Sínodo da Amazônia – porque já é um escândalo antes mesmo de se concluir e de que seja tomada qualquer decisão



RECEBEMOS UMA ENXURRADA de mensagens que nos questionam quanto ao nosso silêncio a respeito do Sínodo da Amazônia. Logo de início é importante esclarecer que, se não nos manifestamos até o momento, foi por três razões principais:

1) Como uma organização laical que somos, procuramos ao máximo evitar os temas polêmicos envolvendo o Papa e o clero, e somente nos pronunciamos quando não é mais possível ignorar a importância jornalística de determinados fatos, sobre os quais temos por obrigação que empreender nossos melhores esforços no sentido de tentar esclarecê-los aos fiéis católicos que nos procuram e confiam em nosso trabalho (que vem sendo feito com seriedade há mais de uma década).

2) Tudo o que temos de concreto sobre este Sínodo, até o momento, é um pequeno conjunto de declarações estapafúrdias da parte de clérigos comprometidos com ideologias inimigas da Igreja, por um lado, e por outro o seu famigerado "Instrumentum laboris", que não passa de um material prévio, sem nenhum valor doutrinal ou oficial e que, como disse o Papa em seu discurso, "está destinado a ser destruído" (veja). Por outro lado, é claro que esse documento é a principal e justíssima razão de toda a controvérsia e indignação, como veremos neste artigo mesmo;

3) As polêmicas e os escândalos envolvendo o Sínodo Amazônico já foram abordadas e bem esclarecidas por diversas outras mídias, entre as quais podemos citar e recomendar as seguintes (clicar sobre os itens para acessar os respectivos conteúdos):

• O Centro Dom Bosco;

• O canal Terça Livre

O apostolado Fratres in Unum;


– Em vídeo:

• O canal do Padre Gabriel Vila Verde (este com grande didatismo);

• O canal do IPCO;

• O canal de (nosso dileto irmão em Cristo) Armando Braio;

• O canal de Bernardo P. Küster.


Estes acima são alguns exemplos. Há muitos mais, partindo de gente abalizada, falando sobre o Sínodo com grande propriedade e conhecimento de causa. 

Principalmente por essas três razões, limitamo-nos a poucas postagens sobre o Sínodo (acesse aqui), mas não consideramos necessário uma postagem com explicações sobre o tema. Até agora. Pois ainda não vimos ninguém mencionar certos pontos que consideramos realmente muito importantes.

Portanto, publicamos este artigo para que sirva como complemento ao que já foi dito. Além disso, disponibilizamos um breve resumo daquilo que de pior está sendo proposto em uma verdadeira manobra política dentro da Igreja, desgraçadamente apoiada por tantos dos nossos pastores.


Apenas a mera existência do Instrumentum Laboris do Sínodo Amazônico já é um gravíssimo escândalo e uma terrível ofensa a Nosso Senhor Jesus Cristo

Compreendeu bem, leitor? Como vivemos os tempos das leituras superficiais, com uma multidão de pessoas pessoas que leem as coisas pela metade (quando não leem só os títulos), vamos repetir com todas as letras:

APENAS A MERA EXISTÊNCIA DO INSTRUMENTUM LABORIS DO SÍNODO AMAZÔNICO JÁ É UM GRAVÍSSIMO ESCÂNDALO E UMA TERRÍVEL OFENSA A NOSSO SENHOR JESUS CRISTO!

É isso que não temos visto ninguém dizer. Ao menos nós não temos, embora alguém talvez já o tenha dito. Mas mesmo que esse seja o caso e alguém já o tenha dito, é preciso repetir, é preciso gritar a plenos pulmões e aos quatro cantos:

APENAS A MERA EXISTÊNCIA DO INSTRUMENTUM LABORIS DO SÍNODO AMAZÔNICO JÁ É UM GRAVÍSSIMO ESCÂNDALO E UMA TERRÍVEL OFENSA A NOSSO SENHOR JESUS CRISTO!

Não importa, não justifica nem explica de modo algum essa gravíssima afronta, esse conjunto de heresias que o o Instrumentum Laboris do Sínodo apresenta (leia na íntegra), o mero fato de não se tratar de um documento oficial da Igreja ou que será posteriormente destruído. Apenas o fato de ele existir e de ter sido publicado nos canais oficiais do Vaticano, de estar servindo como referência para um Sínodo de Bispos da Igreja Católica Apostólica Romana, isto já se configura em uma verdadeira monstruosidade, um absurdo, um sinal claríssimo de que estamos diante dos fatos que sempre nos foram descritos como característicos da Grande Apostasia, sobre a qual nos advertiu o Evangelho e, no desenrolar de toda a história da Igreja, inúmeros Santos, e que consta também no próprio Catecismo:

Antes do Advento de Cristo, a Igreja deve passar por uma provação final que abalar a fé de muitos crentes. A perseguição que acompanha a sua peregrinação na Terra desvendará o "mistério de iniquidade" sob a forma de uma impostura religiosa que há de trazer aos homens uma solução aparente a seus problemas, à custa da apostasia da verdade. A impostura religiosa suprema é a do Anticristo, isto é, a de um pseudomessianismo em que o homem glorifica a si mesmo em lugar de Deus e de seu Messias que veio na carne.
Esta impostura anticrística já se esboça no mundo toda vez que se pretende realizar na história a esperança messiânica que só pode realiza-se para além dela, por meio do juízo escatológico: mesmo em sua forma mitigada, a Igreja rejeitou essa falsificação do Reino vindouro sob o nome de milenarismo, sobretudo sob a forma política de um messianismo secularizado, que é intrinsecamente perverso.
(CIC §§675-676)

Sim, meus irmãos, para que nós, leigos, possamos tratar destes difíceis assuntos, é preciso que nos portemos com amor, muita humildade e também com respeito; e também é preciso, antes de tudo, procurar conhecer muito bem os fatos antes de emitir qualquer opinião. Mas também é verdade que, enquanto leigos, nós podemos, e principalmente devemos, isto é, temos por obrigação manifestar as nossas necessidades, angústias e anseios, não só aos nossos pastores como também dar a conhecer as nossas opiniões entre nós, fiéis católicos (conf. o CDC em seu cânone 212, §§ 2-3, como já vimos em detalhes por aqui).

Sendo assim, por que afirmamos e clamamos, em Nome de Nosso Senhor Jesus Cristo e invocando a proteção da Santíssima Virgem Maria, sem nenhum medo de errar, que a própria existência desse herético documento (como já o disseram importantes bispos e cardeais da Igreja, entre os quais Müller, Burke, Brandmüller e Athanasius Schneider) é coisa gravíssima, e, mais ainda, um sinal da Grande Apostasia? Quanto a estes motivos, para os nossos leitores que porventura ainda não o saibam, mesmo com tantos canais importantes a nos alertar, disponibilizamos a seguir um breve resumo. Abaixo:

Resumo das heresias contidas no Instrumentum Laboris do Sínodo da Amazônia

O documento se inicia com uma longa série de narrativas profundamente ideológicas, tomando como base e como verdades absolutas diversas falácias típicas da esquerda radical e militante, como a mudança climática sendo causada pelo homem e a colocação dos povos indígenas na condição de uma espécie de sub-raça que nunca, jamais poderá ir além do modo de vida dos seus antepassados, condenados a viver eternamente como se vivia na idade da pedra lascada, assim como disse com assombrosa sabedoria e propriedade o cacique Macuxi em sua palestra num Congresso em Roma à véspera do Sínodo (assista, por favor!).

Fato é que as questões sociais tomaram de vez o lugar da missão primeira da Igreja –, a evangelização –, nestes tempos em que padres e bispos consideram mais importante "respeitar" a cultura dos índios (inclusive com o assassinato a sangue frio de crianças deficientes, que continuam sendo enterradas vivas na Amazônia) do que pregar o Evangelho de Cristo.

Mas aqui ainda não entramos em nenhuma heresia. Elas começam nos parágrafos 12 e 13 do documento, onde se diz, literalmente, o seguinte:

A busca da vida em abundância por parte dos povos indígenas amazônicos se concretiza naquilo que eles definem o 'bem viver'. Trata-se de viver em harmonia consigo mesmo, com a natureza, com os seres humanos e com o Ser supremo, dado que existe uma intercomunicação entre o cosmo inteiro, onde não há excludentes nem excluídos, e que entre todos nós podemos forjar um projeto de vida plena.
Esta compreensão da vida se caracteriza pela conectividade e harmonia de relações entre a água, o território e a natureza, a vida comunitária e a cultura, Deus e as diferentes forças espirituais.
(Instrumentum Laboris do Sínodo Amazônico, §12-13)

Claramente está se afirmando que:

1) Não há o Deus Uno e Trino em que cremos, e nem se deve ensinar isso para os indígenas. O que há é um "ser supremo", com o qual estamos todos unidos numa "intercomunicação entre o cosmo inteiro", o que configura paganismo e/ou panteísmo, isto é, heresia;

2) Não há "excludentes nem excluídos" (discurso típico da esquerda, que poderia ter sido redigido, por exemplo, pelo ex-presidente Lula), o que contraria o que ensinou Jesus Cristo e desde sempre a sua Igreja, de que há o Céu e há o Inferno, e que haverá salvos e condenados no dia do Juízo. Ademais, afirma esse trecho com todas as letras que nós, por nossas próprias forças, "entre nós mesmos" (quem precisa da Igreja e dos Sacramentos?), podemos "forjar o nosso próprio projeto de vida plena" (aqui mesmo na Terra);

3) A pior parte menciona as relações entre "a água, o território e a natureza, a vida comunitária e a cultura, Deus e as diferentes forças espirituais(!?)". Claro e evidente que falar em Deus e em "diferentes forças espirituais" pressupõe, acima de qualquer dúvida razoável, a existência das divindades ou forças espirituais da natureza, que influem sobrenaturalmente em nossa realidade. Paganismo e clara heresia: nada mais, nada menos.

[Estará se referindo esse trecho, entre outras "forças", ao "deus Tupã", reverenciado pelo hino oficial deste sínodo? Eis a estrofe final do hino oficial do Sínodo da Amazônia/2019: "Irmão sol, irmã lua, Irmão de todos os povos, É Deus Tupã que reclama, Deus que nunca abandona a sua obra(?!?)"]

Neste passado, às vezes a Igreja foi cúmplice dos colonizadores, sufocando a voz profética do Evangelho. Muitos dos obstáculos a uma evangelização dialógica e aberta à alteridade cultural têm um cunho histórico e se escondem por detrás de certas doutrinas petrificadas. O diálogo é um processo de aprendizagem, facilitado pela abertura à transcendência e impedido pelas ideologias.
(Instrumentum Laboris do Sínodo Amazônico, §38)

Mais uma vez o discurso ideológico típico da esquerda mais radical, alienada e anticristã: colocar o colonizador como o grande vilão, o eterno culpado de todos os crimes, e retratar os índios como "os bons selvagens" eternamente oprimidos, um mito lamentável que já foi soberbamente desmascarado.

Na realidade objetiva dos fatos, os primeiros evangelizadores foram missionários heroicos que se puseram sempre ao lado dos colonizados. Se hoje somos (ou pelo menos até há pouco tempo éramos) um país de maioria católica, foi graças a esses valorosos missionários, que com admirável coragem e fé atravessaram oceanos e arriscaram suas vidas pela fé que tinham no Evangelho como a salvação daqueles povos.

Já na visão dos revolucionários, a expressão "voz profética" não tem absolutamente nada a ver com o dom divino da profecia ou com a ação dos Profetas bíblicos, e menos ainda com o anúncio do Evangelho, mas está diretamente relacionado à revolução mesma, a lutar contra a autoridade instituída, a querer e trabalhar por mudanças radicais, pelo fim do sistema vigente; "profetismo", para estes, é trabalhar para derrubar o que está de pé, para erguer algo inteiramente novo no seu lugar.

O mais grave desse trecho, porém, é a alusão às tais “doutrinas petrificadas”. Claramente se refere às definições dogmáticas da Igreja, aspectos imutáveis da Doutrina cristã desde sempre, e às suas normas litúrgicas, as quais, quanto mais são desrespeitadas, tanto mais fazem definhar a fé católica do povo.

A abertura não sincera ao outro, assim como uma atitude corporativista, que reserva a salvação exclusivamente ao próprio credo, são destruidoras desde mesmo credo. (...) O amor vivido em qualquer religião agrada a Deus. Através de um intercâmbio de dons, o Espírito pode conduzir-nos cada vez mais para a verdade e o bem.
(§39 Instrumentum Laboris do Sínodo Amazônico)

Inacreditável encontrar uma afirmação desse tipo em um documento produzido no seio da Igreja Católica, por uma equipe escolhida e patrocinada pela alta hierarquia eclesiástica! Aqui temos mais uma prova daquilo que afirmamos no início: um documento da Igreja que contém uma crítica severa à própria Igreja Católica e ao dogma Extra Ecclesiam Nulla Salus. É a afirmação direta de que não só Jesus Cristo salva, e também a negação frontal a absolutamente tudo aquilo em que sempre cremos como católicos (a Igreja como Corpo de Cristo, o Batismo, a Eucaristia e todos os Sacramentos, a necessidade do perdão dos pecados, etc.), inclusive a elementos constitutivos do próprio Credo, na verdade revelada pelo Cristo em Pessoa quando disse que para ser salvo é preciso estar ligado a Ele e ao seu Corpo Místico (Jo 15, 1-4).

Ao criticar a "reserva da salvação ao próprio credo” pela Igreja, está a afirmar que a salvação se encontra também em outras fontes, e que a Verdade se encontra em outros credos. Heresia. Mais uma.

Favorecer uma Igreja como instituição de serviço não referencial, corresponsável no cuidado da Casa Comum e na defesa dos direitos dos povos.
(Instrumentum Laboris do Sínodo Amazônico §104)

É próprio e indissociável da verdadeira identidade da Igreja ser a grande referência e o sinal espiritual de salvação para os povos. A Igreja é muito mais, é infinitamente mais do que uma instituição de serviço social na defesa de "direitos dos povos". Propor a Igreja como uma presença exclusivamente institucional, quase como uma ONG, sem a responsabilidade de evangelizar os povos, vai contra a sua própria essência e configura a demolição de tudo aquilo pelo que os mártires e todos os Santos lutaram.

Constata-se a necessidade de um processo de discernimento em relação aos ritos, símbolos e estilos celebrativos das culturas indígenas em contato com a natureza, os quais devem ser assumidos no ritual litúrgico e sacramental. (...) Sugere-se que as celebrações sejam festivas, com suas próprias músicas e danças, em línguas e com trajes originários, em comunhão com a natureza e com a comunidade.
(Instrumentum Laboris do Sínodo Amazônico, §126-a)

Incorporar rituais pagãos à Liturgia é a proposta clara. Algo que implicaria, logo mais e como já se insinua, na substituição dos sacramentais e talvez mesmo das espécies eucarísticas, por materiais locais. Mais: esse “contato com a natureza” é posto claramente em contraposição ao contato com Deus, que desde sempre buscamos.

Sobre os "ritos festivos", provavelmente não será necessário lembrar ao nosso público dos grandes males que nos trouxeram as interpretações espúrias de inculturação nos ritos católicos. Que tipo de agente da Igreja se atreve a falar em "rito festivo" quando a Doutrina da Igreja Católica nos diz sem enganos que a santa Missa é, como sempre foi e será, a renovação do Sacrifício de Nosso Senhor sobre o Calvário (tire suas dúvidas)?

Por isso, pede-se que, em vez de deixar as comunidades sem a Eucaristia, se alterem os critérios para selecionar e preparar os ministros autorizados para celebrá-la.

Afirmando que o celibato é uma dádiva para a Igreja, pede-se que, para as áreas mais remotas da região, se estude a possibilidade da ordenação sacerdotal de pessoas idosas, de preferência indígenas, respeitadas e reconhecidas por sua comunidade, mesmo que já tenham uma família constituída e estável, com a finalidade de assegurar os Sacramentos que acompanhem e sustentem a vida cristã. (...) Identificar o tipo de ministério oficial que pode ser conferido à mulher, tendo em consideração o papel central que hoje ela desempenha na Igreja amazônica.
(Instrumentum Laboris do Sínodo Amazônico, §§126-c; 129)

Esses pontos dizem respeito diretamente aos ministros ordenados (sacerdotes e diáconos). O parágrafo 126c sugere que "se alterem os critérios" para preparar os ministros. Quais critérios? Só poderiam ser o estudo da Teologia e da Filosofia, o seminário e o celibato. Mesmo dizendo que o celibato é uma “dádiva”, o documento sugere a ordenação de homens casados para continuar a dispensar os Sacramentos nas regiões mais remotas. Além disso, pede que a mulher tenha um papel de maior destaque na hierarquia da Igreja, sugerindo que ela tenha acesso a algum “tipo de ministério oficial”, o que só pode significar o papel de diaconisas ou sacerdotisas, quando esta é uma questão definitivamente fechada na Igreja Católica. São João Paulo II (conf. Ordinatio sacerdotalis, 1994) definiu que "a Igreja não tem absolutamente a faculdade de conferir a ordenação sacerdotal às mulheres", e que esta sentença "deve ser considerada como definitiva por todos os fiéis da Igreja".

Além disso, a Congregação para a Doutrina da Fé, em resposta a uma dúvida sobre o ensinamento da Ordinatio sacerdotalis, confirmou que se trata de "uma verdade pertencente ao Depósito da Fé" (saiba mais).


*  *  *


Esses últimos pontos, sobre o celibato sacerdotal e a "ordenação de mulheres", são os mais comentados e citados em fontes diversas, e representam a principal razão da indignação de parte dos católicos conservadores. Todavia, os outros pontos apresentados aqui são igualmente gravíssimos.

Encerrarei com as mesmas palavras com que me exortou pessoalmente Sua Eminência Revma. o Cardeal Raymond L. Burke, na oportunidade que tive de conversar com ele: "Pray and fight for the Church!". Fiéis católicos do Brasil e do mundo, rezem e lutem pela Igreja! Pois, como profetizou o Venerável Dom Fulton Sheen, no final dos tempos será grande a importância dos leigos na luta a favor da verdadeira Igreja.

Por Henrique Sebastião

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5 comentários:

  1. Mas não dá a impressão que o papa endossa o que está sendo feito? Só em eles colocarem deuses pagãos no centro da Basílica de são Pedro, como o papa deixou? Ou será que ele foi obrigado a deixar e não apita nada ali?

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    1. "Não importa, não justifica nem explica de modo algum essa gravíssima afronta, esse conjunto de heresias que o o Instrumentum Laboris do Sínodo apresenta (leia na íntegra), o mero fato de não se tratar de um documento oficial da Igreja ou que será posteriormente destruído. Apenas o fato de ele existir e de ter sido publicado nos canais oficiais do Vaticano, de estar servindo como referência para um Sínodo de Bispos da Igreja Católica Apostólica Romana, isto já se configura em uma verdadeira monstruosidade, um absurdo, um sinal claríssimo de que estamos diante dos fatos que sempre nos foram descritos como característicos da Grande Apostasia, sobre a qual nos advertiu o Evangelho e, no desenrolar de toda a história da Igreja, inúmeros Santos, e que consta também no próprio Catecismo".

      A Paz de Nosso Senhor Jesus Cristo
      Apostolado Fiel Católico

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  2. Nunca via nada parecido com isso. Você escreve muito bem, sua clareza é asombrosa, Henrique Sebastião!
    Prof. F. Castro

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  3. Permita-me sugerir também o Blog THYSELF O LORD.

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    1. Esse blog já é membro de nossa fraternidade de blogs e sites católicos. Mas agradecemos pelo interesse.

      A Paz de Nosso Senhor Jesus Cristo
      Apostolado Fiel Católico

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