contexto. Por isso mesmo, a nossa salvação não foi vinculada por Nosso Senhor, em momento algum, à leitura das Escrituras, muito pelo contrário. Cristo diz com todas as letras ao judeus hipócritas: "Vós examinais nas Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna. Mas elas testificam de Mim, e vós não quereis vir a Mim para terdes a vida!" (Jo 5, 39-40). Aqui está nosso Salvador dizendo, explicitamente, que a salvação não vem do exame das Escrituras, e sim do encontro com Ele, e este encontro se dá mediante a adesão à sua Igreja, como também está claro, por exemplo, no episódio da visão de S. Paulo na estrada para Damasco (Atos 22), quando o Senhor lhe diz: "Porque me persegues", identificando-se totalmente à Igreja; referindo-se à Igreja como a Si mesmo.

Retornando ao meu relato, passei da curiosidade ao terror. Todavia, fui presa fácil daquele mysterium terribile et fascinans, isto é, tornei-me como uma folha seca perdida na tempestade da avassaladora sensação de ver-se totalmente incapaz diante de um Poder maior e irresistível, que apavora e desconcerta, faz querer fugir, mas, por outro lado e ao mesmo tempo, por tremendamente fascinante, prende, cativa e obriga a continuar assistindo. "Ai de mim!", gritou Isaías diante da visão do SENHOR dos Exércitos no Templo, Aquele cujo Nome é impronunciável e de cuja Presença até os anjos, trêmulos, protegiam-se com suas asas. Do mesmo modo eu, compreendendo minha pequenez e total incapacidade.

Sofri, calado e aterrorizado, por anos. Na busca por explicações, e pela incapacidade dos padres adeptos de um malfadado aggiornamento, fui parar nas seitas ditas "evangélicas", onde fui submetido a um pavoroso processo de condicionamento mental. Demorou, mas, por fim, a completa incoerência da doutrina Sola Scritptura tornou-se clara demais para ser ignorada, e eu escapei à armadilha protestante. Essa já é uma outra história, mas posso dizer que, daí  a alcançar a compreensão do contexto e do sentido das muitíssimas passagens realmente difíceis da Bíblia, foram décadas de diligentes estudos.

Posso dizer que a chave de tudo é compreender que a Bíblia sempre foi, é e continua sendo, aquilo que não poderá deixar de ser antes de qualquer outra coisa: um livro. Ainda que este livro contenha a Palavra de Deus por escrito e seja, como de fato é, o Livro Sagrado dos cristãos, permanece sendo um livro e –, assim como todo livro –, para ser compreendido depende da correta interpretação de quem o lê. Por isso mesmo, Nosso Senhor confiou a condução da sua Igreja aos seus Apóstolos, isto é, à sua Igreja, junto da qual prometeu que estaria até o fim do mundo (Mt 28,20), e jamais determinou que o conhecimento da Verdade estaria condicionado a leitura das Escrituras.

Os próprios Evangelhos reconhecem a insuficiência das Escrituras para resumir ou conter a totalidade da experiência Jesus Cristo, ao admitir que, se fossem escritas todas as coisas que fez e disse Jesus, "nem o mundo inteiro poderia conter os livros que se deveriam escrever" (Jo 21, 25).

Após este longo preâmbulo, que considerei necessário para a compreensão do que vem a seguir, entremos finalmente no teor da pergunta feita, de maneira objetiva e direta, ponto a ponto:

1) A advertência de que não se pode acrescentar nem retirar nada àquele conteúdo não parte e não se refere à Bíblia como um todo, até porque a Bíblia não é um texto único, e sim um conjunto de textos (nem sempre homogêneos) reunidos; aliás, exatamente por isso chama-se "Bíblia" (=biblioteca; conjunto de livros). A advertência refere-se ao Livro do Apocalipse, o que está claríssimo na própria composição do texto, que diz: "Aqueles que ouvirem as palavras da profecia deste livro (...) e lhes ajuntar ou tirar qualquer coisa..." (Ap 22, 18-19).

Isso tem uma razão de ser bastante evidente: trata-se, obviamente, de literatura apocalíptica, que se caracteriza pela linguagem cifrada, simbólica, metafórica, mística e de difícil compreensão. Este livro, não por acaso, é singular e único em todo o Novo Testamento, que traz geralmente uma linguagem clara e advertências explícitas naquilo que tange ao esclarecimento do que é certo e do que é errado e de qual Caminho os adeptos do Evangelho de Cristo devem seguir. Este é um ponto que não deixa de ser importante, pois para um texto "criptografado", por assim dizer, a alteração de qualquer palavra e de qualquer vírgula poderá comprometer totalmente a compreensão do que está dito.

2) Apesar do exposto, é evidente que os outros livros da Bíblia também não devem ser mudados, se é que cremos que são Palavra de Deus por escrito, e constituem um dos pilares de todo o edifício da fé cristã. Não se pode mudá-los arbitrariamente, e nem mesmo a Igreja poderia fazê-lo, já que foi a própria Igreja que produziu todo o Novo Testamento, que constitui o eixo e a consumação de todas as Escrituras, na pessoa dos santos Apóstolos. Todavia exatamente aqui entra o segundo ponto, pois "mudar" o texto é uma coisa, e esclarecê-lo é outra coisa, não só completamente diferente, como também oposta. Esclarecer determinada realidade não é mudá-la, ao contrário, é afirmá-la e reafirmá-la com embasamento.

Por exemplo, muitos acusadores da Igreja costumam citar o Mandamento que, na Bíblia, proíbe a confecção de imagens, para dizer que "a Igreja Católica mudou os Mandamentos", já que nos Mandamentos de Deus segundo a Igreja Católica esta advertência específica não aparece, como podemos ver logo abaixo.

Mandamentos de Deus segundo a Igreja 1) Amarás a Deus sobre todas as coisas; 2) Não tomarás o Nome de Deus em vão; 3) Santificarás as festas; 4) Honrarás a teu pai e a tua mãe; 5) Não matarás; 6) Não cometerás atos impuros; 7) Não roubarás; 8) Não dirás falso testemunho nem mentirás; 9) Não consentirás pensamentos nem desejos impuros; 10) Não cobiçarás os bens alheios.

Bem, se a Bíblia diz uma coisa, de um jeito, e a Igreja apresenta aquela mesma coisa de um jeito diferente, então a Igreja mudou a coisa, certo? Isto é exato ou não? Se não, como e por quê? Como refutar esse argumento? É o que veremos na segunda e conclusiva parte deste estudo...

** Leia a segunda e conclusiva parte deste estudo

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1. Citado em 'The Sack of Rome', por Alexander Stille; 'A World Without Walls: Freedom, Development, Free Trade and Global Governance', por Mike Moore.

2. Leia nosso estudo específico neste link.


15 comentários:

  1. Esse texto é do Henrique Sebastião? Esse é o meu tipo favorito de texto, super bem explicado, como se fosse uma conversa com a gente! Aqui o fiel católico e´ótimo nesse tipo de texto, muuuuito esclarecedor. Parabéns!

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  2. Tive a mesma experiência com a Bíblia, comecei a folhear como um livro começando do Genesis, li várias vezes dessa forma, meu pai espírita, minha mãe do candomblé, meu avô presbítero da igreja Presbiteriana, juntamente com meus tios. Comecei a ir com meu avô para a igreja mas ficava confuso porque algo não encaixava. Até q conheci a igreja Católica e tive a certeza que é a igreja de Cristo.

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  3. Boa Tarde! Não consegui encontrar a segunda e conclusiva parte desse estudo. Os senhores podem me informar onde encontrá-la? Meu email: beatolico@gmail.com

    Grato!

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    1. Você não conseguiu encontrar porque ainda não foi publicada, anônimo. Estamos programando essa conclusão para esta semana ainda.

      A Paz de Nosso Senhor Jesus Cristo

      Apostolado Fiel Católico

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  4. Outro dia li uma frase que se aplica bem a certos ateus e "evangélicos":

    "PARA AQUELES QUE QUEREM CRER, TENHO ALGUNS BONS ARGUMENTOS. PARA OS QUE NÃO QUEREM, NÃO TENHO NENHUM"

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  5. Eu considero Henrique Sebastião um dos maiores pensadores Católicos da atualidade. Sinceramente não tenho medo nenhum de afirmar isso para quem quiser. Equilíbrio. Unção. Amor. Catolicismo. Unidade e Comunhão com a SANTA IGREJA DE CRISTO.
    Você é muito grande, meu irmão. Um gigante da fé.
    Osculum Pacis - beijo da paz
    URBANO MEDEIROS - maestro, ator e narrador - MG

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    1. Não mereço, mas agradeço às palavras gentis, meu irmão Urbano. São para mim um grande incentivo a continuar trabalhando apesar de todas as dificuldades.

      Receba meu afetuoso abraço

      Apostolado Fiel Católico

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  6. Henrique, fiquei muito tocada com as palavras ungidas e afetuosas do mestre Urbano a seu respeito. Vc, Henrique é um gênio da palavra, da escrita. Vc é pleno do ESPÍRITO SANTO. Congratulações
    com humildade -
    do Rio de Janeiro
    Rita e família

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  7. É verdade. Este homem chamado Henrique Sebastião tem dom Divino da Palavra. Nós os católicos agradecemos a Deus por o termos a ele é a todos quanto trabalham neste apostolado. É triste que temos padres com nível cultural e de domínio da doutrina e bíblia muito limitado. Não sei o que está a acontecer com a formação destes nos seminários. Reconhecemos a bravura de alguns padres, exemplo,padre Paulo Ricardo.

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  8. Sempre quando leio esses artigos inspirados do Henrique me dá vontade que a Igreja pudesse admitir homens casados no sacerdócio, imagina como o mundo se beneficiaria de alguém assim como padre!

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    1. É verdade Adilson. Temos pessoas como Henrique com um nível teológico, doutrinario, filosófico e Cultural elevado que poderiam auxiliar na obra evangelizadora. É triste termos padres que quase nada dizem, catequistas mal formadoados etc.

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  9. Sr. Henrique, gostaria que voce fala-se um pouco
    sobre as bem feitorias que as pessoas praticam e diz que est´s tudo bem, ultimamente o padre fabio de melo tirou uma foto com uma pessoa e disse que é uma tapa na cara dos catolicos, algumas pessoas praticam asalto mas faz caridade e tá tudo bem, e ai que devo falar quando interrogado?

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  10. Gosto muito desses artigos resposta do Henrique Sebastiao, e faço minha as palavras dos demais! Acompanho o seu trabalho ha algum tempo ( desde o voz da igreja) e aprendi e aprendo bastante com esse apostolado!
    Queria que todo católico pudesse ler seus artigos!
    Deus te abençoe nesse caminhada, pode ter certeza que está dando sementes!!

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  11. Agradeço do mais profundo do meu coração pelas palavras de incentivo de todos. Minha vida está neste apostolado, que dirijo com todo meu amor e carinho.

    Não sou digno, mas por um incompreensível Mistério aqui estou, trabalhando pelo Reino de Deus. Tenho feito muitos sacrifícios para alavancar os trabalhos desta nossa fraternidade, para que o apostolado cresça e nossa revista ganhe visibilidade. Aguardem felizes novidades para muito breve e, por favor, rezem pelo crescimento desta obra, para que se aperfeiçoe e atinja mais e mais pessoas, conforme a Vontade de Deus.

    Os que puderem, assinem nossa revista, e com uma colaboração realmente pequenina já estarão colaborando muito.

    Apostolado Fiel Católico

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