Da revolução francesa


Por Guilherme Freire e Pe. Silvio Roberto

HOJE É 14 de julho, dia da queda da Bastilha. Depois da Revolução, a França teve uma série de ditaduras [pavorosas] e governos caóticos: Robespierre, o Diretório, Napoleão, a Restauração Bourbon, a Monarquia Orleanista, Napoleão III, a autoritária e fracassado Terceira República, a França de Vichy, aí tentaram a Quarta República que deu errado, até que o General de Gaulle impulsionou a Quinta República, que por sua vez dura até hoje. A primeira democracia estável da França foi em 1958. Violência não cria democracias, apenas gera mais violência e autoritarismo.

Hoje os franceses comemoram sua revolução, que tornou-se a mais importante da história moderna. (...) No seu âmago, foi a revolta dos supostos “iluminados” contra a Igreja, o que resultou no assassinato de milhares de padres e religiosos, bem como no confisco de bens e na deturpação da imagem da Igreja, como coisa da “Idade das trevas”. Deus foi abolido da sociedade e o homem exaltado como seu próprio deus. Claro que tudo isso alegadamente teria sido feito segundo o “povo” – que não passou de massa de manobra, como acontece até hoje.

Desta revolução advém tanto o socialismo como o liberalismo. Sem dúvida, os frutos amargos que colhemos hoje na sociedade, ora tendenciosa para o socialismo, ora ao liberalismo, ambos sem valores morais cristãos, têm sua raiz nesta revolução. Dela vem o ateísmo disfarçado de laicismo, o totalitarismo estatal (pois a corporações foram proibidas) e a ideia que o “povo” decide tudo, até mesmo quem pode ou não morrer (aborto, eutanásia).

É importante que os cristãos em geral, e nós católicos em particular, tenhamos um pouco mais de conhecimento do que foi, na realidade, esse evento história.

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