Sobre pandemias, a Missa proibida e outras desgraças: carta de um jovem católico sobre o momento presente


SOU UM CATÓLICO de vinte e poucos anos e um melancólico tradicional. Não faço o tipo alarmista, mas sempre olho as desgraças possíveis com um certo ar de ansiedade.

Já para as desgraças passadas, olho com nostalgia. Grandiosos foram aqueles tempos em que quase tudo se resolvia eficazmente com violência, em que os religiosos criam em algo além deste vale de lágrimas, em que os povos batizavam sua liberdade com o sangue inimigo e em que as pestes eram vistas só como um mal corriqueiro como um dente putrefato...

A história humana é, como disse o velho Lobato, um processo contínuo do que se fez no passado, com o objetivo utilitário de nortear o futuro. Por compreender as coisas deste modo, junto uma leva de outros cristãos, sempre vi como fato que o Estado chegaria ao ponto de oprimir a Igreja. “Proibir-se-ão os cultos!”, dizia-me alguma velha senhora do Apostolado da Oração; “no fim dos tempos, nós voltaremos a nos reunir às escondidas”, dizia algum velho padre de uma qualidade que não existe mais.

Sempre cri nisso, como bom católico que vai às missas de domingo, que não come carne na sexta-feira nem faz algum trabalho manual aos domingos – além do almoço familiar.

Não imaginara, porém, que tudo isso se daria agora, aos meus vinte e poucos. Tampouco poderia imaginar que os que proibiriam cultos não fossem agentes do Estado, mas sim os bispos, aqueles vigilantes. Jamais poderia imaginar que voltaríamos às catacumbas nos escondendo do próprio clero. “Ué”, pensei, “inverteram-se os papéis? Os vigias capitularam? Que m*rda tá acontecendo aqui?”.

Há poucas horas estouraram rebeliões nos presídios do meu querido Estado, (o que faz o melhor para o Brasil). Assassinos, ladrões e assaltantes andam pelas ruas. Mas se eu topar com algum deles, que será da minha miserável alma? Terá a misericórdia de um padre pronto a ouvir minha última confissão, ou vou enfrentar meu Juízo com a alma suja de pecados?

Longe de mim o catastrofismo. Mas será um prazer depor contra os vigilantes traidores e covardes, independentemente do destino de minha manchada alma. Sinceramente creio que isso tudo passará e, ano que vem estarei ainda aqui, imaginando alguma possível desgraça, com a consciência inquieta por não ter obrigado padre algum a rezar a Missa necessária para a salvação das almas.

Enviado para ofielcatolico@gmail.com em 16/3/2020. O autor prefere se manter anônimo.


11 comentários:

  1. A paz de Jesus Cristo.

    É triste ter que ler um texto assim, bem escrito, sobre fato real e não ficcional. Como pode padres, bispos, "pedirem" para os fieis não irem a Santa Missa?! Não creem que o Corpo de Cristo cura, liberta, protege aquele que Nele crê?

    " Quem quiser salvar a sua vida irá perdê-la ".

    Na minha paróquia o padre pediu para as pessoas ficarem em casa até tudo normalizar. Ele também disse que as Santas Missas serão realizadas normalmente nos dias e horários de costume.

    Católico não pode ter medo em participar do Sacrifício da Missa e sofrer alguma infecção maligna.

    Eu estarei lá. Confio na Santíssima Trindade.

    Salve Maria!

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  2. Não se pode ser irresponsável, o vírus é perigoso, altamente contagioso, os bispos estão corretos, as pessoas devem evitar aglomerações, o sistema de saúde não dá conta de atender a todos, vejam a Itália, negligenciaram o vírus e o país está de quarentena. A fé não tem nada haver com isso, não exige de ninguém se expor a doenças, isto não é uma prova de fé, Jesus Cristo pregou amor a Deus e ao próximo e por amor a Deus e ao próximo não devemos nos expor ou expor outros a riscos desnecessários, não ir a Igreja, a praia, ao barzinho, ao shopping é um ato de caridade, que pode preservar a saúde especialmente dos doentes e idosos, que são mais vulneráveis. Rezemos em casa pelo fim da pandemia e pela proteção e cura dos doentes.

    A paz de Cristo!

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  3. A paz de Jesus Cristo.

    Caro Tiago, ir à Igreja de forma protegida não irá espalhar vírus, bactérias e outros. Basta usar máscaras de proteção, pois elas são indicadas e funcionam mesmo.

    Deve-se sim, distribuir as pessoas ao longo de várias Missas, como é feito na Polônia.

    Todos devem usar máscaras de proteção! Acho um absurdo médicos e autoridades falarem para só os que tem gripe usar máscaras. Só sabe que está contaminado quem fez o exame e deu positivo. Este, deve ficar em casa, sem contato externo. A máscara é algo recomendável para todos. É só ver as entrevistas dos membros do governo: todos estão usando máscaras.

    Quem usar máscaras não receberá as tais gotículas com o vírus. Simples assim.

    Ir à Missa com a máscara é sim, uma grande proteção e claro, manter uma distância de 2 metros dos outros fieis.

    É o momento de rezar em casa e também na Igreja.

    Salve Maria!

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    1. Por favor, não espalhe desinformação, máscara é um dos meios que ajudam a prevenir, mas ela não torna as pessoas imunes, e a sua eficácia não é de 100%, não é vacina. Se o simples ato de colocar uma máscara fosse suficiente, não estaríamos encarando uma epidemia de escala global. "Uma série de pesquisas científicas demonstrou que o uso de máscaras faciais durante surtos de doenças virais como a causada pelo coronavírus 2019 (COVID-19) só demonstrou ser eficaz para proteger os profissionais de saúde e reduzir o risco de pacientes doentes espalharem a doença... Em nenhuma dessas circunstâncias, o uso somente de uma máscara facial garante a proteção contra infecções e deve ser combinado com outras medidas de proteção pessoal, como higienizar as mãos, manter distância de pessoas com sintomas e praticar a etiqueta respiratória (ao tossir ou espirrar, cobrir a boca e o nariz com o cotovelo flexionado ou com um lenço – em seguida, jogar fora o lenço e higienizar as mãos). Nenhuma medida preventiva é 100% eficaz para prevenir infecções, mas praticar todas elas de maneira conjunta pode reduzir as chances de disseminação da infecção”, segundo o vice-diretor da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), Jarbas Barbosa.

      Eu não sou consciência de ninguém, as recomendações estão aí, não existe tratamento ou vacina, portanto não exponham a si próprios ou a outros, inclusive familiares a riscos desnecessários, a responsabilidade é de cada um.

      A paz de Cristo!

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  4. A paz de Jesus Cristo.

    Completando a minha postagem anterior:

    Seguir as normas básicas de higiene ( aquelas que aprendemos na infância...), é uma forma de se evitar o contágio próprio e das outras pessoas. Eu vejo muitos espirrando, tossindo, sem tapar a boca, isso transmite vários tipos de doenças contagiosas.

    Parece que o vírus de gripe vinda da China ( tem quem chame isso de xenofobia, falar "gripe da China", pois disseram que não há provas que se originou lá; oras, as primeiras vítimas, sobreviventes e mortas, são da China, não de outro país, logo, chamar de "gripe chinesa" que se espalhou pelo mundo, na minha opinião, não é xenofobia....), é muito resistente fora do hospedeiro, então, máscaras de proteção, lavar as mãos com água e sabão, uso de álcool gel, são regras seguras para evitar a contaminação pelo referido vírus.

    Se todos que irem às Missas, manterem distancia de 2 metros das outras pessoas e usarem máscaras cirúrgicas, é o suficiente para evitar o contágio e contagiar outras pessoas.

    Os idosos, pessoas com coriza, tosse, espirros, devem ficar em casa, não ir às Missas.

    É recomendável que os Ministros da Eucaristia usem álcool gel antes de pegar as Hóstias Consagradas para distribuir aos fieis, algo que notei não ser feito, na última Missa, domingo passado.

    É hora de estar mais próximo do Altar, da Comunhão Eucarística, da Santa Missa que só pode ser celebrada na Igreja.

    Tomar os devidos cuidados e confiar em Jesus Cristo, é o dever de todo o Católico. Caso contrário, o exercício da Fé irá depender sempre das condições ideais do clima, do controle das doenças, das posturas favoráveis dos governos.

    A Fé não pode depender de fatores favoráveis, pois se assim fosse, o Cristianismo não teria sobrevivido a crucificação de Jesus Cristo.

    Vamos ficar em casa, sem ir a eventos públicos mundanos ( que já foram cancelados, graças a Deus!), mas à Santa Missa, fora os casos citados acima, todos nós devemos ir e voltar logo para casa após a Missa, sem confraternizações nas portas das paróquias.

    É apenas a minha opinião sobre o assunto.

    Salve Maria!

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  5. A paz de Jesus Cristo.

    Caro Tiago, não sou irresponsável nem espalho desinformação. O que escrevi, incluindo o complemento, está de acordo com as normas de segurança padrão em qq. situação de infecções virais e bacteriológicas, não só citadas pela fonte que você usa na sua resposta, mas por outras fontes confiáveis.

    A infecção se espalhou não porque apenas o uso de máscaras são insuficientes nessas situações, mas sim porque o governo comunista chinês escondeu a epidemia do vírus ( igual fez no caso das gripes asiática e aviária, que tb. matou muitos..), de maneira criminosa. Isso impediu que os demais países tomassem as decisões padrão nessa situação. Claro, nenhuma máscara é 100% segura, assim como nenhum antibiótico pode matar 100% das bactérias em uma infecção. Nem as vacinas podem garantir 100% de imunidade. Normalmente elas se aproximam de 100%.

    As máscaras mais indicadas são as PFF2 sem válvulas. Ela custa em torno de 15 reais ( é desse tipo que eu uso ao ir em lugares públicos...). Essa máscara impede que o Covid-19 passe pelos seus poros, que são menores, porém, ela é não é indicada para idosos, já que dificulta a respiração por ser mais fechada e provavelmente, já sumiu do mercado. Pessoas com esse tipo de máscara não contaminará nem será contaminado por outras pessoas.

    Sim, idosos, crianças, doentes, devem ficar em casa, jamais irem a Missa. As pessoas que forem usando a máscara que descrevo acima, além dos outros cuidados citados por você e também por mim, estarão livres de qualquer perigo.

    Não sou formador de opinião, não influencio ninguém nem tenho essa pretensão vaidosa. Quem acessa esses site tem condições de buscar informações em vários lugares e sabem discernir o que deve fazer.

    A Polônia aumentou as Missas para que fossem mais pessoas. Em momentos de crise é que se precisa rezar mais, em casa, na Igreja, onde recebemos o Corpo e Sangue de Cristo.

    Óbvio, se as autoridades civis impedirem as pessoas de irem à Igreja, como acontece na Itália, se os padres celebrarem Missas privadas sem leigos impedidos de ir, não irei igual aos demais.

    Todos os fragilizados, grupos de risco, sabem que não devem ir, já que foi explicados à exaustão os cuidados, formas de infecção e sintomas particulares a esse tipo de vírus.

    Bom senso é tão vital quanto ter Fé. A Fé está acima da ciência, pois Deus tem o controle de tudo. Vamos manter padrões de segurança para nós e os demais? Claro que sim! Mas sempre lembrando do sentido de ser Cristão: viver o sacrifício de Cristo em todos os momentos, bons ou ruins.

    Encerro a "polêmica" aqui, caro Tiago.

    Salve Maria!

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  6. A paz de Jesus Cristo.

    Caro Tiago, não sou irresponsável nem espalho desinformação. O que escrevi, incluindo o complemento, está de acordo com as normas de segurança padrão em qq. situação de infecções virais e bacteriológicas, não só citadas pela fonte que você usa na sua resposta, mas por outras fontes confiáveis.

    A infecção se espalhou não porque apenas o uso de máscaras são insuficientes nessas situações, mas sim porque o governo comunista chinês escondeu a epidemia do vírus ( igual fez no caso das gripes asiática e aviária, que tb. matou muitos..), de maneira criminosa. Isso impediu que os demais países tomassem as decisões padrão nessa situação. Claro, nenhuma máscara é 100% segura, assim como nenhum antibiótico pode matar 100% das bactérias em uma infecção. Nem as vacinas podem garantir 100% de imunidade. Normalmente elas se aproximam de 100%.

    As máscaras mais indicadas são as PFF2 sem válvulas. Ela custa em torno de 15 reais ( é desse tipo que eu uso ao ir em lugares públicos...). Essa máscara impede que o Covid-19 passe pelos seus poros, que são menores, porém, ela é não é indicada para idosos, já que dificulta a respiração por ser mais fechada e provavelmente, já sumiu do mercado. Pessoas com esse tipo de máscara não contaminará nem será contaminado por outras pessoas.

    Sim, idosos, crianças, doentes, devem ficar em casa, jamais irem a Missa. As pessoas que forem usando a máscara que descrevo acima, além dos outros cuidados citados por você e também por mim, estarão livres de qualquer perigo.

    Não sou formador de opinião, não influencio ninguém nem tenho essa pretensão vaidosa. Quem acessa esses site tem condições de buscar informações em vários lugares e sabem discernir o que deve fazer.

    A Polônia aumentou as Missas para que fossem mais pessoas. Em momentos de crise é que se precisa rezar mais, em casa, na Igreja, onde recebemos o Corpo e Sangue de Cristo.

    Óbvio, se as autoridades civis impedirem as pessoas de irem à Igreja, como acontece na Itália, se os padres celebrarem Missas privadas sem leigos impedidos de ir, não irei igual aos demais.

    Todos os fragilizados, grupos de risco, sabem que não devem ir, já que foi explicados à exaustão os cuidados, formas de infecção e sintomas particulares a esse tipo de vírus.

    Bom senso é tão vital quanto ter Fé. A Fé está acima da ciência, pois Deus tem o controle de tudo. Vamos manter padrões de segurança para nós e os demais? Claro que sim! Mas sempre lembrando do sentido de ser Cristão: viver o sacrifício de Cristo em todos os momentos, bons ou ruins.

    Encerro a "polêmica" aqui, caro Tiago.

    Salve Maria!

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  7. Compreendo perfeitamente a melancolia e ansiedade desse jovem fiel católico. Eu mesmo partilho dos mesmos sentimentos. Mas foi a raiva que tomou-me todo quando descobri que eu e uma geração de católicos fomos surrupiados pela heresia modernista. É admirável e esperançoso testemunhar o grande interesse e adesão de jovens à Tradição.

    No mais, eu concordo com os comentários do Tiago. As medidas cautelares dos bispos estão de acordo com as dos médicos e Ministério da Saúde, bem como da OMS. Portanto, é necessário submeter-se, não somente por temor do castigo, mas também por dever de consciência (Rm 13,5). Se a Itália tivesse tomado tais medidas com antecedência, talvez não houvessem tantas mortes --- que, diga-se, são em sua maioria de idosos. Há muitos idosos nas paróquias.

    Vejam que na Coréia do Sul o vírus foi propagado por uma seita chamada "Igreja Shincheonji". Aqui no Brasil tem repercutido a estultice de alguns pastores, como $ilas Malafaia, que vai manter seus "cultos" cheios. Ele disse erroneamente que a fé não se baseia na razão. É um típico fideísta e anti-intelectualista protestante. Eu vejo isso tudo, negar as evidências e alertas científicos, como tentar a Deus (Mt 4,6-7/ Dt 6,16), como se Ele fosse "obrigado a abençoar", num jogo de barganha, mesmo o "crente" indo de encontro ao azar. É tentar a Deus! Não consiste nisso a Divina Providência. Como diz o ditado árabe: ele joga a pedra e depois diz: --- é o destino. O Senhor não deixa impune aquele que pronuncia o seu nome em favor do erro (Ex 20,7). O Deus de toda a ciência prescreveu regras sanitárias no cuidado dos leprosos (Lv 13 e 14/ Nm 5,1-4). Façamos o mesmo e respeitemos os as autoridades constituídas.

    Paz e Bem a todos!

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  8. Muito bem Augusto, como dizia São João Paulo 2°, na Enciclica Fides et Ratio: "A fé e a razão (fides et ratio) constituem como que as duas asas pelas quais o espírito humano se eleva para a contemplação da verdade." Portanto fé e razão se complementam, não são adversárias. Por outro lado, Lutero era quem dizia que a fé deveria suplantar a razão. Recentemente se noticiou que um evento evangélico, numa igreja francesa, ajudou na disseminação do vírus pela França. Precisamos entender que não é uma questão de ataque a fé, ou a Igreja, devemos entender que: ainda que uma pessoa tenha boa saúde, plena condição física e que se tome os devidos cuidados, ainda que, não apresente qualquer sintoma, ela pode ser um vetor do vírus para outros.

    Precisamos nesse momento ter responsabilidade e caridade para com o próximo, ninguém está seguro, portanto, além dos cuidados já citados, evitarmos aglomerações de qualquer tipo, INDEPENDENTE DE IDADE E CONDIÇÃO FÍSICA, até essa crise passar, essa é a recomendação principal dos especialistas, não se deve omiti-la.

    Que Deus forneça, juízo, responsabilidade e caridade as pessoas, não é o momento de orgulhos e vaidades fúteis.

    A paz de Cristo!

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    1. A heresia protestante é pior do que todas as epidemias que se possam imaginar. Foi a revolução da sensibilidade contra a inteligência:

      https://www.ofielcatolico.com.br/2006/11/a-protestantizacao-da-cultura1.html

      Outro aspecto fideísta é quando negam a óbvia analogia entis (Sb 13,5/ Rm 1,20), sem a qual seria impossível os Padres da Igreja fazerem apologética e converterem os não-cristãos, justamente respondendo para nossa defesa a todo aquele que nos pedir a razão de nossa esperança (1 Pe 3,15), aniquilando todo raciocínio e todo orgulho que se levanta contra o conhecimento de Deus (2 Cor 10,5). Eles costumam citar 1 Coríntios 1,19-28 para defender suas loucuras e irracionalismos, mas se formos ver bem o contexto da carta, trata-se das divisões na Igreja. Eles citam também Colossenses 2,8 para negar todas as filosofias como sendo vãs, e, por conseguinte, a filosofia na Igreja --- que se mostrou, sim, importante, pois serviu para a conversão de muitos ---, porém ocultam quando São Paulo menciona os filósofos gregos (At 17,28/ 1 Cor 15,33/ Tt 1,12), pois ele se fez grego (1 Cor 9,20-23), isto é, convencendo-os através da própria Fé e Razão, combinando a Teologia com a boa Filosofia.

      Enfim, com isso, e mais isso que posto logo abaixo, fica provado que o protestantismo com o seu puro "biblismo" é débil em debater e converter ateus:

      https://www.youtube.com/watch?v=YMzIhaYcYp4

      https://www.youtube.com/watch?v=Y7AtTCMnz-0

      A todos a Paz do Nosso Senhor Jesus Cristo (Jo 14,27). E cuidem-se!

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    2. P.S.: Segundo São Tomás de Aquino, três coisas são necessárias à salvação do homem, a saber: a ciência do que se há de crer; a ciência do que se há de desejar; e a ciência do que se há de operar.

      https://www.ofielcatolico.com.br/2006/01/o-mandamento-da-caridade-por-santo.html

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