George Soros chama de 'inimigos internos' da Europa àqueles que se se opõem à agenda da Nova Ordem Mundial


O MAGNATA GEORGE SOROS, junto com Bill Gates considerado  o principal promotor da Nova Ordem Mundial [ou Globalismo], concedeu uma entrevista ao jornal espanhol El País, na qual volta a demonstrar a sua indisposição [para usar de eufemismo]  contra os governos europeus que não se ajoelham ante a ideologia que ele apoia com grandes quantidades de dinheiro.


Aos seus 90 anos de idade, cumpridos ontem, Soros goza de um bom estado de saúde, sendo capaz até de jogar tênis três vezes por semana.


Em sua entrevista ao El País (leia aqui a entrevista completa), este judeu de origem húngara e nacionalizado norte-americano dá o seu parecer sobre a atual “pandemia” de Covid-19.


Estamos em uma crise, a pior crise que vivi desde a Segunda Guerra Mundial. Eu a descreveria como um momento revolucionário, na qual a grama de possibilidades é muito maior que em tempos normais. Aquilo que em uma situação de normalidade seria inconcebível, não apenas se torna possível, como também de fato ocorre. As pessoas estão desorientadas e assustadas. Fazem coisas que são más tanto para elas mesmas quanto para o muno.


Soros crê que a Europa é mais vulnerável que os EUA e espera que a presidência de Donald Trump acabe em novembro:


Estou convencido de que Trump será um fenômeno transitório que, com um pouco de sorte, se acabará em novembro. Não obstante, é um indivíduo muito perigoso porque está lutando por sua vida, e está disposto a fazer praticamente qualquer coisa para manter-se no poder, porque infringiu a Constituição de muitas maneiras diferentes.


Quanto à Europa, assinala quem considera seus inimigos internos:


Há muitos líderes e movimentos que se opõe aos valores fundamentais da UE. Existem dois casos em que estes inimigos chegaram ao poder e capturaram o Governo: Viktor Orbán na Hungria e Jaroslaw Kaczynski na Polônia. Ocorre que precisamente Polônia e Hungria são os maiores receptores do Fundo Estrutural que a UE distribui. Mas minha maior preocupação é a Itália. Um líder antieuropeu muito popular, Matteo Salvini, conseguiu ganhar bastante terreno até que superestimou seu êxito e desmembrou o Governo. Isso foi um erro fatal. Agora sua popularidade está em declive. Mas tem sido efetivamente realocado por Giorgia Meloni, do partido Fratelli d’Italia, que é até mais extremista. A coalizão do governo atual é sumamente frágil.


Como é bem sabido, esses três inimigos assinalados por Soros compartilham de uma mesma série de valores. A saber, sua oposição à cultura da morte (aborto, eutanásia, etc.), à Ideologia de Gênero (LGBT [insira aqui o restante do alfabeto e os símbolos que sua imaginação lhe conceder]), “educação” sexual [leia-se 'promoção da promiscuidade'], à política de portas abertas à imigração e à perda da soberania dos países.


Apontamentos, por Igor Andrade

Note-se que Soros não é um Tony Stark, apenas (gênio, bilionário, playboy e filantropo): ele é um engenheiro social. Mais que isso, é um profeta, um Papa paralelo, um Anticristo no pleno sentido da palavra. Ele dá sinais disso nas causas que financia: aborto, eutanásia, ideologia de gênero, governo mundial (promove o 'fim das fronteiras' e um 'governo único e integrado', ao melhor estilo cesariano (falei aqui sobre a Nova Roma). Mas não somente nas causas que apoia, e sim no que fala. Na mesma entrevista citada, lê-se:


 – O senhor também se sente confundido [com a 'crise' do Corona]?

 – Talvez um pouco menos que a maioria. Eu desenvolvi um marco conceitual que me coloca adiante do pelotão.


Certa vez ouvi esta verdade: “Você conhece uma pessoa não olhando para o que ela ama, mas sim para o que ela odeia”. O que George Soros odeia? Quais são seus inimigos? Matteo Salvini (católico), Jaroslaw Kaczynski (católico), Viktor Orbán (protestante calvinista cuja esposa e filhos são católicos), Donald Trump (protestante calvinista cuja esposa é católica)*.


Note-se também que é possível fazer um paralelo entre Soros e Bento XVI. Ambos são homens importantes com a mesma faixa etária (90 e 93 anos, respectivamente): mas enquanto um goza de saúde invejável (conquistada sabe-se lá por quais motivos; talvez coma muitos vegetais), o outro padece dos males da idade. Bento XVI passou quase um século conduzindo almas para um paraíso na outra vida, enquanto Soros manobra nações inteiras para a construção de um “paraíso” terreno. Bento XVI é exemplo claro de Alter Christus, enquanto Soros é também exemplo claro, mas de Anti Christus.


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* Todos, enfim, têm em comum o confessar a fé em Cristo.

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Fontes:

InfoCatolica, em:
www.infocatolica.com/?t=noticia&cod=38380

El País, em:
https://elpais.com/internacional/2020-08-11/trump-estara-dispuesto-a-hacer-casi-cualquier-cosa-para-seguir-en-el-poder.html 
Acesso 132/8/2020

Um comentário:

  1. "Estamos em uma crise, a pior crise que vivi desde a Segunda Guerra Mundial. Eu a descreveria como um momento revolucionário, na qual a grama de possibilidades é muito maior que em tempos normais".

    Tecla SAP: "É uma excelente oportunidade para que nós, globalistas, façamos com que as pessoas sigam bovinamente o que estamos pregando, e abandonem essa coisa chamada cristianismo..."

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