Bênçãos aos pares homossexuais nas igrejas e a Missa tradicional: os dois pesos e as duas medidas de Francisco


Por Henrique Sebastião (Frat. Laical S. Próspero),
com excertos de 
Tommaso Scandroglio (La Nuova Bussola Quotidiana)


TENTEMOS COMPARAR o fenômeno dentro da Igreja alemã, com reflexos já no Brasil e em diversas partes do mundo, do escândalo das bênçãos de pares homossexuais e o da provável decisão da Santa Sé de travar o direito de celebrar segundo o Vetus Ordo (Missa tridentina).


No primeiro caso, prostitui-se um sacramental; no segundo caso, castra-se um Sacramento. Isto é, no primeiro caso, abusa-se de um sacramental e, no segundo caso, impede-se a participação no Sacramento em sua forma mais plena.

No primeiro caso, temos um nutrido grupo de fiéis e sacerdotes que atuam em nítido contraste com o juízo da Congregação para a Doutrina da Fé, mas, apesar disso, Roma parece até aprovar (quando silencia, finge que o problema não existe, faz 'cara de paisagem' diante de problemas clamorosos como este, que é o típico modus operandi dos revolucionários socialistas enrustidos/infiltrados), uma vez que encontrou-se a escamoteação, denunciada pelo diretor do Instituto João Paulo II, para abençoar os pares: primeiro, um membro desse par; depois, o outro.


No segundo caso, temos um grupo de fiéis e sacerdotes que agem em obediência e de acordo com as disposições do Motu proprio de Bento XVI, mas, apesar disso, quer-se impedi-los de fazer uma escolha legítima. Portanto, no primeiro caso, abençoa-se a desobediência, no segundo caso, amaldiçoa-se a obediência.         


No primeiro caso, invoca-se a "misericórdia"; no segundo caso, a verdadeira misericórdia cristã é impedida de se apresentar. No primeiro caso, abrimo-nos ao "novo"; no segundo, fecham-se as portas para o "passado". No primeiro caso, defendem-se atores que agiram de forma barulhenta, provocatória, desordeira, raivosa e vulgar.  Os membros do movimento "LGBTQ+" muitas e muitas vezes blasfemaram contra Cristo, contra a Igreja, contra Nossa Senhora, contra os Santos, em suas passeatas e protestos. Profanaram nossos símbolos sagrados publicamente, à exaustão. No segundo caso, estão sendo atacados sujeitos que agiram sempre mansamente, em silêncio, pacífica e nobremente, com o máximo respeito ao Papa e a todos os bispos.

No primeiro caso, os leigos e sacerdotes envolvidos gabaram-se da sua atitude revolucionária e cismática para com a Igreja. No segundo caso, leigos e sacerdotes sentiam-se sempre intimamente consolados pelo fato de trilharem o sulco sagrado na companhia dos Santos, a via santa traçada e indicada desde sempre pela Igreja.          


Mas, entre as bênçãos de parelhas homossexuais e a decisão de recolocar a Missa em latim no armário da sacristia, também há elementos de continuidade. Sim, embora se tratem de tipos diferentes de continuidade, tanto no primeiro como no segundo caso o que se procura é conservar, manter algo que já existia antes: temos o compromisso, tanto de uns quanto de outros, com uma finalidade específica. Os que amam a Missa dita "de sempre" – ainda que esse termo possa não ser estritamente exato e admita discussão – querem, sim, continuar a fazer aquilo que a Igreja sempre fez. Em uma só frase, querem continuar católicos. Os que não hesitam em descartar tudo em nome da fraternidade universal e do acolhimento a tudo e a todos – tanto aos pecadores quanto aos seus pecados – também desejam a continuidade; querem continuar aquilo que foi iniciado no Concílio Vaticano II: a entronização dos revolucionários sobre os assentos dos herdeiros dos Apóstolos, com a instalação de uma igreja radicalmente nova no lugar da Igreja de Cristo.

A revolução, claro, já havia, e seus agentes agiam no seio do Corpo de Cristo muito antes do Concílio. Mas, com ele, suas teses foram formalmente admitidas, oficializadas, impostas como normas para os fiéis católicos.

Há que se discutir eternamente a questão que se impõe: afinal, os revolucionários inimigos de Cristo se aproveitaram do Concílio para se instalar no poder e promover o caos, mediante o amaldiçoado "espírito do Concílio", autor de toda a barbárie que assistimos hoje, ou esse mesmo "espírito" já era a parte mais atuante no próprio Concílio, que foi (e é) em si mesmo a grande vitória desse movimento nefando? Mons. Viganò, que se destaca pela coragem, dentre muitos outros nobres clérigos e teólogos dos nossos tempos, afirma que a segunda opção é a verdadeira. E diz mais: enquanto não o reconhecermos e enquanto não defenestrarmos o mal pela raiz, de uma vez por todas, a Igreja não poderá ser restaurada. Pensar o contrário é ilusão e ingenuidade.


Agora, o "espírito do Concílio" tornou-se imenso, gigante na Igreja: ocupa todos os espaços e a sua voz ecoa mais alto que a voz dos Apóstolos, que a voz dos Santos, e até mais alto que a voz do próprio Cristo. Por mais incrível que pareça, ainda que aquilo que esse "espírito" prega seja claramente contrário ao que ordenou expressamente Nosso Senhor, a imensa maioria não se move, não se incomoda, não se importa. Ou –, ainda mais incrível –, não o percebe.

A Tradição foi quebrada em favor do progresso, para que se cedesse o seu lugar a um novo sentimento que é, na realidade, espelho fiel das heresias de sempre. Seja no caso das bênçãos escandalosas, que na prática representam a autenticação formal do pecado, seja no caso da Missa dos Santos que vai sendo, na prática, proibida, a decisão de Roma se baseia em avaliações de caráter político – disfarçadas de decisões de caráter pastoral – e não em avaliações de caráter moral e teológico. É nítido que o objetivo é alcançar uma meta muito antiga: legitimar a homossexualidade e deslegitimar a Eucaristia, mas fazê-lo aos poucos, suavemente, para que a maioria estúpida e indolente não perceba e não se importe, ficando apenas um pequeno grupo de "radicais" raivosos e "sem caridade" a criar contestações. Não a toa, o "papa" Francisco escreveu à Federação Luterana Mundial, sugerindo a intensificação de um diálogo que possibilitará a revogação da excomunhão de Lutero(!) – este herege e blasfemador infernal que odiava mais do que tudo à santa Missa – enaltecendo-o de mil maneiras e até celebrando em nome de toda a Igreja os 500 anos da "Reforma"[1]. 


Esse mesmo simulacro de igreja instalado em Roma, que celebrou com pompas o evento que mais condenou almas ao Inferno em toda a História, agora, sem alarde e sem dizer em voz alta, assim, "por baixo dos panos", admite a bênção dada a pares homossexuais dentro dos templos sagrados, ante o Altar do Sacrifício e ante o Sacrário onde habita Nosso Santíssimo Senhor. Ao mesmo tempo, a celebração da Missa dos Santos está em vias de ser, na prática, proibida: teremos que escolher entre assistir às verdadeiras profanações que chamam de "missa" ou rezar em casa. Ou, talvez, procurar alguma catacumba onde se esconda um padre santo que opte pela desobediência também santa, escolhendo antes obedecer a Deus do que ao papa.

Todos esses escândalos são apenas reflexos que nos mostram com absoluta clareza e acima de qualquer dúvida razoável – ao menos aos que receberam a graça da verdadeira Fé – que estamos vivendo agora os tempos da grande apostasia, profetizada por muitos Santos e predita até no Catecismo atual da Igreja Católica. São tempos de exceção, em que um suposto "papa" pode ensinar heresias abertamente (como denunciou D. Viganò, sem usar de meias palavras). Enquanto isso, os católicos supostamente "conservadores" e "tradicionais" continuam a fechar seus olhos e a insistir: "Não tem problema, não há motivo para alarde, o papa não está agindo ex-cathedra... Então, pode tudo...". Quem tem olhos para ver, que veja. E desperte. Pois dificilmente se passa um dia sem que eu me lembre das palavras que me disse pessoalmente o Cardeal D. Edmund Burke: Pray... and fight!


_____
[1] Saber mais:
http://ihu.unisinos.br/78-noticias/600712-a-revisao-da-excomunhao-de-lutero-em-tempos-de-covid-19-um-apelo-para-a-superacao-de-toda-forma-de-exclusao
Acesso em 10/6/2021



Compartilhe em suas redes!

6 comentários:

  1. Em 1892 - apenas 22 anos após o dogma do Concílio Vaticano I sobre a perpetuidade da linha de sucessão petrina - o jesuíta pe. Edmund James O’Reilly publicou um livro intitulado "The Relations of the Church to Society" (As Relações da Igreja com a Sociedade). Nesta obra, ele abordou a questão de um interregno prolongado e como isso se relacionaria com a perpetuidade da Igreja e as promessas de Cristo:

    The great schism of the West [1378-1417] suggests to me a reflection which I take the liberty of expressing here. If this schism had not occurred, the hypothesis of such a thing happening would appear to many chimerical. They would say it could not be; God would not permit the Church to come into so unhappy a situation. Heresies might spring up and spread and last painfully long, through the fault and to the perdition of their authors and abettors, to the great distress too of the faithful, increased by actual persecution in many places where the heretics were dominant. => But that the true Church should remain between thirty and forty years without a thoroughly ascertained Head, and representative of Christ on earth, this would not be. Yet it has been; and we have no guarantee that it will not be again, though we may fervently hope otherwise. What I would infer is, that we must not be too ready to pronounce on what God may permit. <= We know with absolute certainty that He will fulfil His promises; not allow anything to occur at variance with them; that He will sustain His Church and enable her to triumph over all enemies and difficulties; that He will give to each of the faithful those graces which are needed for each one’s service of Him and attainment of salvation, as He did during the great schism we have been considering, and in all the sufferings and trials which the Church has passed through from the beginning. We may also trust He will do a great deal more than what He has bound Himself to by His promises. We may look forward with a cheering probability to exemption for the future from some of the troubles and misfortunes that have befallen in the past. => But we, or our successors in future generations of Christians, shall perhaps see stranger evils than have yet been experienced, <= even before the immediate approach of that great winding up of all things on earth that will precede the day of judgment. I am not setting up for a prophet, nor pretending to see unhappy wonders, of which I have no knowledge whatever. All I mean to convey is that => contingencies regarding the Church, not excluded by the Divine promises, cannot be regarded as practically impossible, just because they would be terrible and distressing in a very high degree. <=

    (Rev. Edmund J. O’Reilly, The Relations of the Church to Society [London: John Hodges, 1892], pp. 287-288)

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Realmente excelente o texto, Anônimo. Palavras aparentemente proféticas. Tomei a liberdade de traduzi-las e reproduzir abaixo:

      O Grande Cisma do Ocidente [1378-1417] sugere-me uma reflexão que tomo a liberdade de exprimir aqui. Se esse cisma não tivesse ocorrido, a hipótese de tal coisa acontecer pareceria para muitos quimérica. Eles diriam que não poderia ser; Deus não permitiria que a Igreja entrasse em uma situação tão infeliz. As heresias podiam surgir e se espalhar e durar dolorosamente por muito tempo, por culpa e perdição de seus autores e cúmplices, para grande aflição também dos fiéis, aumentadas pela perseguição real em muitos lugares onde os hereges eram dominantes.

      Mas que a verdadeira Igreja permanecesse entre trinta e quarenta anos sem uma Cabeça totalmente averiguada e representante de Cristo na terra, isso não aconteceria. No entanto, tem sido; e não temos garantia de que não volte a acontecer, embora possamos ter uma esperança fervorosa de outra coisa. O que eu inferiria é que não devemos estar prontos demais para nos pronunciar sobre o que Deus pode permitir.

      Sabemos com absoluta certeza que Ele cumprirá Suas promessas; não permitir que nada ocorra em desacordo com eles; que Ele apoiará Sua Igreja e a capacitará a triunfar sobre todos os inimigos e dificuldades; que Ele dará a cada um dos fiéis aquelas graças que são necessárias para que cada um o sirva e alcance a salvação, como Ele fez durante o grande cisma que temos considerado, e em todos os sofrimentos e provações pelas quais a Igreja passou do começo. Também podemos confiar que Ele fará muito mais do que aquilo a que se comprometeu por meio de Suas promessas. Podemos aguardar com grande probabilidade a isenção para o futuro de alguns dos problemas e infortúnios que aconteceram no passado.

      Mas nós, ou nossos sucessores nas futuras gerações de cristãos, talvez vejamos males mais estranhos do que os que já foram experimentados, mesmo antes da aproximação imediata daquela grande dissolução de todas as coisas na terra que precederá o dia do julgamento. Não estou me preparando para um profeta, nem pretendo ver maravilhas infelizes, das quais não tenho nenhum conhecimento. Tudo o que quero dizer é que contingências em relação à Igreja, não excluídas pelas promessas divinas, não podem ser consideradas praticamente impossíveis, apenas porque seriam terríveis e angustiantes em alto grau.

      A Paz de Nosso Senhor Jesus Cristo
      Apostolado Fiel Católico

      Excluir
  2. Essa história de só padre que reza missa em latim e celebra missa Tridentina celebra a "verdadeira" missa tem provocado um desserviço na unidade do reino de Deus. Essa história de procurar padre em catacumbas para celebrar a "verdadeira" missa provoca uma desobediência e quebra da unidade. Suas críticas são legítimas, mas quando se caminha para a desobediência não vejo que isso irá render bons frutos. Salve Maria! Deus abençoe o Papa e lhe dê sabedoria para guiar a sua Igreja.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Muitos católicos honestos e bem intencionados pensam igual a você, Rogério. Infelizmente. Eu rezo para que despertem o quanto antes. Porque não sei mais que tipo de "unidade" seria possível em uma igreja cujo papa diz que é pecado grave tentar converter as pessoas de outras religiões, porque o ecumenismo importa mais do que obedecer a Cristo.

      Por longo tempo eu também pensei como você, e lutei contra a minha própria consciência para "não falar mal do papa", como dizem por aí. Mas não sei que unidade seria essa e nem mesmo que igreja poderia ser esta, que abençoa uniões homossexuais e que tipo de papa poderia perseguir os que querem ser santos e incentivar os pecadores e os bispos traidores de Cristo.

      Mas uma coisa sei, sem nenhuma sombra de dúvida: eu não quero ter parte com esta igreja, esta falsa igreja, por mais que dizer isso me doa e me faça sofrer, no mais fundo da minha alma. As minhas críticas "são justas", mas "não se pode desobedecer", você diz. Bem, eu prefiro obedecer a Nosso Senhor e andar com todos os Santos (obedecendo assim a todos os outros Papas da história da Igreja) do que obedecer a este, porque ele me manda trair a Cristo.

      Já não rezo para que Deus abençoe o Papa, mas para que um milagre aconteça e que ele se converta, e se torne católico em primeiro lugar.

      A Paz de Nosso Senhor Jesus Cristo
      Apostolado Fiel Católico

      Excluir
    2. Concordo com o sr, Henrique. Essa questão da obediência não é razoável nessa situação, pois a obediência requer uma hirarquia na qual Cristo está no topo. Se quem vem logo abaixo dele não obedece, não devemos obedecê-lo. Há pouco tempo passei a ter a mesma posição que o sr. e não quero fazer parte dessa igreja que não é de nosso Senhor, pois a Igreja de Cristo é indefectível, é Santa e não santa e pecadora, o que seria blasfêmia só o pensar e quem dirá o dizer, ou ainda propagar o erro com todo o aparato burocrático que estava a serviço da verdadeira Igreja.

      Excluir
  3. A paz de Cristo.

    Concordo totalmente com esse texto, infelizmente; verdadeiro, necessário.

    Devemos obedecer ao papa ou a Jesus Cristo? Bem, nas passagens do Santo Evangelho, Jesus nos dá o caminho a seguir: "Levai o Evangelho à todas as criaturas...", ou seja, sim, o católico deve evangelizar índios, muçulmanos, budistas, hinduístas, ateus e quem mais estiver nessa terra. Sim, jamais insistir, como muitos Reformistas fazem, pois Cristo também disse para bater na porta e onde ela não se abrir, não voltar mais lá. Óbvio que essa pessoa que se recusar a abrir a porta, poderá ser salva, mas terá que ir atrás do evangelista, não é mesmo? O importante é que o cristão TEM que bater na porta e claro, mais de uma vez, porém sem "deitar" na porta, esperando que um dia ela se abra.

    Ecumenismo, isso "non ecziste!", como diria o saudoso padre Quevedo! Se os jesuítas autênticos, aqueles que vieram com Cabral ao Brasil em 1500, não evangelizassem os índios, como seria hoje? Será que José de Anchieta deveria pegar a Pachamama, colocá-la na nau e voltar à Europa, com a imagem da deusa indígena, colocando-a em uma Igreja, em Portugal? Penso que o jesuíta Francisco, faria isso, se viesse ao Brasil junto com os primeiros colonizadores.

    Sim, Henrique Sebastião, um papa ( e seu grande grupo de apoio, com vários padres, bispos, arcebispos, além de muitos leigos, incluindo aí, vários ateus...), que diz sim às bênçãos aos homossexuais, mas diz não aos católicos que querem a Missa Tridentina e a manutenção dos valores eternos da Igreja fundada por Jesus Cristo que, claro; jamais serão "caducados", pois o Evangelho não tem prazo de validade, não é um "produto" para consumo, mas a salvação da alma.

    Tenho pensando muito ultimamente, nesses tempos difíceis. Talvez, se isso continuar, tenhamos que tomar alguma atitude mais drástica, com relação a essa "nova igreja", que Francisco e seu grupo, querem criar.

    Pena que na minha região, apenas tem uma única Igreja com celebração mensal da Missa no Rito Tridentino.

    Enfim, oremos à Santíssima Trindade que atue na Igreja física e nos dê coragem para lutar com Cristo, não aceitar o que vem contra Ele.

    Afinal, os 'mornos", não serão admitidos no Reino do Senhor.

    Abraços,

    Salve Maria!

    ResponderExcluir

** Inscreva-se para o Curso Livre de Teologia da Frat. Laical São Próspero e receba livros digitais de altíssima qualidade todos os meses, além de áudio-aulas exclusivas e canal para tirar suas dúvidas, tudo por R$29,00/mês. Ajude-nos a continuar trabalhando pelo esclarecimento da fé cristã e católica!


AVISO aos comentaristas:
Este não é um espaço de "debates" e nem para disputas inter-religiosas que têm como motivação e resultado a insuflação das vaidades. Ao contrário, conscientes das nossas limitações, buscamos com humildade oferecer respostas católicas àqueles sinceramente interessados em aprender. Para tanto, somos associação leiga assistida por santos sacerdotes e composta por professores doutores, mestres e pesquisadores. Aos interessados em batalhas de egos, advertimos: não percam precioso tempo (que pode ser investido nos estudos, na oração e na prática da caridade) redigindo provocações e desafios infantis, pois não serão publicados.

Paginação numerada



Subir