Tentar fugir não vai adiantar, ou: Para que o mal triunfe, basta que os bons não façam nada


Por Lorenzo Lazzarotto – canal Hstória e Fé Católica e colaborador regular da  FLSP


NÃO É RARO encontrar, entre católicos tradicionais, esse desejo de fugir dos males e da degradação da moral do mundo moderno, evadindo-se dos grandes centros urbanos em busca de paz. Tal intenção é em si honesta e poética, mas pode disfarçar um grave problema de ordem espiritual. E o estudo da Revolução Francesa oferece uma GRANDE lição a respeito! 

Ditador parceiro de Lula criminaliza o catolicismo na Nicarágua

AGORA NA NICARÁGUA de Daniel Ortega, parceiro ideológico de Lula – que o apoia e já declarou que, se eleito, por aqui também fará a "regulação" dos nossos meios de comunicação –, a perseguição aos católicos deixou de ser apenas implícita e se tornou escancarada, física, violenta. O que mais nos assombra é ver supostos católicos brasileiros que assistem a tudo isso e continuam não vendo problema num possível retorno do PT ao poder. Ainda pior, espalha-se por aí o discurso completamente equivocado e alheio ao contexto atual, de que Bolsonaro é tão ruim quanto Lula, e que é perfeitamente possível o voto católico neste último, já que a Igreja não é "de direita" e nem "de esquerda"... Ainda que em tese isso seja verdade, a imperiosidade do critério do mal menor em nossa situação é gritante. Tentemos fazer cada um de nós a nossa parte para abrir a consciência dessas pessoas, para que não se arrependam amargamente desse erro crasso somente quando já for tarde demais!



O Sacramento da Ordem


NA ANTIGUIDADE, CHAMAVA-SE Ordem a um grupo de pessoas que tinham determinada responsabilidade ou função, ou que compartilhassem de uma determinada missão, como, por exemplo, a Ordem dos Juízes e as Ordens de cavaleiros. Ordem, na linguagem civil romana, era um grupo de cidadãos que exerciam as mesmas funções, reconhecidas publicamente. A entrada de uma pessoa numa determinada Ordem era chamada “ordenação”.

Francisco: escândalos, contradições e traição explícita ao Evangelho: o que ainda falta?

Por alguma razão que ninguém consegue explicar (embora incrivelmente certos grupos ditos 'católicos tradicionalistas' continuem tentando), ele se recusa a ter a mão beijada pelos fiéis católicos, mas não perde oportunidade para beijar as mãos de líderes muçulmanos, judeus e pagãos.

CONVENIENTES REFLEXÕES dos membros do IPCO no vídeo que reproduzimos abaixo, sobre os escândalos mais recentes desse papa que se recusa a usar os paramentos eclesiásticos tradicionais, mas ama usar os chapéus coloridos dos pagãos e os cocares dos feiticeiros indígenas; além de achar que o catolicismo precisa se modernizar a qualquer custo, mas defende que os índios devem manter intactas as suas antigas tradições, mesmo que sejam cruéis e desumanas. Agora ele avança ainda mais além em seu rastro de destruição e participa (ativamente) de uma cerimônia de invocação de espíritos.




Os revolucionários podem vencer eleições sem ter a maioria



Por Lorenzo Lazarotto
(Canal História e Fé Católica e colaborador regular da FLSP)

01:04 O que levou o povo a protestar contra a Esquerda.
04:03 Oposição à Esquerda na Igreja e na Sociedade Civil.
07:45 A nova tática da Esquerda para vencer as eleições
08:14 Essa tática funciona: Provas na França, Argentina, Peru, Chile, Colômbia.
11:30 A ação suicida de grupos Católicos pseudo-tradicionais
15:11 O que Católico deve pensar dos movimentos direitistas laicos?

O Sacramento da Extrema-Unção ou Unção dos Enfermos


É POR MEIO dos Sacramentos da iniciação cristã (Batismo, Confirmação e Eucaristia) que o homem recebe a vida nova em Cristo. Esta vida nova e gloriosa, porém, mesmo nós, os batizados, trazemos oculta dentro de nós, como “um Tesouro em vaso de argila” (2Cor 4,7). Agora, esta vida está “escondida com Cristo em Deus”: estamos ainda em “nossa morada terrestre” (2Cor 5,1), sujeitos ao sofrimento, à doença e à morte. - E à concupiscência e as tentações. Assim, a vida nova de filho de Deus pode se debilitar e até ser perdida pela ação contínua do pecado.

O Sacramento da Confissão, Penitência ou Reconciliação


O SACRAMENTO QUE APAGA na alma o pecado, como já vimos, é o Batismo. Assim como também já vimos que, mesmo após o Batismo, continuamos a experimentar as fragilidades próprias da natureza humana e a concupiscência – isto é, o desequilíbrio que o Pecado Original deixou em nós, uma certa inclinação ou tendência para o pecado: a concupiscência vem do pecado e pode levar ao pecado.
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