Sacerdote denuncia: 'O aborto é o novo culto a Moloch!'


PADRE HUGO VALDEMAR, Cônego Penitenciário da Arquidiocese Primaz do México, é um daqueles sacerdotes aos quais, ao encontrá-los, devemos prostrar-nos diante deles e beijar-lhes as mãos, porque são como um bálsamo, um respiro que Deus bondosamente nos concede nestes nossos tempos insanos.



Este bravo sacerdote recusa-se a trocar o verdadeiro Evangelho e a Sã Doutrina de Cristo por ideologias mundanas. Recentemente, ele denunciou publicamente que “o aborto é o novo culto ao demônio Moloch” – a divindade pagã cultuada nos tempos bíblicos para a qual se sacrificavam crianças.


Em um artigo publicado ontem, 17 de agosto (2020), no jornal mexicano ContraRéplica, Padre Valdemar lembrou que “Jesus, no Evangelho, sempre se referiu a Satanás não como um 'símbolo' do mal, mas como um ser pessoal, de natureza espiritual, que busca perder os homens, afastando-os de Deus e fazendo-os instrumentos do seu mal no mundo”. E continua:


Jesus define o demônio da seguinte forma: 'O mentiroso e homicida desde sempre'. Desta revelação fica claro que o autor do monstruoso crime do aborto é Satanás, porque através dele mente e mata. Mente defendendo falsos direitos como a liberdade da mulher sobre suas decisões e sobre seu próprio corpo, sendo que a criatura que se forma no corpo de sua mãe é totalmente diferente dela, embora esteja alojada em seu ventre e dependa dela para viver. 

Ninguém tem o direito de decidir sobre a vida de outra pessoa, especialmente se for totalmente indefeso e inocente; não há diferença entre assassinar um ser humano em gestação e outro recém-nascido.


Padre Valdemar, que durante 15 anos foi o Diretor de Comunicações da Arquidiocese do México, durante o governo pastoral do Cardeal Norberto Rivera, destacou que “Moloch, nos tempos bíblicos, foi um deus dos fenícios ou cananeus, consideravam-no o símbolo do fogo purificador que por sua vez significava o espírito. Acreditavam que devido a uma catástrofe no início dos tempos, aquele espírito havia se tornado escuridão ao se tornar matéria”.


O homem era a encarnação de tal tragédia e para se redimir desse pecado era necessário oferecer sacrifícios a Moloch, sacrificando bebês, porque são considerados os mais impregnados de matéria. Este demônio era representado por uma gigantesca estátua de bronze com uma fornalha em seu ventre onde as mães jogavam seus filhos, as quais Moloch esperava 'de braços abertos', e as devorava com fogo. Para ocultar o grito das crianças, os sacerdotes do demônio tocavam trombetas e tambores, dissimulando o horror do que ali acontecia.

Uma cena semelhante a essa causava calafrios... até chegarem os atuais abortistas. Esse horror dos cananeus, condenado por Deus como ato abominável, é insignificante comparado aos cinquenta milhões de bebês inocentes que são assassinados todos os anos no mundo, ainda no ventre de suas próprias mães.

A aberração do aborto hoje não poderia ser mais clara: a criança que deveria ser esperada pela mãe com um amor sem limites é imolada, não na fornalha ardente de Moloch, mas em um quarto frio de hospital. O médico, cuja missão é salvar vidas, torna-se o cruel carrasco, o sacerdote do demônio. O Estado, que deveria garantir o primeiro dos direitos, que é o da vida, e castigar os assassinos de inocentes, nega o direito a viver e autoriza 'o direito' a matar impunemente.


E o corajoso Padre Valdemar alerta: “Não tenhamos dúvidas: Deus nos pedirá explicações de tanto horror, tanta perversidade e tanto sangue inocente derramado, que clama por vingança ao Céu”.



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Com ACI Digital




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